446: Conjuntivite pode ser um dos primeiros sinais de covid-19

 

 

SAÚDE/COVID-19/CONJUNTIVITE

De acordo com os cientistas, um em cada dez doentes internados pode desenvolver conjuntivite relacionada com o novo coronavírus durante alguns dos estádios da infecção.

© EPA/Peter Komka

A conjuntivite pode ser o primeiro sintoma da infecção pelo novo coronavírus, segundo aponta um estudo realizado por oftalmologistas do Hospital Clínico San Carlos de Madrid, que avaliaram a prevalência e as características clínicas da doença.

O estudo foi elaborado a partir dos sintomas de 301 pacientes internados na clínica, com uma média de idade de 72 anos e é o primeiro do país a descrever a conjuntivite como um dos primeiros sinais da doença num grupo significativo de doentes, afirma a instituição em comunicado citado pelo jornal ABC.

O estudo indica uma prevalência de conjuntivite em 11,6% dos doentes hospitalizados com covid-19.

De acordo com os cientistas, um em cada dez doentes internados pode desenvolver conjuntivite relacionada com o novo coronavírus durante alguns dos estádios da infecção.

Os resultados podem ajudar outros médicos a fazer um diagnóstico precoce da doença, de acordo com os autores do estudo, que explicam que a conjuntivite associada ao covid-19 pode ocorrer em um ou ambos os olhos.

Os sintomas são olhos vermelhos acompanhados de lacrimejar ou leve secreção.

A conjuntivite cura-se espontaneamente em dois ou quatro dias e, até ao momento, não foram identificadas sequelas visuais ou complicações graves associadas.

Os autores do estudo consideram que a actual prevalência de conjuntivite entre os doentes infectados com covid-19 pode estar subestimada, fato que pode ser explicado por serem casos leves ou muito leves, porque os doentes não terem conhecimento que sofrem da doença e também pelo desconhecimento do que poderia significar esta sintomatologia, especialmente no início da pandemia.

Diário de Notícias
DN
01 Outubro 2020 — 19:37

 

 

Mesmo com vacina, a vida “não vai voltar ao normal na primavera”

 

 

SAÚDE/COVID-19/VACINAS

Grupo de investigadores avisa que é preciso encarar o processo de descoberta de uma vacina com “expectativas realistas”. “Não é uma questão da vida voltar ao normal já em Março”, advertem

A chinesa Sinovac é uma das farmacêuticas na corrida à vacina da covid-19
© EPA/WU HONG

Mesmo o aparecimento de uma vacina eficaz contra o coronavírus não permitirá o regresso à “normalidade” na primavera, alerta um grupo de investigadores.

Vista como o Santo Graal que permitirá acabar de vez com a pandemia de covid-19, a ideia de uma vacina eficaz tem de ser encarada com “expectativas realistas”, alerta um grupo de investigadores.

Num relatório publicado, o grupo de especialistas reunidos pela Royal Society de Londres, a mais antiga academia destinada à promoção do conhecimento científico (fundada em 1660), avisa que temos de ser cautelosos sobre o que uma vacina poderá realmente alcançar e quando.

“Uma vacina oferece uma grande esperança de acabar com a pandemia, mas sabemos que a história do desenvolvimento das vacinas está repleta de muitos fracassos”, disse Fiona Culley, do National Heart and Lung Institute, do Imperial College London, que integra este painel de especialistas reunidos num grupo denominado Iniciativa DELVE – e do qual faz parte o português Vasco Carvalho, professor de macroeconomia na Universidade de Cambridge.

Para estes investigadores, as restrições em curso nos diversos países podem precisar de ser “levantadas gradualmente”, uma vez que pode levar até um ano para lançar a vacina em larga escala.

O relatório da Royal Society agora divulgado adverte que esse será um longo processo. “Mesmo quando a vacina está disponível, não significa que dentro de um mês todos serão vacinados. Estamos a falar de um período de pelo menos seis a nove meses … talvez um ano“, disse Nilay Shah, chefe de engenharia química do Imperial College London, citado pela BBC.

“Não é uma questão de a vida voltar ao normal de repente em Março”, sublinhou.

O relatório divulgado por este grupo de especialistas frisa os “desafios enormes” que ainda há pela frente para ultrapassar esta pandemia.

Por exemplo, o facto de algumas das abordagens experimentais adoptadas – como vacinas de RNA [ácido ribonucleico] – nunca terem sido produzidas em massa antes.

Ou dúvidas sobre a quantidade e qualidade de matérias-primas disponíveis – tanto para a vacina quanto para os seus recipientes -, a capacidade de refrigeração, com algumas vacinas a terem de ser armazenadas a 80º C negativos, a administração de uma ou mais doses, a duração da imunidade conferida pela vacina, entre várias outras questões.

“Simplesmente não sabemos quando uma vacina eficaz estará disponível, quão eficaz ela será e, claro, crucialmente, com que rapidez pode ser distribuída”, refere o professor Charles Bangham, director de imunologia do Imperial College London.

“Claramente, a vacina foi retratada como sendo uma bala de prata e, em última análise, será ela a nossa salvação, mas este pode não ser um processo imediato”, resume Andrew Preston, da Universidade de Bath, citado pela BBC.

Mais de 200 vacinas para prevenção da covid-19 estão a ser desenvolvidas actualmente todo o mundo.

Diário de Notícias
DN
01 Outubro 2020 — 17:24

 

 

444: Região de Lisboa concentra o maior número de mortes e infecções

 

 

SAÚDE/COVID-19/INFECÇÕES/LISBOA

O boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde indica que se registaram mais 854 novos casos de covid-19 e seis mortes devido à doença nas últimas 24 horas.

© Annette Monheim / Global Imagens

Portugal registou, nas últimas 24 horas, mais 854 novos casos de covid-19 e seis mortes, de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS), publicado nesta quinta-feira (1 de Outubro).

O boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde indica que há 25 482 casos activos de covid-19 em Portugal, mais 441 do que na quarta-feira. É o o número mais alto desde o início da pandemia.

A DGS indica que, das seis mortes registadas, cinco ocorreram na região de Lisboa e vale do Tejo, onde também se verifica o maior número de infecções, e uma na região norte.

Relativamente aos internamentos hospitalares, o boletim revela que estão internadas 682 pessoas (mais 16 em relação a quarta-feira). Em cuidados intensivos estão 107 pessoas (mais duas).

© DGS

Açores prolonga estado de calamidade pública

Também hoje ficou a saber-se que o Governo Regional dos Açores decidiu prolongar a situação de calamidade pública devido à covid-19 em Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial até 15 de Outubro, mantendo Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo em alerta.

A decisão, aplicada até às 24.00 de 15 de Outubro, foi tomada numa reunião extraordinária do Conselho do Governo realizada na quarta-feira por videoconferência.

No comunicado divulgado, o executivo socialista explica que as situações são mantidas perante “a evolução da situação da pandemia a nível global, e tendo em conta as ligações aéreas do exterior às ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial”, pelo que “continua a justificar-se a prorrogação da declaração da situação de calamidade pública nessas ilhas, bem como a prorrogação da situação de alerta nas ilhas Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo”.

Arquipélago com dois novos casos nas últimas 24 horas

Os Açores registaram nas últimas 24 horas dois novos casos positivos de covid-19, detectados na sequência de 1125 análises realizadas nos dois laboratórios de referência da região.

Um dos casos é referente à ilha Terceira e o outro a Santa Maria, avança o comunicado de hoje da Autoridade de Saúde Regional, que dá conta ainda da recuperação de uma mulher de 59 anos na ilha Terceira, elevando para 185 o número de casos recuperados de covid-19 nos Açores.

O caso diagnosticado na ilha Terceira reporta-se a um homem com 33 anos, “não residente, que cumpre isolamento profilático desde que foi identificado como contacto próximo de alto risco de um caso positivo anteriormente detectado, tendo realizado teste de despiste para o vírus SARS-CoV-2 na sequência do surgimento de sintomas”, informa aquela entidade.

Já o caso diagnosticado na ilha de Santa Maria corresponde a um homem com 66 anos, “residente, que também está em isolamento profilático desde a sua identificação como contacto próximo de alto risco de um caso positivo anteriormente diagnosticado, que obteve resultado positivo no teste de despiste para o vírus SARS-CoV-2”.

Segundo a Autoridade de Saúde açoriana, estes novos “casos apresentam situação clínica estável, tendo já sido diligenciados, pelas delegações de saúde concelhias, os procedimentos definidos para caso confirmado, testagem e vigilância de contactos próximos, bem como todos os inerentes ao aprofundamento da investigação epidemiológica”.

Até ao momento, foram detectados na região 306 casos de infecção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, que causa a doença covid-19.

Atualmente há 72 casos positivos activos na região, dos quais 46 em São Miguel, 11 na Terceira, quatro na Graciosa, cinco no Pico, três no Faial, um em São Jorge e dois na ilha de Santa Maria.

Desde o início da pandemia ocorreram 16 mortes relacionadas com a covid-19, todas em São Miguel.

Primeiro jogo da I Liga com público realiza-se neste sábado

É nos Açores que no sábado vai decorrer o primeiro jogo da I Liga com publico nas bancadas. As normas sanitárias que vão estar em vigor durante o Santa Clara-Gil Vicente, a contar para a terceira jornada, foram anunciadas nesta quinta-feira.

No primeiro jogo profissional a ter público nesta época em Portugal, os adeptos vão estar separados cinco lugares, mesmo sendo coabitantes.

“Será feita a ocupação obrigatória do lugar identificado no ingresso, inclusive entre coabitantes. Os lugares disponíveis serão devidamente sinalizados, através da sinalética ‘não sentar’ e haverá existência de cinco cadeiras de intervalo entre cada lugar ocupado”, afirmou Rui Cordeiro, presidente do Santa Clara, em conferência de imprensa, no estádio de São Miguel.

Este jogo faz parte da primeira de três fases do plano da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) para o regresso do público aos estádios.

A directora executiva da LPF, Sónia Carneiro, disse, numa conferência de imprensa no Estádio Cidade de Coimbra, que o plano, sujeito à evolução da pandemia de covid-19, envolve vários testes-piloto, distribuídos por três fases, num processo “que se quer evolutivo”.

A primeira fase tem início já no próximo sábado com o jogo Santa Clara-Gil Vicente, com a possibilidade de registar uma assistência de mil pessoas, num estádio com capacidade para dez mil espectadores.

Numa segunda fase, a LPFP pretende uma assistência máxima de 2500 pessoas, sem ocupar 20% da capacidade do estádio e, numa terceira fase, cinco mil pessoas sem ultrapassar uma ocupação de 30% do estádio.

“Depois destes testes- piloto, o objectivo é conseguirmos a ocupação, de pelo menos 30% das bancadas de todos os estádios”, salientou Sónia Carneiro.

Mais de 34 milhões de infectados no mundo desde o início da pandemia

Pelo menos 34 041 560 pessoas foram infectadas em todo o mundo com o novo coronavírus desde que este foi descoberto em Dezembro na China, indica um balanço às 11.00 TMG (12.00 em Lisboa) da agência France-Presse.

O número de mortos no mesmo período foi de 1 018 634 e pelo menos 23 506 700 pessoas são consideradas curadas, segundo a AFP.

Nas últimas 24 horas registaram-se 6206 mortos e 304 965 novos casos de covid-19. Os países que registaram mais mortes no último dia foram a Índia (1.181), o Brasil (1031) e os Estados Unidos (964).

Os Estados Unidos são o país mais afectado, tanto em número de mortos como de casos, com um total de 206 959 mortos entre 7 233 946 casos, segundo o balanço da Universidade Johns Hopkins. Pelo menos 2 840 688 pessoas foram declaradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais enlutados são o Brasil com 143 952 mortos em 4 810 935 casos, a Índia com 98 678 mortos (6 312 584 casos), o México com 77 646 mortes (743 216 infectados) e o Reino Unido com 42 143 mortes (453 264 casos).

Com Lusa

Diário de Notícias
DN
01 Outubro 2020 — 14:21

 

 

 

443: Agência Europeia de Medicamentos inicia avaliação de vacina da AstraZeneca

 

 

SAÚDE/COVID-19/VACINAS

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, sigla inglesa) iniciou hoje a avaliação da vacina produzida pela farmacêutica AstraZeneca contra a covid-19, processo que surge após os resultados preliminares dos estudos clínicos apontarem a produção de anticorpos.

Agência Europeia de Medicamentos inicia avaliação de vacina da AstraZeneca contra a Covid-19
© AFP

Em comunicado, a EMA indica que o seu comité sobre medicamentos para uso humano “iniciou a primeira revisão contínua de uma vacina contra a covid-19, que está a ser desenvolvida pela empresa AstraZeneca em colaboração com a Universidade de Oxford”.

“O início da revisão contínua significa que o comité começou a avaliar o primeiro lote de dados sobre a vacina, que provêm de estudos laboratoriais”, acrescenta a EMA.

A agência europeia explica a decisão foi tomada após “resultados preliminares de estudos não clínicos e clínicos iniciais sugerirem que a vacina desencadeia a produção de anticorpos e células T”, isto é, de “células do sistema imunitário, as defesas naturais do organismo”, contra o vírus.

“Uma revisão contínua é um dos instrumentos regulamentares que a agência utiliza para acelerar a avaliação de um medicamento ou vacina promissora durante uma emergência de saúde pública”, adianta a EMA.

Ainda assim, segundo esta entidade, “isto não significa que se possa ainda chegar a uma conclusão sobre a segurança e eficácia da vacina, uma vez que muitas das provas ainda estão por apresentar ao comité”.

“A revisão contínua continuará até estarem disponíveis provas suficientes para apoiar um pedido formal de autorização de comercialização”, conclui a EMA na nota de imprensa.

A EMA desencadeou um processo semelhante para dar aval à utilização do medicamento remdesivir para curar a covid-19.

A farmacêutica britânica AstraZeneca está a desenvolver uma potencial vacina contra o novo coronavírus em conjunto com a Universidade de Oxford, estando já numa fase avançada de ensaios clínicos em larga escala.

De acordo com os resultados dos primeiros resultados dos ensaios clínicos, divulgados em Julho passado, esta possível vacina “parece segura e gera anticorpos”, mostrando então resultados promissores no que diz respeito à segurança e imunidade.

Diário de Notícias
Lusa
01 Outubro 2020 — 15:34

 

 

 

442: Mais 854 casos e seis mortes em Portugal nas últimas 24 horas

 

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

O boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde indica que há 25 482 casos activos de covid-19 em Portugal.

© Annette Monheim / Global Imagens

Portugal registou, nas últimas 24 horas, mais 854 novos casos de covid-19 e seis mortes, de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS), publicado esta quinta-feira (1 de Outubro).

O boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde indica que há 25 482 casos activos de covid-19 em Portugal, mais 441 do que na quarta-feira.

A DGS indica que das seis mortes registadas, cinco ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde também se verifica o maior número de infecções, e uma na região Norte.

Relativamente aos internamentos hospitalares, o boletim revela que estão internadas 682 pessoas (mais 16 em relação a quarta-feira). Em cuidados intensivos estão 107 pessoas (mais duas).

Açores prolonga estado de calamidade pública

Também hoje ficou a saber-se que o Governo regional dos Açores decidiu prolongar a situação de calamidade pública devido à covid-19 em Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial até 15 de Outubro, mantendo Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo em alerta.

A decisão, aplicada até às 24:00 de 15 de Outubro, foi tomada numa reunião extraordinária do Conselho do Governo realizada na quarta-feira por videoconferência.

No comunicado divulgado, o executivo socialista explica que as situações são mantidas perante “a evolução da situação da pandemia a nível global, e tendo em conta as ligações aéreas do exterior às ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial”, pelo que “continua a justificar-se a prorrogação da declaração da situação de calamidade pública nessas ilhas, bem como a prorrogação da situação de alerta nas ilhas Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo”.

Até ao momento, foram detectados na região 304 casos de infecção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, que causa a doença covid-19, verificando-se actualmente 71 casos positivos activos, dos quais 46 em São Miguel, 11 na Terceira, cinco no Pico, quatro na Graciosa, três no Faial, um em São Jorge e um na ilha de Santa Maria.

Desde o início da pandemia ocorreram 16 mortes relacionadas com a covid-19, todas em São Miguel. A Madeira está também em situação de calamidade, enquanto o continente português está em contingência.

Primeiro jogo da I Liga com público realiza-se este sábado

É nos Açores que no sábado vai decorrer o primeiro jogo da I Liga com publico nas bancadas. As normas sanitárias que vão estar em vigor durante o Santa Clara – Gil Vicente, a contar para a terceira jornada, foram anunciadas esta quinta-feira.

No primeiro jogo profissional a ter público esta época em Portugal, os adeptos vão estar separados cinco lugares, mesmo sendo coabitantes.

“Será feita a ocupação obrigatória do lugar identificado no ingresso, inclusive entre coabitantes. Os lugares disponíveis serão devidamente sinalizados, através da sinalética ‘não sentar’ e haverá existência de cinco cadeiras de intervalo entre cada lugar ocupado”, afirmou Rui Cordeiro, presidente do Santa Clara, em conferência de imprensa, no estádio de São Miguel.

Este jogo faz parte da primeira de três fases do plano da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) para o regresso do público aos estádios.

A directora executiva da LPF, Sónia Carneiro, disse, numa conferência de imprensa no Estádio Cidade de Coimbra, que o plano, sujeito à evolução da pandemia da covid-19, envolve vários testes pilotos, distribuídos por três fases, num processo “que se quer evolutivo”.

A primeira fase, que tem início já no próximo sábado com o jogo Santa Clara-Gil Vicente, com a possibilidade de registar uma assistência de 1.000 pessoas, num estádio com capacidade para 10 mil espectadores.

Numa segunda fase, a LPFP pretende uma assistência máxima de 2.500 pessoas, sem ocupar 20% da capacidade do estádio e, numa terceira fase, 5.000 pessoas sem ultrapassar uma ocupação de 30% do estádio.

“Depois destes testes piloto, o objectivo é conseguirmos a ocupação, de pelo menos, 30% das bancadas de todos os estádios”, salientou Sónia Carneiro.

Mais de 34 milhões de infectados no mundo desde início de pandemia

Pelo menos 34.041.560 pessoas foram infectadas em todo o mundo com o novo coronavírus desde que este foi descoberto em Dezembro na China, indica um balanço às 11:00 TMG (12:00 em Lisboa) da agência France-Presse.

O número de mortos no mesmo período foi de 1.018.634 e pelo menos 23.506.700 pessoas são consideradas curadas, segundo a AFP.

Nas últimas 24 horas registaram-se 6.206 mortos e 304.965 novos casos de covid-19. Os países que registaram mais mortes no último dia foram a Índia (1.181), o Brasil (1.031) e os Estados Unidos (964).

Os Estados Unidos são o país mais afectado, tanto em número de mortos como de casos, com um total de 206.959 mortos entre 7.233.946 casos, segundo o balanço da universidade Johns Hopkins. Pelo menos 2.840.688 pessoas foram declaradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais enlutados são o Brasil com 143.952 mortos em 4.810.935 casos, a Índia com 98.678 mortos (6.312.584 casos), o México com 77.646 mortes (743.216 infectados) e o Reino Unido com 42.143 mortes (453.264 casos).

Com Lusa.

Diário de Notícias
DN
01 Outubro 2020 — 14:21

 

 

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