384: Molécula encontrada no veneno de abelha destruiu células de cancro da mama

 

 

SAÚDE/CANCRO/MAMA

(CC0/PD) Photos / pixabay

Um novo estudo de laboratório mostra que uma molécula encontrada no veneno das abelhas pode suprimir o crescimento de células cancerígenas.

De acordo com o site Science Alert, o estudo focou-se em certos subtipos do cancro da mama, incluindo cancro da mama triplo negativo (TNBC), uma condição de saúde extremamente agressiva cujas opções de tratamento ainda são limitadas.

Em muitos casos, as suas células produzem mais uma molécula chamada EGFR do que as células normais. As tentativas anteriores de desenvolver tratamentos que visassem especificamente essa molécula não funcionaram, porque também afectariam negativamente as células saudáveis.

O veneno da abelha-europeia (Apis mellifera) tem demonstrado o seu potencial noutras terapias médicas, como o tratamento do eczema, e é conhecido por ter propriedades anti-tumorais há algum tempo, incluindo o melanoma.

As abelhas usam a melitina – a molécula que constitui metade do seu veneno e torna as suas picadas realmente dolorosas – para lutar contra os seus próprios patogénicos. Estes insectos produzem este peptídeo não apenas no seu veneno, mas também noutros tecidos.

Desta forma, investigadores decidiram submeter células cancerígenas cultivadas em laboratório e células normais ao veneno de abelha da Irlanda, Inglaterra e Austrália, e ao veneno do abelhão de Inglaterra (Bombus terrestris).

A equipa, cujo estudo foi publicado, a 1 de Setembro, na revista científica Nature Precision Oncology, descobriu que o veneno do abelhão – que não contém melitina, mas tem outros potenciais ‘assassinos’ de células – teve pouco efeito nas células do cancro da mama, mas o veneno da abelha de todos os locais fez a diferença.

“O veneno foi extremamente potente. Descobrimos que a melitina pode destruir completamente as membranas das células cancerígenas em 60 minutos”, afirmou a investigadora Ciara Duffy, do Instituto de Pesquisa Médica Harry Perkins, na Austrália.

Quando a melitina foi bloqueada com um anticorpo, as células cancerígenas expostas ao veneno de abelha sobreviveram, mostrando que a melitina era, de facto, o componente do veneno responsável pelos resultados dos testes anteriores.

E a melhor parte é que a melitina teve pouco impacto nas células normais, visando especificamente as células que produziram muito EGFR e HER2, e até mexeu com a capacidade de replicação das células cancerígenas.

Além disso, a equipa produziu uma versão sintética da melitina, para ver como seria o seu desempenho em comparação com a verdadeira. “Descobrimos que o produto sintético reflete a maioria dos efeitos anti-cancro do veneno das abelhas”, disse Duffy.

De seguida, os cientistas testaram a acção da melitina combinada com drogas quimioterápicas em ratos. O tratamento experimental reduziu os níveis de uma molécula que as células cancerígenas usam para evitar a detecção pelo sistema imunitário.

“Descobrimos que a melitina pode ser usada com pequenas moléculas ou quimioterapias, como docetaxel, para tratar tipos altamente agressivos de cancro da mama. Esta combinação foi extremamente eficiente na redução do crescimento do tumor em ratos.”

Apesar destes serem resultados animadores, os investigadores alertam que há ainda um longo caminho a percorrer antes desta molécula poder ser usada como um tratamento em humanos.

ZAP //

Por ZAP
7 Setembro, 2020

 

Água e sabão…

 

De um e-mail recebido e que se transcreve na íntegra, para conhecimento dos interessados:

Achei que era muito importante partilhar esta notícia convosco.

Aos homens para quem vou enviar esta mensagem, passem a informação às vossas mulheres, mães e todas aquelas mulheres que conhecem. Saúde para todos.

ESTA MENSAGEM ESTÁ A SER DIVULGADA POR UMA BIOQUÍMICA URUGUAIA IDENTIFICADA ABAIXO.

Há um tempo atrás, fui a um seminário, sobre Cancro da Mama, conduzido por Terry Birk, com o apoio de Dan Sullivan. Durante os debates, perguntei porque razão a zona mais comum para desenvolver tumores cancerígenos no peito é perto da axila. A minha pergunta não pôde ser respondida na hora.
Esta informação foi-me enviada, recentemente, e alegro-me por a minha pergunta ter sido respondida.
Informei uma amiga que está a fazer quimioterapia e ela comentou que já tinha esta informação, obtida num grupo de apoio que está a frequentar.

Agora quero compartilhar a informação convosco.
A principal causa de Cancro da Mama é o uso de anti-transpirantes. Sim, ANTITRANSPIRANTES. A maioria dos produtos no mercado é uma combinação de
anti-transpirantes/desodorizantes. Vejam bem os rótulos!!
DESODORIZANTE está bem, ANTI-TRANSPIRANTE, não.

A concentração das toxinas provoca a mutação das células CANCRO. Eis aqui a razão:
O corpo humano tem apenas algumas áreas por onde pode eliminar as toxinas: atrás dos joelhos, atrás das orelhas, a área das virilhas e as axilas.
As toxinas são eliminadas com a transpiração. Os anti-transpirantes, como seu nome diz, evitam a transpiração; portanto, inibem o corpo de eliminar as toxinas através das axilas.
Estas toxinas não desaparecem por artes mágicas. Como não saem pelo suor o organismo deposita-as nas glândulas linfáticas que se encontram debaixo dos braços.
A maioria dos tumores cancerígenos do seio, ocorrem neste quadrante superior da área da mama. Precisamente onde se encontram as glândulas.
Nos homens parece ocorrer em menor proporção, mas também não estão isentos de desenvolver Cancro da Mama por causa dos anti-transpirantes.
A diferença está no facto de os antitranspirantes usados pelos homens não serem aplicados directamente sobre a pele; ficam, em grande parte, nos pêlos axiais.
As mulheres que aplicam anti-transpirantes logo após raparem ou depilarem as axilas, aumentam o risco devido a minúsculas feridas e irritações da pele, que fazem com que os componentes
químicos nocivos penetrem mais rapidamente no organismo.
Por favor, passem esta mensagem a todas as pessoas. O Cancro da Mama está a tornar-se tremendamente comum, e este aviso pode salvar algumas vidas.

Se de alguma forma duvidam desta informação, podem fazer as vossas próprias investigações.
Provavelmente vão chegar à mesma conclusão.
FAVOR DIVULGAR A TODAS AS MULHERES, POR TODOS OS MEIOS DISPONÍVEIS.

MSc. GABRIELA CASANOVA LARROSA, Prof. Assistente Dpto. De Biologia Celular e Molecular, Séc Biologia Celular
Faculdade de Ciências, Universidade da República Oriental do Uruguay.
Endereço: Igua 4225, Piso 7 – AlaSur – Cod Postal 11400
Telefone: (598-2) 525.86.18 al 21 (internos 145 y 218) Fax: (598-2)

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