297: Ovos: comer um por dia reduz risco de diabetes, diz a ciência

 

Não há razão para ter medo: ovos devem fazer parte de uma alimentação variada e não influenciam negativamente a saúde, desde que consumidos moderadamente (como tudo na vida, de resto).

É capaz de ser um dos alimentos mais diabolizados e menos consensuais dos regimes alimentares em geral. Contudo, é a ciência que o diz: um ovo por dia, nem sabe o bem que lhe fazia.

Texto de Ana Pago | Fotografias da Shutterstock

A vizinha trouxe ovos da terra, deu-nos duas dúzias para não se estragarem e deixou-nos a braços com um dilema espinhoso: comemo-los, apesar de tudo o que se diz acerca de provocarem colesterol e doenças cardiovasculares? Ou recambiamo-los para outra casa que não a nossa, não vá a tentação levar a melhor?

A isto responde um novo estudo conduzido na Escola de Saúde Pública e Nutrição Clínica, da Universidade da Finlândia Oriental, divulgado na publicação académica American Journal of Clinical Nutrition (Jornal Americano de Nutrição Clínica): um ovo por dia só faz é bem, já que contribui para reduzir em mais de um terço o risco de vir a desenvolver diabetes tipo 2 no futuro.

É um facto: comer um ovo DIARIAMENTE diminui os índices de açúcar no sangue, impedindo que atinjam níveis perigosos para um diabético.

Mas então e aquelas gemas deliciosamente carregadas de colesterol? A ameaça de doença arterial coronária? Confirma-se mesmo que a ingestão diária de um ovo, de preferência ao pequeno-almoço, diminui os índices de açúcar no sangue? A Associação Americana da Diabetes (ADA) admite que sim, por ser rico em proteína que sacia e demora a digerir, impedindo os açúcares de atingirem níveis perigosos para um diabético.

Mais: ovos contêm biotina (ou vitamina B7), que ajuda a converter o que comemos em energia e a compensar o facto de o pâncreas dos diabéticos de tipo 2 não produzir insulina suficiente para controlar as quantidades de glucose na corrente sanguínea. Tudo bons motivos para a ADA indicar os ovos como uma das fontes proteicas que mais aprova, embora o estudo finlandês estabeleça o limite ideal em quatro por semana, não mais do que isso.

Pesquisa sugere que não nos foquemos apenas na gordura, mas no alimento como um todo.

«Os nossos resultados sugerem que não devemos focar-nos apenas na gordura, mas nos alimentos que ingerimos como um todo», revela ao portal científico Science Daily a investigadora Stefania Noerman, especialista em nutrição clínica e a principal autora da pesquisa.

Após examinar os hábitos alimentares de 2332 homens entre os 42 e os 60 anos, a equipa descobriu que aqueles que comiam mais ovos por semana apresentavam uma probabilidade 37 por cento menor de virem a ter a doença, comparativamente com os inquiridos que se limitavam a um ovo semanal. Isto, sublinhe-se, sem nunca exceder os tais quatro ovos aconselhados, algo que não só não traz vantagens como potencia o risco de problemas cardíacos nos diabéticos.

Segundo os investigadores, a relação manteve-se consistente mesmo tendo em conta factores como a prática de actividade física, consumo de fruta e vegetais, índice de massa corporal dos indivíduos e se fumavam. Ao que parece, as amostras de sangue desses adeptos de ovos à refeição incluíam certas moléculas lipídicas que correspondiam positivamente ao perfil metabólico sanguíneo de homens livres da diabetes tipo 2.

Benefícios incluem um atenuar dos sintomas de quem já é diabético no presente.

«Embora seja cedo para estabelecer uma relação causal a 100 por cento, temos agora melhor noção de como os compostos do ovo desempenham um papel determinante a adiar a incidência da doença», sustenta a cientista, sublinhando que os benefícios incluem um atenuar dos sintomas de quem já é diabético no presente.

«É verdade que muitos alimentos contêm componentes que são prejudiciais ou vantajosos para a saúde em si mesmos. No entanto o mais importante, em cada um dos casos, é o balanço global», acrescenta Noerman.

São boas notícias que dispensam que se continue a crucificar os ovos, essenciais numa alimentação equilibrada. Além das quantidades, outra recomendação dos especialistas vai no sentido de que se cozinhem com pouca ou nenhuma gordura, idealmente cozidos ou escalfados. Por mais saudáveis que sejam, percebe-se que se tornem menos amigos do peito se chegarem ao prato a cavalo em bacon a pingar molho.

Diário de Notícias
31/01/2019

 

294: Beba este liquido após refeições para baixar níveis de açúcar. Não é café

 

© iStock Beba este liquido após refeições para baixar níveis de açúcar. Não é café

Os sintomas de diabetes incluem a vontade frequente de urinar e a perda inexplicável de peso. Porém, consumir esta bebida pode ajudar a diminuir drasticamente os índices de açúcar no sangue.

Dos pacientes diagnosticados com a patologia, 90% dos casos são de diabetes de tipo 2.

A diabetes é uma doença crónica que provoca a subida exponencial dos níveis de açúcar.

Os sintomas mais frequentes da diabetes de tipo 2 incluem a vontade frequente de urinar, a perda súbita de apetite, alterações de humor e problemas em dormir.

Uma das melhores formas de prevenir e de controlar a condição consiste na adopção de alterações simples na dieta e no estilo de vida.

Todavia, estudos recentes atestam um produto em particular que provavelmente tem na sua despensa.

Beber vinagre de cidra após as refeições pode ajudar a reduzir os índices de açúcar, de acordo com os cientistas.

A pesquisa de 2004 apurou que ingerir 20 gramas de vinagre de cidra diluídos em 40 gramas de água, com uma colher de chá de sacarina, pode baixar os níveis de açúcar após as refeições.

O estudo, publicado pela American Diabetes Association, apurou que o vinagre pode auxiliar “a melhorar a sensibilidade à insulina após o consumo de refeições ricas em hidratos de carbono”.

Um outro estudo de 2007 concluiu que beber vinagre de cidra à noite, antes de ir dormir, ajuda a manter os níveis de açúcar regulares na manhã seguinte.

Ali Neilan, director da marca de consultoria de bem-estar Health Is Wealth, disse recentemente à publicação The Sun: “O vinagre de cidra regula os valores de glucose no organismo, ao mesmo tempo que aumenta a resistência à insulina, o que por sua vez diminui a vontade de comer alimentos doces”.

O popular liquido é feito em dois passos, através de um processo de fermentação. O vinagre de cidra é confeccionado quando as maçãs são moídas e misturadas com levedura, de modo a converter o açúcar em álcool.

A bebida é ainda popularmente utilizada para emagrecer.

MSN lifestyle
13/12/2018

279: Cientistas curam obesidade e diabetes tipo 2 em testes com cobaias

 

ressaure / Flickr

Uma equipa de investigadores da Universidade Autónoma de Barcelona (UAB) encontrou a cura para a obesidade e para a diabetes tipo 2 em cobaias através de um tratamento de terapia genética.

O estudo, publicado esta segunda-feira na revista científica EMBO Molecular Medicine, foi apresentado pela equipa de investigação numa conferência de imprensa realizada no Campus da Universidade Autónoma de Barcelona (UAB) em Bellaterra, onde o grupo de investigadores, liderado pela professora Fátima Bosch, esteve presente.

Com a introdução, numa única injecção, de um vector viral adeno-associado (AAV) portador do gene FGF21, Factor de Crescimento de Fibroblastos 21, que permite a manipulação genética do fígado, tecido adiposo ou músculo-esquelético, o animal produz continuamente a proteína FGF21.

Trata-se de uma hormona produzida naturalmente por vários órgãos e que actua em muitos tecidos para regular o funcionamento correto no nível de energia, induzindo assim a sua produção por terapia genética, e levando a que o animal reduza o seu peso assim como a resistência à insulina.

No que diz respeito à obesidade, a terapia aplicada através do projecto de pesquisa foi testada com sucesso em dois modelos da doença, induzidos tanto geneticamente como por dieta.

Os investigadores perceberam que a administração da terapia genética em indivíduos saudáveis causa igualmente um envelhecimento mais saudável e protege-os do excesso de peso e resistência à insulina relacionados com a idade.

Após o tratamento com AAV-FGF21, e durante o ano e meio em que os animais foram seguidos, os ratos perderam peso e reduziram o acumulo de gordura e a inflamação no tecido adiposo.

A deposição de gordura (esteatose), a inflamação e fibrose no fígado (NASH) também foram neutralizadas, enquanto a sensibilidade à insulina e a saúde geral aumentaram à medida que envelheceram, sem terem sido observados efeitos colaterais.

A partir de todo o processo, os resultados foram reproduzidos pela manipulação genética de vários tecidos para produzir a proteína FGF21, seja o fígado, o tecido adiposo ou o músculo.

Isso dá uma flexibilidade muito grande à terapia, já que permite seleccionar o tecido mais apropriado e, caso haja alguma complicação que previna a manipulação de qualquer um dos tecidos, pode ser aplicada a qualquer um dos outros”, disse a professora responsável pelo estudo.

Fátima Bosch acrescentou que quando um desses tecidos produz a proteína FGF21 e a coloca na corrente sanguínea, a mesma é distribuída por todo o corpo e destacou a relevância dos resultados perante o aumento dos casos de diabetes tipo 2 e da obesidade em todo o mundo.

Segundo os investigadores, a obesidade aumenta o risco de mortalidade e representa um factor de risco para doenças cardiovasculares, doenças imunes, hipertensão, artrite, doenças neuro-degenerativas e alguns tipos de cancro.

“Esta é a primeira vez que a obesidade e a resistência à insulina a longo prazo foram neutralizadas pela administração de uma única sessão de terapia genética no modelo animal, que mais se assemelha à obesidade e diabetes tipo 2 em humanos”, explicou a primeira signatária do artigo, a pesquisadora da UAB Verónica Jiménez.

Os resultados do estudo mostram também como a administração de terapia genética tem um efeito protector contra o risco de formação de um tumor quando o fígado é submetido a uma dieta altamente calórica por um longo período de tempo.

ZAP // Lusa

Por Lusa
10 Julho, 2018

 

278: Tiras para medir glicemia recolhidas do mercado

 

v1ctor Casale / Flickr

Alguns lotes das tiras de teste Accu-Chek Aviva, para medir a glicemia, foram recolhidos pelo fabricante por falhas no sistema medidor, anunciou o Infarmed.

Alguns lotes das tiras de teste Accu-Chek Aviva, para determinar a glicemia, foram recolhidos pelo fabricante por falhas no sistema medidor, anunciou a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed).

A Roche Diabetes Care “verificou que alguns lotes das tiras teste Accu-Chek Aviva para determinação da glicemia (glucose sanguínea) podem apresentar um aumento potencial da identificação de erro antes da medição do valor de glicemia”, consta numa nota do Infarmed.

Segundo a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, esta situação origina uma mensagem de erro no medidor, “após a inserção da tira ou devido ao não reconhecimento da tira”.

Além disso, num número muito limitado de casos, a tira não indica o erro mas origina um falso resultado, que poderá levar a uma terapêutica inadequada.

O Infarmed publica na sua página da Internet a lista dos lotes em causa e aconselha os doentes a verificarem se as tiras que possuem pertencem a estes lotes e, em caso positivo, a não as usarem e contactarem a linha de apoio ao cliente Accu-Chek através do telefone 800 200 265.

“O fabricante encontra-se a investigar as causas deste problema e já iniciou a implementação de medidas correctivas”, refere o Infarmed.

A Autoridade do Medicamento lembra ainda que quaisquer incidentes ou outros problemas relacionados com este dispositivo devem ser notificados à Unidade de Vigilância de Produtos de Saúde do Infarmed.

ZAP // Lusa

Por ZAP
30 Maio, 2018

275: Cientistas mais perto da cura para a diabetes tipo 1

 

v1ctor Casale / Flickr

Uma equipa de cientistas desenvolveu o primeiro medicamento com potencial para curar a diabetes tipo 1, abrindo a porta para a cura desta doença.

A equipa internacional de cientistas liderada pelos investigadores do Centro Andaluz de Biologia Molecular e Medicina Regenerativa (Cabimer), em Sevilha, conseguiu descobrir o primeiro medicamento que pode ser capaz de reverter os sintomas da diabetes tipo 1.

Foram necessários vários anos de investigação para desenvolver a molécula ou receptor molecular que é capaz de regenerar as células produtoras de insulina. Os resultados foram comprovados com êxito em ratos e em culturas de células humanas e publicados recentemente na Nature Communications.

Segundo o El País, a diabetes tipo 1 é uma condição auto-imune que geralmente aparece na infância. Nas cerca de 21 milhões de pessoas que sofrem desta condição, os linfócitos destroem as células beta do pâncreas, responsáveis pela produção, armazenamento e secreção de insulina, criando assim a dependência vitalícia da injecção.

Este novo medicamento faz as duas coisas: reduz o ataque auto-imune e repõe a população de células beta destruídas. Até agora, os tratamentos disponíveis – a imunossupressão ou terapias celulares – só podiam cumprir uma função ou outra, respectivamente.

“Se forem capazes de transferir isto para os seres humanos, o medicamento pode ser uma solução não apenas na prevenção, como também no tratamento, abrindo uma porta para a cura do diabetes tipo 1”, disse o investigador Ramón Gomis, professor da Universidade de Barcelona, que não participa do estudo.

Bernat Soria, do Departamento de Regeneração e Terapias Avançadas, refere que, para curar a diabetes há que fazer das coisas distintas: “fabricar células que substituam as que não funcionam e detectar a causa”.

Em cima, o fármaco reduz a infiltração de células imunes. Em baixo, aumenta a produção de insulina.

O novo composto químico, BL001, permite “activar um receptor molecular localizado na superfície de algumas células do sistema imunológico e células do pâncreas”, explica a primeira autora do estudo, Nadia Cobo-Vuilleumier. Esta interacção reduz a resposta inflamatória e protege as células beta.

O novo medicamento provoca a transformação de células alfa em células beta, fenómeno conhecido como transdiferenciação, que resolve um problema fundamental enfrentado pelas terapias celulares, o de regenerar a população de células beta de uma amostra inexistente ou muito danificada.

“A ideia é muito nova, mas finalmente a equipa tem resultados que convenceram“, comenta Ramón Gomis. Depois de ter patenteado a fórmula, a equipa de cientistas está agora a definir a composição do medicamento laboratorial, tentando perceber os limites da toxicidade e de eficácia, e decidindo se será em forma de injeção ou comprimido.

Ainda assim, os cientistas querem algo ainda mais ambicioso. Não pretendem apenas um tratamento, mas uma cura para a diabetes tipo 1. “As empresas farmacêuticas preferiam que os pacientes tivessem que tomar um comprimido para o resto da vida, mas o meu desejo é que consigamos reeducar o sistema imunológico”, afirmou Benoit Gauthier.

“Desenvolver um medicamento do laboratório até ao paciente custa cerca de 20 milhõesde euros. Já gastámos três milhões. Se me der 17 milhões amanhã, daqui a alguns anos, se tudo correr bem, já estará no mercado”, continua o principal investigador do Cabimer, afirmando que não se sabe quando é que o medicamento estará disponível no mercado.

Esta investigação recebeu financiamento público espanhol e apoios de associações como a Juvenile Diabetes Research Foundation, de Nova Iorque, nos EUA, e da DiabetesCERO, de Espanha.

ZAP //

Por ZAP
19 Abril, 2018

 

269: Diabetes tem sido mal diagnosticada (afinal, são 5 doenças diferentes)

 

v1ctor Casale / Flickr

A diabetes tem sido mal diagnosticada ao longo de todos estes anos e, logo, indevidamente tratada. Uma nova investigação encontrou cinco tipos diferentes da doença, incluindo três formas graves e duas formas mais leves da condição.

A nova pesquisa científica, realizada por investigadores da Universidade Lund, na Suécia, constata que a diabetes não é apenas uma doença com dois tipos, mas antes um conjunto de doenças.

Os autores da investigação, publicada no jornal especializado The Lancet Diabetes & Endocrinology, analisaram vários estudos realizados, abrangendo 14.775 pacientes com diabetes tipos 1 e 2, da Suécia e da Finlândia.

Em vez de dividir a diabetes em tipos 1 e 2, os investigadores detectaram cinco perfis da doença, todos “geneticamente distintos, sem mutações partilhadas”, explicam no comunicado publicado pelo site EurekAlert.

Estamos a falar de “cinco doenças diferentes que afectam o mesmo sistema corporal”, e não de uma única doença em diferentes estádios de progressão, como inicialmente se diagnosticava, referem.

Assim, de acordo com esta nova classificação, a diabetes pode ser classificada no Grupo 1 (diabetes grave auto-imune), no Grupo 2 (diabetes grave com insuficiência de insulina), no Grupo 3 (diabetes grave com resistência à insulina), no Grupo 4 (diabetes leve relacionada com a obesidade) e no Grupo 5 (diabetes leve relacionada com a idade).

“Os pacientes mais resistentes à insulina (Grupo 3) têm os maiores ganhos com o novo diagnóstico, já que são os que, actualmente, são mais incorrectamente tratados“, explica o médico e professor Leif Groop, que esteve envolvido na investigação, num outro comunicado citado pelo site Scimex.

“Tratamento personalizado da diabetes”

Esta nova classificação da diabetes vai permitir um melhor diagnóstico da doença e, por isso, a prescrição de um tratamento mais adequado.

“Este é o primeiro passo rumo ao tratamento personalizado da diabetes“, constata Groop, realçando que “os diagnósticos e classificações actuais” da doença “são insuficientes e incapazes de prever complicações futuras ou escolhas de tratamento”.

“Hoje em dia, os diagnósticos são realizados medindo o açúcar no sangue”, lembra o médico. Mas à luz da nova descoberta, “podem ser feitos diagnósticos mais precisos“, considerando também os factores analisados na investigação, designadamente a idade do diagnóstico, o índice da massa corporal, o controlo de glicemia (o açúcar no sangue) de longo prazo, a função das células que produzem insulina no pâncreas, a resistência à insulina e a presença de anti-corpos específicos relacionadas com a diabetes auto-imune.

O novo diagnóstico poderá, assim, permitir prever antecipadamente doenças resultantes da diabetes, como problemas nos rins, retinopatia (danos nos olhos), doenças cardiovasculares e amputações. E possibilitará a prescrição de “tratamentos mais cedo para prevenir complicações em pacientes que estão mais em risco de serem afectados”, explica a professora Emma Ahlqvist, também envolvida na investigação.

Os investigadores não encontraram “evidências de que estes cinco tipos de diabetes tenham causas diferentes”, conforme notam no estudo.

O objectivo é, agora, lançar estudos semelhantes na China e na Índia, para apurar se os resultados se confirmam com grupos étnicos distintos, já que esta investigação se centrou apenas em pacientes da Escandinávia. São, assim, necessários mais testes para confirmar os resultados.

A diabetes afecta, actualmente, mais de 420 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo dados dos investigadores. As perspectivas apontam para que, em 2045, o número suba para 629 milhões de pessoas.

SV, ZAP //

Por SV
2 Março, 2018

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...