Contra a diabetes de tipo 2, coma esta leguminosa ‘mágica’

 

Os sintomas da diabetes incluem a vontade frequente de urinar e a perda inexplicável de peso. Adicionar esta leguminosa ao seu regime alimentar pode ajudar a estabilizar os níveis de glucose.

© iStock Os sintomas da diabetes incluem a vontade frequente de urinar e a perda inexplicável de peso. Adicionar esta leguminosa ao seu regime alimentar pode ajudar a estabilizar os níveis de glucose.

A diabetes é uma condição crónica que provoca o aumento dos níveis de açúcar no sangue.

Em particular, a diabetes de tipo 2 desenvolve-se quando o corpo se torna resistente à insulina ou quando o pâncreas não produz quantidades suficientes daquela substância.

Os sintomas mais comuns de diabetes de tipo 2 englobam a vontade frequente de urinar, a perda inexplicável de peso ou o aumento do apetite, alterações no humor e problemas em dormir.

Porém, uma das formas mais fáceis de diminuir os índices de açúcar no sangue consiste em adoptar algumas mudanças na dieta e no estilo de vida – nomeadamente optar por ingerir uma alimentação saudável e a prática regular de exercício físico.

Vários estudos já apuraram que comer uma dieta rica em leguminosas, nomeadamente em lentilhas, pode ajudar a regular os índices de açúcar e melhorar ainda o controlo glicémico, ambos factores importantes na gestão da diabetes de tipo 2.

As lentilhas são óptimas para os pacientes que sofrem com a doença devido ao seu baixo teor glicémico.

Um estudo realizado por investigadores da Universidade de Toronto, no Canadá, observou os efeitos daquela leguminosa em 121 doentes que padeciam de diabetes de tipo 2.

Os participantes foram divididos em dois grupos – um dos quais adicionou meia chávena de lentilhas ao seu regime alimentar, enquanto que o outro optou por consumir somente alimentos integrais.

Os resultados publicados no periódico científico Archives of Internal Medicine, apuraram que aqueles que consumiram lentilhas apresentaram o dobro da redução dos níveis de açúcar no sangue.

Mais ainda, aquela “leguminosa ‘mágica’”(como foi apelidada pelos cientistas) contribuiu ainda para a redução da pressão arterial.

msn lifestyle
Liliana Lopes Monteiro
18/10/2019

 

317: Diabetes tipo 2 pode ser revertida através da perda de peso

 

rawpixel / unsplash

Resultados de um novo estudo sugerem que as pessoas que foram recentemente diagnosticadas com diabetes tipo 2 podem reverter a doença com uma perda de 10% do seu peso corporal.

Por todo o mundo, cerca de 400 milhões de pessoas têm diabetes tipo 2. As boas notícias, segundo o Science Alert, é que muitas vezes pode ser evitada através do controlo do peso, do exercício físico regular e de uma dieta equilibrada e, mesmo que esta doença nos seja diagnosticada, isso não significa que é necessariamente para sempre.

Nos últimos anos, pesquisas mostraram que é possível reverter a doença e, agora, um novo estudo demonstra que a recuperação pode ser muito mais fácil do que se pensava.

“Já sabemos há algum tempo que a remissão da diabetes é possível usando medidas bastante drásticas, como programas intensivos de perda de peso e restrição extrema de calorias”, diz o epidemiologista Hajira Dambha-Miller, da Universidade de Cambridge.

Num ensaio clínico de 2017, os pacientes tiveram que adoptar uma “substituição total da dieta”, consumindo batidos de baixas calorias durante até cinco meses, antes de serem lentamente reintroduzidos os alimentos.

Embora esta intervenção seja algo extrema e difícil, a verdade é que obtém resultados, assim como outras abordagens intensivas que envolvem combinações de medicamentos, insulina e ajustes no estilo de vida.

Mas, de acordo com Dambha-Miller, as pessoas com diabetes tipo 2 podem não precisar de ser tão extremistas para aumentar as suas hipóteses de reverter a doença. “Os nossos resultados sugerem que pode ser possível ver-se livre da diabetes, durante pelo menos cinco anos, com uma perda de peso mais modesta de 10%“, diz a cientista.

No novo estudo, publicado em Setembro na revista científica Diabetic Medicine, a equipa examinou um grupo de 867 pessoas, com idades entre os 40 e os 69 anos, que tinham sido recentemente diagnosticadas com diabetes tipo 2.

Todos os participantes eram do leste de Inglaterra e foram monitorizados durante cinco anos, durante o qual algumas pessoas receberam um tratamento de intervenção (com consultas e recursos médicos adicionais) ou um grupo de controlo que recebeu apenas atendimento médico de rotina.

No final dos cinco anos de acompanhamento, 257 dos participantes (cerca de 30% do grupo) estavam em remissão.

Em comparação com as pessoas que mantiveram o mesmo peso ao longo do estudo, as pessoas que perderam 10% do seu peso corporal, ou mais, duplicaram as suas hipóteses de alcançar a remissão e reverter o diagnóstico de diabetes tipo 2.

Os autores do estudo observam que experimentos clínicos anteriores que defendiam uma perda de peso de 15% ou mais podem desincentivar os pacientes que têm dificuldade em atingir física ou emocionalmente esses ambiciosos objectivos.

“Isto pode dar algumas razões para motivar as pessoas com diabetes tipo 2 recém-diagnosticadas a perder peso, em vez de se concentrarem em metas específicas e potencialmente inatingíveis”, explicam os cientistas.

ZAP //

Por ZAP
7 Outubro, 2019

 

311: Leituras de glicemia

 

Este post serve de ALERTA para todos os diabéticos do tipo 1, que utilizam o sistema de medição da glicemia por sensor/leitor dos laboratórios Abbott, sob a designação de FreeStyle Libre.

E porque este tipo de episódios já não é a primeira, nem a quinta vez que acontecem, transcrevo o e-mail que enviei ao médico dela (Endócrinas):

Boa tarde sr. Doutor

Serve o presente para informá-lo, uma vez mais, que o sistema de medição de glicemia da minha filha é uma autêntica máquina de ganhar dinheiro, apenas isso, porque quanto a fiabilidade e confiabilidade, é igual a ZERO!

Referencio esta situação que já aconteceu várias vezes anteriormente porque devem existir muitos diabéticos a utilizarem este sistema por ser prático mas só e apenas por isso.

Esta madrugada, cerca das 06:00 horas, fui medir a glicemia à Vera e o leitor deu LO, ou seja, pela indicação do laboratório ABBOTT, é uma medição (não medida) que se encontra abaixo de 40mg/dl. E a hipoglicemia verifica-se a valores iguais ou inferiores a 70mg/dl (APDP). E segundo informação desta APDP (Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal), saber tratar uma hipoglicemia é extremamente importante para evitar complicações graves que podem advir, como o coma hipoglicemico.

Ora, a medição efectuada hoje pelas 06:00 horas, não correspondeu à realidade dos valores, quando medidos directamente pelo sistema de bolha de sangue e palheta e mais grave ainda, por isso a minha referenciação, quando esses valores foram obtidos pelo mesmo leitor apenas com a diferença que o LO foi via sensor e 106 por palheta e feita medição imediatamente após a leitura por palheta, continuava a dar LO.

Ora, se LO está abaixo de 40 (até onde o leitor mede), a reacção imediata do cuidador é fornecer açúcar para que esse valor suba. Se afinal a Vera estava com 106, não era necessária essa medida, por isso acordou com 219, que depois baixou.

Ganham-se muitos milhões, neste país e em outros onde o sistema está implantado, à custa dos doentes e da sua saúde com certo perigo para a sua sobrevivência.

Um bom resto de Domingo

Fica então o ALERTA e nunca confiem, em absoluto, quando medições neste sistema situam-se com a situação LO. Façam de seguida uma medição com palheta, via bolha de sangue, se possível com as palhetas que são lidas pelo mesmo leitor do FreeStyle Libre e são gratuitas quando pedidas aos laboratórios Abbott.

Resposta do médico: Pois não é ainda um sistema preciso e nunca será, pois mede o açúcar na pele e não no sangue. É útil se prestar mais atenção à seta da tendência. Em termos globais mostrou ser aceitável mas não é comparável às glicemias.

Esclarecedor, hein? Quantos milhões estes laboratórios não ganham à pala deste produto?

 

300: Perda de peso pode reverter diabetes tipo 2

 

v1ctor Casale / Flickr

Segundo um estudo recente, um terço das pessoas que seguiram uma dieta baixa em calorias para perder quantidades substanciais de peso reverteram a diabetes tipo 2.

À medida que a epidemia da obesidade assola todo o mundo, o número de pessoas com diabetes tipo 2 cresce substancialmente. Mas há esperança: um estudo recente mostra que esta condição não é uma sentença de prisão perpétua, segundo o The Guardian.

O estudo, publicado na The Lancet: Diabetes & Endocrinology, aponta que seguir uma dieta baixa em calorias pode reverter quadros de diabetes tipo 2. A mudança alimentar conseguiu reverter a doença em 46% dos participantes do estudo no primeiro ano após o início da investigação. Além disso, 64% dos indivíduos que perderam mais de 10 quilos mantiveram os resultados de reversão dois anos depois do fim da pesquisa.

“Agora entendemos a natureza biológica desta condição reversível. No entanto, os doentes em remissão precisam de saber que a diabetes tipo 2 pode retornar se recuperarem o peso perdido”, adiantou Roy Taylor, da Universidade de Newcastle, no Reino Unido.

O estudo envolveu 300 pessoas, com idades compreendidas entre os 20 e os 65 anos, diagnosticadas com diabetes tipo 2 e índice de massa corporal (IMC) entre os 27 e os 45 quilos por metro quadrado (kg/m2).

Segundo o The Guardian, os participantes foram divididos em dois grupos: o primeiro recebeu o tratamento padrão e o segundo participou num programa de controlo de preso, no qual tinham de seguir uma dieta líquida com uma duração de 12 a 20 semanas.

Este tipo de dieta consiste em ingerir refeições de baixo teor calórico, geralmente líquidas. A ingestão diária não deveria ultrapassar as 850 calorias diárias, distribuídas em quatro refeições ao longo do dia.

Mesmo depois do fim da dieta líquida, os investigadores continuaram a acompanhar os participantes nos dois anos que se seguiram, e notaram o reflexo da perda de peso no que diz respeito à diabetes tipo 2: um ano depois, 46% dos participantes reverteram o quadro diabético.

Como esperado, entre o primeiro e o segundo ano, os participantes recuperaram algum peso. No entanto, 64% dos indivíduos que perderam mais de 10 quilos mantiveram os resultados de reversão dois anos depois do fim da pesquisa.

Mike Lean, da Universidade de Glasgow,afirmou que a principal prioridade da comunidade científica (e dos próprios doentes) era esclarecer se a diabetes tipo 2 podia ser revertida ou curada.

“Com base neste estudo, podemos agora dizer que sim. Devemos preocupar-nos em ajudar os pacientes a manter a perda de peso e, assim, permanecer em remissão toda a vida”, rematou o investigador.

ZAP //

Por ZAP
13 Março, 2019

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297: Ovos: comer um por dia reduz risco de diabetes, diz a ciência

 

Não há razão para ter medo: ovos devem fazer parte de uma alimentação variada e não influenciam negativamente a saúde, desde que consumidos moderadamente (como tudo na vida, de resto).

É capaz de ser um dos alimentos mais diabolizados e menos consensuais dos regimes alimentares em geral. Contudo, é a ciência que o diz: um ovo por dia, nem sabe o bem que lhe fazia.

Texto de Ana Pago | Fotografias da Shutterstock

A vizinha trouxe ovos da terra, deu-nos duas dúzias para não se estragarem e deixou-nos a braços com um dilema espinhoso: comemo-los, apesar de tudo o que se diz acerca de provocarem colesterol e doenças cardiovasculares? Ou recambiamo-los para outra casa que não a nossa, não vá a tentação levar a melhor?

A isto responde um novo estudo conduzido na Escola de Saúde Pública e Nutrição Clínica, da Universidade da Finlândia Oriental, divulgado na publicação académica American Journal of Clinical Nutrition (Jornal Americano de Nutrição Clínica): um ovo por dia só faz é bem, já que contribui para reduzir em mais de um terço o risco de vir a desenvolver diabetes tipo 2 no futuro.

É um facto: comer um ovo DIARIAMENTE diminui os índices de açúcar no sangue, impedindo que atinjam níveis perigosos para um diabético.

Mas então e aquelas gemas deliciosamente carregadas de colesterol? A ameaça de doença arterial coronária? Confirma-se mesmo que a ingestão diária de um ovo, de preferência ao pequeno-almoço, diminui os índices de açúcar no sangue? A Associação Americana da Diabetes (ADA) admite que sim, por ser rico em proteína que sacia e demora a digerir, impedindo os açúcares de atingirem níveis perigosos para um diabético.

Mais: ovos contêm biotina (ou vitamina B7), que ajuda a converter o que comemos em energia e a compensar o facto de o pâncreas dos diabéticos de tipo 2 não produzir insulina suficiente para controlar as quantidades de glucose na corrente sanguínea. Tudo bons motivos para a ADA indicar os ovos como uma das fontes proteicas que mais aprova, embora o estudo finlandês estabeleça o limite ideal em quatro por semana, não mais do que isso.

Pesquisa sugere que não nos foquemos apenas na gordura, mas no alimento como um todo.

«Os nossos resultados sugerem que não devemos focar-nos apenas na gordura, mas nos alimentos que ingerimos como um todo», revela ao portal científico Science Daily a investigadora Stefania Noerman, especialista em nutrição clínica e a principal autora da pesquisa.

Após examinar os hábitos alimentares de 2332 homens entre os 42 e os 60 anos, a equipa descobriu que aqueles que comiam mais ovos por semana apresentavam uma probabilidade 37 por cento menor de virem a ter a doença, comparativamente com os inquiridos que se limitavam a um ovo semanal. Isto, sublinhe-se, sem nunca exceder os tais quatro ovos aconselhados, algo que não só não traz vantagens como potencia o risco de problemas cardíacos nos diabéticos.

Segundo os investigadores, a relação manteve-se consistente mesmo tendo em conta factores como a prática de actividade física, consumo de fruta e vegetais, índice de massa corporal dos indivíduos e se fumavam. Ao que parece, as amostras de sangue desses adeptos de ovos à refeição incluíam certas moléculas lipídicas que correspondiam positivamente ao perfil metabólico sanguíneo de homens livres da diabetes tipo 2.

Benefícios incluem um atenuar dos sintomas de quem já é diabético no presente.

«Embora seja cedo para estabelecer uma relação causal a 100 por cento, temos agora melhor noção de como os compostos do ovo desempenham um papel determinante a adiar a incidência da doença», sustenta a cientista, sublinhando que os benefícios incluem um atenuar dos sintomas de quem já é diabético no presente.

«É verdade que muitos alimentos contêm componentes que são prejudiciais ou vantajosos para a saúde em si mesmos. No entanto o mais importante, em cada um dos casos, é o balanço global», acrescenta Noerman.

São boas notícias que dispensam que se continue a crucificar os ovos, essenciais numa alimentação equilibrada. Além das quantidades, outra recomendação dos especialistas vai no sentido de que se cozinhem com pouca ou nenhuma gordura, idealmente cozidos ou escalfados. Por mais saudáveis que sejam, percebe-se que se tornem menos amigos do peito se chegarem ao prato a cavalo em bacon a pingar molho.

Diário de Notícias
31/01/2019

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294: Beba este liquido após refeições para baixar níveis de açúcar. Não é café

 

© iStock Beba este liquido após refeições para baixar níveis de açúcar. Não é café

Os sintomas de diabetes incluem a vontade frequente de urinar e a perda inexplicável de peso. Porém, consumir esta bebida pode ajudar a diminuir drasticamente os índices de açúcar no sangue.

Dos pacientes diagnosticados com a patologia, 90% dos casos são de diabetes de tipo 2.

A diabetes é uma doença crónica que provoca a subida exponencial dos níveis de açúcar.

Os sintomas mais frequentes da diabetes de tipo 2 incluem a vontade frequente de urinar, a perda súbita de apetite, alterações de humor e problemas em dormir.

Uma das melhores formas de prevenir e de controlar a condição consiste na adopção de alterações simples na dieta e no estilo de vida.

Todavia, estudos recentes atestam um produto em particular que provavelmente tem na sua despensa.

Beber vinagre de cidra após as refeições pode ajudar a reduzir os índices de açúcar, de acordo com os cientistas.

A pesquisa de 2004 apurou que ingerir 20 gramas de vinagre de cidra diluídos em 40 gramas de água, com uma colher de chá de sacarina, pode baixar os níveis de açúcar após as refeições.

O estudo, publicado pela American Diabetes Association, apurou que o vinagre pode auxiliar “a melhorar a sensibilidade à insulina após o consumo de refeições ricas em hidratos de carbono”.

Um outro estudo de 2007 concluiu que beber vinagre de cidra à noite, antes de ir dormir, ajuda a manter os níveis de açúcar regulares na manhã seguinte.

Ali Neilan, director da marca de consultoria de bem-estar Health Is Wealth, disse recentemente à publicação The Sun: “O vinagre de cidra regula os valores de glucose no organismo, ao mesmo tempo que aumenta a resistência à insulina, o que por sua vez diminui a vontade de comer alimentos doces”.

O popular liquido é feito em dois passos, através de um processo de fermentação. O vinagre de cidra é confeccionado quando as maçãs são moídas e misturadas com levedura, de modo a converter o açúcar em álcool.

A bebida é ainda popularmente utilizada para emagrecer.

MSN lifestyle
13/12/2018

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