60: Substituto de sal com 0% de sódio à venda nas farmácias

 

Bonsalt é o primeiro substituto do sal com 0% de sódio, distribuído exclusivamente nas farmácias e parafarmácias. Desenvolvido para hipertensos e pessoas com restrições de sódio na sua alimentação, Bonsalt é adequado para crianças, jovens e adultos e posiciona-se como uma alternativa saudável que promove o bem-estar e a saúde, acaba de anunciar a farmacêutica Angelini.

A Angelini escolheu Maio, o Mês do Coração, para o lançamento do novo produto, o primeiro substituto do sal com 0% de sódio.

Bonsalt foi desenvolvido para quem tem restrições de sódio na alimentação, como é o caso de hipertensos e pessoas com problemas cardiovasculares, e pode ser adoptado por todas as pessoas que queiram um estilo de vida saudável e sem sal.

João Paulo Guimarães, director clínico da Angelini contextualiza a situação nacional, afirmando que «o consumo excessivo de sal tem efeitos gravíssimos e a grande maioria das pessoas até sabe disso mas, ou não se apercebe que consome sal em excesso, ou minimiza as consequências».

Segundo o INE, a principal causa de morte em Portugal são as doenças cardiovasculares e a hipertensão é um dos principais factores de risco para estas doenças.

Quase metade da população adulta sofre de hipertensão. Para agravar a situação, o consumo médio diário de sal é de 12g, quando a recomendação da OMS é de 5g por dia.

No que se refere à meta que a Angelini definiu para este sal com 0% de sódio, o responsável explica que «Bonsalt pretende ajudar a mudar os hábitos das pessoas, à semelhança do que aconteceu há uns anos com os adoçantes, que hoje fazem parte da rotina de muitas pessoas. Bonsalt é um produto que não provoca os efeitos nocivos do consumo excessivo de sal e tem esta característica de manter o sabor da comida, que é um aspecto importante para quem tem mesmo de abdicar de uma alimentação com sódio. Representa uma importante melhoria de vida para estas pessoas».

Bonsalt é um sal sem sódio, composto por potássio, que se apresenta como um benefício para quem se vê obrigado a ter uma alimentação insossa a recuperar o sabor dos alimentos e a voltar a ter prazer de comer, promovendo o bem-estar e a saúde.

Também como medida de prevenção, para quem pretenda evitar o aparecimento de doenças como a hipertensão e outras doenças de ordem cardiovascular, permite uma dieta com baixo consumo de sal.

Tem uma aparência semelhante ao sal de mesa e o sabor familiar do sal com sódio e utiliza-se do mesmo modo, na cozinha ou à mesa.

Encontra-se em embalagens de 85g, com um preço recomendado de 3,90 euros.

In Diário Digital online
14/05/2012 | 14h59

– 1.- Gostava era de saber a composição deste sal sem sódio… Pode fazer bem por um lado mas…
2.- Continuam a estar fora do alcance de muitas bolsas, o custo destes produtos, ou seja, se realmente este produto é eficaz naquilo que publicita, apenas os ricos têm acesso a ele… € 3,90 (780$00) por 85g de um substituto do sal?

56: Estudo revela que romã é viagra natural

 

Investigação revela que sumo do fruto faz aumentar níveis de testosterona

Romã provoca aumento da testosterona

Há já algum tempo que se sabe que a romã tem benefícios para a saúde, quer pelo facto de ajudar a reduzir a pressão arterial quer por poder ser utilizada na prevenção de alguns problemas cardiovasculares. No entanto, um novo estudo da Universidade Queen Margaret, na Escócia, vem agora revelar que este fruto é também um viagra natural.

Na investigação, agora publicada pelo jornal ‘Daily Mail, foi avaliado o comportamento de 58 homens e mulheres, com idades entre os 21 e os 54 anos, que, ao longo de duas semanas, beberam um copo de sumo de romã. Os resultados mostram que, após este período, se verifica um aumento de testosterona que pode variar entre 16 e 30 por cento.

Segundo a equipa de investigadores, se a testosterona aumenta também o desejo sexual aumenta.

Mas uma dose diária de sumo de romã não traz apenas benefícios a nível sexual. O mesmo estudo revela que os sentimentos negativos, como a tristeza ou o medo, sofrem uma diminuição.

A investigação confirma, assim, que o sumo deste fruto pode substituir o viagra, sem trazer consequências para a saúde.

In Correio da Manhã online
10/05/2012 | 13h26

52: Segunda-feira sem carne

 

Um dia por semana sem comer carne nem peixe para travar as alterações climáticas. A campanha Meatless Monday, que mobiliza mais de 20 países, arranca em Portugal

A mudança de hábitos alimentares pode ter um grande impacto na protecção ambiental, na saúde e na carteira. Uma campanha internacional, iniciada nos EUA e agora em marcha em 24 países, apela ao corte do consumo de carnes por um dia. Às segundas-feiras.

Paul McCartney e as filhas, Stella e Mary, são os rostos mais visíveis destas Meatless Mondays, às quais já aderiram Bryan Adams, Sheryl Crow, Gwyneth Paltrow e Kevin Spacey. «Estamos a dar grandes passos para a redução dos problemas ambientais associados à indústria pecuária. Além de darmos um impulso à saúde, com a vantagem adicional de que os vegetais custam menos do que a carne», explica McCartney na página britânica do movimento (www.meatfreemondays.com).

A produção de carne disparou nas últimas décadas e é insustentável manter padrões de consumo tão elevados. «A pecuária intensiva é responsável por 18% da emissão de gases com efeito de estufa, como o metano, que contribui para o aquecimento global 23 vezes mais do que o dióxido de carbono. Cerca de 70% do solo arável mundial destina-se a alimentar gado e 70% da desflorestação da selva amazónica deve-se à criação de pastagens e ao cultivo de soja como ração», lembra Paulo Borges, mentor da iniciativa em Portugal.

Comer menos carne é uma das medidas mais rápidas e eficazes para combater o aquecimento global, defendeu Rajendra Pachauri, Nobel da Paz e presidente do Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas: «Há uma grande emissão de gases com efeito de estufa no processo para se comer um bife, que começa com o alto consumo de pasto e cereais e a água necessária para criar uma vaca». Em declarações aos defensores de uma Segunda Sem Carne, no Brasil, Rajendra referiu ainda os gastos de energia com as câmaras frigoríficas que guardam este alimento e depois a despesa com o transporte e a própria confecção.

Estudos mostram que a produção de um quilo de carne de vaca liberta mais gases com efeito de estufa do que conduzir um carro e deixar todas as luzes de casa ligadas durante três dias. São necessários entre 13 a 15 quilos de cereais e leguminosas, e 15 mil litros de água potável, para produzir apenas um quilo de carne de vaca. A criação de animais para abate absorve demasiados recursos, que podiam ser usados no combate à fome, advertem as Nações Unidas.

Do slogan de guerra à cozinha de chef

O mote Meatless Monday é o velho slogan usado nos Estados Unidos durante a I Grande Guerra, que apelava à privação da carne à segunda-feira, a par de outros racionamentos, num esforço para suportar as tropas norte-americanas e apoiar a Europa, faminta e destruída.

Na época, cunharam-se moedas com este slogan, distribuíram-se folhetos e livros de receitas com menus alternativos. Em 2003, o lema renasceu em prol de uma vida mais saudável e em defesa do planeta. A cidade de Gent, na Bélgica, foi a primeira a aderir oficialmente ao ‘dia vegetariano’, seguindo-se São Francisco e outras localidades nos Estados Unidos.

A onda verde avança com chefs a reinventarem pratos irresistíveis sem carne. É o caso dos míticos Jamie Oliver e u_Mario Batali, que participam no Meat Free Monday Cookbook, acabado de chegar às livrarias britânicas e norte-americanas. O livro de Paul McCartney, escrito em colaboração com as filhas, propõe um menu vegetariano completo para todas as segundas-feiras do ano, com as receitas favoritas da família e contribuições de celebridades.

Em Portugal, Rui Reininho é uma das figuras públicas que apoiam a campanha (www.2sem carne.com): «Há algum tempo que evito as carnes vermelhas e brancas; não são uma boa energia para mim. E ao domingo e à segunda-feira procuro fazer uma espécie de desintoxicação. Nada que os católicos não façam há muito, com o jejum e a abstinência», comenta o músico.

Quando era criança, Reininho acompanhava a mãe e o padrinho no trabalho e diz que foi criado a visitar matadouros e feiras de gado. «Sei o que isso representa ainda nos meus pesadelos», conta.

A actriz Sandra Cóias há muito que aplica os preceitos do vegetarianismo: «Não compreendo como o ser humano é capaz de criar e abater os animais de forma brutal. Mal tive a noção de que era possível viver sem os incluir na minha alimentação, decidi de imediato fazê-lo».

O guitarrista Joel Xavier e o coreógrafo César Augusto Moniz são outros dos nomes que apoiam a iniciativa, dinamizada pelas associações vegetarianas portuguesas e pelo PAN, o Partido pelos Animais e pela Natureza.

Proteínas a mais, saúde a menos

A carne e o peixe não são obrigatórios no prato, «menos ainda a todas as refeições e nas quantidades exageradas a que estamos habituados», reconhece a nutricionista Inês Gil Forte. A própria dieta mediterrânica vai mais longe do que esta campanha ao recomendar carne branca ou peixe «apenas duas vezes por semana e carne vermelha menos de uma vez por mês. Quanto aos ovos, até quatro por semana». As refeições devem girar «em torno dos produtos hortícolas», defende a nutricionista, «da combinação de cereais e leguminosas, que têm uma excelente concentração de aminoácidos».

Voltar ao arroz com feijão, às saladas de grão, às lentilhas e optar por cereais integrais e frutos secos é uma boa escolha à mesa.

«Ainda persiste a ideia de que apenas comendo grandes quantidades de carne ou peixe se consegue obter a proteína necessária e ter saúde, o que não é, de todo, verdade», assegura a nutricionista. Cada vez mais, a carne surge associada ao risco de desenvolver doenças cardíacas e vários tipos de cancro.

A campanha Segundas Sem Carne sai à rua com sugestões de receitas, alertando para «o impacto que o consumo excessivo de carne tem sobre a saúde humana, o ambiente e os animais».

Nas palavras de McCartney, «esta é uma mudança significativa ao alcance de qualquer um». Adiar a decisão? Até quando?

In SOL online
por Gabriela Oliveira
5 de Maio, 2012
online@sol.pt

Nota do webmaster: Cuidado com os fundamentalismos alimentares e as modas! Não se pode deixar um regime alimentar normal num dia e começar no outro um regime vegetariano, macrobiótico ou semelhante…! Escreve quem tem experiência de mais de 20 anos de macrobiótica! Quando se deixa um regime alimentar, seja ele qual for e se envereda por outro totalmente diferente, o nosso organismo tem de “habituar-se” gradual e temporalmente, à nova alimentação! E quando se fala no regresso ao regime anterior, o procedimento é o mesmo! Seja na “entrada”, seja na “saída” de um regime alimentar, existe um período mínimo de SEIS MESES A UM ANO de adaptação orgânica, variando de pessoa para pessoa!
Em face ao artigo acima e sendo apenas a uma segunda-feira (um em sete dias), não existe qualquer problema em variar o regime excluindo carne ou peixe. Sugiro um prato excelente para este dia: Soja Guisada, hambúrgueres ou Croquetes de Soja ou de Tofu ou de Seitan. A Soja Guisada pode ser feita a partir de nacos de soja desidratados e faz-se como se fosse carne vermelha, excluindo o chouriço e apenas entrando a batata, a cenoura, a ervilha. Os hambúrgueres e os croquetes já existem à venda prontos a serem cozinhados, com origem em empresas dedicadas exclusivamente a este tipo de regimes alimentares e já podem encontrar-se em alguns supermercados.

A saúde no seu prato… sem castigar a carteira

 

Alimentação

Parece difícil, mas diz quem sabe que não é preciso gastar muito para comer bem. E nem é preciso sacrificar o sabor. Saiba como gastar pouco, mantendo a saúde à sua mesa.

Comer bem é mais barato. Não acredita? Então fique a saber que pode fazer refeições equilibradas nutricionalmente, sem perder de vista o sabor. E não, não estamos a falar do recurso às cadeias de fast-food. Se ainda continua céptico, então é porque não deve ter ouvido falar da campanha lançada pela Associação Portuguesa de Nutricionistas, que prova, passando das palavras à acção, que é possível comer bem sem gastar muito.

Senão veja-se: uma refeição composta por uma sopa de tomate e ervilhas, uma açorda de pescada com couve portuguesa e, para sobremesa, uma maçã pode custar, por pessoa, nada mais nada menos que um euro. Este não é o único exemplo, mas serve para ilustrar o que defendem os especialistas.
Ainda assim, fica o alerta: é preciso ter cuidado, uma vez que o preço dos alimentos, que tende a ser mais elevado – o IVA já subiu e, embora o Governo afaste, para já, mais medidas de austeridade, nada garante que não volte a aumentar – pode ser decisivo na hora de comprar.

«É evidente que a subida do preço pode condicionar as escolhas alimentares» disse, citada pela Lusa, a presidente da Associação Portuguesa de Nutricionistas. Para Alexandra Bento, a insegurança alimentar será uma realidade, podendo mesmo as escolhas incorrectas ter reflexos «no estado de saúde».

Embora seja preciso fazer alguma ginástica económica, dar uso à máquina de calcular e, sobretudo, ser disciplinado na hora de ir às compras, a associação defende que se pode gastar entre três e cinco euros por pessoa em todas as refeições diárias, incluindo pequeno-almoço, almoço, lanche, jantar e merendas a meio da manhã e da tarde. Ou seja, no total pode gastar-se, todas as semanas, menos de 25 euros por pessoa, com a vantagem de continuar a fazer-se uma «alimentação saudável e equilibrada».

Para isso, é necessário planear com antecedência. E tudo começa na hora de ir às compras. Um dos principais conselhos é evitar entrar nos supermercados com a barriga vazia. A fome não é boa conselheira. Pelo contrário, pode levá-lo a fazer as escolhas menos acertadas, com reflexos não só na saúde, mas sobretudo na carteira.

Prefira a fruta e legumes da estação, aqueles que estão disponíveis em maior quantidade e que, por isso, costumam ter um preço mais apelativo. À lista de conselhos pode juntar ainda a preferência pelas marcas brancas, tendencialmente mais baratas e que, nos dias de hoje, apresentam produtos com qualidade muito semelhante aos que as marcas colocam no mercado.

Porque de manhã é que se começa o dia, e este deve ser iniciado de forma saudável, acabe com o hábito de o comer fora. Se optar por fazer a primeira refeição do dia em casa, a poupança é garantida. É que, diz que sabe e já fez as contas, uma chávena de café com leite e um pão com queijo pode custar metade se for consumido em casa.

Aproveite as promoções. Os descontos são os melhores amigos em tempo de crise e mesmo que não pretenda consumir de imediato o que compra, tem sempre a possibilidade de congelar e preparar para mais tarde. No que diz respeito às sobras, pode sempre aproveitá-las para outros pratos. Basta uma pesquisa rápida na internet para encontrar um sem número de receitas que aproveitam os chamados restos. E os devolvem, em grande estilo, ao prato.

In Destak online
02 | 02 | 2012 11.38H
Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt

8: Medicamentos são 20% mais baratos nos hipermercados

 

Estudo realizado pela Deco em Junho deste ano concluiu que os medicamentos sem receita médica são 20% mais baratos nos hipermercados do que nas farmácias, que continuam a liderar a venda deste tipo de fármacos.

Os hipermercados vendem os medicamentos sem receita médica 20% mais baratos do que as farmácias e desde 2005 até hoje baixaram os preços de alguns fármacos, revela um estudo da Deco.

Contrariamente às grandes superfícies, as farmácias e outros locais de venda autorizada mantêm a tendência geral de subida de preços.

Nos pontos de venda dos hipermercados, a factura total dos 19 medicamentos analisados pela Deco fica 20% mais barata do que nas farmácias e 19% relativamente a outros locais de venda.

“Em Junho de 2011, pagaríamos por aqueles 19 medicamentos, em média, 96,95 euros na farmácia, 96,03 euros noutro local autorizado (para-farmácia, por exemplo). No hipermercado, custariam 80,74 euros, de acordo com a nossa amostra”, indica a associação de defesa do consumidor.

O maior aumento de preços nos últimos cinco anos coube às farmácias no grupo de medicamentos estudados (21%), seguido de outros estabelecimentos autorizados (17%), enquanto nas grandes superfícies o aumento não foi além de 1%.

Os pontos de venda nos hipermercados foram os únicos a reduzir os preços médios em 11 medicamentos.

Thrombocid custa quase o dobro

A Deco revela ainda que, nalguns casos, o mesmo medicamento chega a custar quase o dobro na farmácia do que nos hipermercados.

“Em comparação com os hipermercados, pagará mais 43% pelo Thrombocid e mais 36% pelo Aero OM, só para citar as maiores diferenças”, exemplifica.

Nos outros pontos de venda, são mais caros do que nos hipermercados cinco medicamentos: Bisolvon, Mebocaína forte, Antigrippine, Trifene 200 e Zovirax.

Os preços dos três primeiros medicamentos são, respectivamente, 27%, 18% e 17% mais caros, ao passo que o Trifene 200 e o Zovirax são 8% e 6% mais caros em locais de venda autorizada, como as para-farmácias.

Farmácias lideram

Apesar disto, as farmácias continuam a liderar a venda de fármacos sem receita.

Em número de embalagens vendidas, as farmácias detêm 84% do mercado, segundo dados de Julho do Infarmed, embora os restantes estabelecimentos estejam a ganhar terreno: em 2008, a quota das farmácias situava-se em 91%.

Os resultados do estudo da Deco permitiram ainda traçar o nível médio de preços dos 19 medicamentos em 18 distritos.

Assim, Beja é o distrito mais caro, onde este “cabaz” de medicamentos custaria em média 95,71 euros, contra Santarém, o distrito mais barato, com uma média de 80,47 euros (abaixo dos 84,61 euros da média nacional).

Lisboa e Porto, os distritos onde se localizam, respectivamente, 20% e 18% dos 413 estabelecimentos que responderam ao inquérito, pertencem ao leque dos mais baratos, com um preço médio apenas 4% mais caro do que em Santarém.
El Corte Inglés é o mais caro

Apesar de genericamente as cadeias de hipermercados serem as mais baratas, ainda existem diferenças entre elas.

O El Corte Inglês é o mais caro, cobrando mais 26% do que as outras lojas da amostra: o Espaço Bem-Estar Pingo Doce, o Espaço Saúde e Bem-Estar (Auchan) e o Well’s Continente, estes três sem grandes variações de preço.

O estudo revela ainda que 23% do total de embalagens vendidas são analgésicos e antipiréticos e que 46% do volume de vendas pertence à Pharmacontinente (Well’s Continente), citando dados do Infarmed.

O questionário foi realizado em Junho de 2011 e incidiu sobre o preço dos 19 medicamentos sem receita médica mais baratos e analisados pela Deco desde 2006 em 500 farmácias e 400 locais de venda autorizada.

Os pontos de venda foram escolhidos aleatoriamente, tendo respondido 69 farmácias e 344 outros estabelecimentos, incluindo 312 lojas situadas em hipermercados.

O estudo vai ser publicado na revista Teste Saúde de Dezembro/Janeiro, que sai na próxima sexta-feira.

In Expresso online
8:12 Terça feira, 22 de novembro de 2011

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