312: Saiba quais são os quatro medicamentos para a azia retirados pelo Infarmed

 

Autoridade do medicamento ordenou a retirada do mercado de medicamentos para a azia.

Infarmed retirou do mercado quatro medicamentos para a azia.
© Gonçalo Villaverde/Global Imagens

Bloculcer, Ranitidina, Ranitine e Zantac: são estes os medicamentos retirados do mercado pela autoridade do medicamento, segundo a SIC. A presença de uma substância potencialmente cancerígena levou o Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento (Infarmed) a ordenar a retirada imediata do mercado estes medicamentos de protecção gástrica, que contém o princípio activo ranitidina.

O Infarmed informou que todos os doentes em tratamento com estes medicamentos indicados para a azia, úlcera duodenal ou gástrica e refluxo gastro-esofágico devem interromper a toma de imediato e consultar um médico ou farmacêutico.

“Na sequência da detecção de uma impureza, N-Nitrosodimethylamine (NDMA), na substância activa ranitidina, o Infarmed determina a recolha e suspensão imediata da comercialização dos lotes de medicamentos (…) O motivo desta determinação decorre da presença em alguns lotes da referida impureza, da classe das nitrosaminas, já identificada em 2018 em alguns fármacos anti-hipertensores”, pode ler-se no comunicado do Infarmed.

O Infarmed recorda que as entidades que tenham estes medicamentos em stock devem proceder à sua devolução e que estão proibidas de vendê-las ou dispensá-las.

Diário de Notícias
DN
21 Setembro 2019 — 22:33

 

185: Remédio elimina sinais de doença em leucemias graves

 

Ensaios clínicos que estão a ser realizados nos Estados Unidos e em França obtiveram resultados muito positivos. Mecanismo inovador faz que as células se regenerem e retomem função normal.

dn25092014Um medicamento que está a ser testado em França e nos Estados Unidos eliminou na totalidade os sinais da doença em várias pessoas com leucemia mieloide aguda, uma das mais graves, e que têm uma mutação no gene IDH-2, em pouco tempo.

Até agora, mais de metade dos doentes envolvidos no ensaio recuperaram total ou parcialmente ao fim de poucos meses, nalguns em três ou quatro semanas.

Leia mais pormenores no e-paper do DN.

In Diário de Notícias online
25/09/2014
por Diana Mendes

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