203: Turno da noite pode ter consequências bem mais graves do que os sonos trocados

 

Bastam cinco anos em turnos nocturnos rotativos para se verificar uma redução da esperança média de vida e um aumento do risco de morrer de acidente cardiovascular. E as mulheres são as mais afectadas

visao16012015Um estudo recente publicado na revista científica American Journal of Preventive Medicine, chegou à conclusão que as mulheres que trabalham em turnos nocturnos rotativos durante cinco anos ou mais experienciam não só uma redução da média de vida, como também aumentam o risco de morrer de acidente cardiovascular. O estudo salienta ainda que aquelas que trabalham 15 anos ou mais na mesma situação estão mais propensos a morrer de cancro de pulmão.

Os cientistas definiram como turno rotativo “trabalhar pelo menos três noites por mês, para além dos dias ou fins de tarde desse mesmo mês”.

Para a realização desta investigação a equipa monitorizou cerca de 75 mil mulheres enfermeiras nos Estados Unidos, a quem interrogaram sobre o número de anos que trabalharam nesse regime.

Das observações retiradas do estudo feito entre 1988 e 2010, a primeira nota é a de que cerca de 14.200 mulheres enfermeiras morreram nesses 22 anos analisados, o que representa 11% na redução do tempo médio de vida. O risco de morte por acidente cardiovascular era de 19% nas mulheres que fizeram esse turno entre seis a 14 anos; e a percentagem dos que trabalharam nesse regime durante 15 ou mais anos subiu para 23%. As mulheres que trabalharam em turno rotativo da madrugada durante mais de 15 anos tinham, por outro lado,  um risco em morrer por cancro de pulmão 25% superior.

Investigações anteriores já haviam feito a ligação entre os turnos da noite e o decréscimo na qualidade da saúde. A Organização Mundial de Saúde comparou em 2007 os turnos da noite aos riscos cancerígenos presentes no tabaco. Esta relação foi explicada pela associação deste trabalho ao aumento de problemas cerebrais e de coração.

In Visão online
16:45 Sexta feira, 16 de Janeiro de 2015

198: Causas cancro: «Má sorte» pesa mais do que estilo de vida ou genes

 

tsf02012015A ocorrência da maior parte dos tipos de cancro pode ser atribuída mais à «má sorte» do que a factores de risco conhecidos, como o hábito de fumar, segundo um estudo norte-americano.

A investigação que chegou a essa conclusão tem o objectivo de explicar a razão de alguns tecidos do corpo serem mais vulneráveis ao cancro do que outros.

Os resultados, publicados no jornal científico Science, mostraram que dois terços de todos os tipos de cancro analisados são originados de forma aleatória por mutações genéticas, independentemente do estilo de vida levado pelo paciente.

Mas a organização Cancer Research UK afirmou que um estilo de vida saudável ainda aumenta muito as probabilidades de não desenvolver a doença.

Nos Estados Unidos, 6,9% da população desenvolve cancro de pulmão, 0,6% tem cancro cerebral e 0,00072% sofre de tumores na laringe em algum momento das suas vidas. As toxinas do cigarro podem explicar porque é que o cancro do pulmão é mais comum.

Mas, apesar do sistema digestivo estar mais exposto a toxinas do ambiente do que o cérebro, os tumores cerebrais são três vezes mais comuns que os do intestino.

O estudo foi realizado por investigadores da Universidade Johns Hopkins e da Escola de Saúde Pública Bloomberg. Afirmam acreditar que a explicação para esse factor aleatório está na forma como os tecidos do corpo se regeneram.

Células velhas e desgastadas do corpo são constantemente substituídas através de células-tronco, que se dividem para formar novas células.

Mas em cada divisão há o risco de que ocorra uma mutação perigosa, que aumenta as probabilidades de a célula-tronco se tornar cancerígena. O ritmo dessa renovação celular varia de acordo com a parte do corpo, sendo mais rápida no intestino e mais lenta no cérebro, por exemplo.

Os pesquisadores compararam o número de vezes que essas células se dividem em 31 tecidos do corpo durante a vida de um indivíduo com os dados de incidência de cancro nessas partes do corpo. Concluíram que dois terços dos tipos de carcinoma eram «provocados pelo azar» de células-tronco em processo de divisão sofrerem mutações imprevisíveis. Esses tipos de cancro incluem: cancro no cérebro, no intestino delgado e no pâncreas.

Segundo Cristian Tomasetti, professor assistente de oncologia e um dos investigadores, as ações de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência desses tipos de carcinoma.

«Se dois terços da incidência de cancro nos tecidos é explicada por mutações de DNA aleatórias que ocorrem na divisão das células-tronco, mudar o estilo de vida e os hábitos é uma grande ajuda para prevenir certos tipos de cancro, mas não é efectivo em relação a uma grande variedade de outros tipos», afirmou.

«Temos que concentrar os nossos esforços em encontrar formas de detectar esses cancros mais cedo, em fases em que ainda sejam curáveis”.

In TSF online
Publicado 02/01/2015 às 09:13

176: Consumo de tomate reduz risco de cancro da próstata

 
foto Reuters/David Mdzinarishvili

foto Reuters/David Mdzinarishvili

Homens que comem mais de 10 porções de tomates por semana têm um risco 18 por cento menor de desenvolver cancro da próstata, sugere uma nova pesquisa realizada pelas universidades britânicas de Cambridge, Oxford e Bristol.

De acordo com o estudo hoje publicado na revista médica “Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention”, que pertence à Associação Americana de Pesquisa do Cancro, homens que comem essas porções de tomate e seus derivados semanalmente demonstraram ter menor risco de aumentar cancro da próstata, a segunda variedade de tumor maligno mais comum nas pessoas de sexo masculino em todo o mundo.

Os pesquisadores das universidades de Cambridge Oxford e Bristol avaliaram as dietas e estilo de vida de 1.806 homens com idades entre 50 e 69, com cancro da próstata, e compararam com a dos outros 12.005 homens sem a doença.

A equipa de investigadores avaliou o estilo de vida dos dois grupos, nomeadamente se na sua dieta se incluía o selénio, cálcio e alimentos ricos em licopeno, produtos associados à prevenção do cancro da próstata.

E no final, apurou-se que os homens que tiveram ingestão ideal desses três componentes alimentares tiveram um menor risco da doença, refere a revista médica Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention.

A redução do risco do desenvolvimento da doença deve-se ao licopeno, um antioxidante que repele as toxinas que podem provocar danos nas células e ADN, disse a pesquisadora da Faculdade de Medicina da Universidade de Bristol, Vanessa Er, que liderou o estudo.

«Os nossos resultados sugerem que o tomate pode ser importante na prevenção do cancro da próstata. No entanto, mais estudos precisam ser realizados para confirmar os nossos resultados, especialmente por meio de testes em humanos. Os homens ainda devem comer uma grande variedade de frutas e legumes, manter uma alimentação saudável, controlar o peso e manterem-se activos», afirmou Vanessa Er.

In TSF online
Lusa
Publicado 27/08/2014 às 19:33

175: Diagnosticar cancros através de análise ao sangue

 

Investigação

Investigadores japoneses começaram a desenvolver um método para diagnosticar 13 dos tipos de cancro mais comuns através de uma análise ao sangue que, segundo os cientistas, seria “o primeiro sistema de detecção de alta precisão do mundo”.

dn19082014O grupo de investigadores, formado pelo Centro Nacional de Cancro (CNC) do Japão, pelo Centro de Desenvolvimento de Novas Tecnologias e Indústrias (NEDO), universidades e sete empresas, aspira ter disponível o novo sistema num prazo de cinco anos, de acordo com informações divulgadas hoje por estas instituições num comunicado conjunto citado pela agência Efe.

O projeto conta com um orçamento de 7.900 milhões de ienes (57 milhões de euros), financiados pelo NEDO, um organismo científico independente.

O seu objetivo passa por diagnosticar designadamente os cancros do estômago, esófago, pulmão, fígado, vesícula biliar, pâncreas, cólon, ovários, próstata, bexiga e mama.

Este seria “o primeiro sistema de diagnóstico de alta precisão do mundo” para o cancro, afirma na mesma nota o presidente do CNC, Tomomitsu Hotta, assinalando que o método permitiria aumentar a esperança de vida dos pacientes.

Simultaneamente, o NEDO trabalhará no desenvolvimento de um sistema idêntico para o Alzheimer, segundo o consórcio de investigadores.

In Diário de Notícias online
por Lusa, publicado por Marina Almeida
19/08/2014

148: El 97% de la quimioterapia no funciona y solo se utiliza por una sola razón

 

vozciudadana01

¿Cuál es la razón por la que se sigue utilizando la Quimioterapia?, pues que los médicos y las compañías farmacéuticas hacen dinero con ello. No reduce la mortalidad o disminuye las tasas de cáncer, por el contrario, las aumenta.

La mayoría de los pacientes mueren o se ven nuevamente afectados por el cáncer a los 10 ó 15 años después del tratamiento con quimio, Destruye el sistema inmunológico, aumenta la caída del sistema neurocognitivo, interrumpe el funcionamiento endocrino y es causa de intoxicaciones metabólicas en órganos. Los pacientes, básicamente, viven en un permanente estado de la enfermedad hasta su muerte. La industria del cáncer margina curas seguras y efectivas, mientras que promociona de sus remedios patentados, caros y tóxicos cuyos riesgos superan con creces cualquier beneficio. Esto es lo que mejor saben hacer, y lo hacen, ya que con ello hace que el dinero, así de simple.

vozciudadana02Es un negocio de proporciones gigantescas.

La quimioterapia no se dirige a las células cancerosas, y debido a esto, con la quimioterapia:

1) Mueren muchas más células normales que células cancerosas.

2) las células normales que sobreviven sufren daños tóxicos.

Asimismo, el artículo añade que ciertas sustancias que aparentemente resultaron más efectivas, fueron desechadas como sustituto a la quimioterapia por que no ofrecían margen de negocio debido a su bajo coste.

Cómo la Quimioterapia aumenta realmente el crecimiento del Cáncer

Los investigadores probaron los efectos de un tipo de quimioterapia en el tejido recogido de los hombres con cáncer de próstata, y se encontró “evidencia de daño en el ADN” en las células sanas después del tratamiento, escribieron los científicos en la revista Nature Medicine

La quimioterapia actúa inhibiendo la reproducción de las células de rápida división, como las que se encuentran en los tumores.

quim2

Los científicos descubrieron que las células sanas dañadas por la quimioterapia secretan más de una proteína llamada WNT16B que aumenta la supervivencia de células cancerígenas.

“El aumento en WNT16B fue totalmente inesperado”, el coautor del estudio Peter Nelson, del Centro de Investigación del Cáncer Fred Hutchinson en Seattle dijo a la AFP.

La proteína fue captada por las células tumorales vecinas a las células dañadas.

“WNT16B, cuando secretada, podría interactuar con las células tumorales vecinas y hacer que la invasión crezca y esto es importante, pues se resisten a la terapia posterior”, dijo Nelson.

En el tratamiento del cáncer en los tumores suelen responder bien al principio, seguido de un rápido rebrote y resistencia a la quimioterapia suministrada posteriormente.

Los médicos hablan sobre la industria del cáncer

Dr. Robert Atkins, mundialmente conocido por la llamada dieta Atkins, una vez anunció que hay varias curas para el cáncer, no se gana dinero con ellas. Son naturales, eficaces y de bajo costo, los medicamentos de alto costo no están involucrados, pero requieren mucha labor de autodisciplina de los pacientes. Cuesta millones financiar la investigación y los ensayos clínicos necesarios para producir un nuevo medicamento patentable y comerciable contra el cáncer. A menudo, estos medicamentos crean más enfermedades.

Según el Dr. John Diamond, MD, “Un estudio de más de 10.000 pacientes muestra claramente que la quimioterapia con la enfermedad de Hodgkin (linfoma) es en realidad una mentira. Los pacientes que se sometieron a quimioterapia eran 14 veces más propensos a desarrollar leucemia y tenían 6 veces más probabilidades de desarrollar cáncer de huesos, en las articulaciones y en los tejidos blandos que los pacientes que no se sometieron a la quimioterapia”

El Dr. Allen Levin dijo: “La mayoría de los pacientes de cáncer en este país (EE.UU.) muere de la quimioterapia. La quimioterapia no elimina los cánceres de mama, colon o pulmón. Este hecho ha sido documentado durante más de una década, sin embargo, los médicos todavía utilizan la quimioterapia para estos tumores”.

Fuente: Extracto del artículo original de la revista médica Prevent Disease escrito por DAVE MIHALOVIC.

In http://vozciudadanachile.cl/el-97-de-la-quimioterapia-no-funciona-y-solo-se-utiliza-por-una-sola-razon/

136: Recibo de caixa electrónica expõe pessoas a produto tóxico, diz estudo

 

Manipular recibos emitidos por caixas electrónicas, lojas e supermercados faz as pessoas terem contacto com um componente químico tóxico que já foi associado com problemas de saúde. É o que conclui um estudo publicado na revista da Associação Médica Americana (Jama).

dd27022014Investigadores analisaram a urina de indivíduos que manusearam o papel térmico utilizado nesse tipo de impresso por duas horas seguidas sem uso de luvas. Eles apresentaram um aumento significativo de bisfenol A (BPA) na urina em relação a quem usava luvas.

A exposição ao BPA já foi associada a condições como infertilidade, obesidade, certos tipos de cancro e problemas de desenvolvimento cerebral em crianças. A substância, presente no papel térmico, também é encontrada no revestimento interno de enlatados e em embalagens plásticas duras e transparentes; o seu uso já foi banido de biberões.

Shelley Ehrlich, do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati, nos Estados Unidos, e a sua equipa recrutaram 24 voluntários que forneceram amostras de urina antes e depois de manusear – com e sem luvas – os recibos impressos. O BPA foi detectado em 100% das amostras dos indivíduos que não usaram luvas.

Os cientistas avisam que um estudo maior é necessário para confirmar os resultados. Mas sublinham que são relevantes para pessoas que lidam diariamente com papéis térmicos no trabalho, como caixas de banco e de supermercado.

Um estudo mais antigo, publicado na Nature em 2010, já havia mostrado que o BPA presente em papéis térmicos é capaz de atravessar a pele. Na ocasião, o cientista Daniel Zalko, toxicologista do Instituto Francês para Pesquisa em Agricultura, alertou que o material não é a principal fonte de bisfenol A no ambiente, mas que grávidas deveriam ter mais cuidado ao manipular esses recibos, principalmente as que trabalham em caixas de supermercado.

In Diário Digital online
27/02/2014 | 14:15

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