133: Inovação: Kenguru, o carro que as pessoas em cadeira de rodas conduzem

 

Kenguru é um carro eléctrico construído para pessoas que se encontram em cadeira de rodas poderem conduzir. Segundo avança o The Verge, a única porta do Kenguru fica na parte de trás para facilitar a entrada do condutor. Tem apenas um lugar e o volante é semelhante ao das motas.

O Kenguru é um carro diferente dos que se têm visto até agora. Segundo o The Verge, foi criado para se adaptar à necessidade de pessoas com problemas de mobilidade, e destaca-se pela comodidade que garante às pessoas em cadeira de rodas e pelo facto de ser eléctrico.

O carro não tem assentos a porta traseira abre-se para que o utilizador possa entrar com a cadeira de rodas sem dificuldades. O volante é semelhante ao de uma mota, o que torna mais acessível o ato da condução.

Uma carga eléctrica de oito horas é suficiente para garantir uma viagem de quase 100 quilómetros. O carro consegue atingir uma velocidade máxima de 40 Km/hora, facilitando as deslocações de pequena distância.

O projecto nasceu na Hungria, mas acabou por mover-se para os EUA e vai entrar em produção até ao final do primeiro semestre de 2015, devendo chegar ao mercado com um preço de 25 mil dólares, perto de 18 mil euros.

In Notícias ao Minuto online
21:01 – 16 de Fevereiro de 2014 | Por Notícias Ao Minuto

 

Bobble, uma garrafa que filtra a água enquanto se bebe

 


A bobble, a garrafa que tem revolucionado os hábitos de consumo de água em todo o mundo, acaba de chegar a Portugal. Graças a um engenhoso filtro de carbono, a bobble replica a experiência de transformar a simples água da torneira em água limpa, fresca e potável, sem incorrer em custos significativos.

A bobble pode encontrar-se em três tamanhos, (385 ml, 550 ml e 1 lt), e a sua forma icónica foi desenhada por Karim Rashid, uma lenda do design industrial.

A bobble é reutilizável – cada filtro pode ser utilizado 300 vezes – e criada para que seja um acessório de uso diário.

«Todos adoramos água engarrafada. Mas os nossos hábitos de consumo de água são simplesmente insustentáveis, tanto do ponto de vista ecológico como pela perspectiva financeira», afirma Richard Smiedt, fundador da bobble.

«Dedicámo-nos a desenhar uma garrafa que melhorasse o gosto da água do serviço público a um ponto em que os consumidores pudessem abrir a torneira em vez de abrir a carteira. A nossa garrafa de filtrar patenteada, atingiu esse objectivo», acrescenta.

A bobble assume-se como um produto saudável, económico, reutilizável e ecológico.

Os preços variam entre os 9,99 euros (385ml) e os 14,99 euros (1 lt). Cada filtro custa 9 euros. A garrafa está à venda online em www.lojastation.com.

E agora, não é demais ver com muita atenção o vídeo que se segue…

70: Utentes podem escolher o medicamento mais barato

 

A partir de sexta-feira

Fotografia © Global Imagens

A partir de sexta-feira, os médicos passam a prescrever os medicamentos pelo seu princípio activo, as farmácias são obrigadas a vender os mais baratos e os utentes podem escolher a marca que querem.

A medida entra em vigor no dia 1 de Junho, com estas obrigatoriedades, mas ainda deverá demorar perto de seis meses até o sistema estar completamente adaptado, esclarece um Infarmed, numa nota divulgada hoje.

No comunicado, a autoridade do medicamento assinala a necessidade de adaptar os sistemas de prescrição, especificando que são necessários 90 dias para a emissão de novas normas técnicas e 90 dias para adaptação dos sistemas.

As prescrições com data até 31 de Maio de 2012 mantêm as condições de dispensa anteriores até ao termo da respectiva validade, acrescenta a autoridade.

Com a entrada em vigor desta portaria que regulamenta a prescrição por Denominação Comum Internacional (DCI), o médico é obrigado a passar a receita médica com o nome do princípio activo da substância que o seu doente deve tomar, e não com o nome da marca do medicamento.

Por sua vez, o utente passa a ter um papel mais activo na gestão do seu tratamento, uma vez que pode escolher o remédio que corresponda à substância, dosagem, forma farmacêutica e dimensão de embalagem, determinada pelo seu médico.

O farmacêutico também não está isento de obrigações, com esta nova legislação. A estes profissionais e às farmácias são exigíveis deveres de informação sobre os medicamentos mais baratos e determinadas obrigações para a dispensa dos medicamentos mais baratos quando o utente não manifestar outra opção.

Deste modo, as farmácias estão obrigadas a terem disponíveis três dos cinco medicamentos mais baratos do mercado, sendo obrigadas a dispensar o medicamento mais barato ao utente, excepto nos casos em que este opte por outro.

Estão, no entanto, salvaguardadas algumas excepções, em que o médico pode prescrever medicação específica, como é o caso dos medicamentos com margem terapêutica estreita, de reacções alérgicas prévias e da terapêutica crónica definida na lei por terapêutica superior a 28 dias.

Nestes casos, o médico tem que assinalar obrigatoriamente as justificações técnicas que impedem a substituição do medicamento prescrito.

A regulamentação prevê que o período transitório ocorra com a manutenção dos actuais modelos de receitas (informatizada e manual).

In Diário de Notícias online
por Lusa
31/05/2012

60: Substituto de sal com 0% de sódio à venda nas farmácias

 

Bonsalt é o primeiro substituto do sal com 0% de sódio, distribuído exclusivamente nas farmácias e parafarmácias. Desenvolvido para hipertensos e pessoas com restrições de sódio na sua alimentação, Bonsalt é adequado para crianças, jovens e adultos e posiciona-se como uma alternativa saudável que promove o bem-estar e a saúde, acaba de anunciar a farmacêutica Angelini.

A Angelini escolheu Maio, o Mês do Coração, para o lançamento do novo produto, o primeiro substituto do sal com 0% de sódio.

Bonsalt foi desenvolvido para quem tem restrições de sódio na alimentação, como é o caso de hipertensos e pessoas com problemas cardiovasculares, e pode ser adoptado por todas as pessoas que queiram um estilo de vida saudável e sem sal.

João Paulo Guimarães, director clínico da Angelini contextualiza a situação nacional, afirmando que «o consumo excessivo de sal tem efeitos gravíssimos e a grande maioria das pessoas até sabe disso mas, ou não se apercebe que consome sal em excesso, ou minimiza as consequências».

Segundo o INE, a principal causa de morte em Portugal são as doenças cardiovasculares e a hipertensão é um dos principais factores de risco para estas doenças.

Quase metade da população adulta sofre de hipertensão. Para agravar a situação, o consumo médio diário de sal é de 12g, quando a recomendação da OMS é de 5g por dia.

No que se refere à meta que a Angelini definiu para este sal com 0% de sódio, o responsável explica que «Bonsalt pretende ajudar a mudar os hábitos das pessoas, à semelhança do que aconteceu há uns anos com os adoçantes, que hoje fazem parte da rotina de muitas pessoas. Bonsalt é um produto que não provoca os efeitos nocivos do consumo excessivo de sal e tem esta característica de manter o sabor da comida, que é um aspecto importante para quem tem mesmo de abdicar de uma alimentação com sódio. Representa uma importante melhoria de vida para estas pessoas».

Bonsalt é um sal sem sódio, composto por potássio, que se apresenta como um benefício para quem se vê obrigado a ter uma alimentação insossa a recuperar o sabor dos alimentos e a voltar a ter prazer de comer, promovendo o bem-estar e a saúde.

Também como medida de prevenção, para quem pretenda evitar o aparecimento de doenças como a hipertensão e outras doenças de ordem cardiovascular, permite uma dieta com baixo consumo de sal.

Tem uma aparência semelhante ao sal de mesa e o sabor familiar do sal com sódio e utiliza-se do mesmo modo, na cozinha ou à mesa.

Encontra-se em embalagens de 85g, com um preço recomendado de 3,90 euros.

In Diário Digital online
14/05/2012 | 14h59

– 1.- Gostava era de saber a composição deste sal sem sódio… Pode fazer bem por um lado mas…
2.- Continuam a estar fora do alcance de muitas bolsas, o custo destes produtos, ou seja, se realmente este produto é eficaz naquilo que publicita, apenas os ricos têm acesso a ele… € 3,90 (780$00) por 85g de um substituto do sal?

A saúde no seu prato… sem castigar a carteira

 

Alimentação

Parece difícil, mas diz quem sabe que não é preciso gastar muito para comer bem. E nem é preciso sacrificar o sabor. Saiba como gastar pouco, mantendo a saúde à sua mesa.

Comer bem é mais barato. Não acredita? Então fique a saber que pode fazer refeições equilibradas nutricionalmente, sem perder de vista o sabor. E não, não estamos a falar do recurso às cadeias de fast-food. Se ainda continua céptico, então é porque não deve ter ouvido falar da campanha lançada pela Associação Portuguesa de Nutricionistas, que prova, passando das palavras à acção, que é possível comer bem sem gastar muito.

Senão veja-se: uma refeição composta por uma sopa de tomate e ervilhas, uma açorda de pescada com couve portuguesa e, para sobremesa, uma maçã pode custar, por pessoa, nada mais nada menos que um euro. Este não é o único exemplo, mas serve para ilustrar o que defendem os especialistas.
Ainda assim, fica o alerta: é preciso ter cuidado, uma vez que o preço dos alimentos, que tende a ser mais elevado – o IVA já subiu e, embora o Governo afaste, para já, mais medidas de austeridade, nada garante que não volte a aumentar – pode ser decisivo na hora de comprar.

«É evidente que a subida do preço pode condicionar as escolhas alimentares» disse, citada pela Lusa, a presidente da Associação Portuguesa de Nutricionistas. Para Alexandra Bento, a insegurança alimentar será uma realidade, podendo mesmo as escolhas incorrectas ter reflexos «no estado de saúde».

Embora seja preciso fazer alguma ginástica económica, dar uso à máquina de calcular e, sobretudo, ser disciplinado na hora de ir às compras, a associação defende que se pode gastar entre três e cinco euros por pessoa em todas as refeições diárias, incluindo pequeno-almoço, almoço, lanche, jantar e merendas a meio da manhã e da tarde. Ou seja, no total pode gastar-se, todas as semanas, menos de 25 euros por pessoa, com a vantagem de continuar a fazer-se uma «alimentação saudável e equilibrada».

Para isso, é necessário planear com antecedência. E tudo começa na hora de ir às compras. Um dos principais conselhos é evitar entrar nos supermercados com a barriga vazia. A fome não é boa conselheira. Pelo contrário, pode levá-lo a fazer as escolhas menos acertadas, com reflexos não só na saúde, mas sobretudo na carteira.

Prefira a fruta e legumes da estação, aqueles que estão disponíveis em maior quantidade e que, por isso, costumam ter um preço mais apelativo. À lista de conselhos pode juntar ainda a preferência pelas marcas brancas, tendencialmente mais baratas e que, nos dias de hoje, apresentam produtos com qualidade muito semelhante aos que as marcas colocam no mercado.

Porque de manhã é que se começa o dia, e este deve ser iniciado de forma saudável, acabe com o hábito de o comer fora. Se optar por fazer a primeira refeição do dia em casa, a poupança é garantida. É que, diz que sabe e já fez as contas, uma chávena de café com leite e um pão com queijo pode custar metade se for consumido em casa.

Aproveite as promoções. Os descontos são os melhores amigos em tempo de crise e mesmo que não pretenda consumir de imediato o que compra, tem sempre a possibilidade de congelar e preparar para mais tarde. No que diz respeito às sobras, pode sempre aproveitá-las para outros pratos. Basta uma pesquisa rápida na internet para encontrar um sem número de receitas que aproveitam os chamados restos. E os devolvem, em grande estilo, ao prato.

In Destak online
02 | 02 | 2012 11.38H
Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt

8: Medicamentos são 20% mais baratos nos hipermercados

 

Estudo realizado pela Deco em Junho deste ano concluiu que os medicamentos sem receita médica são 20% mais baratos nos hipermercados do que nas farmácias, que continuam a liderar a venda deste tipo de fármacos.

Os hipermercados vendem os medicamentos sem receita médica 20% mais baratos do que as farmácias e desde 2005 até hoje baixaram os preços de alguns fármacos, revela um estudo da Deco.

Contrariamente às grandes superfícies, as farmácias e outros locais de venda autorizada mantêm a tendência geral de subida de preços.

Nos pontos de venda dos hipermercados, a factura total dos 19 medicamentos analisados pela Deco fica 20% mais barata do que nas farmácias e 19% relativamente a outros locais de venda.

“Em Junho de 2011, pagaríamos por aqueles 19 medicamentos, em média, 96,95 euros na farmácia, 96,03 euros noutro local autorizado (para-farmácia, por exemplo). No hipermercado, custariam 80,74 euros, de acordo com a nossa amostra”, indica a associação de defesa do consumidor.

O maior aumento de preços nos últimos cinco anos coube às farmácias no grupo de medicamentos estudados (21%), seguido de outros estabelecimentos autorizados (17%), enquanto nas grandes superfícies o aumento não foi além de 1%.

Os pontos de venda nos hipermercados foram os únicos a reduzir os preços médios em 11 medicamentos.

Thrombocid custa quase o dobro

A Deco revela ainda que, nalguns casos, o mesmo medicamento chega a custar quase o dobro na farmácia do que nos hipermercados.

“Em comparação com os hipermercados, pagará mais 43% pelo Thrombocid e mais 36% pelo Aero OM, só para citar as maiores diferenças”, exemplifica.

Nos outros pontos de venda, são mais caros do que nos hipermercados cinco medicamentos: Bisolvon, Mebocaína forte, Antigrippine, Trifene 200 e Zovirax.

Os preços dos três primeiros medicamentos são, respectivamente, 27%, 18% e 17% mais caros, ao passo que o Trifene 200 e o Zovirax são 8% e 6% mais caros em locais de venda autorizada, como as para-farmácias.

Farmácias lideram

Apesar disto, as farmácias continuam a liderar a venda de fármacos sem receita.

Em número de embalagens vendidas, as farmácias detêm 84% do mercado, segundo dados de Julho do Infarmed, embora os restantes estabelecimentos estejam a ganhar terreno: em 2008, a quota das farmácias situava-se em 91%.

Os resultados do estudo da Deco permitiram ainda traçar o nível médio de preços dos 19 medicamentos em 18 distritos.

Assim, Beja é o distrito mais caro, onde este “cabaz” de medicamentos custaria em média 95,71 euros, contra Santarém, o distrito mais barato, com uma média de 80,47 euros (abaixo dos 84,61 euros da média nacional).

Lisboa e Porto, os distritos onde se localizam, respectivamente, 20% e 18% dos 413 estabelecimentos que responderam ao inquérito, pertencem ao leque dos mais baratos, com um preço médio apenas 4% mais caro do que em Santarém.
El Corte Inglés é o mais caro

Apesar de genericamente as cadeias de hipermercados serem as mais baratas, ainda existem diferenças entre elas.

O El Corte Inglês é o mais caro, cobrando mais 26% do que as outras lojas da amostra: o Espaço Bem-Estar Pingo Doce, o Espaço Saúde e Bem-Estar (Auchan) e o Well’s Continente, estes três sem grandes variações de preço.

O estudo revela ainda que 23% do total de embalagens vendidas são analgésicos e antipiréticos e que 46% do volume de vendas pertence à Pharmacontinente (Well’s Continente), citando dados do Infarmed.

O questionário foi realizado em Junho de 2011 e incidiu sobre o preço dos 19 medicamentos sem receita médica mais baratos e analisados pela Deco desde 2006 em 500 farmácias e 400 locais de venda autorizada.

Os pontos de venda foram escolhidos aleatoriamente, tendo respondido 69 farmácias e 344 outros estabelecimentos, incluindo 312 lojas situadas em hipermercados.

O estudo vai ser publicado na revista Teste Saúde de Dezembro/Janeiro, que sai na próxima sexta-feira.

In Expresso online
8:12 Terça feira, 22 de novembro de 2011

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