140: Malditas alergias. O que precisa de saber para sobreviver à Primavera

 

Os pólenes estão aí. Mesmo que nos próximos dias acalmem com a chuva, se sofreu no passado não se limite a tomar anti-histamínicos. Mais vale prevenir e ir ao médico. Luís Delgado, presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica e médico no Hospital de S. João, e Susana Piedade, imunoalergologista da Cuf, respondem às dúvidas

i21032014Quais são as alergias mais comuns nesta altura do ano? O problema da Primavera para quem tem alergias é ser o pico da polinização na maioria das plantas mais alergénicas. Em Portugal as principais causas de alergia a pólen são as gramíneas, fenos. Estas começam a polinizar no início da Primavera e atingem o pico entre Maio e Junho. Também é frequente a alergia à erva parietária, do grupo das ervas daninhas e que tem um período de polinização que começa na Primavera mas em alguns pontos do país repete no início do Outono.

Em relação aos pólenes das árvores, o mais alergénico é o da oliveira. Luís Delgado explica que os do pinheiro, ao contrário do que pensam muitas pessoas, são pólenes de maior dimensão e pouco alergénicos – os mais prejudiciais são invisíveis. É o caso também dos pólenes amarelos que se encontra em cima do carro, com os quais não se deve preocupar. “Apesar de raramente causarem alergia, podem servir de aviso que a época de polinização já começou.”

Em algumas zonas de clima mais frio e seco, na Primavera também é mais frequente a alergia aos ácaros, por que a temperatura amena promove a sua replicação. Muitas vezes estas duas alergias aparecem conjugadas nesta altura.

In Jornal i online
Por Marta F. Reis
publicado em 21 Mar 2014 – 22:00

75: Radiação Ultravioleta

 

Quatro regiões de Portugal com níveis extremos – IM

As regiões do Funchal, Guarda, Penhas Douradas e Porto Santo vão registar hoje um valor “extremo” de radiação ultravioleta, pelo que a população deve evitar a exposição ao sol, informou o Instituto de Meteorologia (IM).

De acordo com a mesma fonte, 21 outras regiões, das 27 analisadas pelo IM, vão apresentar um valor “muito alto” de radiação ultravioleta (UV), com valores que variam entre os índices oito e dez.

Com o nível “muito alto”, o IM aconselha a utilização de óculos de sol com filtro UV, chapéu, t-shirt, guarda-sol e protetor solar, sublinhando igualmente que se deve evitar a exposição das crianças ao sol.

In Destak online
Destak/Lusa | destak@destak.pt
25 | 06 | 2012 08.38H

– Um comentário a este artigo, no online Destak, é transcrito de seguida mas antes, e em ordem a esse mesmo comentário que tem algo de verdadeiro, captei várias imagens daqueles aviões que de vez em quando cruzam os céus deixando rastos que nada têem a ver com a velocidade a que voam nem com outras situações. Já tinha lido em vários blogues e fóruns sobre os chamados “CHEMTRAILS”, ou seja, a denúncia que o rasto destes aviões tem a ver com produtos químicos que são lançados na atmosfera para experiências de vária ordem, nomeadamente climáticas mas que, pela sua natureza, poluem a atmosfera e originam doenças respiratórias e cancerígenas. O facto é que já tive conhecimento de pessoas com asma crónica grave que sempre avistam esses rastos brancos nos céus, o seu estado de saúde piora consideravelmente e só depois de alertadas para o facto, ligam essas “nuvens” ou “rastos”, com o agravamento do seu estado. Deixo também umas imagens desses rastos que captei ainda este ano e caso curioso, é sempre quando o céu se encontra limpo de nuvens…

– Os porquitos da geoengenharia, provavelmente com ligações também tanto a quem controla o espaço aéreo dos países como aos responsáveis da meteorologia, quem sabe se através do pagamento de favores ou mesmo dinheiro grosso, parece que desde há dois dias abandonaram o ataque às populações indefesas. Há dois dias o céu está naturalmente limpo. Mas atenção, esses porquitos não desistem, pelo menos enquanto as pessoas não os apanharem e acenderem os fornos para fazerem churrasco dos porquitos, envenenadores de populações pela calada. Quando eles voltarem à carga, vamos todos ver de novo no céu os rastos dos seus aviões, nuvens artificiais a formarem-se e as temperaturas a descerem vertiginosamente, e os jornais e as TVs deles a dizerem que é da “alteração climática”. Há que investigar profundamente o que se está a passar a esse nível, e ver até que ponto as próprias empresas que vivem da energia da água estarão também envolvidas, assim como quem se dedica à industria da dita “protecção civil”.
DEFENDAM PORTUGAL! | 25.06.2012 | 13.37H

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

Chemtrails

49: Níveis do pólen no ar mais baixos por causa da chuva

 

Alergias

Os níveis de pólen no ar estarão mais baixos nos próximos dias devido à chuva, prevendo-se concentrações baixas a moderadas em todo o país, à excepção do Sul, onde deverão atingir ainda valores muito elevados.

Segundo o boletim divulgado hoje pela Sociedade Portuguesa de Alergologia para o período de 04 a 10 de maio, o alerta vai sobretudo para o pólen de árvores como a oliveira e o sobreiro, bem como de ervas (gramíneas, tanchagens e erva paritária).

Em Trás-os-Montes e Alto Douro e região de Vila Real, verificam-se níveis baixos de pólen de pinheiro, oliveira, carvalho, gramíneas e tanchagens.

No Douro Litoral e região do Porto, predominam o pólen de pinheiro, erva paritária, carvalho e gramíneas, com baixas concentrações.

Para a beira litoral e região de Coimbra, prevêem-se concentrações também baixas de pólen de oliveira, pinheiro, gramíneas, tanchagens, carvalho e erva paritária.

Na beira interior e região de Castelo Branco, são esperadas baixas concentrações de pólen de pinheiro, carvalho, oliveira e gramíneas.

Para a Estremadura e região de Lisboa, o Boletim Policlínico indica níveis baixos a moderados de pólen de oliveira, erva paritária, gramíneas, sobreiro, tanchagens, pinheiro e azinheira.

No Alentejo, deverão ser ainda muito elevados os níveis de pólen de sobreiro, gramíneas e azinheira.

Para o Algarve, a previsão é de concentrações muito elevadas para o pólen de oliveira e moderadas a elevadas para gramíneas

In Diário de Notícias online
por Lusa
03/05/2012

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