546: Europa debate a criação de um passaporte de vacinação covid-19

 

 

SAÚDE/VACINAÇÃO/PASSAPORTE

A ideia servirá para evitar quarentenas e a apresentação de testes covid-19 para entrar nos países. No entanto, há o receio de que a medida restrinja a circulação de pessoas.

© CARLOS BARROSO/LUSA

França e Espanha defendem a criação de um passaporte de vacinação para evitar que os viajantes estejam sujeitos a quarentenas ou tenham de apresentar testes covid-19 para entrar nos países.

A ideia está a ser debatida no âmbito da União Europeia, embora esteja a levantar algumas dúvidas ao governo francês no que diz respeito ao facto de este documento imunológico poder restringir a circulação de pessoas dentro e fora da União Europeia.

De acordo com o jornal El País, a questão foi levantada na reunião do Comité Consultivo para a Segurança e a Saúde da Comissão Europeia, realizada a 7 de Dezembro, cuja ata deixa deixa bem clara a posição francesa sobre esta matéria.

“O certificado seria aceitável como prova de que uma pessoa foi vacinada e, portanto, não seria necessário passar por testes [PCR] ou quarentena ao chegar a um país”, pode ler-se no documento, onde estão também expressas as dúvidas relativas às limitações de circulação de pessoas.

Esta posição foi corroborada pela Espanha, frisando que este novo documento seria mais uma forma de incentivar os viajantes a serem vacinados, mas também pela Bélgica, que no entanto prefere que o passaporte seja criado num âmbito mais global, envolvendo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O chamado certificado de imunização tem sido debatido pela Comissão Europeia e os estados membros nos últimos meses, sendo que inicialmente teria apenas a função de registar os dados individuais sobre a vacinação, nomeadamente no que diz respeito às doses e às datas em que foram ministradas, entre outras informações. Neste momento, em cima da mesa está a possibilidade de, na realidade, este certificado poder também funcionar como o tal passaporte.

“A utilização de atestados para comprovar a situação vacinal dos cidadãos é uma ferramenta prioritária para garantir a saúde da população durante o retorno à normalidade”, disse um porta-voz da Comissão Europeia ao El País, que cita outras fontes que mostram ser este um processo que está a ser levado muito a sério: “É muito importante que os planos de imunização sejam desenvolvidos de forma adequada e os países mantenham uma posição comum sobre questões como o uso de certificados de vacinação.”

Numa reunião posterior à de 7 de Dezembro, cuja ata ainda não foi publicada, o Comité Consultivo para a Segurança e a Saúde voltou a abordar este tema, sendo que um alto funcionário revelou ao El País que “a discussão está centrada sobre se pode ser exigido aos viajantes um certificado de vacinação” tendo em conta os regulamentos comunitários que estão em vigor.

Esta é, no entanto, uma questão que não se cinge à Europa, pois “insere-se no âmbito do Regulamento Sanitário Internacional”, que foi um instrumento jurídico vinculativo para os quase 200 membros da OMS que o subscreveram, com o objectivo de coordenar as políticas contra as ameaças sanitárias capazes de atravessar fronteiras.

Diário de Notícias
DN
30 Dezembro 2020 — 14:16

 

 

 

Centro Europeu alerta que novas variantes de “alto” risco do vírus vão causar mais mortes

 

 

SAÚDE/COVID-19/VARIANTES

Já foram registados mais de 3 mil casos da nova variante do vírus responsável pela covid-19, identificada no Reino Unido.

© EPA/ANDY RAIN

O Centro Europeu para Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) disse esta terça-feira que há um “alto” risco de que as variantes do covid-19 recém descobertas possam pressionar ainda mais os cuidados médicos e causar mais mortes devido ao “aumento da transmissibilidade”.

O ECDC, com sede em Estocolmo, referiu num relatório que “embora não haja informações de que as infecções por essas variantes sejam mais graves”, o fato de se propagarem mais facilmente significa que o impacto sobre “hospitalizações e mortes é avaliado como alto”.

Como as variantes de vírus que circulavam anteriormente, o risco é particularmente maior para “aqueles em grupos de idade avançada ou com comorbidades”, acrescentou a agência.

O relatório abordou especificamente as duas novas variantes descobertas no Reino Unido e na África do Sul, ambas apresentam sinais de “maior transmissibilidade”.

Mais de 3000 casos da variante do Reino Unido já foram registados em dezenas de países da Europa e em todo o mundo, de acordo com o ECDC.

Na África do Sul, mais de 300 casos de outra variante foram registados e três casos da mesma variante foram confirmados na Europa, dois no Reino Unido e um na Finlândia, mas todos os três foram associados a pessoas que regressaram da África do Sul.

O Centro Europeu recomendou aos países que continuem a aconselhar os cidadãos “sobre a necessidade de intervenções não farmacêuticas de acordo com sua situação epidemiológica local”, com foco particular nas “viagens não essenciais e actividades sociais”.

O ECDC também recomendou uma série de opções para “atrasar a introdução e disseminação de uma nova variante de preocupação”, incluindo o sequenciamento direccionado de casos da comunidade para “detectar precocemente e monitorizar a incidência da variante”.

Além disso, sugere um maior “acompanhamento” e número de testes às pessoas associadas a áreas com maior número de casos da nova variante.

O Centro Europeu também lembrou a todos aqueles que viajam a partir das zonas com maior registo de casos da nova variante a necessidade de se “cumprir a quarentena” e fazer o teste de despiste à covid-19.

Diário de Notícias
DN/AFP
29 Dezembro 2020 — 17:38

 

 

 

544: Variante britânica espalha-se pelo mundo. Itália, Suécia e Canadá registam novos casos

 

 

SAÚDE/COVID-19/INFECÇÕES

Ross Sneddon / unsplash

As autoridades de saúde suecas e italianas anunciaram este sábado a detecção dos primeiros casos de infecção com a nova variante do coronavírus originária do Reino Unido, em pessoas que tinham estado naquele país. Também o Canadá registou dois casos com a nova variante.

Segundo a agência de notícias EFE, as autoridades de saúde suecas deram este sábado conta da detecção de um primeiro caso de uma pessoa infectada com a nova variante do coronavírus originária do no Reino Unido. As mesmas fontes adiantaram que se trata de uma pessoa que entrou no país vinda da Grã-Bretanha e que foi isolada assim que entrou na Suécia.

As autoridades suecas tinham decidido, na segunda-feira, encerrar temporariamente as fronteiras, tanto com o Reino Unido, como com a Dinamarca, um dos primeiros países onde foi detectado o contágio com aquela variante logo após o ter sido accionado o alarme devido à situação no Reino Unido.

A variante britânica da covid-19, aparentemente mais contagiosa, foi também detectada em testes realizados a várias pessoas nas regiões italianas de Véneto, Campânia, Marcas e Apúlia nos últimos dias, conforme anunciado pelas autoridades. Até o momento, foram apurados três casos em Véneto (nordeste da Itália), segundo o governador da região, Luca Zaia, numa conferência de imprensa.

De acordo com a directora-geral do Instituto Zooprofilático de Veneza, Antonia Ricci, nos últimos dias foram analisadas amostras de outros cinco pacientes que estiveram na Grã-Bretanha e, em dois casos, foi identificada a chamada variante inglesa nas províncias de Vicenza e de Treviso (Véneto).

Adicionalmente, o Instituto Telethon de Genética e Medicina de Pozzuoli, na região sul da Campânia, também detectou seis casos da variante inglesa em testes realizados recentemente no aeroporto de Capodichino (Nápoles), em pessoas provenientes de Londres.

Nas restantes amostras analisadas, foi identificado um total de 8 variantes diferentes, todas pertencentes ao “tipo B” do SARS-CoV-2, muito difundido na Europa.

Os voos do Reino Unido foram proibidos imediatamente após a notícia da descoberta da nova variante. O trabalho cuidadoso de controle continuará nos próximos dias, filtrando as chegadas e acompanhando a evolução da epidemia, para garantir as máximas condições de segurança “, declarou o presidente da região da Campânia, Vincenzo De Luca.

Nos dias 21 e 22 de Dezembro, o Instituto Zooprofilático Experimental de Apúlia e Basilicata anunciou o resultado positivo para a nova variante de vírus em duas pessoas que tinham estado no Reino Unido. Também na região do Lácio, cuja capital é Roma, foi detectado o caso de uma pessoa portadora da variante inglesa do vírus, que esteve nos últimos dias na Grã-Bretanha.

A Itália permitiu o regresso de italianos residentes no país, mediante a realização de um teste PCR para a presença do novo coronavírus antes da sua entrada, bem como a obrigatoriedade de cumprir período de quarentena.

O Canadá também registou este sábado dois casos de infecção com a nova variante do vírus da covid-19 que apareceu no Reino Unido, anunciaram as autoridades de saúde canadianas.

O anúncio foi feito pelas autoridades de saúde de Ontário que, citados pela agência AFP, referem que as duas pessoas infectadas são um casal que “não têm um histórico de viagens, exposição (ao vírus) ou contactos de alto risco”. Segundo a mesma fonte, o casal foi colocado em isolamento.

A variante inglesa do vírus já foi também detectada, pelo menos, nos Países Baixos, na Alemanha, França, Espanha e no Japão.

Mais de 50 países impuseram restrições nas viagens para o Reino Unido. Além disso, a proibição da ligação do Canal da Mancha já provocou problemas no porto de Dover e gerou receios de, em breve, haver escassez de alimentos nos supermercados do Reino Unido devido à suspensão das cadeias de abastecimento.

Grande parte da União Europeia (UE) prepara-se para iniciar a vacinação contra a covid-19 este domingo, numa acção que será desenvolvida de forma gradual e cuja primeira fase incidirá sobre as pessoas mais vulneráveis, idosos ou profissionais de saúde especialmente expostos a infecções.

ZAP // Lusa

Por ZAP
27 Dezembro, 2020

 

 

 

543: Comer um abacate por dia melhora a saúde intestinal

 

 

SAÚDE/ALIMENTAÇÃO

Tom Eversley / Canva

Comer um abacate por dia pode ajudar a melhorar a saúde intestinal, concluiu um estudo levado a cabo por cientistas da Universidade de Illinois, nos EUA.

O abacate (Persea americana) é um alimento saudável, rico em fibras dietéticas e gordura mono-insaturada. Agora, uma equipa de cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, descobriu como é que este alimento afecta os micróbios no sistema gastro-intestinal.

Em comunicado, a investigadora Sharon Thompson explicou que os cientistas já sabiam que o abacate ajuda “as pessoas a sentirem-se saciadas e a reduzir a concentração de colesterol no sangue, mas não sabíamos de que forma é que isso influencia os micróbios intestinais e os metabólitos que os microrganismos produzem”.

A equipa analisou 163 adultos saudáveis, com idades compreendidas entre os 25 e os 45 anos e com sobrepeso ou obesidade. Durante 12 semanas, cada participante teve de substituir uma das refeições por um prato preparado pelos especialistas: uns receberam refeições com um abacate, enquanto outros tiveram de comer um prato semelhante, mas sem a fruta.

Durante o período de 12 semanas, os participantes do estudo tiveram de informar a equipa sobre a sua dieta e disponibilizar amostras de sangue, urina e fezes.

Segundo o Sci-News, os resultados do estudo indicaram que quem consumiu abacates também ingeriu mais calorias. Além disso, as fezes dos participantes que ingeriram a fruta uma vez por dia apresentava mais gordura.

“Uma maior excreção de gordura significa que os participantes estavam a absorver menos energia dos alimentos que comiam. Provavelmente, tal ocorreu devido às reduções nos ácidos biliares, moléculas que nos permitem absorver gordura”, explicou Hannah Holscher, co-autora do artigo científico, publicado no Journal of Nutrition.

“Descobrimos que a quantidade de ácidos biliares nas fezes foi menor e a quantidade de gordura nas fezes foi maior no grupo que ingeriu abacate”, resumiu.

A equipa descobriu, assim, que o grupo que ingeriu abacate todos os dias tinha uma maior abundância de micróbios intestinais que quebram as fibras e produzem metabólitos que ajudam na saúde intestinal. Além disso, tinham também uma maior diversidade microbiana.

A equipa realçou ainda que o conteúdo de fibra solúvel é muito importante, já que um abacate médio fornece cerca de 12 gramas de fibra, o que ajuda a atingir a quantidade recomendada de 28 a 34 gramas de fibra por dia.

“Quando consumimos fibra, é uma vitória para os micróbios intestinais e para nós. Assim como pensamos em refeições saudáveis ​​para o coração, também precisamos de pensar em refeições saudáveis ​​para o intestino e como alimentar a microbiota”, rematou Holscher.

Por Liliana Malainho
27 Dezembro, 2020

 

 

 

542: Ministério da Saúde lançou portal dedicado à vacinação

 

 

SAÚDE/VACINAÇÃO/PORTAL

Está disponível a partir deste sábado um portal dedicado ao processo de vacinação contra a covid-19. Página permite fazer uma simulação para saber em que altura será chamado pelo Serviço Nacional de Saúde.

Primeiro lote de vacinas chegou este sábado a Portugal
© José Coelho/LUSA

O Governo lançou este sábado (26 de Dezembro) um portal dedicado ao processo de vacinação contra a covid-19. O Ministério da Saúde adianta, em comunicado, que esta página disponibiliza toda a informação sobre a vacinação através de “uma linguagem simples e clara” respondendo às principais questões que têm vindo a ser levantadas desde o anúncio da chegada da vacina a Portugal.

“A vacina é eficaz?”, “a vacina é segura?”, “quais os diferentes tipos de vacina que serão administradas em Portugal”, “quais os grupos prioritários?” são alguns exemplos das perguntas colocadas e respondidas no portal.

“Além da resposta a estas perguntas mais gerais existe ainda uma área nesta nova página onde se podem encontrar esclarecimentos quanto a aspectos mais específicos, como os efeitos secundários das vacinas ou o que fazer após estar vacinado”, refere o Ministério da Saúde.

Entre os principais destaques da página, encontra-se uma simulação que o utilizador pode preencher para ficar a saber em que altura será chamado pelo SNS para vacinação.

Além desta ferramenta, são ainda disponibilizados os contactos e linhas de apoio que devem ser utilizados pelos cidadãos que queiram saber mais sobre o processo de vacinação.

Ao longo de 2021, a página, que foi concebida pelo Governo em estreita articulação com a task-force, a DGS e os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, contará com actualizações periódicas quanto à execução da campanha de vacinação, bem como outras notícias de relevo e informações prestadas pela task-force, refere-se no comunicado.

O primeiro lote da vacinas contra a covid-19 desenvolvida pela Pfizer-BioNTech chegou hoje de manhã a Portugal e contempla 9.750 doses destinadas aos profissionais de saúde dos centros hospitalares universitários do Porto, São João, Coimbra, Lisboa Norte e Lisboa Central.

Este lote de 9.750 doses será reforçado com a antecipação da entrega de mais 70.200 doses, que têm chegada prevista para segunda-feira, elevando o total disponível para administração até ao final do ano para 79.950 vacinas, segundo o Ministério da Saúde.

Entre Dezembro e o primeiro trimestre de 2021, que corresponde ao período da primeira fase definida pela ‘task-force’ responsável pelo plano de vacinação, Portugal espera receber 1,2 milhões de vacinas, distribuídas por três períodos: 312.975 doses no acumulado de Dezembro e Janeiro, 429 mil doses em Fevereiro e 487.500 em Março.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.743.187 mortos resultantes de mais de 79,3 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 6.478 pessoas dos 391.782 casos de infecção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

Diário de Notícias
DN/Lusa
26 Dezembro 2020 — 12:16

 

 

 

541: Covid-19: 109 concelhos de Portugal continental no nível de risco extremo e muito elevado de contágio

 

 

SAÚDE/COVID-19/CONTÁGIOS

Lisboa, 23 dez 2020 (Lusa) – Cento e nove concelhos de Portugal continental estão nos níveis de risco muito elevado e extremo de contágio pelo novo coronavírus, menos seis do que no início do mês.

109 concelhos de Portugal continental no nível de risco extremo e muito elevado de contágio

A nova lista que divide os municípios entre os níveis moderado, elevado, muito elevado e extremo de contágio foi divulgada pelo Governo na semana passada, mas apenas produzirá efeito a partir das 00:00 de quinta-feira, quando entrar em vigor o novo estado de emergência, que se prolonga até às 23:59 de 07 de Janeiro.

Ou seja, as restrições aplicadas devido à pandemia de covid-19 em cada um dos concelhos, mesmo que tenham subido ou descido de nível, apenas começam a ser aplicadas na quinta-feira.

Segundo a nova lista de níveis de risco, existem agora 30 concelhos em risco extremo de contágio, menos cinco do que em 02 de Dezembro, e 79 em risco muito elevado, mais um do que no início do mês.

O número de concelhos considerados de risco elevado permanece inalterado, 92, enquanto os municípios de risco moderado são agora 77, mais quatro do que no princípio do mês.

A Área Metropolitana de Lisboa, composta por 18 municípios, tem cinco concelhos no nível muito elevado: Almada, Barreiro, Lisboa, Moita e Montijo.

No início do mês, Almada, Barreiro e Lisboa já estavam neste nível, mas a Moita e o Montijo subiram de risco elevado para muito elevado.

No nível elevado estão 13 concelhos, tendo Loures descido do nível muito elevado. São eles Alcochete, Amadora, Cascais, Loures, Mafra, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira.

Na Área Metropolitana do Porto, pela primeira vez desde o início da divisão por níveis de risco, um concelho saiu dos níveis de maior risco: Vale de Cambra, que era considerado concelho de risco muito elevado de contágio, passou para o nível de risco elevado.

No nível de risco extremo estão quatro concelhos, metade dos que estavam no dia 02 de Dezembro. Oliveira de Azeméis subiu de risco muito elevado para extremo e Póvoa de Varzim, Trofa e Vila do Conde permanecem no mesmo nível.

Os restantes 12 concelhos da Área Metropolitana do Porto estão no nível de risco muito elevado: Arouca, Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Paredes, Porto, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, São João da Madeira, Valongo e Vila Nova de Gaia.

Espinho, Paredes, Santa Maria de Feira, Santo Tirso e São João da Madeira foram os concelhos que desceram de risco extremo para muito elevado nas últimas duas semanas.

Em Novembro, o executivo dividiu os 278 municípios do continente em quatro grupos, consoante o nível de risco de transmissão – moderado, elevado (entre 240 e 480 casos por 100 mil habitantes), muito elevado (entre 480 e 960) e extremamente elevado (mais de 960). As listas podem ser consultadas em www.covid19estamoson.gov.pt.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.718.209 mortos resultantes de mais de 77,9 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 6.343 pessoas dos 383.258 casos de infecção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Diário de Notícias
Lusa
23 Dezembro 2020 — 17:54