517: COVinBOX-BPA: Dispositivo impede a contaminação de profissionais

 

 

SAÚDE/COVID-19/PROTECÇÃO

O mundo deposita esperança nas vacinas que estão para vir. No entanto, até lá, há ainda um longo caminho a percorrer, tempo esse que pode ser usado para criar soluções que nos protejam.

Na Covilhã foi recentemente criado um dispositivo que impede a contaminação de profissionais. Vamos conhecer o projecto COVinBOX-BPA.

COVinBOX-BPA – A Barreira Protectora de Aerossóis

Uma parceria Empresarial, Hospitalar e Universitária permitiu criar uma barreira protectora de aerossóis que impede a contaminação de profissionais de saúde quando tratam doentes com COVID-19 e outras doenças infecciosas do foro respiratório.

O COVinBOX-BPA (Barreira Protectora de Aerossóis) foi desenvolvido por médicos anestesiologistas do Centro Hospitalar Universitário Cova da Beira (CHUCB) e por um professor da unidade de I&D Aeronautics and Astronautics Research Center (AEROG) sediada na Universidade da Beira Interior. O dispositivo será produzido e comercializado pela Joalpe International.

O primeiro dispositivo-barreira “foi criado com plástico em forma de tenda, montada sobre o separador entre a área de anestesia e área cirúrgica e depois a tenda de plástico foi montada sobre a estrutura de um andarilho, e a partir daqui nasceu a estrutura da COVinBOX.

O equipamento encontra-se em fase de certificação pelo Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, aguardando igualmente a obtenção da certificação CE.

Primeiro pensada apenas para proteger a equipa da sala operatória, à medida que os protótipos foram evoluindo e tendo em conta a protecção de profissionais de saúde de outras áreas, “chegou-se ao protótipo final, com aplicação em blocos operatórios, unidades de cuidados intensivos, enfermarias, serviços de urgência, salas de emergência, consultórios médicos de qualquer especialidade, consultórios de medicina dentária e de outros profissionais de saúde oral, lares de idosos, unidades de cuidados continuados e transporte de doentes em ambulância e dentro do hospital”, acrescenta o investigador.

O protótipo foi apresentado este sábado, numa sessão restrita de demonstração no CHUCB

Pplware
Imagem: DN e Jornal do Fundão
Autor: Pedro Pinto
28 Nov 2020

Há uma pulseira que diz “estou aqui” e que ajuda idosos a regressar a casa

 

 

SAÚDE/AJUDA/IDENTIFICAÇÃO

Este ano, diferentes esquadras do país atenderam a 12 idosos perdidos na via pública. Uma simples pulseira tornou possível levá-los de volta a casa ou para junto dos familiares, através do programa Estou Aqui Adultos, que resulta de uma parceria entre a PSP e a Santa Casa da Misericórdia.

Maria Fernanda, 87 anos, é uma das idosas que aderiu ao programa
© Annette Monheim / Global Imagens

Na mão direita ou na esquerda? Mais ou menos apertado? À porta de um número ímpar da Rua Diário de Notícias, em Lisboa, o agente da PSP Lopes da Silva coloca com delicadeza uma pulseira no pulso fino e de pele engelhada de Maria Fernanda, 87 anos e residente no Bairro Alto há 60. “Está óptimo”, ela garante. E o agente continua. “Olhe, sabe para que é que isto é, não sabe?”. “Já tenho ouvido falar.” Mais vale repetir. “Isto tem aqui um numerozinho, no qual vão ficar [associados] os seus contactos [de familiares], no caso de se perder, de ter algum problema na via pública, e não trazer nada consigo.” Então, Maria Fernanda atira a sua conclusão: “Quer dizer, a partir de agora, sou uma mulher protegida. Boa!”. Saltita levemente os pés sobre a soleira da porta do prédio e bate palmas.

A idade não perdoa, já alertam os ditos populares. Com o passar dos anos, a ficha de patologias e a limitação da autonomia tendem a aumentar. Não são contas simpáticas para quem se habituou a fazer a sua vida pela cidade e, um dia, se vê na iminência de não conseguir sair de casa sozinho sem se perder pelo caminho. Uma pulseira e um número podem mudar a segurança dos idosos? É a isso que se propõe o programa nacional Estou Aqui Adultos, uma parceria entre a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Santa Casa da Misericórdia.

A iniciativa propõe-se a distribuir uma pulseira, à qual é atribuído um número de identificação, a uma população mais vulnerável como os idosos, que ajudará os transeuntes ou agentes da polícia a ajudá-los e a identificá-los caso estas pessoas se percam na via pública. Depois do sucesso do programa Estou Aqui Crianças, criado em 2012, em 2015 a PSP lançou um projecto-piloto para a versão de uma faixa etária mais elevada. “Estamos a falar de todos os idosos, mas é mais direccionado para pessoas que, em função de uma patologia ou da idade já avançada, possam momentaneamente ficar desequilibradas e perderem a noção do tempo e do espaço na via pública, sem qualquer contacto ou identificação. Com a pulseira [uma tira de pano com uma pequena esfera metálica onde está inscrito o número de identificação] poderão facilmente ser identificados e contactados os seus familiares”, explica o porta-voz da PSP de Lisboa. Em maio de 2016, passa de experiência a programa nacional.

Artur Serafim explica que se um cidadão ou agente dá conta de que uma pessoa está perdida pode ligar para o número de emergência nacional, o 112, indicar que a mesma dispõe de uma pulseira ao abrigo deste programa e ditar o número nele inscrito, para que a Direcção Nacional da PSP possa aceder à ficha deste utilizador e contactar as pessoas próximas. Assim sendo, a pulseira não dispõe de nenhum sistema de localização GPS integrado. Funciona apenas como “uma ferramenta” de trabalho, um meio para cortar caminho.

Cerca de mil pulseiras activas

Idosos perdidos nas ruas da cidade “não acontece de forma tão diária e ainda bem, mas vai acontecendo”, alerta o porta-voz da PSP de Lisboa. A título de exemplo, lembra que, este ano, registaram 12 casos a nível nacional em que foi necessário “fazer a ligação entre as pessoas e os familiares das pessoas”. Reduzindo a escala geográfica para a Área Metropolitana de Lisboa, são quatro casos desde Janeiro. Números que, na sua perspectiva, justificam o alargamento do programa a cada vez mais pessoas. “O que nós queremos é que haja mais adesão e podemos, assim, salvaguardar a vida de muitas pessoas.”

Artur Serafim é o porta voz da PSP de Lisboa
© Annette Monheim / Global Imagens

A nível nacional, a distribuição de pulseira no âmbito do Estou Aqui Adultos já atingiu os milhares desde 2016. Ao todo, foram entregues 1388 pulseiras, sendo que apenas 961 destas estão activas no sistema. E Lisboa representa uma grande fatia deste total: há actualmente 441 activas. De acordo com a PSP, as esquadras de Campo Grande e Odivelas são aquelas que agregam o maior número de entregas até ao momento.

O processo de distribuição, esclarece o representante Artur Serafim, “é muito simples”. Pode ser solicitado pelo próprio portador, se estiver consciente da sua condição e sentir que quer estar mais seguro de cada vez que sai do seu domicílio. Ou mesmo por um cuidador, familiar ou amigo, bem como por uma instituição da qual o idoso esteja à guarda. Para a solicitação, basta preencher um formulário na Internet ou dirigir-se a uma esquadra, para que os agentes da PSP possam ajudar no processo. Depois de gerado um número de identificação, a pulseira é accionada e será entregue ao idoso.

Com a pandemia de covid-19, os desafios alteraram-se. “Notamos que há uma maior adesão e saudamos esse comportamento, porque é o ideal para nós”, diz o porta-voz. Em resposta ao interesse acrescido por parte de familiares e idosos em aderir ao programa, a PSP disponibiliza agora de um maior leque de esquadras em que as pulseiras possam ser distribuídas. Até ao momento, este serviço não está disponível em todas as esquadras, “porque não temos essa capacidade em termos de número de pulseiras”, explica Artur Serafim. Contudo, o objectivo a médio prazo “é que uma grande fatia das esquadras da Área Metropolitana de Lisboa tenha as pulseiras”.

Diário de Notícias
DN
28 Novembro 2020 — 09:44

Possuo esta pulseira desde que ela saiu em 2016. A minha filha mais velha também a possui porque é diabética e entra em estado de coma hipoglicémico e se perder os sentidos na rua, esta pulseira vai ajudar muito porque possui um número de identificação que, ligando o 112, sabem contactar os familiares que se encontram registados na sua ficha. Aconselho vivamente esta pulseira, não só e apenas aos idosos, mas a crianças e toda a gente porque se acontecer algum acidente, facilmente serão contactados os familiares. É gratuito e basta seguir os passos acima da notícia para obtê-la.

 

 

515: Há duas razões que podem explicar como algumas pessoas transmitem covid-19 mais facilmente

 

 

SAÚDE/COVID-19/CONTAMINAÇÃO

Os “super-espalhadores” são um dos grandes problemas da expansão da pandemia de covid-19. Vários estudos mostraram que a maioria das pessoas com o vírus não transmite a infecção a muitas pessoas, mas em casos extremos, um único infectado pode espalhar o vírus por dezenas de pessoas.

Num novo estudo, investigadores da University of Central Florida identificaram algumas características que parecem tornar as pessoas mais propensas a ser um “super-espalhador” de infecções virais, como é o caso da covid-19.

Conforme é relatado no estudo publicado em Novembro na revista Physics of Fluids, a equipa usou um processo de modelagem 3D e simulações de computador para mostrar que os espirros de pessoas que têm o nariz obstruído e uma dentição completa viajam cerca de 60% para mais longe do que aqueles que não têm.

(a) passagem nasal aberta com dentes, (b) passagem nasal aberta sem dentes, (c) passagem nasal bloqueada sem dentes e (d) passagem nasal bloqueada com dentes

Os especialistas explicam que esta hipótese sugere que algumas pessoas parecem transmitir infecções respiratórias mais rapidamente do que outras.

“O corpo humano tem influenciadores, como um sistema associado ao fluxo nasal que interrompe o jacto da boca e impede que este se espalhe por longas distâncias”, explica em comunicado, Michael Kinzel, co-autor do estudo.

Segundo o cientista, também “os dentes criam um efeito de estreitamento no jacto o que o torna mais forte e turbulento. Os dentes parecem conduzir a transmissão, por isso se estivermos perante alguém sem dentes, podemos esperar um jacto mais fraco do espirro deles”.

De acordo com o novo estudo, estes dois factores parece ser cruciais no momento de espalhar o vírus em reuniões onde estão presentes várias pessoas.

Contudo, avança o ISL Science, outras pesquisas – algumas realizadas antes do surgimento da covid-19 – reflectiram sobre o que torna certas pessoas mais infecciosas do que outras.

No início de 2019, um estudo publicado na Scientific Reports sugeriu que falar alto pode ser um factor. As experiências da pesquisa mostraram que quanto mais alto uma pessoa fala, mais saliva, muco e aerossóis são expelidos da boca. No entanto, os estudos também descobriram que algumas pessoas produzem mais aerossóis do que outras, mesmo quando falam no mesmo volume.

Uma outra pesquisa indica que algumas pessoas infectadas podem ter uma carga viral mais alta nos seus corpos e por isso libertam mais o vírus. Isto significa que a saliva e os aerossóis provavelmente contêm uma concentração maior de partículas virais, tornando essa pessoa mais infecciosa.

O ambiente circundante também é um factor importante na criação de um momento que o vírus é espalhado por várias pessoas. O estudo indica que uma sala abafada e mal ventilada é um local mais perigoso do que um lugar ao ar livre onde todos mantêm uma distância de pelo menos 2 metros e usam máscara facial.

Ambientes com luz ultravioleta mais forte, temperaturas mais elevadas e níveis mais altos de humidade também são conhecidos por reduzir a taxa de sobrevivência do vírus covid-19 no ar e nas superfícies, reduzindo o risco de disseminação da infecção.

ZAP //

Por ZAP
28 Novembro, 2020

 

 

514: “Contágio entre gerações.” Infecções de covid-19 em idosos quase triplicaram entre a primeira e a segunda vaga

 

 

SAÚDE/COVID-19/IDOSOS

Sebastião Moreira / Lusa

Tal como todos os outros grupos etários, também os idosos com mais de 80 anos foram atingidos com maior intensidade nesta segunda vaga, em comparação com Abril.

De acordo com o semanário Expresso, enquanto que na primeira onda se atingiu um máximo de 279 novas infecções por 100 mil pessoas com mais de 80 anos, agora rondam os 800 novos casos em duas semanas, quase três vezes mais, mostram os dados da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Ainda assim, esta população está agora mais protegida do que na primeira vaga, altura em que este grupo etário foi aquele que registou maior número de casos diagnosticados por 100 mil pessoas. Esta tendência pode ser explicada pelo facto de os idosos terem maior risco de desenvolver doença e, por isso, terem sido testados e diagnosticados em maior número.

Em relação à taxa de letalidade, os idosos com mais de 80 anos registam a taxa mais elevada (13,4%), bastante acima da média nacional (1,5%).

Óscar Felgueiras, matemático e professor na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, disse ao matutino que “a incidência entre as pessoas com mais de 80 anos subiu muito na região Norte”. “É das que têm aumentado mais. E também resulta de um contágio entre gerações.”

“Se a diminuição de casos não chegar aos idosos, o problema não fica resolvido porque a procura dos serviços de saúde não vai baixar”, avisou o especialista.

Já os idosos que têm entre 60 e 79 anos conseguiram proteger-se melhor do vírus. A par das crianças com menos de nove anos, foram o grupo que registou o menor número de casos por 100 mil habitantes nesta segunda onda. Os especialistas consideram que isso se deve à maior capacidade que esta população tem para se defender e proteger.

Pelo contrário, o grupo mais exposto durante a segunda vaga foi o dos jovens dos 20 aos 29 anos. A taxa de letalidade é de 0,009% e chegaram a ter 1.137 novos casos por 100 mil habitantes em Novembro, mais de dez vezes acima dos casos identificados nestes jovens em Abril.

ZAP //

Por ZAP
28 Novembro, 2020

 

 

513: Termómetro digital sem contacto Berrcom JXB-178

 

 

SAÚDE/TERMÓMETROS DIGITAIS

Ao contrário de muitos bloggers que utilizam publicidade (PUB) nas suas páginas, não tenho o mesmo rumo em qualquer dos blogues que administro. A menção à empresa PowerPlanetOnLine (Espanha), por isso mesmo, não constitui nenhuma forma de contrapartida, seja ela de que tipo for, mas apenas de reconhecimento por uma empresa da qual sou cliente há largos anos e que tem demonstrado uma completa fiabilidade quer nos envios, quer na resolução de problemas – quando eles existem e têm sido quase nenhuns -, quer nos artigos que disponibiliza em catálogo. Smartphones, smartwatches, smartbands, baterias, pulseiras, etc., têm sido impecáveis. Este artigo foi pedido à hora de almoço de hoje, sexta-feira e já recebi um e-mail a informar que o mesmo se encontra em Lisboa e será entregue na próxima segunda-feira.

 

Termómetro digital sem contacto Berrcom JXB-178, medição rápida e de fácil leitura

Medição rápida de temperatura – Para pessoas e objectos – Ecrã LCD com três cores – Bateria de longa duração – Medição de pessoas, ambientes e salas

Termómetro digital sem contacto de alta qualidade, rápido e fácil de ler no seu ecrã LCD. Nestes tempos, um bom termómetro é mais do que necessário. Se procura um termómetro de precisão e qualidade para a sua casa, não só para a prevenção dos seus, mas procura um termómetro adequado para a sua casa, está à procura do novo termómetro infravermelho com o melhor preço do mercado.

Um dos mais versáteis e potentes, o que lhe permitirá ter sempre saber que temperatura faz.

Medição de temperatura ultra-rápida e pode ajudar a cuidar dos seus

Possui um sistema de medição avançado, capaz de medir a temperatura num 1 segundo de maneira clara e graças à sua calibração precisa pode estar seguro da temperatura corporal em cada momento.

Com o seu ecrã LCD que indica a temperatura graças à cor que acende: verde se o paciente estiver perfeitamente bem; amarelo quando estiver acima na temperatura ideal; e vermelho quando é necessário o tratamento para esta pessoa.

Rápido e fácil de usar, um termómetro sem contacto seguro e preciso

Vai saber claramente a que temperatura o objecto, pessoa ou sala está. Por isso, este termómetro é capaz de medir a temperatura do corpo para saber se está com febre, simplesmente apontando-o para a testa.

É seguro e preciso. Está feito com um sensor infravermelho de alta precisão, que pode verificar rapidamente a temperatura do corpo. Por ser inteligente, também pode ser usado para objectos e para saber a que temperatura estão.

Guarda até 32 medições para seguir a nossa evolução

Também foi feito para acompanhar os doentes, com a capacidade de guardar até 32 temperaturas. E pode colocá-lo em ºC e ºF. Precisa renovar o termómetro de casa? O Berrcom é uma das melhores opções do mercado.

Comprar o termómetro digital Berrcom na PowerPlanetOnline ao melhor preço

Se comprarmos o termómetro infravermelho Berrcom na Powerplanet garantimos o melhor preço do mercado. Mas também, uma garantia de 2 anos, com o serviço ao cliente mais próximo e com serviço de reparação próprio.

Além disso, para que possa ter o termómetro o mais rápido possível em casa e possa medir com segurança a sua e dos seus, envio da Espanha em 24 horas.

Especificações técnicas Termómetro digital sem contacto Berrcom JXB-178:

  • Marca: Berrcom
  • Modelo: JXB-178
  • Ecrã LCD de três cores com luz de fundo
  • Intervalo de medição:
    • Corpo: 32º a 43,9ºC ((89,6 ° F a 109,4 ° F))
    • Quarto: 0 ° C ~ 60 ° C (32 ° F a 140 ° F)
    • Ambiente: 0 ° C ~ 40 ° C (32 ° F a 104 ° F)
    • Precisão: ±0.3 ºC (06.ºF)
  • Tempo de resposta: 1 segundo
  • Distância de medição: 3-5cm
  • Funções:
    • Medição rápida de temperatura
    • Guarda até 32 temperaturas para um acompanhamento superior
    • Medição de ºC e ºF
    • Ecrã de cores diferentes para melhor conhecimento
  • Temperatura de funcionamento: 10º – 50ºC
  • Funciona com duas pilhas AA (não incluídas)
  • Cor: Branca
  • Peso: 80 gr

Conteúdo da embalagem

  • 1 x Termómetro digital sem contacto Berrcom JXB-178
  • 1 x Manual do Usuário. Faça o download do manual em português clicando aqui

Este equipamento, cujo preço normal é de + de € 40,00, está neste momento (e não sei se é por ser BLACK FRIDAY), a € 17,23.

Encomendei uma unidade à hora de almoço e recebi e-mail informando que já se encontra em Lisboa, sendo entregue na segunda-feira (vem de Espanha). Quando receber e depois de testar, informarei mais sobre ele.

 

 

512: Cuba anuncia mais duas vacinas e já conta com quatro possíveis fármacos contra a covid-19

 

 

SAÚDE/VACINAS/COVID-19/CUBA

Tatyana Nekrasova / Canva

Cuba anunciou esta quinta-feira que vai começar os ensaios clínicos de dois projectos de vacinas contra a covid-19, que aumentam para quatro o número de possíveis fármacos deste tipo desenvolvidos na ilha para combater a pandemia.

A Mambisa (de administração intra-nasal) e Abdala (intra-muscular), criadas no Centro de Engenharia Genética e de Biotecnologia de Cuba, são as mais recentes candidatas para mitigar a propagação da pandemia e passarão por duas fases de testes para comprovar a eficácia, dá conta a Cubavisión, sem avançar quando será o início dos ensaios clínicos.

Cuba dispõe de quatro candidatos vacinais em fase de ensaios clínicos, uma parecia da indústria biotecnológica e farmacêutica” do país, escreveu no Twitter o Grupo Empresarial das Indústrias Biotecnológicas e Farmacêutica de Cuba (BioCubaFarma).

Os ensaios da Soberana 01, o primeiro projecto vacinal contra o novo coronavírus, começaram no final de Agosto. O processo está a avançar ainda sem incidentes registados e conta com a participação de mais de 700 voluntários.

Ao contrário de outras vacinas internacionais cujos ensaios clínicos estão mais avançados e que estão a ser produzidas a partir de vectores adenovirais ou vírus inactivos, este fármaco cubano é baseado numa proteína recombinante.

Já a Soberana 02 é uma vacina conjugada, na qual é combinado um antígeno do vírus e de um toxóide tetânico, que está a ser testada desde 19 de Outubro.

Cuba, que acumulou 8.075 contágios desde o início da pandemia e 133 mortes, tem uma das indústrias biotecnológicas e farmacêuticas de maior reconhecimento internacional e produz actualmente oito vacinas contra várias doenças, como, por exemplo, a meningite, o cancro do pulmão e de tumores sólidos, entre outros.

Vacina da AstraZeneca e Oxford

Nesta corrida, em que ninguém quer ficar para trás, a Universidade de Oxford e a AstraZeneca anunciaram, esta segunda-feira, os resultados preliminares da fase três do estudo clínico.

A AstraZeneca vai realizar um “estudo adicional” para validar os resultados da eficácia da sua vacina contra o novo coronavírus, depois de ter revelado que houve mudanças imprevistas na dosagem no primeiro ensaio.

Porém, o presidente da empresa, Pascal Soriot, disse, em entrevista à Bloomberg, não ser de esperar que estes novos testes atrasem a aprovação da vacina por parte das entidades reguladoras da saúde do Reino Unido e da União Europeia.

Um grupo de voluntários recebeu a dose completa da vacina, com um resultado de 62% de eficácia, enquanto outro tomou meia dose, seguida de uma completa um mês depois, um método que demonstrou ter 90% de eficácia.

Oxford admitiu esta quinta-feira que não estava inicialmente previsto inocular meia dosagem da vacina a qualquer voluntário, mas que isso foi fruto de um erro no processo de fabrico do produto.

Assim que foi detectada que a primeira vacina tinha começado a ser inoculada com uma concentração abaixo da planeada foi decidido alterar o protocolo do estudo, de acordo com o “órgão regulador” de saúde, informou a universidade numa nota.

“Agora que descobrimos o que parece ser a fórmula mais eficaz, precisamos de a validar através de um estudo adicional”, afirmou Soriot.

O responsável da AstraZeneca explicou também que, provavelmente, será feito um novo “estudo internacional”, embora tenha garantido que “pode ser mais rápido” que os anteriores, dado que os investigadores já sabem que a eficácia da vacina é “elevada” e precisam de “um número reduzido de pacientes”.

Soriot ressalvou que a autorização para iniciar a vacinação em alguns países continua prevista para antes do final do ano, embora nos Estados Unidos o processo seja mais demorado, já que os testes foram realizados fora daquele país.

Os criadores da vacina Sputnik V contra a covid-19 afirmaram, esta quinta-feira, que a AstraZeneca deveria tentar combinar a sua vacina experimental com a russa para aumentar a eficácia.

A Rússia anunciou que a sua vacina Sputnik V é 95% eficaz na protecção das pessoas contra a covid-19, de acordo com resultados de ensaios provisórios.

“Sugerimos que experimentem um regime de combinação da vacina AZ com a vacina #SputnikV contra o vector adenoviral humano para aumentar a eficácia”, disseram os criadores da vacina russa na sua conta do Twitter. “A combinação de vacinas pode revelar-se importante para as revacinações.”

ZAP // Lusa

Por ZAP
27 Novembro, 2020

 

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...