393: COVID-19: Máscara pode ajudar na imunidade? Estudo diz que sim

 

 

SAÚDE/COVID-19

Os números da COVID-19 mantêm-se em crescimento no mundo e o maior produtor de vacinas já revelou que só em 2024 se poderá conseguir ter uma vacina para todos. Enquanto não há solução, a luta contra a COVID-19 passa pela prevenção e pela imunidade de grupo (que será difícil de atingir).

Um estudo recente refere que o uso generalizado de máscara pode ajudar na imunidade.

O mundo está a chegar aos 30 milhões de casos de COVID-19 registados. No que diz respeito a mortos, são já mais de  930 mil à escala mundial. Vacina eficaz ainda não existe, mas são vários os laboratórios a trabalhar numa solução.

De acordo com um estudo da Universidade da Califórnia, o uso generalizado da máscara pode contribuir para a redução do contágio. Além disso, pode contribuir para uma maior imunidade, ao permitir reduzir a carga viral dos infectados.

Uso de máscara é uma forma de variolação

A investigação que deu origem ao artigo “Facial Masking for Covid-19 — Potential for “Variolation” as We Await a Vaccine” foi já publicada na revista científica “The New England Journal of Medicine” e e admite que o uso de máscara poderá não só atrasar a propagação do vírus como converter-se numa forma de “variolação”, ou seja, um forma de se alcançar (mais rapidamente) a imunidade.

Além de prevenir contra a COVID-19, o estudo revela que, de acordo com os dados virológicos e epidemiológicos avaliados, a máscara poderá diminuir a gravidade da doença entre pessoas infectadas.

Segundo o que é revelado pelo EL Mundo, as investigações epidemiológicas que têm sido realizada sobretudo nos países asiáticos, acostumados ao uso da máscara durante a pandemia de SARS em 2003, sugerem que existe um vínculo forte entre o uso da máscara e o controlo da pandemia. A confirmar-se a tese dos investigadores americanos, o uso generalizado de máscara contribuirá, assim, para aumentar a taxa de infecções assintomáticas, além de contribuir para reduzir o número de contágios.

Quebra das cadeias de contágio com a app STAYAWAY COVID

Em Portugal e no mundo é muito difícil registar as cadeias de contágio. Nesse sentido está disponível a app STAYAWAY COVID que, como recurso a tecnologia, permite rapidamente obter essa informação e alertar contactos da exposição.

A STAYAWAY COVID é uma aplicação para smartphones com iOS ou Android que tem como objectivo auxiliar o país no rastreio da COVID-19. A aplicação permite, de forma simples e segura, que cada um de nós seja informado sobre exposições de risco à doença, através da monitorização de contactos recentes. A aplicação é de utilização voluntária e gratuita e não tem qualquer acesso  à sua identidade ou dados pessoais.

App STAYAWAY COVID: 780 mil downloads e 32 já contactaram o SNS

Já instalou a app STAYAWAY COVID? Há quem diga que estamos no início de uma segunda fase da COVID-19. Os números dos últimos três dias não foram propriamente “simpáticos”, mas há que destacar o … Continue a ler App STAYAWAY COVID: 780 mil downloads e 32 já contactaram o SNS

Autor: Pedro Pinto
15 Set 2020

 

390: Nova máscara muda de cor com aumento de temperatura corporal

 

 

SAÚDE/COVID-19/MÁSCARAS

Narendra Shrestha / EPA

Uma empresa espanhola de tecidos criou uma nova máscara de protecção que muda de cor se a temperatura corporal aumentar.

Uma empresa têxtil espanhola desenvolveu uma máscara inovadora que muda de cor caso a temperatura corporal atinja os 37,5 ºC. Além disso, este equipamento de protecção individual tem uma filtração bacteriana de 98%, o que ajuda a detectar pessoas com covid-19.

De acordo com a agência EFE, o tecido foi patenteado pela empresa Colorprint Fashion, sediada em Muro d’Alcoi, em Espanha. A tecnologia já foi homologada pelo Instituto Tecnológico Têxtil (AITEX), que certificou a durabilidade e a eficácia do produto na prevenção do novo coronavírus.

“Com o conhecimento e a tecnologia para desenvolver produtos têxteis inovadores e funcionais e, perante esta situação, não podíamos ficar de braços cruzados. Era hora de apresentar soluções”, disse o fundador da Colorprint, Rafael Torregrosa.

A empresa vai produzir máscaras e utilizar a tecnologia para criar outros objectos capazes de detectar rapidamente o aumento da temperatura, como pulseiras ou adesivos.

Torregrosa diz que o material “está a ter uma óptima recepção” e espera que os produtos “facilitem o trabalho dos profissionais de saúde, além de ajudar a detectar possíveis infecções e impedir, a partir daí, a propagação do vírus”.

ZAP //

Por ZAP
10 Setembro, 2020

 

363: Primeira máscara que inactiva novo coronavírus criada em Portugal

 

CIÊNCIA/SAÚDE/COVID-19/PROTECÇÃO

(dr) Mo

A primeira máscara têxtil e reutilizável com capacidade comprovada para inactivar o novo coronavírus foi criada em Portugal, num projecto de cooperação entre a comunidade empresarial, académica e científica.

Em causa está a máscara MOxAd-Tech, que “superou com sucesso os testes realizados pelo Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, tornando-a na primeira máscara com capacidade de inactivar o vírus SARS-CoV-2”, informa, em comunicado, o consórcio responsável pela inovação.

Composto pela fabricante Adalberto, a retalhista do grupo Sonae Fashion (Mo), o Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, o Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal e a Universidade do Minho, este projecto “de cooperação entre a comunidade empresarial, académica e científica” permitiu, então, “o desenvolvimento de uma máscara reutilizável de elevado desempenho”, que além de ser feita de um tecido com características anti-microbianas, tem agora “protecção adicional” comprovada.

Após vários testes realizados pelo Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes chegou-se à conclusão de que “a máscara beneficia de um revestimento inovador que neutraliza o vírus SARS-CoV-2 quando este entra em contacto com o tecido, efeito que se mantém mesmo depois da realização de 50 lavagens”.

Pedro Simas, investigador e virologista deste instituto, explica, em nota de imprensa, que “os testes à máscara MOxAdtech revelaram uma inactivação eficaz do SARS-CoV-2 mesmo após 50 lavagens, onde se observou uma redução viral de 99% ao fim de uma hora de contacto com o vírus, de acordo com os parâmetros de testes indicados na norma internacional”.

“De forma simplificada, estes testes consistem na análise do tecido após o contacto com uma solução que contém uma determinada quantidade de vírus, cuja viabilidade se mede ao longo do tempo”, adianta o especialista.

Estas máscaras, produzidas em Portugal, estão já a ser comercializadas por 10 euros no país e também em toda a União Europeia.

ZAP // Lusa

Por Lusa
25 Julho, 2020

Eu já utilizo esta máscara desde que saiu para o mercado.

 

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