363: Primeira máscara que inactiva novo coronavírus criada em Portugal

 

CIÊNCIA/SAÚDE/COVID-19/PROTECÇÃO

(dr) Mo

A primeira máscara têxtil e reutilizável com capacidade comprovada para inactivar o novo coronavírus foi criada em Portugal, num projecto de cooperação entre a comunidade empresarial, académica e científica.

Em causa está a máscara MOxAd-Tech, que “superou com sucesso os testes realizados pelo Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, tornando-a na primeira máscara com capacidade de inactivar o vírus SARS-CoV-2”, informa, em comunicado, o consórcio responsável pela inovação.

Composto pela fabricante Adalberto, a retalhista do grupo Sonae Fashion (Mo), o Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, o Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal e a Universidade do Minho, este projecto “de cooperação entre a comunidade empresarial, académica e científica” permitiu, então, “o desenvolvimento de uma máscara reutilizável de elevado desempenho”, que além de ser feita de um tecido com características anti-microbianas, tem agora “protecção adicional” comprovada.

Após vários testes realizados pelo Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes chegou-se à conclusão de que “a máscara beneficia de um revestimento inovador que neutraliza o vírus SARS-CoV-2 quando este entra em contacto com o tecido, efeito que se mantém mesmo depois da realização de 50 lavagens”.

Pedro Simas, investigador e virologista deste instituto, explica, em nota de imprensa, que “os testes à máscara MOxAdtech revelaram uma inactivação eficaz do SARS-CoV-2 mesmo após 50 lavagens, onde se observou uma redução viral de 99% ao fim de uma hora de contacto com o vírus, de acordo com os parâmetros de testes indicados na norma internacional”.

“De forma simplificada, estes testes consistem na análise do tecido após o contacto com uma solução que contém uma determinada quantidade de vírus, cuja viabilidade se mede ao longo do tempo”, adianta o especialista.

Estas máscaras, produzidas em Portugal, estão já a ser comercializadas por 10 euros no país e também em toda a União Europeia.

ZAP // Lusa

Por Lusa
25 Julho, 2020

Eu já utilizo esta máscara desde que saiu para o mercado.

 

340: Lista de Compras para a Quarentena (Socialmente Responsável)

 

SAÚDE/CORONAVIRUS/QUARENTENA

Não, não vão precisar de 10 litros de desinfectante, 5 embalagens de papel higiénico e 30 latas de atum. Mais importante do que ter mantimentos para a quarentena, é assegurar que não estamos a prejudicar os outros.

Não se fala de outra coisa: o número de infectados pelo Coronavírus em Portugal tem aumentado, a OMS declarou pandemia e recomenda tomar precauções essenciais. Prevê-se que precisemos de ficar em casa por alguns dias e surge uma questão importante: a Lista de Compras para a Quarentena. O que compramos? Quanto compramos? Onde compramos?

Antes de mais, estas decisões devem partir de uma noção de responsabilidade social. Afinal, o consumo responsável é um dos pilares da gestão equilibrada de uma epidemia. O objectivo não é garantir que ficamos em casa com mantimentos para 2 meses, mas sim que todos os cidadãos portugueses conseguem ter acesso ao necessário para um par de semanas.

Neste artigo, apresentamo-vos uma lista de compras socialmente responsável para quarentena e para casos de infecção pelo COVID-19, falamos sobre alternativas aos bens escassos, sobre como fazer compras sem sair de casa e sobre a importância de sermos uns para os outros.

Lista de Compras para a Quarentena

Precisamos de ter duas coisas em mente antes de fazer compras para um eventual período de quarentena:

1. O acesso aos supermercados não vai ser cortado. Nada indica que não poderemos ir às compras, mesmo que fiquemos em quarentena preventiva. Também nada indica que ninguém poderá fazê-lo por nós se estivermos doentes, ou que os serviços de home delivery parem de funcionar. Como tal, não precisamos de comprar quantidades absurdas de produtos: o carrinho de compras habitual, com alguns ajustes, é o ideal.

2. Vivemos em comunidade. É importante comprar de forma consciente para que não estejamos a prejudicar os outros, quer por comprarmos quantidades desnecessárias, quer por comprarmos todos os produtos mais baratos, deixando famílias mais carenciadas sem alternativas.

Tendo isto em conta, esta lista de compras para a quarentena poderá ajudar-vos a não se esquecerem de nada de que possam precisar:

  • Congelados
    Ao contrário de algumas situações, como é o caso dos terramotos, não está prevista a perda de electricidade durante um eventual período de quarentena, Assim, pode ser muito útil comprar congelados ou congelar alimentos: legumes, comida pré-preparada, pão, fruta. Assim, poderão garantir que mesmo que comprem com alguma antecedência, os alimentos não se vão estragar.
  • Enlatados
    A escolha mais óbvia, os enlatados têm longos prazos de validade. Das salsichas aos cogumelos e à fruta, é bom ter em casa mas não façam deles a base da vossa alimentação: afinal, estes não são os alimentos mais saudáveis e é importante que ingiram alimentos que fortaleçam o sistema imunitário.
  • Bolachas e snacks
    Frutos secos (ricos em calorias), fruta desidratada, pipocas de micro-ondas e aqueles biscoitos e bolachas que são famosos lá em casa e não se estragam com facilidade.
  • Chocolate
    Rico em calorias, é um dos alimentos mais recomendados para ter em casa.
  • Arroz, massa e leguminosas
    Feijão, grão, arroz, massa, quinoa, lentilhas e outros produtos não perecíveis. Compre as quantidades habituais, sem exagero. É bom ter um pouco de cada.
  • Leite, iogurtes e queijos
    De origem animal ou vegetal, fazem sempre falta.
  • Produtos de Cosmética e Limpeza
    Principalmente sabonete e detergente da loiça. Quando aos restantes, não faz sentido comprar mais do que o habitual.Recomenda-se fazer uma limpeza diária de objectos como as maçanetas das portas, tampos de mesa, sanitas e telefones, que são muito tocados ao longo do dia.
  • Água
    O coronavírus não afecta a água, pelo que podemos continuar a beber água da torneira tranquilamente. Caso costumem comprar água engarrafada, comprem alguns garrafões, sem exageros.

O que devo comprar em caso de infecção?

Antes de mais, caso verifique sintomas de infecção por Coronavírus, deve manter-se em isolação e entrar em contacto com a linha de saúde 24: 808 24 24 24 ou contactar o 112, que lhe darão indicações do que fazer.

De momento, não existe nenhuma recomendação de medicamentos antivirais para tratar o COVID-19. Assim, o tratamento que poderá existir é direccionado ao alívio dos sintomas. Para tal, é útil ter em casa analgésicos, antipiréticos e medicamentos para a tosse. Para além disto, recomenda-se aos doentes muito descanso, ingestão de líquidos e banhos quentes.

Não encontrei o que queria no supermercado. E agora?

Todos temos em nós um bocadinho de avó portuguesa: “E se o arroz não chega? E se as crianças ficam sem papel higiénico? Mais vale ter a mais do que a menos!”.

A verdade é que este tipo de mentalidade é contra produtivo em situações de epidemia, em que o consumo consciente se torna ainda mais importante pelos efeitos que pode ter a curto prazo. Deixamos algumas dicas para que não falte nada nem aí em casa nem nas outras casas:

Alimentos e bens essenciais

Em muitos supermercados, começa a notar-se a escassez de alguns produtos.

Em Portugal, somos privilegiados. Temos acesso a uma variedade enorme de alimentos e produtos, todos com várias alternativas. O que é crucial neste cenário, é conseguir racionar estes bens para que todos possamos ter um acesso justo àquilo de que necessitamos.

Ficam algumas dicas para que não falte nada (a ninguém):

  • Não faça da sua lista de compras para a quarentena uma regra: há pouca massa no supermercado? Leve antes arroz. Os legumes frescos estão a esgotar? Se calhar pode levar menos, comprar alguns congelados e deixar stock disponível para outras famílias.
  • Não exagere nas quantidades: por norma, dependendo do tamanho das famílias, temos em casa mantimentos suficientes para 1-2 semanas de alimentação. Mesmo que passemos por um cenário de quarentena preventiva, não faz sentido acumular numa só casa alimentos suficientes para 3-4 semanas. Planeie as refeições conscientemente e não compre mais do que necessário.
  • A variedade ajuda a combater a escassez: comprar alimentos e marcas diferentes faz com que não faltem com tanta facilidade. Caso tenha possibilidades, opte por comprar produtos, marcas e preços diferentes em vez de contribuir para escassez de um em específico.

Desinfectante e Máscaras

Lavar as mãos é o método mais eficaz para prevenir o contágio pelo coronavírus. Devemos recorrer aos desinfectantes apenas quando não nos é possível lavar as mãos.

Quanto às máscaras, só se recomenda o seu uso por pessoas infectadas pelo COVID-19, para evitar o contágio de mais pessoas.

Portanto, descansem se não têm 3 litros de desinfectante e 2 caixas de máscaras em casa: provavelmente não os iriam usar de qualquer forma.

Caso sejam daquelas pessoas que têm quantidades extraordinárias, verifiquem se as pessoas à vossa volta estão precavidas. Afinal, é mais eficiente todos termos um pequeno boião de desinfectante do que apenas alguns terem muitos boiões.

Se ficar em casa, decerto não vai precisar de desinfectante. Garanta que tem uma quantidade normal de sabonete, e basta lavar as mãos.

Se não consegue encontrar desinfectante ou se a sua reserva chegar ao fim, existem sempre opções:

  • Faça o seu próprio desinfectante caseiro: precisa apenas de álcool (no mínimo 60%) e de glicerina ou gel de aloe vera em proporção 4/3.
  • Transporte consigo pequenas toalhas ou lenços de papel embebidos em álcool ou em água e sabonete. São úteis para limpar mãos e superfícies.
  • Leve sabonete e uma garrafa de água consigo, para que possa lavar as mãos em qualquer lugar.

Compras sem sair de casa

Não se esqueçam desta opção: quer estejam em isolação, tenham receio de ir ao supermercado ou simplesmente não tenham tempo, existem vários supermercados em Portugal que permitem fazer compras online, que são entregues directamente em sua casa.

Esta é uma opção muito útil para as pessoas que fazem parte dos grupos de risco. Para além disto, é possível verificar online se os produtos que pretende comprar ainda estão disponíveis, podendo optar por outros de forma prática e simples.

Muito importante: as compras dos outros

O vizinho precisa de desinfectante? A avó, que faz parte do grupo de risco, precisa de comprar comida? Sejamos uns para os outros.

Se temos algum produto de que eles precisam, podemos partilhar. Se não fazemos parte de um grupo de risco nem partilhamos casa com alguém que faz, podemos ir às compras por quem mais precisa.

Esta lista de compras para a quarentena é uma sugestão pessoal da Pumpkin. As nossas recomendações são baseadas nas directivas da DGS  e da OMS e no muito que temos lido sobre o assunto. Achamos que faz falta, no meio de tanta informação, o apelo ao cuidado sem pânico e à consciência social, para que as famílias possam passar por esta fase da forma mais ilesa possível.

Não desesperem. Vamos garantir que temos todos os cuidados possíveis, ajudar os outros e manter a cabeça fresca: em breve a tranquilidade (e o papel higiénico de folha tripla) regressarão.

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  • Coronavírus: sabem que os sintomas são semelhantes aos da gripe?

Pumpkin Famílias Felizes
Mar.2020

 

265: O café faz bem aos olhos

 

jilleatsapples / Flickr

Dois ou três cafés por dia protegem as células da retina. Esta é a conclusão de um estudo realizado por investigadores das universidades de Coimbra e de Bona, na Alemanha.

Numa nota enviada esta segunda-feira à agência Lusa, a Universidade de Coimbra refere que esta investigação abre caminho para o desenvolvimento de “novas abordagens terapêuticas para o tratamento de doenças da visão associadas a episódios isquémicos, como a retinopatia diabética e glaucoma”.

Estas são duas das principais causas de cegueira a nível mundial. Na mesma nota, a Universidade de Coimbra indica que a isquemia da retina é uma complicação que está associada às doenças degenerativas da retina, que contribui para a perda de visão e cegueira.

isquemia da retina “ocorre por oclusão de vasos sanguíneos, maioritariamente da artéria central da retina, de um ramo da artéria da retina ou por oclusão venosa”.

O estudo, liderado por Ana Raquel Santiago, investigadora no laboratório Retinal Dysfunction and Neuroinflammation da Faculdade Medicina da Universidade de Coimbra, foi realizado em modelos animais (ratos) e desenvolvido em duas fases, tendo sido publicado na Cell Death and Disease.

No início, foram avaliados os efeitos da cafeína nas células da microglia – “células imunitárias que funcionam como os macrófagos da retina, mas que em situação de isquemia libertam substâncias nocivas que contribuem para o processo degenerativo”, explica a Universidade.

Os ratos começaram por consumir cafeína durante duas semanas ininterruptamente, tendo sido posteriormente sujeitos a um período transitório de isquemia ocular. Após a recuperação, voltaram a beber cafeína.

As análises revelaram que “a cafeína controla a reactividade das células da microglia de forma a conferir protecção à retina, quando comparado com animais que bebiam água”, acrescenta a Universidade de Coimbra.

“Nas primeiras 24 horas assistiu-se a uma activação exacerbada das células da microglia, indicando que, de alguma forma, a cafeína estava a promover um ambiente pró-inflamatório para depois garantir protecção e travar a progressão da doença”, refere a coordenadora do estudo.

Sabendo que a cafeína é um antagonista dos receptores de adenosina (envolvidos na comunicação do sistema nervoso central) e perante os primeiros resultados, a segunda fase do estudo centrou-se em testar o potencial terapêutico de um fármaco, a istradefilina, no controlo do ambiente inflamatório após um episódio isquémico da retina.

Este é um fármaco capaz de bloquear a ação dos recetores A2A de adenosina e que tem sido avaliado noutras doenças neurodegenerativas.

“Neste grupo de experiências, observou-se que a administração de istradefilina diminui a reactividade das células da microglia, atenuando o ambiente pró-inflamatório e o dano causado pela isquemia transiente”, descreve Ana Raquel Santiago. Este fármaco foi testado pela primeira vez na retina, tendo sido administrado após o insulto isquémico da retina.

Estes resultados podem abrir portas à identificação de novos fármacos que possam tratar ou atenuar as alterações visuais inerentes a estas doenças. “Os receptores A2A de adenosina podem vir a ser um alvo interessante para travar a perda de visão causada por doenças como o glaucoma ou a retinopatia diabética”, acrescenta a investigadora.

Actualmente, não há cura para estas doenças e os tratamentos disponíveis não são eficazes. Desenvolvido ao longo de três anos, o estudo foi financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e pela empresa Manuel Rui Azinhais Nabeiro.

ZAP // Lusa

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O que fazer perante alforrecas – conselhos da Autoridade Marítima

 
Autoridade Marítima Nacional emitiu um alerta à população sobre o que fazer em caso de contacto com alforrecas e caravelas-portuguesas. Há diferenças no tratamento dos venenos de cada uma.

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A nota da Autoridade Marítima Nacional (AMN), emitida esta sexta-feira, começa por explicar as diferenças entre ambos os seres.

As águas-vivas, também conhecidas como medusas ou alforrecas, “são animais gelatinosos que vivem no mar, na coluna de água ou à superfície, e podem ter diferentes tamanhos, formas e cores“.

Os tentáculos destes animais libertam “um líquido, potencialmente urticante e perigoso” que serve para paralisar pequenos animais, dos quais se alimentam, ou como mecanismo de defesa.

Assim, “o contacto com uma água-viva pode produzir irritação na pele e até queimaduras ou outras reacções graves e prejudiciais“.

a caravela-portuguesa vive na superfície do mar e tem um “flutuador cilíndrico, azul-arroxeado, cheio de gás. Os seus tentáculos podem atingir 30 m e o seu veneno é muito perigoso“, alerta a AMN.

“Quando o banhista avistar este tipo de animal deve afastar-se, evitando o contacto. Se sentir uma picada, deve sair rapidamente da água, dirigindo-se de imediato ao nadador-salvador“.

A Autoridade Marítima acrescenta que a picada da caravela-portuguesa provoca “dor forte e sensação de queimadura (calor/ardor) no local e ainda irritação, vermelhidão, inchaço e comichão”.

Em pessoas mais sensíveis pode também provocar “falta de ar, palpitações, cãibras, náuseas, vómitos, febre, desmaios, convulsões, arritmias cardíacas e problemas respiratórios“. Nestes casos, a vítima deve ser encaminhada “de imediato para serviço de urgência“.

Contacto com águas-vivas, o que fazer:

– Não esfregar ou coçar a zona atingida para não espalhar o veneno;

– Não usar água doce, álcool ou amónia;

– Não colocar ligaduras;

– Lavar com cuidado com a própria água do mar;

– Retirar com cuidado os tentáculos da água viva (caso tenham ficado agarrados à pele) utilizando luvas, uma pinça de plástico e soro fisiológico ou água do mar;

– Se possível, aplique bicarbonato de sódio misturado em partes iguais com água do mar;

– Aplicar frio (água do mar gelada ou bolsas de gelo) no local atingido para aliviar a dor (o gelo não pode ser aplicado directamente na pele, deve ser enrolado num pano);

– Tomar um analgésico para aliviar a dor;

– Aplicar uma camada fina de pomada própria para queimaduras.

Contacto com caravela-portuguesa, o que fazer:

– Não esfregar ou coçar a zona atingida para não espalhar o veneno;

– Não usar água doce, álcool ou amónia;

– Não colocar ligaduras;

– Lavar com cuidado com a própria água do mar;

– Retirar com cuidado os tentáculos da água viva (caso tenham ficado agarrados à pele) utilizando luvas, uma pinça de plástico e soro fisiológico ou água do mar;

– Aplicar vinagre no local atingido;

– Aplicar bandas quentes ou água quente para aliviar a dor;

– Consultar assistência médica o mais rapidamente possível.

MSN notícias

219: Protectores biológicos não tapam o sol com a peneira

 

Informação à Imprensa

Julho de 2015

logo_brioUm verão protegido de químicos e raios ultravioleta

Os raios UV não são a única preocupação a ter em conta nesta época balnear. A pensar na saúde da pele e na protecção do ambiente, os supermercados Brio destacam os protectores solares biológicos sem substâncias químicas perigosas.

“Todos sabemos quais são os perigos da exposição prolongada ao sol se não usarmos protector solar, mas poucos conhecem os perigos que os químicos presentes nestes protectores habituais provocam na nossa saúde, bem como no ambiente. Além de puderem causar alergias e danos nas células, os seus ingredientes poluem a água do mar com resíduos deixados pelo creme”, afirma Mariana Carvalho, responsável de marketing dos supermercados Brio.

Sem corantes, filtros químicos sintéticos, nem parabenos, os solares biológicos são feitos à base de filtros de minerais sem nano partículas e de plantas colhidas e cultivadas de forma responsável e sustentável. Óleo de coco, óleo de girassol, aloé vera e chá verde são alguns dos ingredientes biológicos usados para reforçar a acção protectora dos filtros não poluentes.

Todos os protectores têm uma acção de largo espectro UV-A (radiação que ocorre durante todo o ano) e UV-B (radiação que ocorre no verão), não deixam a pele branca e são igualmente resistentes à água. Mariana Carvalho explica que “ter uma alimentação saudável, de preferência rica em frutas e legumes biológicos, e usar um protector solar biológico eficaz é a combinação perfeita para um bronzeado 100% natural. Com os protectores bio pode aproveitar o calor do verão enquanto protege a sua pele e respeita a natureza”.

Mais Informações www.brio.pt # www.facebook.com/BRIObiologico

Assessoria de Imprensa
Sara Cardoso
T: 967 758 844
E: sara.cardoso@adagietto.pt

Vanessa Osório
T: 961509222
E: vanessa.osorio@adagietto.pt

Brio – Supermercados Biológicos

Criado em 2008, o Brio é uma rede de supermercados 100 % biológicos que pretende fomentar um estilo de vida saudável e sustentável através da alimentação à base de produtos biológicos e da utilização de produtos ecológicos no dia a dia. Com lojas em Campo de Ourique, Carnaxide, Chiado, Estoril e Picoas, o Brio procura proporcionar experiências, fornecer informação e incentivar o consumo de produtos biológicos em Portugal, alertando para a importância da preservação dos recursos naturais e respeitando o funcionamento dos ecossistemas.

O Brio integra o The Edge Group, que detém uma participação de 80%.

O The Edge Group é um conjunto de holdings de investimentos e capital de risco, lideradas por José Luís Pinto Basto, focadas em projectos imobiliários e no desenvolvimento de actividades complementares a estes, através do investimento em empresas que geram elevados resultados, mas sempre dentro da filosofia ‘triple bottom line’, ou seja, que atingem o equilíbrio óptimo entre a sustentabilidade económica, social e ambiental.

www.theedgegroup.com

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