122: Cérebro precisa de um a cinco dias para se reajustar a horários após as férias

 

tsf16092013

O cérebro precisa de um a cinco dias para se readaptar aos horários depois das férias, porque pausas prolongadas acentuam os distúrbios do sono e do humor, afectando sobretudo as crianças até aos cinco anos e os idosos.

A análise é da doutorada em psicologia clínica e professora do mestrado de Educação Primária e Infantil da Universidade Internacional de La Rioja (UNIR) Blanca Tejero e foi divulgada numa nota da Universidade, segundo a agência noticiosa espanhola EFE.

O regresso às aulas e ao trabalho permite a recuperação da rotina, com horários que põem ordem nas vidas das crianças e dos adultos, mas há pessoas que sofrem de forma extrema quando voltam ao trabalho, às aulas ou às actividades quotidianos após um período de descanso, assinala Blanca Tejero.

«A mudança de horários e o final das férias acentuam alterações no sono e no humor», sublinha, sustentando que o cérebro precisa de entre um a cinco dias para se reajustar e que durante esse período se pode registar cansaço, distúrbios no sono e no estado de ânimo.

Segundo Blanca Tejero, «o desajuste ocorre devido a mudanças nos níveis de hormonas no hipotálamo, um relógio biológico interno», que dá indicações sobre, por exemplo, a fome, a sede, o tempo de relaxação e a sensação de plenitude.

Também regula a secreção das hormonas melatonina, que regula o processo de sono e de vigília, e serotonina, relacionada com o estado de ânimo.

Blanca Tejero diz que nem todas as pessoas são afectadas do mesmo modo pela mudança de horários, considerando que a readaptação é mais difícil no caso dos mais velhos e dos menores de cinco anos.

In TSF online
Publicado 16/09/2013 às 13:01
Lusa

Cinco efeitos inesperados de medicamentos comuns

 

Todos os medicamentos têm efeitos secundários mais ou menos comuns, mas estes cinco podem ter algumas consequências invulgares, como ficar daltónico, ter déjà-vus ou tornar-se compulsivo em jogos a dinheiro

visao17082013Até os medicamentos mais estudados e mais usados em todo o mundo têm efeitos secundários indesejados, como dores de estômago, sonolência ou fadiga. No entanto, há outros bem menos comuns. O popular site de notícias “The Huffington Post” fez uma lista de cinco desses medicamentos com efeitos adversos inesperados.

  • Medicamento (principio activo) : Zolpidem (Cymerion e Stilnox)
  • Efeito: Conduzir, comer e ter relações sexuais a dormir

O Zolpidem é um medicamento que trata as insónias, no entanto, depois de tomado há já vários dias pode levar o utilizador a executar tarefas das quais não se vai lembrar, desde conduzir, ter conversas complexas, realizar tarefas diárias de rotina, fazer sexo ou até comer durante o sono.

Estes comportamentos ocorrem frequentemente durante as manhãs pelo simples facto do medicamento ainda permanecer na corrente sanguínea de quem o toma, explica Zara Risoldi Cochrane, professora assistente de farmácia da Universidade de Creighton, em Omaha, nos EUA.

  • Medicamento (principio activo) :  Lorazepam (Ansilor, Lorenin e Lorsedal)
  • Efeito: Déjà vus

A farmacêutica Suzy Cohen explica que apenas 5% dos que tomam Lorazepam – utilizado para controlar a ansiedade – têm experiências de déjà vus.

No entanto, Cohen revela que o efeito do medicamento não traz a sensação de que a pessoa já esteve naquele determinado sítio: “É mais um sentimento de flashback de um certo sítio ou de um certo período de tempo”, porque de repente uma pessoa pode pensar que voltou à sua infância, por exemplo.

  • Medicamentos (princípios activos) : Ropinirole (Ronipod) e Pramipexol
  • Efeito: Jogar a dinheiro compulsivamente

Ambos os medicamentos são prescritos para tratar doentes com Parkinson, com síndrome das pernas inquietas ou com cãibras nas pernas, uma vez que forçam a actividade dos receptores de dopamina em pessoas com falta de neurotransmissores. Porém, podem alterar o movimento e o humor e entre 5% a 10% dos utilizadores ganham impulsos incontroláveis.

A farmacêutica Suzy Cohen explica que “uma grande quantidade de dopamina transforma-se num centro de prazer” e essa paixão por dopamina “provoca impulsos incontroláveis como jogar a dinheiro ou ter relações sexuais.” Estes sintomas mais visíveis nos jovens do sexo masculino.

  • Medicamento (principio activo): Sildenafil  (Viagra)
  • Efeito inesperado: Daltonismo

Este medicamento, usado para contornar os problemas masculinos de disfunção eréctil, pode por vezes causar daltonismo. Em casos raros, há pessoas que tomam Viagra e desenvolvem uma dificuldade em distinguir as cores azul e verde.

Apesar de este tipo de daltonismo ser normalmente temporário, há casos em que o medicamento causou perda curta, longa e total de visão, isto porque, ao que parece, o viagra interrompe o fluxo sanguíneo que chega ao nervo óptico.

“O viagra e os medicamentos similares são apenas para uso a curto prazo. Caso descubra que tem uma deficiência de testosterona deve procurar um tratamento de longo prazo, como a reposição da hormona”, porque o viagra não corrige essas falhas, concluiu Cohen..

  • Medicamento: Dapsona (Sulfona Zimaia)
  • Efeito inesperado: Sintomas de envenenamento por monóxido de carbono

A dapsona é um antibiótico geralmente tomado por pessoas que têm o seu sistema imunológico comprometido – como pacientes com SIDA ou lepra – e tem como função evitar infecções.

Porém, entre 1% a 5% dos pacientes que tomam este medicamento, e embora não corram risco de vida, revelam sintomas similares aos de envenenamento por monóxido de carbono: dificuldade em respirar, cianose (pele de cor cinzenta ou azul), ritmo cardíaco anormal, dor no peito e fraqueza.

In Visão online
13:30 Sábado, 17 de Agosto de 2013

75: Radiação Ultravioleta

 

Quatro regiões de Portugal com níveis extremos – IM

As regiões do Funchal, Guarda, Penhas Douradas e Porto Santo vão registar hoje um valor “extremo” de radiação ultravioleta, pelo que a população deve evitar a exposição ao sol, informou o Instituto de Meteorologia (IM).

De acordo com a mesma fonte, 21 outras regiões, das 27 analisadas pelo IM, vão apresentar um valor “muito alto” de radiação ultravioleta (UV), com valores que variam entre os índices oito e dez.

Com o nível “muito alto”, o IM aconselha a utilização de óculos de sol com filtro UV, chapéu, t-shirt, guarda-sol e protetor solar, sublinhando igualmente que se deve evitar a exposição das crianças ao sol.

In Destak online
Destak/Lusa | destak@destak.pt
25 | 06 | 2012 08.38H

– Um comentário a este artigo, no online Destak, é transcrito de seguida mas antes, e em ordem a esse mesmo comentário que tem algo de verdadeiro, captei várias imagens daqueles aviões que de vez em quando cruzam os céus deixando rastos que nada têem a ver com a velocidade a que voam nem com outras situações. Já tinha lido em vários blogues e fóruns sobre os chamados “CHEMTRAILS”, ou seja, a denúncia que o rasto destes aviões tem a ver com produtos químicos que são lançados na atmosfera para experiências de vária ordem, nomeadamente climáticas mas que, pela sua natureza, poluem a atmosfera e originam doenças respiratórias e cancerígenas. O facto é que já tive conhecimento de pessoas com asma crónica grave que sempre avistam esses rastos brancos nos céus, o seu estado de saúde piora consideravelmente e só depois de alertadas para o facto, ligam essas “nuvens” ou “rastos”, com o agravamento do seu estado. Deixo também umas imagens desses rastos que captei ainda este ano e caso curioso, é sempre quando o céu se encontra limpo de nuvens…

– Os porquitos da geoengenharia, provavelmente com ligações também tanto a quem controla o espaço aéreo dos países como aos responsáveis da meteorologia, quem sabe se através do pagamento de favores ou mesmo dinheiro grosso, parece que desde há dois dias abandonaram o ataque às populações indefesas. Há dois dias o céu está naturalmente limpo. Mas atenção, esses porquitos não desistem, pelo menos enquanto as pessoas não os apanharem e acenderem os fornos para fazerem churrasco dos porquitos, envenenadores de populações pela calada. Quando eles voltarem à carga, vamos todos ver de novo no céu os rastos dos seus aviões, nuvens artificiais a formarem-se e as temperaturas a descerem vertiginosamente, e os jornais e as TVs deles a dizerem que é da “alteração climática”. Há que investigar profundamente o que se está a passar a esse nível, e ver até que ponto as próprias empresas que vivem da energia da água estarão também envolvidas, assim como quem se dedica à industria da dita “protecção civil”.
DEFENDAM PORTUGAL! | 25.06.2012 | 13.37H

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

71: Concentrações muito elevadas de pólen nos próximos dias

 

Portugal Continental vai registar concentrações muito elevadas de pólen no ar nos próximos dias, informou hoje a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC).

Nos Açores e na Madeira são esperadas concentrações moderadas a elevadas, adianta o Boletim Polínico da SPAIC.

O alerta para a semana de 8 a 14 de Junho vai particularmente para os doentes com alergia aos pólenes de gramíneas, oliveira e erva parietária.

O Boletim Polínico faz a divulgação semanal sobre os níveis de pólenes existentes no ar atmosférico, através da leitura de vários postos que fazem uma recolha contínua dos pólenes, em diversas regiões do País.

In SOL online
Lusa/SOL
8 de Junho, 2012

70: Utentes podem escolher o medicamento mais barato

 

A partir de sexta-feira

Fotografia © Global Imagens

A partir de sexta-feira, os médicos passam a prescrever os medicamentos pelo seu princípio activo, as farmácias são obrigadas a vender os mais baratos e os utentes podem escolher a marca que querem.

A medida entra em vigor no dia 1 de Junho, com estas obrigatoriedades, mas ainda deverá demorar perto de seis meses até o sistema estar completamente adaptado, esclarece um Infarmed, numa nota divulgada hoje.

No comunicado, a autoridade do medicamento assinala a necessidade de adaptar os sistemas de prescrição, especificando que são necessários 90 dias para a emissão de novas normas técnicas e 90 dias para adaptação dos sistemas.

As prescrições com data até 31 de Maio de 2012 mantêm as condições de dispensa anteriores até ao termo da respectiva validade, acrescenta a autoridade.

Com a entrada em vigor desta portaria que regulamenta a prescrição por Denominação Comum Internacional (DCI), o médico é obrigado a passar a receita médica com o nome do princípio activo da substância que o seu doente deve tomar, e não com o nome da marca do medicamento.

Por sua vez, o utente passa a ter um papel mais activo na gestão do seu tratamento, uma vez que pode escolher o remédio que corresponda à substância, dosagem, forma farmacêutica e dimensão de embalagem, determinada pelo seu médico.

O farmacêutico também não está isento de obrigações, com esta nova legislação. A estes profissionais e às farmácias são exigíveis deveres de informação sobre os medicamentos mais baratos e determinadas obrigações para a dispensa dos medicamentos mais baratos quando o utente não manifestar outra opção.

Deste modo, as farmácias estão obrigadas a terem disponíveis três dos cinco medicamentos mais baratos do mercado, sendo obrigadas a dispensar o medicamento mais barato ao utente, excepto nos casos em que este opte por outro.

Estão, no entanto, salvaguardadas algumas excepções, em que o médico pode prescrever medicação específica, como é o caso dos medicamentos com margem terapêutica estreita, de reacções alérgicas prévias e da terapêutica crónica definida na lei por terapêutica superior a 28 dias.

Nestes casos, o médico tem que assinalar obrigatoriamente as justificações técnicas que impedem a substituição do medicamento prescrito.

A regulamentação prevê que o período transitório ocorra com a manutenção dos actuais modelos de receitas (informatizada e manual).

In Diário de Notícias online
por Lusa
31/05/2012

52: Segunda-feira sem carne

 

Um dia por semana sem comer carne nem peixe para travar as alterações climáticas. A campanha Meatless Monday, que mobiliza mais de 20 países, arranca em Portugal

A mudança de hábitos alimentares pode ter um grande impacto na protecção ambiental, na saúde e na carteira. Uma campanha internacional, iniciada nos EUA e agora em marcha em 24 países, apela ao corte do consumo de carnes por um dia. Às segundas-feiras.

Paul McCartney e as filhas, Stella e Mary, são os rostos mais visíveis destas Meatless Mondays, às quais já aderiram Bryan Adams, Sheryl Crow, Gwyneth Paltrow e Kevin Spacey. «Estamos a dar grandes passos para a redução dos problemas ambientais associados à indústria pecuária. Além de darmos um impulso à saúde, com a vantagem adicional de que os vegetais custam menos do que a carne», explica McCartney na página britânica do movimento (www.meatfreemondays.com).

A produção de carne disparou nas últimas décadas e é insustentável manter padrões de consumo tão elevados. «A pecuária intensiva é responsável por 18% da emissão de gases com efeito de estufa, como o metano, que contribui para o aquecimento global 23 vezes mais do que o dióxido de carbono. Cerca de 70% do solo arável mundial destina-se a alimentar gado e 70% da desflorestação da selva amazónica deve-se à criação de pastagens e ao cultivo de soja como ração», lembra Paulo Borges, mentor da iniciativa em Portugal.

Comer menos carne é uma das medidas mais rápidas e eficazes para combater o aquecimento global, defendeu Rajendra Pachauri, Nobel da Paz e presidente do Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas: «Há uma grande emissão de gases com efeito de estufa no processo para se comer um bife, que começa com o alto consumo de pasto e cereais e a água necessária para criar uma vaca». Em declarações aos defensores de uma Segunda Sem Carne, no Brasil, Rajendra referiu ainda os gastos de energia com as câmaras frigoríficas que guardam este alimento e depois a despesa com o transporte e a própria confecção.

Estudos mostram que a produção de um quilo de carne de vaca liberta mais gases com efeito de estufa do que conduzir um carro e deixar todas as luzes de casa ligadas durante três dias. São necessários entre 13 a 15 quilos de cereais e leguminosas, e 15 mil litros de água potável, para produzir apenas um quilo de carne de vaca. A criação de animais para abate absorve demasiados recursos, que podiam ser usados no combate à fome, advertem as Nações Unidas.

Do slogan de guerra à cozinha de chef

O mote Meatless Monday é o velho slogan usado nos Estados Unidos durante a I Grande Guerra, que apelava à privação da carne à segunda-feira, a par de outros racionamentos, num esforço para suportar as tropas norte-americanas e apoiar a Europa, faminta e destruída.

Na época, cunharam-se moedas com este slogan, distribuíram-se folhetos e livros de receitas com menus alternativos. Em 2003, o lema renasceu em prol de uma vida mais saudável e em defesa do planeta. A cidade de Gent, na Bélgica, foi a primeira a aderir oficialmente ao ‘dia vegetariano’, seguindo-se São Francisco e outras localidades nos Estados Unidos.

A onda verde avança com chefs a reinventarem pratos irresistíveis sem carne. É o caso dos míticos Jamie Oliver e u_Mario Batali, que participam no Meat Free Monday Cookbook, acabado de chegar às livrarias britânicas e norte-americanas. O livro de Paul McCartney, escrito em colaboração com as filhas, propõe um menu vegetariano completo para todas as segundas-feiras do ano, com as receitas favoritas da família e contribuições de celebridades.

Em Portugal, Rui Reininho é uma das figuras públicas que apoiam a campanha (www.2sem carne.com): «Há algum tempo que evito as carnes vermelhas e brancas; não são uma boa energia para mim. E ao domingo e à segunda-feira procuro fazer uma espécie de desintoxicação. Nada que os católicos não façam há muito, com o jejum e a abstinência», comenta o músico.

Quando era criança, Reininho acompanhava a mãe e o padrinho no trabalho e diz que foi criado a visitar matadouros e feiras de gado. «Sei o que isso representa ainda nos meus pesadelos», conta.

A actriz Sandra Cóias há muito que aplica os preceitos do vegetarianismo: «Não compreendo como o ser humano é capaz de criar e abater os animais de forma brutal. Mal tive a noção de que era possível viver sem os incluir na minha alimentação, decidi de imediato fazê-lo».

O guitarrista Joel Xavier e o coreógrafo César Augusto Moniz são outros dos nomes que apoiam a iniciativa, dinamizada pelas associações vegetarianas portuguesas e pelo PAN, o Partido pelos Animais e pela Natureza.

Proteínas a mais, saúde a menos

A carne e o peixe não são obrigatórios no prato, «menos ainda a todas as refeições e nas quantidades exageradas a que estamos habituados», reconhece a nutricionista Inês Gil Forte. A própria dieta mediterrânica vai mais longe do que esta campanha ao recomendar carne branca ou peixe «apenas duas vezes por semana e carne vermelha menos de uma vez por mês. Quanto aos ovos, até quatro por semana». As refeições devem girar «em torno dos produtos hortícolas», defende a nutricionista, «da combinação de cereais e leguminosas, que têm uma excelente concentração de aminoácidos».

Voltar ao arroz com feijão, às saladas de grão, às lentilhas e optar por cereais integrais e frutos secos é uma boa escolha à mesa.

«Ainda persiste a ideia de que apenas comendo grandes quantidades de carne ou peixe se consegue obter a proteína necessária e ter saúde, o que não é, de todo, verdade», assegura a nutricionista. Cada vez mais, a carne surge associada ao risco de desenvolver doenças cardíacas e vários tipos de cancro.

A campanha Segundas Sem Carne sai à rua com sugestões de receitas, alertando para «o impacto que o consumo excessivo de carne tem sobre a saúde humana, o ambiente e os animais».

Nas palavras de McCartney, «esta é uma mudança significativa ao alcance de qualquer um». Adiar a decisão? Até quando?

In SOL online
por Gabriela Oliveira
5 de Maio, 2012
online@sol.pt

Nota do webmaster: Cuidado com os fundamentalismos alimentares e as modas! Não se pode deixar um regime alimentar normal num dia e começar no outro um regime vegetariano, macrobiótico ou semelhante…! Escreve quem tem experiência de mais de 20 anos de macrobiótica! Quando se deixa um regime alimentar, seja ele qual for e se envereda por outro totalmente diferente, o nosso organismo tem de “habituar-se” gradual e temporalmente, à nova alimentação! E quando se fala no regresso ao regime anterior, o procedimento é o mesmo! Seja na “entrada”, seja na “saída” de um regime alimentar, existe um período mínimo de SEIS MESES A UM ANO de adaptação orgânica, variando de pessoa para pessoa!
Em face ao artigo acima e sendo apenas a uma segunda-feira (um em sete dias), não existe qualquer problema em variar o regime excluindo carne ou peixe. Sugiro um prato excelente para este dia: Soja Guisada, hambúrgueres ou Croquetes de Soja ou de Tofu ou de Seitan. A Soja Guisada pode ser feita a partir de nacos de soja desidratados e faz-se como se fosse carne vermelha, excluindo o chouriço e apenas entrando a batata, a cenoura, a ervilha. Os hambúrgueres e os croquetes já existem à venda prontos a serem cozinhados, com origem em empresas dedicadas exclusivamente a este tipo de regimes alimentares e já podem encontrar-se em alguns supermercados.

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