494: Vem aí a máscara com sistema de detecção de humidade

 

 

SAÚDE/COVID-19/MÁSCARAS

Produto muda de cor, alertando o utilizador para a necessidade de substituição.

Depois do sensor para usar na máscara destinado a medir o ritmo cardíaco e da viseira anti-vírica e anti-embaciamento, inovações ainda estudo, mas lançadas neste ano para ajudar no combate à covid-19, o CeNTI, centro de referência em Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes, acaba de anunciar o estudo de uma máscara com um sistema de detecção de humidade.

De acordo com os responsáveis pelo projecto, “a máscara incorporará um sistema em que, na face externa, ocorrerá uma mudança perceptível da cor desse mesmo sistema e indicará ao utilizador o momento em que deverá substituí-la, sob pena da sua eficácia poder ficar comprometida”.

A investigação, em parceria com a Oldtrading, empresa portuguesa do sector têxtil, ainda está na fase de testes, para produzir “os melhores e mais fiáveis resultados”, esperam os técnicos do CenTI.

À Oldtrading caberá a produção das máscaras reutilizáveis, que irão incorporar a nova tecnologia, para sinalizar a saturação de humidade, esta última desenvolvida pelo centro de investigação.

Os promotores do projecto, designado por HydroMask, estimam que o protótipo final da máscara deverá estar concluído até ao final do ano e chegar ao mercado “brevemente”, na esperança de que venha a “reforçar a eficácia da protecção individual e da sociedade contra a propagação da covid-19”.

Para a pesquisa, as duas entidades envolvidas estão a investir 144 252,26 euros, uma verba co-financiada pelo Portugal 2020, no âmbito do Programa Operacional Regional do Norte (Norte 2020) e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, num valor de 115.401,81 euros.

Teresa Costa é jornalista do Dinheiro Vivo.

Diário de Notícias

Teresa Costa
15 Novembro 2020 — 17:46

 

 

418: Coronavírus pode-se adaptar às “barreiras” com por exemplo à máscara

 

 

SAÚDE/CORONAVÍRUS/COVID-19

O novo coronavírus, associado à doença COVID-19, pode ter sofrido mutações e estar agora até mais contagioso, de acordo com um estudo recente. O mais incrível é que o novo coronavírus pode até estar-se a adaptar às “barreiras de protecção” usadas pelos humanos.

Uso de máscara, lavagem de mãos e distanciamento físico podem não chegar como protecção ao novo coronavírus.

O estudo foi realizado por especialistas do Texas, nos Estados Unidos, que têm vindo a sequenciar genomas do vírus desde o início da pandemia. O estudo – que ainda aguarda revisão – envolveu mais de 5.000 sequências genéticas do coronavírus, que revelou várias mutações contínuas – uma das quais aumentou a contagiosidade do vírus.

No entanto, as mutações podem não significar mais mortes até porque, segundo os investigadores, a maioria das mutações genéticas não tem nada de notável.

Coronavírus poderá ultrapassar barreiras de protecção

No mundo as indicações dos serviços de saúde são para a utilização de máscara, lavagem de mãos, distanciamento físico, etc. No entanto, David Morens, do National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID), refere que o SARS-CoV-2  poderá possivelmente adaptar-se às barreiras de protecção dos humanos.  Segundo o virologista, “o uso de máscara, lavar as mãos, e todas as outras barreiras contra a transmissibilidade e contágio… mas à medida que o vírus se torna mais contagioso torna-se igualmente mais hábil a contornar esses obstáculos”

O estudo revela ainda que a mutação altera a estrutura da proteína spike e é essa proteína que pode estar a contribuir para a propagação de novas estirpes, como a D614G.  A “famosa” proteína S ou proteína spike (espigão) é a grande molécula por meio da qual o SARS-CoV-2 reconhece as células humanas e entra nelas. As pessoas infectadas com a estirpe D614G apresentam níveis mais elevados de carga viral nas vias respiratórias. Tal significa que, graças as mutações, o novo coronavírus se propague mais fácil e eficazmente.

26 Set 2020

 

 

393: COVID-19: Máscara pode ajudar na imunidade? Estudo diz que sim

 

 

SAÚDE/COVID-19

Os números da COVID-19 mantêm-se em crescimento no mundo e o maior produtor de vacinas já revelou que só em 2024 se poderá conseguir ter uma vacina para todos. Enquanto não há solução, a luta contra a COVID-19 passa pela prevenção e pela imunidade de grupo (que será difícil de atingir).

Um estudo recente refere que o uso generalizado de máscara pode ajudar na imunidade.

O mundo está a chegar aos 30 milhões de casos de COVID-19 registados. No que diz respeito a mortos, são já mais de  930 mil à escala mundial. Vacina eficaz ainda não existe, mas são vários os laboratórios a trabalhar numa solução.

De acordo com um estudo da Universidade da Califórnia, o uso generalizado da máscara pode contribuir para a redução do contágio. Além disso, pode contribuir para uma maior imunidade, ao permitir reduzir a carga viral dos infectados.

Uso de máscara é uma forma de variolação

A investigação que deu origem ao artigo “Facial Masking for Covid-19 — Potential for “Variolation” as We Await a Vaccine” foi já publicada na revista científica “The New England Journal of Medicine” e e admite que o uso de máscara poderá não só atrasar a propagação do vírus como converter-se numa forma de “variolação”, ou seja, um forma de se alcançar (mais rapidamente) a imunidade.

Além de prevenir contra a COVID-19, o estudo revela que, de acordo com os dados virológicos e epidemiológicos avaliados, a máscara poderá diminuir a gravidade da doença entre pessoas infectadas.

Segundo o que é revelado pelo EL Mundo, as investigações epidemiológicas que têm sido realizada sobretudo nos países asiáticos, acostumados ao uso da máscara durante a pandemia de SARS em 2003, sugerem que existe um vínculo forte entre o uso da máscara e o controlo da pandemia. A confirmar-se a tese dos investigadores americanos, o uso generalizado de máscara contribuirá, assim, para aumentar a taxa de infecções assintomáticas, além de contribuir para reduzir o número de contágios.

Quebra das cadeias de contágio com a app STAYAWAY COVID

Em Portugal e no mundo é muito difícil registar as cadeias de contágio. Nesse sentido está disponível a app STAYAWAY COVID que, como recurso a tecnologia, permite rapidamente obter essa informação e alertar contactos da exposição.

A STAYAWAY COVID é uma aplicação para smartphones com iOS ou Android que tem como objectivo auxiliar o país no rastreio da COVID-19. A aplicação permite, de forma simples e segura, que cada um de nós seja informado sobre exposições de risco à doença, através da monitorização de contactos recentes. A aplicação é de utilização voluntária e gratuita e não tem qualquer acesso  à sua identidade ou dados pessoais.

App STAYAWAY COVID: 780 mil downloads e 32 já contactaram o SNS

Já instalou a app STAYAWAY COVID? Há quem diga que estamos no início de uma segunda fase da COVID-19. Os números dos últimos três dias não foram propriamente “simpáticos”, mas há que destacar o … Continue a ler App STAYAWAY COVID: 780 mil downloads e 32 já contactaram o SNS

Autor: Pedro Pinto
15 Set 2020

 

390: Nova máscara muda de cor com aumento de temperatura corporal

 

 

SAÚDE/COVID-19/MÁSCARAS

Narendra Shrestha / EPA

Uma empresa espanhola de tecidos criou uma nova máscara de protecção que muda de cor se a temperatura corporal aumentar.

Uma empresa têxtil espanhola desenvolveu uma máscara inovadora que muda de cor caso a temperatura corporal atinja os 37,5 ºC. Além disso, este equipamento de protecção individual tem uma filtração bacteriana de 98%, o que ajuda a detectar pessoas com covid-19.

De acordo com a agência EFE, o tecido foi patenteado pela empresa Colorprint Fashion, sediada em Muro d’Alcoi, em Espanha. A tecnologia já foi homologada pelo Instituto Tecnológico Têxtil (AITEX), que certificou a durabilidade e a eficácia do produto na prevenção do novo coronavírus.

“Com o conhecimento e a tecnologia para desenvolver produtos têxteis inovadores e funcionais e, perante esta situação, não podíamos ficar de braços cruzados. Era hora de apresentar soluções”, disse o fundador da Colorprint, Rafael Torregrosa.

A empresa vai produzir máscaras e utilizar a tecnologia para criar outros objectos capazes de detectar rapidamente o aumento da temperatura, como pulseiras ou adesivos.

Torregrosa diz que o material “está a ter uma óptima recepção” e espera que os produtos “facilitem o trabalho dos profissionais de saúde, além de ajudar a detectar possíveis infecções e impedir, a partir daí, a propagação do vírus”.

ZAP //

Por ZAP
10 Setembro, 2020

 

363: Primeira máscara que inactiva novo coronavírus criada em Portugal

 

CIÊNCIA/SAÚDE/COVID-19/PROTECÇÃO

(dr) Mo

A primeira máscara têxtil e reutilizável com capacidade comprovada para inactivar o novo coronavírus foi criada em Portugal, num projecto de cooperação entre a comunidade empresarial, académica e científica.

Em causa está a máscara MOxAd-Tech, que “superou com sucesso os testes realizados pelo Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, tornando-a na primeira máscara com capacidade de inactivar o vírus SARS-CoV-2”, informa, em comunicado, o consórcio responsável pela inovação.

Composto pela fabricante Adalberto, a retalhista do grupo Sonae Fashion (Mo), o Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, o Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal e a Universidade do Minho, este projecto “de cooperação entre a comunidade empresarial, académica e científica” permitiu, então, “o desenvolvimento de uma máscara reutilizável de elevado desempenho”, que além de ser feita de um tecido com características anti-microbianas, tem agora “protecção adicional” comprovada.

Após vários testes realizados pelo Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes chegou-se à conclusão de que “a máscara beneficia de um revestimento inovador que neutraliza o vírus SARS-CoV-2 quando este entra em contacto com o tecido, efeito que se mantém mesmo depois da realização de 50 lavagens”.

Pedro Simas, investigador e virologista deste instituto, explica, em nota de imprensa, que “os testes à máscara MOxAdtech revelaram uma inactivação eficaz do SARS-CoV-2 mesmo após 50 lavagens, onde se observou uma redução viral de 99% ao fim de uma hora de contacto com o vírus, de acordo com os parâmetros de testes indicados na norma internacional”.

“De forma simplificada, estes testes consistem na análise do tecido após o contacto com uma solução que contém uma determinada quantidade de vírus, cuja viabilidade se mede ao longo do tempo”, adianta o especialista.

Estas máscaras, produzidas em Portugal, estão já a ser comercializadas por 10 euros no país e também em toda a União Europeia.

ZAP // Lusa

Por Lusa
25 Julho, 2020

Eu já utilizo esta máscara desde que saiu para o mercado.

 

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