AVC: Como estar atento aos “3 F” pode salvar-lhe a vida

 

visao08022014Um AVC pode causar lesões cerebrais e é a maior causa de morte em Portugal. Esteja atento aos “3 F”, porque os tratamentos são tão mais eficazes quanto mais cedo é diagnosticado o derrame

O acidente vascular cerebral (AVC) é a principal causa de morte em Portugal. Um em cada cinco casos são fatais e a incidência da doença aumenta com a idade. O risco de ter um AVC duplica a cada década que passa depois dos 55 anos e a taxa de debilitações resultantes desta doença neurológica é altíssima, sendo que 20% das pessoas morrem nas primeiras 24 horas a seguir ao derrame.

O AVC tem tratamento que é tanto mais eficaz quanto mais cedo forem detectados os sintomas. Saiba quais são para se prevenir contra esta doença.

Sintomas – os “3 F”

A Sociedade Portuguesa de AVC define os sintomas de um derrame cerebral pela nomeação dos “3 F”: Desvio da face; Falta de força num braço; Dificuldade em falar. Mas estes estendem-se a outros sintomas associados. Ter uma dificuldade súbita em mexer um braço, uma perna ou ambos de um lado do corpo, uma falha repentina na visão, a diminuição da sensibilidade ou “formigueiro” num dos membros, a dificuldade em caminhar ou entender as pessoas à sua volta, bem como dores de cabeças fortes são alguns dos sintomas em que esta doença se manifesta.

Diagnóstico em 24 horas

Quando detectar algum destes sintomas deve procurar um médico que, perante a suspeita de um AVC, o vai reencaminhar para a realização de um scan cerebral nas 24 horas seguintes ao derrame. Este pode ser feito através de uma TC (tomografia computorizada) ou de uma ressonância magnética, permitindo confirmar a ocorrência do AVC, saber de que tipo se trata, a área da lesão e respectiva gravidade.

Tipos de tratamento

Quanto mais rápido se dirigir para uma Unidade de AVC, mais probabilidade vai ter de recuperar. As várias formas de tratamento vão depender do tipo de AVC diagnosticado. Os fármacos geralmente utilizados são os anticoagulantes (inibem a coagulação do sangue), os anti-hipertensores (controlam a tensão arterial) e as Estatinas (controla os níveis de colesterol). Pode ainda ter de ser realizada uma cirurgia de emergência no caso de AVC do tipo isquémico ou hemorrágico.

Comportamentos de prevenção

Apesar de não ter sintomas, tenha em atenção a quais os comportamentos que pode e deve seguir para evitar o desenvolvimento da doença: não fumar, alimentar-se saudavelmente (em baixo teor de gordura e alto teor de fibra), moderar o sal e o álcool, fazer exercício regular (30 minutos diários), controlar periodicamente a tensão e a diabetes.

Consequências do AVC

O mais importante é detectar os sintomas atempadamente. Conforme a gravidade e tipo de AVC, as consequências do derrame podem passar por dificuldades a nível da comunicação, perda de massa óssea ou muscular, perda de visão, úlceras de pressão causadas pela imobilidade, complicações no sistema digestivo, entre outras.

In Visão online
11:01 Sábado, 8 de Fevereiro de 2014

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109: COMO SOBREVIVER A UM ATAQUE CARDÍACO QUANDO ESTIVER SÓZINHO.

 

facebook15062013

MUITO IMPORTANTE! VAMOS DIVULGAR!

Como muitas pessoas estão sozinhas quando sofrem um ataque cardíaco, sem ajuda, a pessoa cujo coração está batendo indevidamente e que começa a se sentir fraco, tem apenas cerca de 10 segundos antes de perder a consciência.

No entanto, essas vítimas podem ajudar a si mesmos tossindo repetidamente e vigorosamente. Uma respiração profunda deve ser efectuada antes de cada tosse, e a tosse deve ser profunda e vigorosa, prolongada como se produzida no interior do tórax.

A respiração e a tosse devem ser repetidas a cada dois segundos, sem parar, até que a ajuda chegue, ou até que sinta que o coração está batendo normalmente.

Respirações profundas obtém oxigénio para os pulmões e os movimentos de tosse pressionam o coração e mantém o sangue circulante. A pressão de compressão sobre o coração também ajuda a recuperar o ritmo normal. Desta forma, vítimas de ataque cardíaco podem chegar a um hospital. Diga a muitas outras pessoas sobre isso. Isso pode salvar suas vidas!

Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail enviarem para 10 pessoas, você pode apostar que nós vamos salvar pelo menos uma vida.

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48: Portugueses não sabem reconhecer sintomas de enfarte

 

Campanha de sensibilização

O presidente da Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular(APIC)disse hoje que a população portuguesa não está informada nem sobre o sintomas de um enfarte nem sobre o modo de actuação correto.

Hélder Pereira falava à agência Lusa a propósito da campanha de sensibilização “Não perca tempo – o enfarte não pode esperar!” desenvolvida pela associação durante o mês de Abril e que termina hoje com uma acção de sensibilização na área de serviço da Galp, no aeroporto de Lisboa.

“Um dos problemas graves é que as pessoas quando têm enfarte muitas vezes não reconhecem os sintomas, demoram muito tempo até pedir ajuda e depois dirigem-se pelos próprios meios para o hospital”, adiantou Hélder Pereira.

Por isso, a campanha, que é europeia e que arrancou em Abril, visa passar a todos a mensagem de que em caso de enfarte não se pode perder tempo, esclarecer quais são os sintomas e o melhor modo de actuação.

O médico explicou que o enfarte do miocárdio resulta de um coágulo que se forma numa artéria do coração e que depois rebenta, fazendo com que a parte do músculo cardíaco irrigado por essa artéria deixe de receber oxigénio e vá morrendo aos poucos.

In Diário de Notícias online
03/05/2012
por Lusa

Pena que o D.N. se tivesse limitado a um copy/paste da Lusa e não adiantasse, para todos sabermos, como se reconhece um enfarte…

Enfarte

Enfarte agudo do miocárdio, popularmente conhecido como ataque cardíaco, é o processo de morte (necrose) de parte do músculo cardíaco por falta de aporte adequado de nutrientes e oxigénio.

O coração é um órgão responsável pelo bombeamento de sangue (com substâncias energéticas) para todo o organismo. Por se tratar de um músculo em contínua actividade, as suas exigências metabólicas também são elevadas. Devido a isto, qualquer patologia que interfira na sua nutrição afectará todo o balanço energético do organismo. As consequências são diversas, podendo desde pouco interferir no funcionamento normal do corpo até a morte súbita da pessoa.

É causado pela redução do fluxo sanguíneo coronário de magnitude e duração suficiente para não ser compensado pelas reservas orgânicas.

A causa habitual da morte celular é uma isquemia (deficiência de oxigénio) no músculo cardíaco, por oclusão de uma artéria coronária. A oclusão dá-se em geral pela formação de um coágulo sobre uma área previamente limitada por aterosclerose.

O diagnóstico definitivo de um enfarte depende da demonstração da morte celular. Este diagnóstico é feito de maneira indirecta, por sintomas que a pessoa sente, por sinais de surgem em seu corpo, por alterações num electrocardiograma e por alterações de certas substâncias (marcadores de lesão miocárdica) no sangue.

O tratamento procura diminuir o tamanho do enfarte e reduzir as complicações pós-enfarte. Envolve cuidados gerais como repouso, monitorização intensiva da evolução da doença, uso de medicações e procedimentos chamados invasivos, como angioplastia coronária e cirurgia cardíaca. O tratamento é diferente conforme a pessoa, já que áreas diferentes quando a localização e tamanho podem ser afectadas, e resposta de cada pessoa ao enfarte ser particular.

O prognóstico, ou seja, a previsão de evolução, será tanto mais favorável quanto menor a área de enfarte e mais precoce o seu tratamento.
Enfarte agudo do miocárdio, popularmente conhecido como ataque cardíaco, é o processo de morte (necrose) de parte do músculo cardíaco por falta de aporte adequado de nutrientes e oxigénio.

O coração é um órgão responsável pelo bombeamento de sangue (com substâncias energéticas) para todo o organismo. Por se tratar de um músculo em contínua actividade, as suas exigências metabólicas também são elevadas. Devido a isto, qualquer patologia que interfira na sua nutrição afectará todo o balanço energético do organismo. As consequências são diversas, podendo desde pouco interferir no funcionamento normal do corpo até a morte súbita da pessoa.

É causado pela redução do fluxo sanguíneo coronário de magnitude e duração suficiente para não ser compensado pelas reservas orgânicas.

A causa habitual da morte celular é uma isquemia (deficiência de oxigénio) no músculo cardíaco, por oclusão de uma artéria coronária. A oclusão dá-se em geral pela formação de um coágulo sobre uma área previamentelimitada por aterosclerose.

O diagnóstico definitivo de um enfarte depende da demonstração da morte celular. Este diagnóstico é feito de maneira indirecta, por sintomas que a pessoa sente, por sinais de surgem em seu corpo, por alterações num eletrocardiograma e por alterações de certas substâncias (marcadores de lesão miocárdica) no sangue.

O tratamento procura diminuir o tamanho do enfarte e reduzir as complicações pós-enfarte. Envolve cuidados gerais como repouso, monitorização intensiva da evolução da doença, uso de medicações e procedimentos chamados invasivos, como angioplastia coronária e cirurgia cardíaca. O tratamento é diferente conforme a pessoa, já que áreas diferentes quando a localização e tamanho podem ser afectadas, e resposta de cada pessoa ao enfarte ser particular.

O prognóstico, ou seja, a previsão de evolução, será tanto mais favorável quanto menor a área de enfarte e mais precoce o seu tratamento.

In Enfarte.com

Sintomas descritivos

Os sintomas da doença coronária são às vezes difíceis de valorizar. Nalguns casos, outras doenças podem manifestar-se de igual modo, como uma hérnia no estômago ou uma inflamação das articulações existentes entre as costelas e o esterno. Noutros, a doença coronária pode manifestar-se de forma atípica, por exemplo, como uma indigestão.

sintomas da angina de peito

O sintoma principal é a dor torácica, ainda que no caso de pacientes diabéticos, idosos e doentes sob os efeitos do álcool, possa não ser assim.
As características importantes de toda a dor são: localização, duração, irradiação, intensidade, qualidade, sintomas acompanhantes e fenómenos desencadeantes e atenuantes.
Seguidamente, descreveremos cada um destes aspectos da dor.

• Localização. A dor costuma localizar-se na parte anterior do tórax, sob o esterno. Outras localizações frequentes são o epigastro (boca do estômago), o pescoço, a mandíbula e os ombros.

• Duração. A dor inicia-se e acaba gradualmente, e pode durar de poucos até vinte minutos no caso de angina prolongada.

• Irradiação. Independentemente de onde se origina a dor, esta pode irradiar até ao pescoço, à mandíbula, aos dentes, à zona interescapular (isto é, parte central das costas), ambos os braços e inc1usivamente aos dedos das mãos (figura 13).

• Qualidade. A dor é mal localizada (quer dizer, não se verifica num ponto claro e específico, mas numa zona), profunda, de tipo opressivo ou abrasivo. Outros tipos de natureza pungente e com poucos segundos de duração costumam ser de ordem psíquica, nada tendo a ver com a angina de peito.

 Sintomas acompanhantes. É frequente aparecerem náuseas, suor frio e palidez.

• Fenómenos desencadeantes. A dor desencadeia-se com os esforços físicos e o stress psíquico. Outros factores desencadeantes podem ser a digestão de alimentos, o coito, o tempo frio, o vento de frente e os esforços a princípio da manhã.

• Fenómenos atenuantes. Costuma atenuar-se a dor com o repouso e medicamentos vasodilatadores como a nitroglicerina.

Outros fenómenos aparecendo ao examinar-se um paciente em plena crise de angina de peito são o aumento de frequência cardíaca, o aumento da tensão arterial, ruídos cardíacos apagados durante a auscultação do tórax e alterações típicas do electrocardiograma (ECG) que se explicaram no capítulo referente a métodos diagnósticos. O exame do paciente nos períodos livres de dor pode ser absolutamente normal.

sintomas do enfarte de miocárdio

A dor que aparece durante o enfarte de miocárdio é de características similares à da angina de peito, ainda que costume ser de maior duração, demorando trinta minutos a várias horas a desaparecer. Não abranda com o repouso nem com os medicamentos vasodilatadores. Como na angina de peito a dor é de intensidade variável: pode ser desde insuportável até leve formigueiro em ambos os braços ou inc1usivamente não apresentar sintomas nos casos de diabéticos, alcoólicos e idosos. Como no caso de angina de Prinzmetal, o enfarte pode aparecer em repouso.

Outros sintomas podem ser: sensação de falta de ar (dispneia), sensação de morte iminente, instabilidade na marchasuor friopele pálida e debilidade generalizada importante.

Existem outros casos atípicos que podem apresentar-se sem dor e que mencionaremos sucintamente:

• Sensação de forte indigestão com náuseas e vómitos.
• Dispneia súbita.
• Síncope ou lipotimia com perda total de conhecimento.
• Sensação grave de angústia e nervosismo acentuado.

In Enfarte.com

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