312: Saiba quais são os quatro medicamentos para a azia retirados pelo Infarmed

 

Autoridade do medicamento ordenou a retirada do mercado de medicamentos para a azia.

Infarmed retirou do mercado quatro medicamentos para a azia.
© Gonçalo Villaverde/Global Imagens

Bloculcer, Ranitidina, Ranitine e Zantac: são estes os medicamentos retirados do mercado pela autoridade do medicamento, segundo a SIC. A presença de uma substância potencialmente cancerígena levou o Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento (Infarmed) a ordenar a retirada imediata do mercado estes medicamentos de protecção gástrica, que contém o princípio activo ranitidina.

O Infarmed informou que todos os doentes em tratamento com estes medicamentos indicados para a azia, úlcera duodenal ou gástrica e refluxo gastro-esofágico devem interromper a toma de imediato e consultar um médico ou farmacêutico.

“Na sequência da detecção de uma impureza, N-Nitrosodimethylamine (NDMA), na substância activa ranitidina, o Infarmed determina a recolha e suspensão imediata da comercialização dos lotes de medicamentos (…) O motivo desta determinação decorre da presença em alguns lotes da referida impureza, da classe das nitrosaminas, já identificada em 2018 em alguns fármacos anti-hipertensores”, pode ler-se no comunicado do Infarmed.

O Infarmed recorda que as entidades que tenham estes medicamentos em stock devem proceder à sua devolução e que estão proibidas de vendê-las ou dispensá-las.

Diário de Notícias
DN
21 Setembro 2019 — 22:33

 

311: Leituras de glicemia

 

Este post serve de ALERTA para todos os diabéticos do tipo 1, que utilizam o sistema de medição da glicemia por sensor/leitor dos laboratórios Abbott, sob a designação de FreeStyle Libre.

E porque este tipo de episódios já não é a primeira, nem a quinta vez que acontecem, transcrevo o e-mail que enviei ao médico dela (Endócrinas):

Boa tarde sr. Doutor

Serve o presente para informá-lo, uma vez mais, que o sistema de medição de glicemia da minha filha é uma autêntica máquina de ganhar dinheiro, apenas isso, porque quanto a fiabilidade e confiabilidade, é igual a ZERO!

Referencio esta situação que já aconteceu várias vezes anteriormente porque devem existir muitos diabéticos a utilizarem este sistema por ser prático mas só e apenas por isso.

Esta madrugada, cerca das 06:00 horas, fui medir a glicemia à Vera e o leitor deu LO, ou seja, pela indicação do laboratório ABBOTT, é uma medição (não medida) que se encontra abaixo de 40mg/dl. E a hipoglicemia verifica-se a valores iguais ou inferiores a 70mg/dl (APDP). E segundo informação desta APDP (Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal), saber tratar uma hipoglicemia é extremamente importante para evitar complicações graves que podem advir, como o coma hipoglicemico.

Ora, a medição efectuada hoje pelas 06:00 horas, não correspondeu à realidade dos valores, quando medidos directamente pelo sistema de bolha de sangue e palheta e mais grave ainda, por isso a minha referenciação, quando esses valores foram obtidos pelo mesmo leitor apenas com a diferença que o LO foi via sensor e 106 por palheta e feita medição imediatamente após a leitura por palheta, continuava a dar LO.

Ora, se LO está abaixo de 40 (até onde o leitor mede), a reacção imediata do cuidador é fornecer açúcar para que esse valor suba. Se afinal a Vera estava com 106, não era necessária essa medida, por isso acordou com 219, que depois baixou.

Ganham-se muitos milhões, neste país e em outros onde o sistema está implantado, à custa dos doentes e da sua saúde com certo perigo para a sua sobrevivência.

Um bom resto de Domingo

Fica então o ALERTA e nunca confiem, em absoluto, quando medições neste sistema situam-se com a situação LO. Façam de seguida uma medição com palheta, via bolha de sangue, se possível com as palhetas que são lidas pelo mesmo leitor do FreeStyle Libre e são gratuitas quando pedidas aos laboratórios Abbott.

Resposta do médico: Pois não é ainda um sistema preciso e nunca será, pois mede o açúcar na pele e não no sangue. É útil se prestar mais atenção à seta da tendência. Em termos globais mostrou ser aceitável mas não é comparável às glicemias.

Esclarecedor, hein? Quantos milhões estes laboratórios não ganham à pala deste produto?

 

310: Alzheimer ataca regiões do cérebro que nos mantêm acordados durante o dia

 

la_petite_mtx / Flickr

Demasiadas sonecas durante o dia são um dos primeiros sinais externos do Alzheimer, embora seja difícil dizer por que isso acontece. Alguns cientistas sugeriram que a doença perturba as regiões do cérebro que promovem o sono, enquanto outros dizem que a falta dele é o que impulsiona o declínio cognitivo.

Segundo o Science Alert, investigadores da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF), nos Estados Unidos, apresentam agora uma nova explicação. Ao analisar os tecidos cerebrais após a morte de 13 pacientes com a doença e de sete controles saudáveis, a equipa sugere que o Alzheimer ataca directamente regiões do cérebro que nos mantêm acordados durante o dia.

“É notável porque não é apenas um único núcleo cerebral que se está a degenerar, mas toda a rede promotora da vigília. Crucialmente, isso significa que o cérebro não tem forma de compensar porque todos esses tipos de células funcionalmente relacionados estão a ser destruídos ao mesmo tempo”, diz Jun Oh, principal autor do estudo publicado na revista Alzheimer’s & Dementia.

Embora a proteína tau e a beta-amilóide sejam marcas desta doença, uma superabundância da primeira pode contribuir mais para a degeneração cerebral, levando directamente a sintomas como o sono fragmentado.

Um estudo publicado no início deste ano descobriu que pessoas mais velhas que apresentam menos sono de ondas lentas têm níveis mais altos da proteína tau. Os autores sugeriram que, embora esses pacientes estivessem a dormir durante mais tempo, a natureza perturbada desse sono estava a causar sonolência diurna excessiva.

Oh e os seus colegas têm uma teoria diferente. Em vez de partirem da falta de sono da noite anterior, eles sugerem que a sonolência diurna excessiva é causada pela degeneração directa dos neurónios promotores da vigília.

Ao analisar o tecido cerebral, a equipa encontrou uma acumulação significativa de tau em três centros cerebrais promotores da vigília, incluindo o locus coeruleus (LC), a área hipotalâmica lateral (LHA) e o nucleus tuberomammillaris (TMN). Este complexo sistema perdeu até 75% dos seus neurónios.

“O nosso trabalho mostra evidências definitivas de que as áreas do cérebro que promovem a vigília degeneram devido à acumulação da proteína tau — e não amilóide — desde os primeiros estágios da doença”, afirma Lea Grinberg, outra autora do estudo e neurologista e patologista da UCSF.

Entre as muitas fatalidades, havia um tipo de neurónio na LHA que produz um neuropeptídeo chamado orexina. Este neurónio desempenha um papel crucial na vigília: quando é apagado em cobaias, os animais mostram padrões semelhantes aos da narcolepsia — um distúrbio crónico do sono caracterizado pela sonolência diurna.

Nos cérebros dos pacientes com Alzheimer, os investigadores encontraram a orexina praticamente aniquilada. Aliás, a abundância desses neurónios produtores de orexina havia diminuído em mais de 71%.

“Para colocar isso noutra perspectiva, os pacientes com narcolepsia… foram relatados para mostrar uma redução de 85%-95% no número de neurónios orexinérgicos, quase comparáveis ao que vemos em pacientes com Alzheimer”, escrevem os autores.

Embora a doença esteja mais frequentemente associada a problemas de memória, os problemas de sono são uma queixa comum que pode aparecer muito mais cedo. Como tal, os cientistas estão curiosos para saber se esta sonolência excessiva pode de alguma forma ajudar a diagnosticar o Alzheimer de forma mais precoce e eficaz.

ZAP //

Por ZAP
21 Agosto, 2019

 

309: Partidos aprovam por unanimidade a criação do Estatuto do Cuidador Informal

 

(CC0/PD) StockSnap / pixabay

Os partidos, da esquerda à direita, congratularam-se hoje na Assembleia da República com o trabalho conjunto que levou à aprovação, por unanimidade, de uma lei que cria o Estatuto do Cuidador Informal, a partir de diferentes diplomas.

A nova legislação, que teve como base projectos de BE, PCP, CDS-PP, PSD e PAN e uma proposta de lei do Governo, conta com o apoio do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que na quinta-feira saudou antecipadamente “a concretização desse primeiro passo” para apoiar aqueles que prestam informalmente cuidados a pessoas em situação de dependência.

No final das votações, Filipe Anacoreta Correia, do CDS-PP, afirmou que “esta é uma matéria prioritária” para o seu partido e que “hoje é seguramente um dia histórico”, congratulando-se com “os consensos possíveis” que permitiram a elaboração deste texto de substituição na Comissão de Trabalho e Segurança, embora ressalvando que não é a lei “desejável”.

“É naturalmente com expectativa que olhamos para uma mudança que possa ocorrer no Governo e que possa também trazer melhorias aos cuidadores informais”, acrescentou o deputado do CDS-PP, referindo que a regulamentação da lei aprovada, para a qual foi estabelecido um prazo de 120 dias, possivelmente ocorrerá após as legislativas de 6 de Outubro.

Também José Soeiro, do BE, saudou “esta vitória”, felicitando em particular os cuidadores informais que lutaram pela criação deste estatuto. “Pode faltar muita coisa para completá-lo, mas temos um enquadramento para agora“, salientou, acrescentando: “Penso que fizemos muito em conjunto, fizemos muito em conjunto dos cuidadores”.

A deputada do PCP Diana Ferreira disse que o seu partido “se empenhou na construção deste diploma e que resulta de um largo trabalho na especialidade” e gostaria que se tivesse ido mais longe, mas ainda assim defendeu que a legislação que foi aprovada por unanimidade “representa avanços importantes”, prometendo atenção à sua concretização.

Luís Soares, do PS, considerou que “hoje para além de ser um dia histórico é, sobretudo, um dia feliz” para a política portuguesa e para o país, porque o parlamento conseguiu “dar um passo determinante para reconhecer um acto de altruísmo, um ato de amor de uma pessoa para com outra”, assegurando “mais apoios para os cuidadores“.

O deputado do PS referiu que “este é um trabalho de todos, um trabalho conjunto”, e também “um trabalho do Governo, que dá origem a este diploma”, sustentando: “Avançamos sempre mais nos governos do PS”.

Helga Correia, do PSD, fez questão de “exaltar este parlamento que foi capaz de construir consensos numa matéria inovadora“, apontando o Estatuto do Cuidador Informal como “um primeiro passo de muitos outros” que têm de ser dados.

Segundo Helga Correia, o PSD esteve sempre “disponível para construir uma solução efectiva” nesta matéria, “acima de qualquer interesse ou agenda político-partidária”. A deputada mencionou que esta legislação ” tem de ser regulamentada pelo Governo saído das próximas eleições”.

O estatuto hoje aprovado define, entre outras medidas, um subsídio de apoio aos cuidadores, o descanso a que têm direito e medidas especificas relativamente à sua carreira contributiva.

Estima-se que em Portugal existam entre 230 mil a 240 mil pessoas cuidadas em situação de dependência.

ZAP // Lusa

Por Lusa
5 Julho, 2019

 

308: Comer ovo antes de ir dormir? Conheça todos os benefícios surpreendentes

 

© iStock Para quem pretende aumentar a massa muscular – ou, até mesmo emagrecer – comer ovo antes de dormir pode ser uma excelente recomendação.

Os ovos são uma opção eficiente, barata e fáceis de preparar para fornecer proteína suficiente ao corpo no dia a dia, de acordo com a publicação online Medical Daily.

Além disso, são bastante versáteis, podendo ser confeccionados de inúmeras formas, não parecendo assim que está a comer sempre a mesma coisa…

Em muitas dietas, comer ovo antes de dormir é uma das opções mais eficientes de garantir que o processo de catabolismo não seja iniciado enquanto dorme. Tal é especialmente importante para aquelas pessoas que querem manter ou desenvolver a massa muscular, mas sem correr o risco de engordar.

É importante lembrar que tão relevante quanto o consumo de proteína, para a manutenção do ciclo anabólico durante a noite, é a presença hidratos de carbono complexos (grãos integrais e de digestão lenta). Como tal, recomenda-se associar o consumo do ovo antes de dormir a alguma fonte de carboidrato complexo.

Entenda quais são os benefícios do consumo de ovo antes de ir para a cama:

Estímulo do ciclo anabólico

O anabolismo é o ciclo metabólico no qual as fibras musculares são construídas através do consumo de nutrientes que estão disponíveis no corpo. Neste período, há dois tipos de nutrientes que são absolutamente essenciais para o ciclo metabólico: proteínas e hidratos de carbono.

Sem eles, o organismo passa a consumir os nutrientes disponíveis nos próprios tecidos – inclusive na musculatura. Isso significa que o seu esforço durante o dia enquanto pratica exercícios de força e musculação não terá resultados, pois as próprias fibras serão utilizadas no anabolismo.

Com a presença das proteínas do ovo, o corpo é capaz de desenvolver mais volume de massa magra sem sacrificar aquilo que já obteve através de seu esforço.

Aumento da sensação da saciedade

O ovo é um alimento especialmente conhecido por saciar o organismo, afastando assim a sensação de fome por mais tempo, ou seja trata-se de um aliado fundamental para quem pretende emagrecer. Comer ovo antes de ir dormir pode assim ajudar a prevenir aqueles ataques de fome nocturnos e ‘assaltos’ ao frigorífico…

Qual o momento ideal para o seu consumo?

A ingestão de qualquer alimento é recomendada pelo menos duas horas antes do momento em que pretende ir para a cama.

Apesar de comer e deitar-se de seguida não ser prejudicial para o desenvolvimento da musculatura, é possível que isso gere desconfortos ou azia, reduzindo a qualidade do sono e a capacidade de descanso e recuperação.

Embora pareça algo banal, uma boa recuperação é absolutamente essencial para o desenvolvimento da musculatura, especialmente após um dia de treino intenso. Uma boa noite de sono garante que as fibras sejam correctamente desenvolvidas.

msn lifestyle
Liliana Lopes Monteiro
04/07/2019

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307: Determinada a dose ideal de café para melhorar o desempenho físico

 

(CC0/PD) Di Bella Coffee / Pexels

Duas chávenas de café são a dose ideal para aumentar o desempenho físico, de acordo com uma revisão científica levada a cabo por uma equipa de médicos. 

A investigação, cujos resultados foram esta terça-feira no portal The Conversation, concluiu, depois de analisar 300 estudos anteriores, que o consumo de cafeína aumenta o rendimento físico entre 2 a 6%. Os desportistas mais sensíveis à substância podem mesmo ver os seus resultados melhorados em 16%.

“Descobrimos que a cafeína pode melhorar a nossa capacidade de correr e pedalar por períodos mais longos ou de completar uma determinada distância num período de tempo mais curto. Também pode ser utilizada para realizar mais repetições com um determinado peso no ginásio ou para aumentar o peso total levantado”, sustentam os cientistas.

Um melhor rendimento pode ser alcançado ao ingerir cerca de 3-6 miligramas de cafeína por cada quilograma de peso corporal, o que equivale a cerca de 210 a 420 miligramas para uma pessoa que peso 60 quilogramas. Por norma, uma chávena de café (expresso) contém entre 95 a 165 miligramas deste alcaloide, o que perfaz o ideal de duas chávenas.

Os especialistas dão conta que a bebida deve ser ingerida entre 45 a 90 minutos antes de se iniciar a actividade física, de forma a maximizar o seu potencial. Por sua vez, as pastilhas elásticas com cafeína começam a surtir efeito dez minutos depois.

Tal como recorda a equipa médica, a cafeína bloqueia o receptores de adenosina, as moléculas que informam o cérebro sobre a fadiga corporal.

Contudo, advertem, o consumo de cafeína pode também ter efeitos adversos. Quando tomada em excesso, resultando numa overdose da substância, pode causar insónias, nervosismo, náuseas, vómitos, dores de cabeça, entre outros sintomas.

Um outro estudo, publicado no jornal Food and Chemical Toxicology em abril de 2018, estudou “limite máximo” de café que pode ser consumido sem afectar a saúde, concluindo que se podem consumir 400 miligramas por dia, ou seja, quatro chávenas de café. No caso das grávidas e das crianças os valores a ter em conta devem ser outros.

ZAP //

Por ZAP
27 Abril, 2019

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