476: Como é que as pandemias acabam? A História sugere que as doenças vêm para ficar (durante milénios)

 

CIÊNCIA/SAÚDE/PANDEMIAS

olgierd-cc / Flickr

Uma combinação de esforços de saúde pública para conter e mitigar a pandemia veio ajudar a controlá-la. No entanto, epidemiologistas acreditam que as doenças infecciosas, como é o caso da covid-19, nunca desaparecem. 

Ao longo dos últimos meses (quase um ano), com mais de 37 milhões de casos de covid-19 e mais de 1 milhão de mortes em todo o mundo, toda a gente se pergunta quanto tempo é que faltará até a pandemia terminar.

Epidemiologistas e especialistas em saúde pública têm usado modelos matemáticos para tentar prever o futuro num esforço para conter a disseminação do novo coronavírus. Mas a modelagem de doenças infecciosas é complicada e um estudo publicado na revista Nature alerta que os “modelos não são bolas de cristal” – mesmo versões sofisticadas, não conseguem revelar quando é que a pandemia irá terminar ou quantas pessoas irão morrer.

Quando a covid-19 apareceu, esperava-se que o vírus simplesmente desaparecesse e alguns argumentaram até que desapareceria com o calor do verão ou que a imunidade de grupo resolveria o problema. Mas isso não aconteceu.

Uma combinação de esforços de saúde pública para conter e mitigar a pandemia – desde testes e rastreamento de contactos ao distanciamento social e uso de máscaras – provou ajudar. Mas dado que o vírus se espalhou por todo o mundo, tais medidas não ditaram o fim e todos os olhos se voltaram para o desenvolvimento de vacinas.

No entanto, os especialistas dizem que mesmo com uma vacina bem-sucedida e um tratamento eficaz, a covid-19 pode nunca desaparecer. Mesmo que a pandemia seja contida numa parte do mundo, provavelmente continuará noutros lugares e o vírus irá tornar-se endémico – o que significa que a transmissão lenta e sustentada persistirá.

Uma vez que surgem, as doenças vêm para ficar

De acordo com o The Conversation, sejam bactérias, vírus ou parasitas, todos os patógenos de doenças dos últimos milhares de anos continuam activos, visto ser quase impossível erradicá-los totalmente.

A única doença que desapareceu por meio da vacinação foi a varíola, cujas campanhas de vacinação lideradas pela Organização Mundial de Saúde nas décadas de 1960 e 1970 foram bem-sucedidas e, em 1980, a doença foi declarada a primeira doença humana a ser totalmente erradicada.

Doenças endémicas como a malária, que é transmitida via parasita, são quase tão antigas quanto a humanidade e ainda hoje estão presentes e infectam pessoas em várias partes do mundo – em 2018, houve cerca de 228 milhões de casos de malária e 405 mil mortes em todo o mundo.

Da mesma forma, doenças como a tuberculose, a lepra e o sarampo existem há vários milénios e, apesar de todos os esforços, a erradicação ainda não está à vista.

Mesmo as infecções que têm agora vacinas e tratamentos eficazes continuam a tirar vidas, como é o caso da peste negra, que é a doença infecciosa mais mortal da história humana.

Nos últimos cinco mil anos, houve pelo menos três pandemias de peste negra que mataram centenas de milhões de pessoas, sendo a mais notória de todas em meados do século XIV. E hoje em dia, encontram-se várias semelhantes da peste com o novo coronavírus.

Além disso, numa época de viagens aéreas globais, mudanças climáticas e distúrbios ecológicos, estamos constantemente expostos à ameaça de doenças infecciosas emergentes, enquanto continuamos a sofrer de doenças muito mais antigas que permanecem vivas.

Um estudo sobre a carga global de doenças revela que a mortalidade anual causada por doenças infecciosas é quase um terço de todas as mortes no mundo.

Quando os programas de vacinação são enfraquecidos, as infecções podem voltar com força total. Basta olhar para o caso do sarampo e da poliomielite, que reaparecem assim que os esforços de vacinação diminuem.

ZAP //

Por ZAP
27 Outubro, 2020

 

 

475: Estudo mostra que manter janelas abertas é muito eficaz no combate à covid-19

 

SAÚDE/COVID-19

Estudo da Universidade do Novo México, nos Estados Unidos, revela que a ventilação natural e contínua elimina até 70% da minúsculas partículas virais suspensas no ar.

© EPA/DIVYAKANT SOLANKI

Manter as janelas abertas o máximo de tempo possível pode ser uma ferramenta crucial para conter a transmissão da covid-19, adianta um estudo realizado por um grupo de físicos da Universidade do Novo México, nos Estados Unidos, que mostrou que essa regra também se aplica às salas de aulas.

A ventilação contínua reduz significativamente a presença de minúsculas partículas virais suspensas no ar – os chamados aerossóis, responsáveis pela transmissão aérea – que, especialmente em ambientes fechados, podem representar um veículo de disseminação do vírus. Os resultados desta investigação foram publicados na revista Physics of Fluids.

O aerossol é composto por uma suspensão de partículas muito pequenas, menores que cinco micrómetros (milésimos de milímetro), emitidas durante a respiração ou resíduos de gotículas maiores produzidas durante a fala. As partículas podem ficar ou ser transportadas no ar durante um tempo que ainda não foi estabelecido. Esta questão tem sido discutida desde o início da pandemia.

A transmissão aérea (em ambientes fechados ou ao ar livre, mas em locais muito movimentados) não fazia parte das possíveis vias de contágio e só recentemente foi oficialmente incluída na lista por algumas autoridades de saúde de referência, como os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA. No entanto, hoje é consensual.

Os investigadores deste estudo norte-americano usaram modelos computacionais para reproduzir o movimento das minúsculas partículas de saliva contidas no aerossol, sob várias condições ventilação dentro de uma sala de aula. Os resultados mostram que as partículas podem ser transmitidas mesmo a distâncias de quase 2,5 metros, porque são transportadas por correntes e outros movimentos do ar. Mas a boa notícia está aí: quase 70% das gotas do tamanho de um micrómetro são eliminadas da sala de aula quando as janelas são mantidas abertas.

“O estudo é interessante”, disse ao jornal italiano La Stampa Daniele Contini, investigador do Instituto de Ciências Atmosféricas e do Clima de Itália, não envolvida no estudo, “visto que fornece mais evidências do papel da boa ventilação”. Os dados estão a acumular-se. “Alguns estudos anteriores realizados em hospitais e em áreas equipadas para quarentena, mostram que, em estruturas onde vigorava a regra de ventilação dos quartos, as concentrações do vírus no ar eram em média muito mais baixos”, indicou ainda o especialista.

Se manter a janela aberta é uma arma válida para combater a covid-19, ligar o ar condicionado – o que não é muito comum nas escolas -, pelo contrário, não é um método eficaz. De acordo com o estudo, o ar condicionado remove cerca de 50% dessas partículas, enquanto o restante permanece no ar ou se deposita nas superfícies e pode, posteriormente, reentrar na circulação. “Se optar pelo ar condicionado – acrescenta Contini – o ideal seria optar por sistemas que não sejam baseados na re-circulação, ou seja, que não aproveitem apenas o ar interno, mas também de fora”. Nos carros e meios de transporte, essa opção geralmente está presente, ao contrário do que acontece habitualmente em aparelhos de ar condicionado em casas ou escritórios.

Diário de Notícias
DN
27 Outubro 2020 — 11:14

 

 

474: Será esta? Vacina de Oxford produz “resposta imune robusta”

 

SAÚDE/VACINAS/COVID-19

O tempo vai passando e a pandemia por COVID-19 está a atingir cada vez mais pessoas. Pela Europa vários países têm “quebrado” recordes no que diz respeito a novos infectados e tal cenário não é positivo para os serviços de saúde.

No entanto, parece existir uma “luz ao fundo do túnel”. A Vacina de Oxford conseguiu produzir uma resposta imune robusta em pessoas com mais de 55 anos.

Das dezenas de vacinas em produção, algumas estão já em fases adiantadas, com testes em humanos. A vacina que a Rússia produziu, está a ter bastante sucesso, segundo a revista científica britânica “The Lancet” mas ainda não chegou ao “mercado”.

Vacina produz Anticorpos que conseguem bloquear partículas e linfócitos T

Já no caso de uma das primeiras promessas, a vacina de Oxford, os testes pararam em Setembro porque um paciente que participava no estudo de imunidade adoeceu sem qualquer razão aparente.

Entretanto, os trabalhos foram retomados e parecem existir finalmente boas notícias! No seguimento dos testes realizados em Julho, confirma-se que a vacina de Oxford produz “resposta imune robusta”. Segundo o Financial Times, a vacina que está a ser desenvolvida pela Universidade de Oxford consegue produzir anticorpos neutralizantes. Ou seja, estes anticorpos conseguem bloquear partículas estranhas e linfócitos T, um tipo de glóbulo branco que destrói as células infectadas.

Na semana passada um médico brasileiro de 28 anos, que fazia parte da equipa de voluntários e tomava o placebo acabou por falecer.

Relativamente à vacina ainda não existe mais informação concreta. Sabe-se, no entanto, que Portugal espera 6,9 milhões de vacinas. Caso funcione, a primeira remessa pode chegar já em Dezembro.

No mundo são vários os laboratórios que estão a trabalhar intensamente numa vacina para a COVID-19. Os resultados ainda não são os esperados, mas tem havido algumas evoluções. Na área da aviação poderá estar também a caminho um enorme desafio! Segundo informações, serão necessários 8000 aviões jumbo para fazer distribuição da vacina pelo mundo.

Pplware
Autor: Pedro Pinto
26 Out 2020

 

 

472: Elixir oral (e outros produtos domésticos) poderá ajudar a neutralizar o SARS-CoV–2

 

SAÚDE/COVID-19

Marco Verch Professional Photographer / Pixabay

Alguns produtos domésticos, como é o caso do elixir oral e produtos para a descongestionar as vias nasais, mostraram-se eficazes em neutralizar um tipo coronavírus num estudo científico levado a cabo com células humanas.

A investigação, cujos resultados foram publicados recentemente na revista científica especializada Journal of Medical Virology, testou a forma de coronavírus baptizado de HCoV-229e e não o SARS-CoV–2, responsável pela doença de covid-19.

Por isso, importa frisar, o estudo não conclui que estes produtos neutralizam o SARS-CoV–2, destacando antes um caminho potencial para reduzir as taxas de transmissão do novo coronavírus que já provocou mais de 1,1 milhões de mortos em todo o mundo.

A nova investigação foi levada a cabo com células humanas cultivadas em laboratório, não envolvendo a participação de quaisquer voluntários a testar os referidos produtos.

Os vírus em causa – o HCoV-229e e o SARS-CoV–2 – são geneticamente semelhantes, mas, para já, não é possível afirmar que produtos caseiros, como o elixir bocal, oferecem algum tipo de protecção contra a covid-19 – não foi isso que o estudo demonstrou.

Ainda assim, e tendo em conta as semelhanças genéticas entre os dois, os cientistas têm pedido mais investigações para perceber como é que estes produtos poderão reagir e eventualmente inactivar o SARS-CoV–2, devido à presença de produtos químicos conhecidos por perturbar membranas virais, conta o portal Live Science.

O procedimento experimental

Para responder ao problema, uma equipa de cientistas da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, expôs células de fígado humano em cultura em soluções com HCoV-229 e um anti-séptico bucal, um produto para para a descongestionar as vias nasais ou champô para bebés diluído em 1%.

Os testes mostraram que todos os produtos analisados foram eficazes a inactivar o vírus, embora a extensão dos seus efeitos variasse entre os produtos e dependesse de quanto tempo os produtos permaneceram em contacto com o vírus.

“Com tempos de contacto entre 1 e 2 minutos, a solução de champô para bebés a 1% foi capaz de inactivar mais de 99% e mais de 99,9%, respectivamente”, escreveram os pesquisadores no novo artigo.

No que toca aos produtos orais analisados, muitos dos produtos foram capazes de inactivar 99,99% do vírus após 30 segundos de contacto e, quando os tempos de incubação aumentaram (entre 1 a 2 minutos), os cientistas não conseguiram detectar nenhum vírus infeccioso remanescente nas células.

O resultados agora publicados apoiam outras investigações publicadas em Julho passado na Alemanha, que também sugeriram que a exposição a este tipo de produtos orais poderia reduzir significativamente a carga viral do coronavírus.

Nos estudos alemães foram utilizadas amostras do SARS-CoV-2.

Ainda não é possível generalizar

Apesar dos resultados encontrados, nenhum dos estudos pode garantir para já que os mesmos resultados em laboratório poderão ser replicados em testes com participantes humanos. Além disso, não se sabe ainda como é que estes produtos poderiam funcionar em cenários fora dos procedimentos experimentais, isto é, no mundo real.

Ainda assim, os cientistas insistem na necessidade de se levarem a cabo mais estudos para se melhor compreender a actuação destes produtos no novo coronavírus.

Os especialistas frisam que é importante perceber se estes produtos orais podem ser mais um aliado – juntamente com as máscaras, os distanciamento físico e a lavagem frequente das mãos – para combater o novo coronavírus.

“São necessários testes clínicos para determinar se estes produtos podem reduzir a quantidade de vírus covid-positivos ou aqueles com ocupações de alto risco podem espalhar-se enquanto falam, tossem ou espirram”, disse o microbiologista Craig Meyers, o autor principal do estudo, citado pelo mesmo portal de Ciência.

E remata: “Mesmo que o use destas soluções pudesse reduzir apenas a transmissão [do novo coronavírus] em 50%, teria um enorme impacto“.

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ZAP //

Por ZAP
24 Outubro, 2020

 

 

470: Há 28 surtos de covid-19 em hospitais e 49 em escolas

 

 

SAÚDE/COVID-19/SURTOS

Actualização foi feita pela directora-geral da Saúde, em conferência de imprensa. Graça Freitas afirmou ainda que nem todos os surtos em hospitais são de grandes dimensões.

Directora-geral da Saúde, Graça Freitas, durante a conferência de imprensa desta quarta-feira.
© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Portugal tem 28 surtos de covid-19 em hospitais, que juntos somam 326 casos de infecção pelo novo coronavírus, informou a directora-geral da Saúde, nesta quarta-feira, em conferência de imprensa. Graça Freitas avançou ainda que, nas escolas, existem 49 cadeias de transmissão activas, neste momento.

Em relação às unidades hospitalares, a responsável pela Direcção-Geral da Saúde (DGS) salientou, no entanto, que “não quer dizer que todos sejam surtos de grandes dimensões”.

Graça Freitas admitiu também que a DGS tem registos de doentes internados devido a outras patologias e que contraíram em ambiente hospitalar o novo coronavírus, mas que, naquele momento, não seria possível precisar o número exacto de doentes nestas circunstâncias. Apesar disto, a directora-geral da Saúde deu conhecimento de duas vítimas mortais em Alenquer que contraíram o vírus depois de terem estado hospitalizadas.

“É muito importante fazer um balanço dos doentes que estando internados por outras causas tiveram uma infecção hospitalar por covid-19, mas é preciso distinguir entre a informação que se pode saber ao dia e a informação que há de ser colhida e tratada no seu devido tempo para avaliar etapas. É preciso compreender que há limitações humanas, porque as máquinas tratam de fazer as contas, mas quem insere os dados são as pessoas que estão a tratar dos doentes e a fazer os inquéritos epidemiológicos”, justificou Graça Freitas.

Já sobre o regresso às aulas presenciais, a directora-geral da Saúde disse que, desde Setembro, foram confirmados 449 casos de covid-19 em escolas, creches e universidades, não entrando para esta contabilidade infecções em alunos de Erasmus “que têm sido bastantes e identificadas em várias zonas do país”.

Apesar dos 49 surtos activos, mais 26 do que no dia 7 de Outubro. Graça Freitas faz um balanço muito positivo da reabertura das escolas. “Atendendo a que a comunidade mobiliza 1,2 milhões de pessoas diariamente – fora as que indirectamente estão ligadas -, parece-nos que estas semanas que decorreram têm um saldo bastante positivo. E a sondagem que foi feita à população demonstra-o”, afirmou.

Mas este “é um trabalho nunca acabado”, continuou Graça Freitas, referindo que a prioridade é responder às dúvidas dos profissionais, alinhar os referenciais com os normativos da DGS e monitorizar a situação.

Já nos lares, o secretário de Estado revelou que há 1425 utentes infectados e 593 profissionais que testaram positivo para a covid. De acordo com Diogo Serra Lopes, existem registos de infecções em 129 instituições residenciais para idosos, “um número muito abaixo do registado em Abril, altura em que se chegou aos 365 lares com casos positivos”.

“Vivemos um momento de grande preocupação”

Em Portugal, nas últimas 24 horas, morreram mais 16 pessoas vítimas da pandemia de covid-19 e foram confirmados mais 2535 casos. Esta quarta-feira tornou-se assim o segundo dia com mais infectados no país desde o início da pandemia, só ultrapassado pela sexta-feira passada (16 de Outubro), quando se registaram 2608 novos casos.

O que levou o secretário de Estado da Saúde a dizer que “o momento que vivemos mantém-se como um momento de grande preocupação. O aumento de casos verificado coloca e continuará a colocar uma pressão sobre o sistema de saúde e, em particular nesta fase, sobre na saúde pública”.

Diogo Serra Lopes garantiu, mais uma vez em nome do governo, que o Serviço Nacional de Saúde está preparado para “continuar a responder a este desafio”, sem deixar de precisar da “colaboração de todos”.

Segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) desta quarta-feira, no total, desde que a pandemia começou, registaram-se 106 271 infectados, 63 238 recuperados (mais ​1340) e 229 vítimas mortais no país.

Diário de Notícias

 

 

469: Portugal regista mais 2.535 casos e 16 mortes por covid em 24 horas

 

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

 

O boletim epidemiológico da DGS de hoje revela ainda que estão hospitalizadas 1272 ​​pessoas (mais 35 do que ontem), 187 destas nos cuidados intensivos (mais 11). Mais 1340 pessoas recuperaram da doença.

Em Portugal, nas últimas 24 horas, morreram mais 16 pessoas vítimas da pandemia de covid-19 e foram confirmados mais 2535 casos.

Segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) desta quarta-feira (21 de Outubro), no total, desde que a pandemia começou, registaram-se 106 271 infectados, 63 238 recuperados (mais ​1340) e 229 vítimas mortais no país.

As autoridades de saúde têm 55.882 pessoas em vigilância, menos 244 do que na terça-feira.

A DGS revela ainda que estão activos 40.804 casos, mais 1.179 que na terça-feira.

© DGS

Europa com novo recorde semanal

A Europa registou na semana passada um novo recorde de infeções pelo novo coronavírus – 927 mil -, segundo dados divulgados esta quarta-feira pela secção europeia da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A Europa registou nesse período uma subida de 25% dos casos confirmados e foi responsável por 38% dos novos casos em todo o mundo. A Rússia, a República Checa e Itália registaram mais de metade dos novos casos na Europa.

O aumento mais significativo registou-se na Eslovénia, onde os novos casos aumentaram 150% em relação à semana anterior, elevando-se a 4 890 infecções.

A OMS destacou também que o número de mortes associadas à covid-19 na Europa “continua a subir”, tendo subido cerca de 30% em relação à semana anterior.

41,1 milhões de casos em todo o mundo

O novo coronavírus já infectou mais de 41,1 milhões de pessoas no mundo inteiro até esta quarta-feira e provocou 1 130 693 mortes, segundo dados oficiais, actualizados às 10:50. Há agora 30,6 milhões de recuperados.

No total, os Estados Unidos da América são o país com a maior concentração de casos (8 521 465) e de mortes (226 204). Em relação ao número de infectados acumulados no mundo, seguem-se a Índia (7 651 107), o Brasil (5 274 817) e a Rússia (1 447 335). Portugal surge em 45.º lugar nesta tabela.

Quanto aos óbitos, depois dos Estados Unidos, o Brasil é a nação com mais mortes declaradas (15 888), seguidos da Índia (115 236) e do México (86 893).

Diário de Notícias
DN
21 Outubro 2020 — 14:03

 

 

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