302: SNS vai ter consultas com imagem através de telemóvel

 

© Fornecido por RTP – Rádio e Televisão de Portugal, S.A.

O Serviço Nacional de Saúde vai disponibilizar, ainda este ano, consultas através de uma chamada com imagem no telemóvel. Os Serviços Partilhados do Ministério vão testar a aplicação já este semestre. A ideia é que seja possível realizar uma consulta, com o seu médico, utilizando para isso o telemóvel e uma chamada com imagem.

Um projecto-piloto que vai funcionar através de uma aplicação móvel, integrada na App “Mysnscarteira” que está disponível desde Janeiro de 2017 e que conta já com 330 mil pessoas.

Através de um smartphone, os utentes poderão ter, à distância, uma consulta com o médico de família ou um médico de especialidade. As consultas vão ser essencialmente úteis a doentes crónicos, mas dependem sempre da vontade do médico.

Uma solução de “tele-medicina que permite ligar a App do cidadão à App do médico”, disse ao Jornal de Notícias Henrique Martins, presidente do Consleho de Administração dos Serviços Partilhados do Ministério de Saúde.

Apesar de, à partida, a inovação estar centrada no Serviço Nacional de Saúde, a mesma vai poder ser utilizada por qualquer médico do privado, adiantou ao jornal este responsável.

msn lifestyle
RTP
19/03/2019

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235: Exames vão ser pedidos por SMS e recebidos por e-mail

 

Global Imagens

Estima-se que, quando esta ferramenta estiver em pleno funcionamento, poderá haver poupanças na ordem dos 20 milhões de euros em meios complementares de diagnóstico.

Os exames de diagnóstico vão passar a poder ser prescritos sem recurso a papel e os médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) poderão receber os resultados directamente por via electrónica.

Estas são algumas das novidades que hoje serão anunciadas num evento sobre Transformação Digital na Saúde, que decorre em Lisboa, e que foram antecipadas à agência Lusa pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS).

Segundo o presidente dos SPMS, estão a ser desenvolvidos os projectos que vão permitir aos utentes receber a prescrição de meios complementares de diagnóstico e terapêutica através de uma mensagem de telemóvel. Depois, o utente pode dirigir-se ao laboratório convencionado que entender, com a referência recebida por SMS que terá os exames pedidos pelo médico.

Esta ferramenta vai entrar agora em desenvolvimento e, segundo o presidente dos SPMS, Henrique Martins, poderá começar a funcionar em alguns locais ainda este ano.

Paralelamente, os médicos de família poderão começar a receber por via electrónica os resultados dos exames prescritos, sem que seja necessário o doente transportá-los em papel.

A SPMS estima que, quando esta ferramenta estiver em pleno funcionamento, poderá haver poupanças na ordem dos 20 milhões de euros em meios complementares de diagnóstico.

Não é apenas pela via do papel e das impressoras que se atinge a poupança, mas também porque se evitará a repetição desnecessária de exames. Os médicos terão acesso aos resultados dos vários exames ou análises feitos pelo utente, podendo assim contornar duplicações.

Outra das novidades anunciadas pela SPMS é a disponibilização, a partir de hoje à tarde, de uma aplicação para telemóvel onde os utentes podem ter, por exemplo, as guias de tratamento que acompanham as receitas médicas que actualmente já são passadas sem papel.

Segundo o presidente do organismo, os utentes hoje ainda saem dos consultórios com um guia de tratamento que acompanha as receitas, o que será resolvido por esta carteira electrónica da saúde – uma aplicação que funciona apenas para quem tiver telemóveis mais avançados.

Também o testamento vital pode estar disponível nesta aplicação e mais tarde serão desenvolvidas novas funções. Entre elas, haverá a possibilidade de os utentes avaliarem o seu grau de satisfação com cada atendimento no SNS.

A SPMS anuncia ainda que vai realizar-se em Abril, em Lisboa, um evento sobre saúde electrónica – a eHealth Summit.

Diário de Notícias
20 DE JANEIRO DE 2017 | 08:41
Lusa

202: Utentes do SNS com acesso facilitado a dados clínicos, exames ou receitas

 

Cidadãos vão ter chave digital para entrar na plataforma de dados da saúde e poder aceder ao processo clínico, consultar o boletim de saúde dos filhos ou até pedir a isenção de taxas moderadoras. Protocolo é assinado esta quinta-feira.

"O utente vai poder combinar uma conversa por videoconferência com o médico ou o enfermeiro ou mostrar exames, por exemplo, e tudo de forma gratuita", antecipa o presidente dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde /  Tiago Miranda

“O utente vai poder combinar uma conversa por videoconferência com o médico ou o enfermeiro ou mostrar exames, por exemplo, e tudo de forma gratuita”, antecipa o presidente dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde / Tiago Miranda

O Serviço Nacional de Saúde (SNS) vai facilitar a entrada dos utentes na plataforma de dados da saúde, permitindo-lhes consultar os seus dados clínicos, aceder ao receituário, ver exames, consultar o boletim de saúde dos filhos ou até pedir a isenção de taxas moderadoras. O acesso será feito a partir de uma chave móvel digital, que vai poder ser pedida gratuitamente em centros de saúde e hospitais públicos.

Para ter a porta aberta no SNS virtual, a funcionar no Portal do Utente e onde já é possível marcar consultas para o médico de família, o utilizador apenas terá de ser titular de um cartão do cidadão válido, possuir um telemóvel e fazer um registo presencial, único, numa unidade de saúde aderente. O protocolo, entre a Saúde e a Modernização Administrativa, é assinado esta tarde e é o ponto de partida para que os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) inicie a distribuição dos equipamentos, no caso leitores do cartão do cidadão, aos centros de saúde e hospitais.

A chave digital vem facilitar um processo que já havia dado os primeiros passos, incluindo em outros serviços da administração pública a funcionar na Internet, mas sem grande sucesso. Para aceder às funcionalidades disponíveis era necessário ter um leitor de cartões do cidadão, equipamento que tem estado sobretudo limitado às empresas.

Ao Expresso, os responsáveis da SPMS adiantaram que o Portal do Utente já é utilizado diariamente para solicitar seis mil pedidos de consultas nos cuidados primários, um serviço possível de requerer sem necessidade de autenticação do utente. Um dos passos seguintes será o da videoconferência. “O utente vai poder combinar uma conversa por videoconferência com o médico ou o enfermeiro ou mostrar exames, por exemplo, e tudo de forma gratuita”, antecipa o presidente da SPMS, Henrique Martins.

“Para o SNS, o interesse em ter um acesso facilitado à plataforma de dados da saúde é poder educar a população e promover a saúde”, salienta o responsável. “E no caso dos centros de saúde, por exemplo, aumentar a adesão dos utentes a esta ferramentas e até ao médico de família”, acrescenta.

In Expresso online
Vera Lúcia Arreigoso
12:50 Quinta feira, 15 de Janeiro de 2015

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