255: Azeite extra virgem previne o Alzheimer

 

© MoveNotícias bacalhau-cozido-consoada-de-natal

A ciência já demonstrou diversas vezes os benefícios para a saúde do azeite extra virgem, ingrediente principal da dieta mediterrânea, que também está associada à longevidade e a uma vida saudável.

E uma pesquisa publicada no periódico científico ‘Annals of Clinical and Translational Neurology’ sugere que o consumo regular do alimento protege o cérebro contra o Alzheimer, ao promover a eliminação de substâncias prejudiciais ao cérebro, além de preservar a memória e a habilidade de aprendizagem à medida que envelhecemos.

Segundo o novo estudo, o consumo do azeite reduz a formação de estruturas nocivas no cérebro, como as placas beta-amilóides, que se formam entre as células e os caminhos dos neurónios, e os emaranhados neurofibrilares, que bloqueiam a chegada de nutrientes.

Estudos anteriores já mostraram que a acumulação desses resíduos pode aumentar o risco da doença. Agora os pesquisadores descobriram que as propriedades presentes no azeite extra virgem podem promover um efeito protector no cérebro.

“Descobrimos que o azeite reduz a inflamação cerebral, mas o mais importante é que ativa um processo conhecido como ‘autofagia’”, disse Domenico Pratico, professor da Universidade Temple, nos Estados Unidos, e principal autor da pesquisa, ao ‘Medical News Today’.

Autofagia é o processo pelo qual as células se desintegram e eliminam do corpo os detritos tóxicos.

Para entender a ligação entre o azeite e a doença neurodegenerativa, os pesquisadores examinaram o impacto da ingestão de azeite extra virgem em ratos com Alzheimer induzido. Para isso, os animais foram divididos em dois grupos, um recebeu uma dieta alimentar enriquecida com azeite extra virgem e outro, uma dieta simples.

Ambas as dietas foram introduzidas quando os ratos tinham seis meses de vida, ou seja, antes dos sintomas do Alzheimer começarem a surgir. Conhecidos como “triplo transgénicos”, os ratos desenvolveram três características-chave da doença: perda progressiva da memória, placas beta-amilóides e emaranhados neurofibrilares.

A princípio, não houve diferença entre os dois grupos. No entanto, depois de terem completado entre 9 e 12 meses, os animais que consumiram o azeite saíram-se muito melhor nos testes que avaliaram memória de trabalho, memória espacial e habilidades de aprendizagem.

Além disso, esses animais tiveram níveis maiores de autofagia no cérebro, níveis reduzidos de placas beta-amilóides e da fosforilação da proteína TAU, associada à formação dos emaranhados neurofibrilares”, explicou Pratico. “O azeite extra virgem é melhor que frutas e vegetais sozinhos. A gordura vegetal monoinsaturada [presente no azeite] é mais saudável que gorduras animais saturadas”, disse Pratico.

Exames do tecido cerebral dos ratos revelaram diferenças dramáticas na aparência e função das células nervosas. “Uma coisa que se destacou imediatamente foi a integridade sináptica“, lembrou.

A integridade das conexões entre os neurónios, conhecidas como sinapses, foram preservadas nos animais na dieta de azeite. Comparados aos ratos na dieta regular, as suas células nervosas, em função da autofagia, mostraram-se muito mais ativas.

“Esta é uma descoberta emocionante para nós, uma vez que a redução da autofagia marca o início dos sintomas do Alzheimer”, frisou o professor. “Graças à activação da autofagia, a memória e a integridade sináptica foram preservadas e os efeitos patológicos, relacionados à doença, reduzidos.”

MSN lifestyle
24/12/2017

 

247: Dieta mediterrânica? Sim mas só para quem ganha 1400 euros

 

A dieta mediterrânica, pelo alto teor de legumes, fruta, peixe e azeite, típico da cozinha de países como a Grécia e Itália, tem sido ao longo dos anos matéria de investigações que comprovam os seus benefícios para a saúde. No entanto, parece que este estilo de vida não é para todas as carteiras.

© Fornecido por Dinheiro Vivo

Um estudo, conduzido pelo Instituto Neurológico Mediterrânico, do Neuromed, analisou uma amostra de 18 mil indivíduos e comprovou, pela primeira vez, que a dieta mediterrânica tinha um impacto mais positivo, nomeadamente numa redução do risco de doenças cardiovasculares para 15%, das pessoas mais ricas e com maiores níveis de educação. Isto porque, foram estas as pessoas que optaram por alimentos mais ricos em antioxidantes e polifenóis e com menos índices de pesticidas, que são os mais caros.

Segundo o The Telegraph, para aderir à cozinha mediterrânica e optar por privilegiar os melhores produtos no mercado, uma família teria de ganhar cerca de 39,000 euros por ano (o que corresponde a um salário médio mensal de 1392 euros por elemento do casal, dividindo o valor anual por 14). Segundo dados do INE, os rendimentos médios anuais, em Portugal, são de 10 562 euros, e em Itália, local onde esta investigação decorreu, cerca de 20 mil euros. Estes números indicam que uma família de classe média em Portugal e em Itália não terá possibilidades de suportar os gastos destes alimentos. O médico Giovanni Caetano, director do instituto, afirma que os resultados permitem uma visão clara sobre o cenário socioeconómico actual na Europa e que transmitem a mensagem de que uma vida mais saudável, rica em nutrientes, não é para todos.

Dinheiro Vivo
04/08/2017

 

245: DDE, o contaminante presente em alimentos ricos em gordura que pode causar diabetes e obesidade

 

Investigadores do Porto comprovaram que um dos contaminantes presentes em alimentos ricos em gordura pode levar os indivíduos a desenvolverem obesidade, inflamação, diabetes e hipertensão, mesmo quando utilizado em quantidades consideradas seguras pelas entidades europeias de segurança alimentar.

O contaminante em causa, designado DDE, deriva do pesticida DDT, utilizado para matar o mosquito da malária, cujo uso foi proibido na Europa e nos Estados Unidos entre os anos 70 e os anos 80, segundo um comunicado do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) do Porto, instituição responsável pelo estudo.

Apesar de já não serem utilizados, esses poluentes – conhecidos por poluentes orgânicos persistentes (POPs) -, persistem no solo e na água, contaminando os alimentos que são hoje produzidos e consumidos e afetando, sobretudo, os alimentos ricos em gordura, como as carnes vermelhas, os laticínios e os peixes gordos”.

Depois de ingeridos, têm uma ação similar a algumas das hormonas que o corpo humano produz naturalmente, alterando o equilíbrio hormonal e criando um maior risco de desenvolvimento de obesidade e de outros problemas de saúde, como diabetes, hipertensão, entre outros”, lê-se no comunicado.

Esta investigação, realizada com animais, é o segundo estudo de um projeto que tem vindo a ser desenvolvido pelo CINTESIS desde 2010, em colaboração outros parceiros da área da ciência, com o objetivo de avaliar o risco para a saúde humana associado à exposição a contaminantes que persistem no ambiente.

Para saber quais os contaminantes que estão presentes nos humanos, a equipa realizou um primeiro estudo, entre 2010 e 2011, com amostras de tecido adiposo e sangue de indivíduos obesos que foram sujeitos a cirurgia bariátrica no Hospital de São João, do Porto.

Nessa amostra humana, foi possível “confirmar a presença dos contaminantes, mesmo daqueles cujo uso foi já há algumas décadas proibido em Portugal, como é o caso do insecticida DDT”, bem como “diversos problemas metabólicos”, explicou à Lusa o investigador do CINTESIS Diogo Pestana.

Esses dados, segundo indicou, levaram a concluir que existe uma associação entre a desregulação metabólica e a presença de poluentes no tecido adiposo (gordura), no entanto, só foi possível comprovar a relação no estudo com modelo animal, no qual participou a Universidade de Cambridge, do Reino Unido.

Os resultados do segundo estudo revelaram que os ratos submetidos à ingestão de contaminantes apresentaram maiores índices de hipertensão, diabetes, inflamação e dislipidemia, quando comparados com os ratos não sujeitos à ingestão de DDE.

Apesar de ser um resultado mais evidente nos ratos sujeitos a uma dieta obesogénica (que induz à obesidade), este padrão de agravamento observou-se também nos ratos que fizeram uma alimentação normal.

A líder da equipa de investigação em nutrição do CINTESIS, Conceição Calhau, defende que é necessário haver maior regulação política e literacia sobre nutrição, visto que, atualmente, não é possível definir recomendações precisas sobre padrões de consumo ideais, tendo em conta níveis de contaminação, devido à escassez de dados.

Os poluentes orgânicos persistentes “não são significativamente eliminados do nosso organismo, acumulando-se ao longo dos anos”, referiu, acrescentando que estes “provêm de uma grande diversidade de fontes, o que faz com que estejamos constantemente expostos à sua ação, por via oral, inalada e transdérmica [através da pele]”.

Sapo24
04/08/2017

 

244: Se pertencer a um destes grupos de pessoas, jamais coma gengibre!

 

O gengibre é um alimento poderosíssimo na hora de combater diversas doenças.Ele tem várias propriedades terapêuticas e seu uso medicinal é milenar.Alguns dos seus benefícios:- Melhorar a digestão- Tratar de doenças respiratórias

O gengibre é um alimento poderosíssimo na hora de combater diversas doenças.

Ele tem várias propriedades terapêuticas e seu uso medicinal é milenar.

Alguns dos seus benefícios:

– Melhorar a digestão

– Tratar de doenças respiratórias

– Combater inflamações

– Atua como analgésico natural
 
- Fortalecer o sistema imunológico

– Prevenir câncer

A lista de benefícios é extensa, não para por aqui.

Mas é preciso saber que há pessoas que devem evitar essa raiz, pois ela piora alguns problemas de saúde.

Saiba em que casos você deve evitar o consumo de gengibre:

1. Pessoas que têm problemas de coagulação do sangue

O gengibre facilita a fluxo de sangue, o que seria um problema para quem tem distúrbios hemorrágicos.

2. Diabéticos

O gengibre ajuda a reduzir os níveis de açúcar no sangue.

O problema é que se você já toma remédios controlados para equilibrar o açúcar no sangue – estamos falando de medicamentos como metformina ou similar -, o gengibre pode causar hipoglicemia.

Portanto, se você é diabético e consome medicamentos para controlar a doença, é preciso procurar um médico antes de consumir a raiz.

3. Pessoas hipertensas

Remédios para hipertensão e gengibre não combinam, pois a frequência cardíaca pode diminuir.

Portanto, se você consome remédios, como Norvasc, Cardizem ou qualquer outro do gênero, fuja da raiz de gengibre.

Além disso, em algumas pessoas, o gengibre eleva a pressão.

4. Pessoas com cálculos biliares

O gengibre aumenta a produção de bílis, o que exige maior esforço para a vesícula biliar.

Com isso, o cálculo biliar é levado a se alojar nos condutores que transportam a bílis, causando muita dor no paciente.

Se isso ocorrer, a cirurgia de emergência poderá ser a única solução.

Por outro lado, na medicina chinesa, encontramos recomendações de consumo de gengibre para cálculos biliares.

Então, o que fazer?

Já que existe essa contradição, se você tiver pedras na vesícula, é melhor evitar o gengibre.

E isso pode ser ainda pior se o paciente toma remédios químicos, pois o gengibre interfere no efeito das drogas farmacêuticas.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

Fonte: www.curapelanatureza.com.br

159: Suplemento de tomate traz benefícios para pacientes com doença cardiovascular

 

Um suplemento diário retirado de uma substância encontrada no tomate pode melhorar a função dos vasos sanguíneos em pacientes com doença cardiovascular. É o que revela um estudo realizado na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e publicado na revista PLOS One.

dd18062014Outros estudos já relacionaram o licopeno, substância presente no tomate, com a redução do risco de desenvolver doenças cardiovasculares. No entanto, a nova pesquisa avaliou os seus efeitos na função dos vasos sanguíneos localizados no antebraço, que dão indícios se o paciente desenvolverá problemas vasculares ou não.

Trinta e seis pacientes com doenças cardiovasculares e 36 voluntários saudáveis participaram do estudo. Os voluntários receberam um suplemento com sete miligramas de licopeno ou um tratamento com placebo.

Os pacientes com doença cardiovascular tomaram estatinas, medicamentos com a função de baixar o colesterol. No entanto, eles ainda apresentaram a função prejudicada do endotélio – o revestimento interno dos vasos sanguíneos – em comparação com os voluntários saudáveis. Ter um endotélio saudável é um factor importante para prevenir a evolução das doenças cardíacas.

Os investigadores descobriram que a suplementação oral com sete miligramas de licopeno melhorou a função endotelial dos pacientes com doenças cardiovasculares, mas não fez efeito algum nos voluntários saudáveis.

O licopeno melhorou em 53% o alargamento dos vasos sanguíneos em comparação com os pacientes que foram tratados com o placebo. O resultado foi considerado pelos estudiosos como positivo, já que a constrição dos vasos sanguíneos é um dos principais factores que pode levar a ataques cardíacos e AVC.

O estudo constatou que o suplemento não teve qualquer efeito sobre a pressão arterial, a rigidez arterial e os níveis de lipídios.

«Mostramos claramente que o licopeno melhora a função dos vasos sanguíneos em pacientes com doenças cardiovasculares», afirma Joseph Cheriyan, professor da universidade e um dos autores do estudo.

«Isso reforça a necessidade de uma dieta saudável em pessoas com risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral. O suplemento de tomate não é um substituto para outros tratamentos, mas pode fornecer benefícios adicionais. Entretanto, serão necessários mais estudos para verificar se esta solução é capaz de reduzir doenças cardíacas», completa Cheriyan.

In Diário Digital online
18/06/2014 | 14:33

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Visit Us On TwitterVisit Us On Pinterest