Responsável da EMA: “Agora podemos afirmar, está claro que há uma ligação com a vacina”

 

 

SAÚDE/VACINAS/ASTRA-ZENECA

Agência Europeia do Medicamento deverá declarar que existe uma ligação entre a vacina e os casos de coágulos sanguíneos, segundo afirmou um responsável do regulador europeu.

Profissional de saúde prepara doses da vacina contra a covid-19, desenvolvida pela AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford
© EPA/GIUSEPPE LAMI

Marco Cavaleri, director de estratégia de vacinas da Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) admite a existência de “uma ligação” entre a vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, e os casos de coágulos sanguíneos em pessoas que foram imunizadas com o fármaco. A afirmação foi feita em entrevista ao jornal italiano Il Messaggero, publicada esta terça-feira.

Agora podemos afirmar, está claro que há uma ligação com a vacina. Mas ainda não sabemos o que provoca esta reacção (…) Nas próximas horas vamos declarar que existe uma ligação, mas ainda temos de perceber a razão pela qual isso acontece”, disse Cavaleri.

Depois de vários países optarem por suspender, como medida de precaução, a administração da vacina desenvolvida pela farmacêutica anglo-sueca, entre os quais Portugal, a Agência Europeia do Medicamento fez uma nova análise ao fármaco.

O regulador europeu considerou a vacina “segura” e eficaz”, tendo declarado que os benefícios superam os riscos e que deve continuar a ser administrada.

Depois desta nova avaliação da EMA, Portugal foi um dos países que retomou a imunização com a vacina da AstraZeneca.

Estamos a tentar obter uma imagem precisa do que está a acontecer, para definir em pormenor esta síndrome decorrente da vacina”, disse Cavaleri.

O responsável da EMA admitiu ainda: “Entre os vacinados, há mais casos de trombose venosa cerebral… entre os jovens do que seria de esperar.

Reino Unido registou 30 casos de coágulos sanguíneos em 18,1 milhões de doses administradas

De referir que no Reino Unido foram registados 30 casos de coágulos sanguíneos em pessoas que tomaram a vacina e sete mortes de um total de 18,1 milhões de doses administradas até 24 Março.

No final o mês passado, a directora executiva da EMA, Emer Cooke, anunciou que foram comunicados ao regulador europeu 62 casos de coágulos de sangue invulgares e 14 mortes até 22 de Março após a toma da vacina da AstraZeneca contra a covid-19.

A EMA afirmou, na altura, “não existirem provas” científicas que recomendem a restrição do uso da vacina, que foi denominada por Vaxzevria, insistindo não existir “relação casual” com os episódios de coágulos sanguíneos. No entanto, garantiu que “ainda está em curso uma análise mais aprofundada”.

“De acordo com os conhecimentos científicos actuais, não existem provas de apoio à restrição do uso desta vacina em qualquer população”, declarou a directora executiva da EMA.

Emer Cooke notou, nessa ocasião, que, apesar dos casos de aparecimento de coágulos sanguíneos e da morte de algumas pessoas inoculadas com este fármaco, “ainda não foi provada uma relação causal com a vacina”.

Paul Hunter, especialista em microbiologia médica da Universidade de East Anglia, entrevistado pela agência de notícias AFP, “a evidência aponta mais para a vacina Oxford-AstraZeneca como causa”.

Como precaução, vários países determinaram a aplicação desta vacina a algumas faixas etárias, como França, Alemanha e Canadá.

A AstraZeneca refere que os benefícios da vacina na prevenção da covid-19 superam os riscos dos efeitos secundários. A farmacêutica anglo-sueca afirmou no sábado que a “segurança do doente” é sua “principal prioridade”.

Diário de Notícias
DN/AFP
06 Abril 2021 — 11:35

 

 

 

650: As interrogações que recaem sobre a vacina da AstraZeneca

 

 

SAÚDE/VACINAS/ASTRA-ZENECA

A vacina da covid-19 da AstraZeneca/Oxford tem vindo a acumular polémicas sobre os eventuais efeitos colaterais que pode provocar. Ao mesmo tempo a vacina é mais barata e fácil de armazenar. Estas são as dúvidas mais proeminentes sobre esta vacina.

Vacina da AstraZeneca

Esta é uma vacina “de vector viral”: tem como base outro vírus (um adenovírus de chimpanzé) que foi debilitado e geneticamente modificado para impedir que o coronavírus se reproduza no organismo humano.A forma como introduz o material genético nas células, ordenando-as a atacar o SARS-CoV-2, foi classificada como “cavalo de Troia”.

A vacina da AstraZeneca/Oxford, que foi desenvolvida pelos investigadores da Universidade de Oxford em colaboração com o laboratório britânico AstraZeneca, tem a vantagem de ser barata, entre 1,70 a 2,55 euros por dose (2 a 3 dólares), com variações de acordo com os custos de produção locais. A AstraZeneca comprometeu-se a vendê-la a preço de custo.

Uma das características diferenciadoras em relação a outras vacinas é a facilidade de armazenagem: pode ser conservada na temperatura de uma geladeira, entre 2ºC e 8ºC, ao contrário das vacinas da Moderna e da Pfizer/BioNTech, que podem ser armazenadas a longo prazo apenas a temperaturas muito baixas (-20°C no primeiro caso, e -70°C, no segundo).
Isso facilita uma vacinação em grande escala.

A eficácia

Segundo o laboratório britânico, a vacina tem uma eficácia média de 70% (contra mais de 90% para Pfizer/BioNTech e Moderna), resultado validado pela revista científica The Lancet.

Nos primeiros resultados publicados, de ensaios clínicos anteriores à sua aprovação, houve variações na eficácia, de acordo com as diferentes doses administradas por engano, o que semeou dúvidas e provocou críticas, levando a empresa a realizar estudos adicionais.

A sua eficácia em pessoas com mais de 65 anos também foi questionada na Europa por falta de dados, até que novas informações, extraídas das campanhas de vacinação dos países mais avançados neste campo, deram garantias a esse respeito.

Vários países, como Alemanha e Itália, finalmente a autorizaram para essa faixa etária, na esperança de acelerar suas campanhas de imunização.

Um estudo realizado por autoridades de saúde da Inglaterra mostrou protecção de 60% a 73% contra as formas sintomáticas da doença em pessoas com mais de 70 anos, com dose única.

Os efeitos colaterais

Suspeita-se de possíveis efeitos colaterais graves, mas raros, após a deteção de casos atípicos de trombose em pacientes vacinados com AstraZeneca,. Foram registados dezenas de casos, alguns dos quais resultaram em mortes.

O Reino Unido registou 30 casos e sete mortes, até ao momento, de um total de 18,1 milhões de doses administradas até 24 de Março.

Nenhuma observação semelhante foi relatada após a aplicação de milhões de doses do imunizante Pfizer/BioNTech.

Segundo a Agência Europeia de Medicamentos (EMA), “nenhuma relação causal foi comprovada, mas é possível”, e os benefícios do imunizante contra o coronavírus continuam a superar os riscos.

Como precaução, vários países decidiram não administrar esta vacina abaixo de certa idade, como a Alemanha e a Holanda (60 anos), França e Canadá (55 anos), ou Suécia e Finlândia (65 anos). Por sua vez, a AstraZeneca disse em Março que “não há evidências de um risco agravado” de coágulos sanguíneos.

Diário de Notícias
DN
03 Abril 2021 — 17:18

 

 

 

644: Região de Berlim suspende vacina AstraZeneca após nove mortes

 

SAÚDE/COVID-19/VACINAS/ASTRA-ZENECA

As autoridades alemãs detectaram 31 casos de trombose em pessoas que receberam a vacina contra a covid-19 da AstraZeneca, das quais nove morreram, e o estado alemão de Berlim voltou a suspender o fármaco para maiores de 60 anos.

© EPA/J.J. GUILLEN

O Instituto Paul-Ehrlich, centro de referência em vacinação na Alemanha, constatou que em 19 casos foi detectada uma deficiência de plaquetas no sangue, indicando que dos nove mortos apenas dois eram homens, com 36 e 57 anos, e todos os outros casos de trombose venosa sinusal surgiram em mulheres com idades entre os 20 e os 63 anos, de acordo com a peça da Der Spiegel.

Perante estes dados, o estado alemão de Berlim suspendeu de novo o uso da vacina com o produto da AstraZeneca para maiores de 60 anos, e Dilek Kalayci, principal responsável do departamento de saúde da região, explicou que se tratava de uma medida de precaução, antes de uma reunião de todos os 16 estados da Alemanha onde o tema será discutido.

Relatos de formas pouco comuns de coágulos sanguíneos na cabeça, conhecidos como trombose da veia sinusal, levaram vários países europeus, incluindo Portugal, a suspender temporariamente o uso da vacina da AstraZeneca, no início deste mês.

Após uma revisão do fármaco por parte de especialistas da Agência Europeia de Medicamentos, foi concluído que os benefícios da vacina superavam os riscos, embora tenha sido recomendado que médicos e pacientes deviam ser alertados para possíveis efeitos colaterais raros.

De acordo com o instituto de virologia Robert Koch, na Alemanha, um total de 2,7 milhões de pessoas já receberam doses desse fármaco.

Na Alemanha, 3.877.914 pessoas receberam as duas doses de qualquer vacina contra a covid-19, 4,7% da população, e 9.001.925 (10,8%), pelo menos uma.

Nas últimas 24 horas, 123.170 pessoas na Alemanha receberam a primeira dose da vacina e outras 44.522, a segunda.

Diário de Notícias
DN com Lusa
30 Março 2021 — 14:00

– Não morreram da doença… morreram da “cura”…

 

 

 

586: Alguns doentes com reacções alérgicas graves terão de tomar medicação antes da vacina contra a covid-19

 

 

SAÚDE/COVID-19/VACINAS/REACÇÕES

Abir Sultan / EPA

Investigadores portugueses participam numa norma internacional que aconselha a toma de uma medicação antes da vacina contra a covid-19 por parte de alguns doentes com reacções alérgicas graves a agentes externos.

Tiago Rama, médico imuno-alergologista, explicou ao Expresso que doentes com doenças mastocitárias, que incluem as mastocitoses e as síndromes de activação mastocitária, “têm uma maior reactividade a agentes externos, como vacinas, nos mastócitos, as células [do sistema imunitário] que são as principais responsáveis pelos sintomas de alergia”.

O médico realçou que, nestes casos, os pacientes nem sempre apresentam sintomas de reacções alérgicas mais comuns, mas avançam logo para uma reacção anafilática grave, “habitualmente com perda de consciência”.

Frequentemente, têm de tomar uma pré-medicação específica sempre que fazem procedimentos médicos que incluem receber medicação, anestesias e vacinas. Para que não deixassem de ser vacinados, será preciso arranjar uma alternativa, alertou Tiago Rama.

Em conjunto com o clínico, professor e investigador André Moreira e a investigadora sénior da Universidade de Harvard, Mariana Castells, Tiago Rama, investigador do Centro Hospitalar de São João e da Universidade do Porto, criou um protocolo de medicação a ser administrada a estes doentes antes da vacinação contra a covid-19.

De acordo com o artigo científico, publicado recentemente no Journal of Allergy and Clinical Immunology, a combinação de três medicamentos possibilita a vacinação sem quaisquer reacções.

Os especialistas testaram a fórmula em duas profissionais de saúde da linha da frente, no Hospital de São João, no Porto, que sofrem desta condição. Ambas já tomaram as duas doses da vacina da Pfizer “sem qualquer reacção”.

ZAP //

Por ZAP
28 Janeiro, 2021

 

 

 

564: DGS recomenda medidas para prevenir efeitos do frio

 

 

SAÚDE/FRIO/PREVENÇÃO

Direção-Geral da Saúde teme que as baixas temperaturas tenham repercussões sobre a mortalidade nos próximos dias, nomeadamente nos idosos

© ANDRÉ KOSTERS/POOL/LUSA

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) advertiu esta quarta-feira que “é provável” que as baixas temperaturas tenham repercussões sobre a mortalidade nos próximos dias, nomeadamente nos idosos, recomendando medidas para evitar os efeitos negativos do frio na saúde.

As recomendações da DGS surgem na sequência das previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) que apontam para a continuação de tempo frio e seco, descida das temperaturas do ar (máxima e mínima), acentuado arrefecimento nocturno, formação de gelo ou geada e intensificação do vento frio com um consequente aumento do desconforto térmico.

“À semelhança do que se verificou em outros anos, é provável que as baixas temperaturas tenham repercussões sobre a mortalidade nos próximos dias, nomeadamente nas pessoas com 65 ou mais anos, pelo que as medidas recomendadas adquirem particular relevo neste grupo etário”, refere a DGS em comunicado.

Para evitar os efeitos negativos do frio na saúde, a DGS recomenda à população “evitar a exposição prolongada ao frio e mudanças bruscas de temperatura”, para “manter o corpo quente, utilizando várias camadas de roupa”, proteger as extremidades do corpo com luvas, gorro, cachecol, meias e calçado quente e antiderrapante, e manter a hidratação, ingerindo sopas e bebidas quentes e “evitar o álcool, que proporciona uma falsa sensação de calor”.

Alerta também para a necessidade de prestar atenção aos grupos mais vulneráveis, nomeadamente crianças nos primeiros anos de vida, doentes crónicos, pessoas idosas ou em condição de maior isolamento, trabalhadores que exerçam actividade no exterior e pessoas sem abrigo.

Acautelar a prática de actividades no exterior, seguir as recomendações do médico assistente, garantindo a toma adequada de medicação para doenças crónicas, e adoptar uma condução defensiva, uma vez que poderão existir locais na estrada com acumulação de gelo, são outros conselhos da DGS.

A nível de medidas ambientais, a autoridade de saúde recomenda à população que verifique o estado de funcionamento dos equipamentos de aquecimento e para “manter a casa quente, garantindo uma adequada ventilação das habitações (renovação do ar), em particular quando não for possível evitar o uso de braseiras ou lareiras”.

A DGS realça ainda que é preciso “ter especial atenção aos aquecimentos com combustão”, como braseiras e lareiras, que podem causar intoxicação devido à acumulação de monóxido de carbono e levar à morte, e evitar o uso de dispositivos de aquecimento durante o sono, desligando sempre quaisquer aparelhos antes de deitar.

“Mantenha-se informado, hidratado e quente” é a mensagem da DGS, que apela às pessoas para, no caso de ficarem doentes, não correrem para as urgências e ligarem para o SNS 24 (808 24 24 24).

Segundo o IPMA, a partir da madrugada de domingo prevê-se a substituição gradual de uma massa de ar polar por uma massa de ar com características de ar Árctico, sobre Portugal continental.

“Como consequência, na próxima semana, a temperatura mínima deverá variar entre -6 e 6°C na generalidade do território e a temperatura máxima não ultrapassará os 14°C, estando previsto que os valores mais baixos sejam registados nas regiões do interior Norte e Centro”, refere a DGS, citando o IPMA.

Diário de Notícias
DN/Lusa
06 Janeiro 2021 — 18:26

 

 

 

535: ALERTA: Há vacinas falsificadas para a COVID-19 à venda na Internet

 

 

SAÚDE/ALERTAS/VACINAS/COVID-19

Atenção às vacinas falsas! Como temos acompanhado, são já várias as vacinas que estão disponíveis para a COVID-19. Os países europeus começarão a vacinar a partir do dia 27 de Dezembro e a expectativa é muita. A par dos anúncios oficiais das farmacêuticas, começaram também a ser vendidas vacinas falsificadas para a COVID-19 na Internet.

Conheça alguns dos esquemas que circulam na Internet relativos a vacinas contra a COVID-19.

Não compre vacinas falsas para a COVID-19

Os alertas têm chegado de várias autoridades nacionais e internacionais. Interpol, Europol e PSP já vieram alertar para a existência de vacinas falsificadas para a COVID-19 à venda na Internet. Rita Henriques, da PSP, já tinha alertado que as vacinas só serão disponibilizadas em Portugal pelos canais oficiais, ou seja, pelo Serviço Nacional de Saúde. Por isso mesmo, qualquer suspeita de fraude deve ser denunciada de imediato à PSP.

Investigadores da Check Point alertaram também para a venda de vacinas na dark net. Segundo uma informação recente, a quantidade de domínios registados relacionados com esta temática aumentou significativamente em Novembro, verificando-se, num mês, 1602 novos domínios, o que equivale à combinação dos três meses anteriores. No seguimento de alertas recentes emitidos pelo FBI e pela Europol, os investigadores partilham quatro exemplos de esquemas fraudulentos encontrados na dark net.

O primeiro exemplo é de um vendedor que publicita a oportunidade de comprar uma das vacinas aprovadas por 250 dólares. O mesmo diz ter stock suficiente para compra e envio a partir do Reino Unido, Estados Unidos da América e Espanha.

Foram encontrados outros anúncios de vacinas do mesmo género com títulos como “Vacina para o coronavírus disponível por 250$”, “Diga adeus à COVID-19 = Fosfato de Cloroquina” ou “Compre rápido. Vacina para Coronavírus disponível agora”. Todos os vendedores descobertos insistem em receber os pagamentos via Bitcoin, o que, segundo os investigadores, pode ser uma forma de minimizar as chances de geo-localização.

Os investigadores chegaram até a iniciar uma conversação com um dos vendedores, introduzindo a seguinte questão: onde posso comprar a vacina? O vendedor respondeu sugerindo a compra de uma vacina não especificada por 0.01 BTC (o equivalente a 300$), afirmando serem necessárias 14 doses.

Noutro exemplo, um vendedor oferece cloroquina como tratamento para o coronavírus por apenas 10 dólares.

Como pode proteger-se?

  • Verifique o endereço de e-mail completo e esteja atento a quaisquer hiperligações que contenham erros de ortografia.
  • Assegure-se que utiliza o URL do site original. Uma forma de o fazer é inserir no motor de pesquisa o nome do domínio em vez de clicar directamente no link recebido.
  • Atenção a domínios parecidos: erros de ortografia em e-mails ou websites ou remetentes desconhecidos são sinais de alarme.
  • Proteja a navegação móvel e endpoint com soluções avançadas de cibersegurança, que protejam contra websites maliciosos de phishing, sejam conhecidos ou não.
  • Utilize dupla autenticação para verificar qualquer mudança das informações de conta.
  • Nunca partilhe credenciais de login ou informações pessoais em resposta a uma mensagem ou e-mail.
  • Monitorize regularmente as suas contas financeiras.
  • Mantenha todos os softwares actualizados.
  • Atenção à linguagem utilizada: técnicas de engenharia social estão especialmente pensadas para tirar proveito da natureza humana

Autor: Pedro Pinto
20 Dez 2020