113: Duas praias da Costa da Caparica podem ter águas contaminadas

 
foto Paulo Spranger/Global Imagens

foto Paulo Spranger/Global Imagens

Suspeita-se que as águas de duas praias da Costa da Caparica possam estar contaminadas. Os banhistas estão a ser aconselhados a não entrar no mar, depois de terem sido detectados dois casos de alergia.

As águas de das praias da Costa da Caparica, CDS e São João, ambas em Almada, Lisboa, podem estar contaminadas. Dois banhistas foram vítimas de alergias, ao longo do corpo.

“Durante o dia de hoje, surgiram dois novos casos de alergias nas praias de São João e do CDS”, contou à agência de notícias Lusa o comandante da Capitania de Lisboa, Cruz Gomes. Um dos jovens afectado tinha “80% do corpo com sintomas de alergia” o que o obrigou a ir ao hospital, acrescentou.

Assim que foram conhecidos os dois casos, foram içadas as bandeiras amarelas e os nadadores-salvadores foram informados de que deveriam avisar as pessoas que pretendessem entrar na água.

Os resultados da água das praias da Costa ainda não são conhecidas, mas as pessoas “estão a ser aconselhadas a não tomar banho”.

Em relação aos casos registados na semana passada nas praias da linha de Cascais, os resultados mostraram que havia “uma concentração de micro-algas que aumentou mas, estavam mortas”, explicou o Comandante, recordando que o problema da água atingiu 50 pessoas em Carcavelos, cinco da praia da Torre e duas ou três de São Amaro de Oeiras.

De acordo com especialistas, o aparecimento das micro-algas poderá estar relacionado com o aumento da temperatura.

In Jornal de Notícias online
14/07/2013 | 18:13

78: Descoberta mutação genética que trava Alzheimer

 

Cientistas islandeses descobriram uma mutação genética que serve de escudo à doença de Alzheimer e à degradação cognitiva causadas pelo envelhecimento, noticiou a revista científica britânica “Nature”.

foto Henriques da Cunha /arquivo jn

Pela primeira vez, foi detectada em idades mais avançadas uma mutação genética relacionada com a Alzheimer, doença degenerativa que afecta sobretudo os idosos.

Uma equipa do centro deCODE Genetics, de Reiquejavique, Islândia, estudou o genoma completo de 1795 islandeses e descobriu uma mutação do gene APP que reduziria até 40% a formação da proteína amilóide em idosos saudáveis.

A proteína é uma substância insolúvel que se acumula no cérebro dos doentes, formando placas, e é responsável pelo aparecimento da Alzheimer.

O estudo revelou que a função cognitiva dos idosos entre os 80 e os 100 anos, que tinham a mutação no gene APP, funcionava muito melhor do que a dos que não a possuíam.

“Pelo que sabemos, até agora, [a mutação] representa o primeiro exemplo de uma alteração genética que confere proteção forte contra a doença de Alzheimer”, sustenta o coordenador da equipa de investigação, Kari Stefansson.

Segundo os especialistas, a mutação genética permite travar a deterioração cognitiva nos idosos sem Alzheimer.

O investigador islandês Kari Stefansson defende que a Alzheimer pode representar o caso mais extremo da degradação da função cognitiva relacionada com a idade.

Até à data, os cientistas tinham descoberto 30 mutações do gene APP, 25 das quais tidas como causadoras da doença de Alzheimer em idades menos avançadas.

Em Portugal, estima-se que existam cerca de 153 mil pessoas com demência, das quais 90 mil com doença de Alzheimer, de acordo com a associação Alzheimer Portugal.

In Jornal de Notícias online
11/07/2012

39: Doentes de Alzheimer seguidos em tempo real através de satélite

 

A Junta de Freguesia de Matosinhos vai acompanhar, em tempo real, através de GPS e GSM, os movimentos dos doentes de Alzheimer da região, para combater o número de idosos que são encontrados perdidos nas ruas.

Segundo um comunicado enviado esta sexta-feira à Agência Lusa, o projecto de apoio social tem como objectivo acompanhar e localizar os doentes com esta patologia que, por vezes, são encontrados nas ruas da cidade e não conseguem regressar, sozinhos, a casa.

“Este projecto surge porque muitos idosos com esta patologia são encontrados nas ruas de Matosinhos, não conseguindo identificar a sua habitação e, por vezes, sem qualquer tipo de documento que os identifique, dificultando o seu retorno à família”, pode ler-se no documento.

O projecto, que pretende também ser uma “sugestão inovadora para todo o país”, é apresentado no dia 30 de Março, pelas 11horas, em Matosinhos.

In Jornal de Notícias online
09/03/2012
Publicado às 17.06

[Nota] – Pena que esta acção seja, por enquanto, remetida apenas a Matosinhos. Dada a gravidade da situação, o Estado tinha por obrigação e dever estender este tipo de “vigilância” a todo o País! Porque os doentes de Alzheimer não residem apenas em Matosinhos mas encontram-se espalhados, infelizmente, por todo o Portugal!

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