184: Este fim de semana caminhe pelo Alzheimer

 

No nosso país há 182 mil pessoas a sofrer de demência. Numa iniciativa de sensibilização e de angariação de fundos para uma doença que afecta um número cada vez mais de pessoas, a associação Alzheimer promove este fim-de-semana em 15 cidades o “Passeio da Memória”.

expresso18092014“Não é uma corrida, é uma caminhada solidária, de sensibilização e de angariação de fundos”, referiu ao Expresso Tatiana Nunes, da Alzheimer Portugal, sobre o “Passeio da Memória” que a associação promove este fim de semana em 15 cidades portuguesas.

No sábado a iniciativa decorre em Beja, domingo (Dia Mundial da Doença de Alzheimer) em Aveiro, Barreiro, Braga, Campo Maior, Fafe, Funchal, Lagos, Matosinhos, Oeiras, Pombal, Portimão, Viana do Castelo, Viseu e Angra do Heroísmo.

A associação Alzheimer inaugurou este ano em Cascais o único lar português dedicado especificamente a pessoas que sofrem da doença, no local onde já funcionava o centro de dia Casa do Alecrim. A associação tem ainda outros centros de dia em Lisboa, Matosinhos e Pombal, onde, para além da assistência, fornecem indicações para quem tem de lidar com esse tipo de situação.

Estilos de vida e envelhecimento da população

Os estilos de vida sedentários e o envelhecimento da população contribuem para que o número de pessoas com demência esteja a aumentar no nosso país, afectando actualmente cerca de 182 mil pessoas, segundo refere Tatiana Nunes, alertando para a urgência de que Portugal criasse um plano nacional para as pessoas com demência, seguindo o exemplo de outros países.

“A generalidade (das pessoas com demência) está em casa ou em instituições não especializadas, mas necessitam de cuidados diferentes, de outro tipo de estímulo”, explica a Relações Públicas da associação.

O “Passeio da Memória” decorre pelo quarto ano consecutivo, pretendendo consciencializar as pessoas da importância de comportamentos que reduzam o risco de desenvolver a demência, assim como os sinais de alerta do Alzheimer que permitam um diagnóstico atempado.

As inscrições têm o valor de dois euros, que revertem na totalidade para o financiamento da Alzheimer Portugal.

Rita Blanco, Fátima Belo e Ana Zanatti participam em Oeiras, Filipe Pinto em Matosinhos e Luís Filipe Borges em Angra do Heroísmo.

In Expresso online
Alexandre Costa
8:00 Quinta feira, 18 de Setembro de 2014

169: Risco de propagação do Ébola em Portugal é ínfimo, diz especialista

 

O risco de propagação do Ébola em Portugal é ínfimo, mesmo que entre alguma pessoa infectada, não só devido aos meios e às práticas existentes no país, mas também às características de contágio desta doença, assegura um infecciologista.

dd13082014“A probabilidade de chegar uma pessoa infectada não é tão pequena, mas a de propagação da doença é infinitesimal”, garantiu Jaime Nina à agência Lusa, justificando com os meios de rastreio e de isolamento eficazes, com a preparação dos hospitais para receber os doentes e com as práticas de higiene, prevenção e segurança já existentes há muito tempo entre os profissionais de saúde.

“Em Portugal, se chegar alguém com febre ao hospital, não há enfermeira que lhe faça análises sem luvas. Em África isso não acontece”, exemplificou.

O Ébola é uma doença que não se transmite durante a fase de incubação do vírus, apenas quando a doença já se manifesta, e apenas se transmite por contacto directo com fluidos biológicos, como o sangue ou o sémen, e não por via aérea como acontece com a gripe.

Estas características diminuem o risco de contágio, pois permitem que todas as medidas preventivas sejam tomadas.

“Só se pode transmitir por via aérea se a pessoa tossir e tiver sangue, pois faz aerossol de partículas de sangue. Estes são os doentes mais perigosos e que justificam isolamentos mais rigorosos e utilização dos escafandros pelos profissionais de saúde”, explicou.

Se o doente só tem febre e hemorragias pequenas debaixo da pele, não tem perigo de contágio por via aérea, acrescentou.

“Se um doente viesse com diagnóstico ou com o vírus incubado, não haveria problema, pois seria isolado em tempo útil e quando se manifestasse a doença já estaria controlado”, sublinhou o especialista em medicina tropical.

Após um período de incubação do vírus que dura entre uma semana e dez dias, e em que a doença não é contagiosa, esta manifesta-se através de febre, hemorragias, vómitos e diarreias, variando a taxa de mortalidade entre os 25 e os 90 por cento.

O surto de Ébola que assola a África Ocidental superou a barreira dos mil mortos, com 1.013 vítimas mortais e 1.848 casos, de acordo com o último balanço da Organização Mundial de Saúde.

In Diário Digital online
13/08/2014 |20:01

110: “A campanha do colesterol é o maior escândalo médico do nosso tempo”

 

Entrevista a Uffe Ranskov, investigador dinamarquês e fundador da Liga Internacional dos Cépticos do Colesterol que defende que o colesterol alto não é causa mas apenas um sintoma das doenças cardiovasculares.

activa15062013Como começou o seu interesse no colesterol?

Quando a campanha anti-colesterol começou na Suécia, em 1989, fiquei surpreendido porque nunca tinha visto indicações na literatura médica que mostrassem que o colesterol elevado ou as gorduras saturadas fossem prejudiciais. Como sabia pouco do assunto comecei a ler de forma sistemática e rapidamente percebi que o rei ia nu.

Parece haver uma guerra de estudos nesta matéria…

Quase todas as pesquisas nesta área são pagas pelas farmacêuticas e pela indústria das margarinas. É também um facto triste que muitos investigadores que mostraram que o colesterol elevado não é mau, não o percebam eles próprios. Por exemplo, dois grupos de investigação norte-americanos mostraram recentemente que o colesterol de doentes que deram entrada no hospital com ataque cardíaco estava abaixo do normal. Concluíram que era preciso baixar o colesterol ainda mais. Um dos grupos fez isso mesmo. Três anos depois tinha morrido o dobro dos pacientes a quem tinham baixado o colesterol, comparativamente aqueles em que o colesterol foi deixado na mesma.

Se o colesterol não tem influência na doença coronária como se explica que haja tantos estudos a mostrar efeitos positivos das estatinas em pessoas com historial de doenças coronárias?

A razão prende-se com o facto das estatinas terem outros efeitos, anti inflamatórios, além de baixarem o colesterol. O seu pequeno benefício só foi demonstrado em pessoas jovens e homens de meia- idade que já tiveram um ataque cardíaco. Nenhum ensaio de estatinas foi capaz de prolongar a vida às mulheres ou pessoas saudáveis cujo único ‘problema’ é terem o colesterol alto. E há mais de 20 estudos que demonstram que pessoas mais velhas com colesterol vivem mais tempo.

– Há quem não desvalorize completamente o papel do colesterol, nomeadamente o LDL, mas enfatize a importância do tamanho das partículas.

O investigador norte-americano Ronald Krauss descobriu que o LDL existe em vários tamanhos e que um número elevado de partículas pequenas e com maior densidade está associado a um maior risco de ataque cardíaco, enquanto que um numero alto de partículas de LDL grandes está associado a um risco menor. Também demonstraram que ao comer gordura saturada o número de partículas pequenas no sangue descia e que o número das grandes subia. Isto não significa que as partículas pequenas sejam a causa dos ataques cardíacos. Haver uma relação não implica que seja de causa efeito. O que estes estudos demonstraram foi que comer gorduras saturadas não causa doenças coronárias. De qualquer forma, uma análise do colesterol diz pouco. O nível de colesterol depende de muitas coisas. O stress pode aumentar o nível de colesterol em 30% a 40% em meia hora.

Diz ainda que as gorduras saturadas não são um problema mas sim a comida processada, com gorduras hidrogenadas, e o açúcar…

Sim, o triste é que até os autores do mais recente relatório da OMS/FAO admitiram que a gordura saturada é inocente e apesar disso continuam com as recomendações de dietas com baixos teor de gordura e altos teores de hidratos de carbono. O relatório diz ‘As provas disponíveis de ensaios controlados não permitem fazer um juízo sobre efeitos substantivos da gordura na dieta no risco de doença cardiovascular’. Na Suécia, milhares de diabéticos obesos puderam deixar a medicação para a diabetes evitando os hidratos de carbono e comendo alimentos ricos em gordura saturada.

O que recomenda às pessoas relativamente à toma de estatinas?

Não usem estatinas! O seu benefício é mínimo e o risco de efeitos adversos é muito mais alto do que o que as farmacêuticas dizem. Vários investigadores independentes mostraram que há problemas musculares em25 a 50% das pessoas, especialmente nos mais velhos. Pelo menos 4% ficam com diabetes e parece haver também ligação a perdas de memória ou Alzheimer. Os problemas de fígado também são um risco. A campanha do colesterol é simplesmente o maior escândalo médico do nosso tempo.

In Activa online
Por: Bárbara Bettencourt
03 Maio 2013, às 14:59

105: Investigação: Consumo de produtos naturais pode levar à morte

 

O Observatório de Interacções Planta-Medicamento (OIMP/FFUC) lança esta segunda-feira uma campanha para sensibilizar a população dos riscos que corre ao consumir medicamentos com produtos naturais, como chás, suplementos ou até alimentos, combinações que nalguns casos podem conduzir à morte.

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“É fundamental que o consumidor conheça os vários tipos de produtos disponíveis no mercado, o que contêm, para que servem, e o risco que pode correr quando os consome”, disse à agência Lusa a coordenadora do Observatório, da Universidade de Coimbra, que estuda as interacções planta-medicamento “mais frequentes e preocupantes” que ocorrem em Portugal para ajudar a preveni-las.

A leitura dos rótulos é essencial: “Se o produto estiver dentro da lei” dispõe a informação necessária para ajudar o consumidor a não correr riscos, explicou Maria da Graça Campos.

O aumento do número de relatos de casos, incluindo mortes, em que surgiram estas interacções tem acompanhado o recente crescimento do consumo destes produtos.

“Muitos destes produtos são vendidos para uso terapêutico como se fossem suplementos alimentares, o que é absolutamente aberrante dado que não suplementam nada e ainda podem colocar em risco a vida dos doentes”, alertou.

Nos últimos 15 anos, “a expansão no consumo” destes produtos sofreu “um enorme implemento”, alegando-se os benefícios da medicina tradicional.

“A verdade é que se criou um negócio bilionário à volta desta ideia, que foge ao controlo rigoroso de eficácia e segurança”, criticou a investigadora, afirmando que é preciso combater o mito de que “os produtos naturais não fazem mal”.

Convencidas de que o que é “natural é bom”, as pessoas “compram indiscriminadamente” tudo o que lhes propõem.

“Enquanto não houve Internet, a ciência estava razoavelmente controlada e a investigação de plantas com elevado potencial terapêutico pertencia apenas a quem dominava esses conteúdos. Hoje, qualquer pessoa acede às bases de dados mundiais e encontra milhões de artigos a referirem esta ou aquela planta com potencial para poder vir a ser desenvolvido um novo medicamento”, advertiu.

Contudo, não sabem que os constituintes activos da planta induzem mais efeitos indesejáveis do que possíveis benefícios.

“O que o público não sabe é que a eficácia [destes produtos], na maior parte das vezes, não foi provada, que o controlo de qualidade é nulo e que, por vezes, vêm adicionados de medicamentos contrafeitos, que podem ainda vir contaminados com substâncias altamente tóxicas”, alertou Graça Campos.

Tal como noutros países, existe em Portugal “uma indústria paralela profícua que prescreve ervinhas (em comprimidos ou não) para tratar doentes seja qual for a doença” a preços elevados, disse Graça Campos.

A investigadora deu exemplos de plantas que interagem com os medicamentos, como as fibras da alimentação, ou suplementos que as contenham em grande quantidade, que podem diminuir a absorção de alguns fármacos, como os antidiabéticos orais.

Também o chá verde, o guaraná ou a erva-mate, que possuem uma grande quantidade de cafeína, estimulante do sistema nervoso central, estão contra-indicados em casos de hipertensão e perturbações de ansiedade.

“Quem estiver a tomar, por exemplo, ansiolíticos e/ou antidepressivos pode vir a ter um efeito oposto”, advertiu.

Doentes com hipertensão, se tomarem com a medicação outros vasodilatadores como o Ginkgo ou folhas de oliveira podem sofrer quebras bruscas de pressão arterial e desmaios.

Estas e outras interacções serão explicadas ao longo de cinco semanas nos Media, através desta campanha, que tem quatro públicos-alvo: os doentes polimedicados, a população saudável que usa suplementos, os adolescentes/drogas/smart drugs e os doentes oncológicos.

In Notícias ao Minuto online
09:03 – 13 de Maio de 2013 | Por Lusa

[Nota] – Sinceramente, nem me vou alongar em teses sobre a medicina natural que sigo há anos, sem qualquer risco e/ou problema de saúde, antes pelo contrário, mas quando leio estas aberrações afirmarem que produtos naturais (naturalmente verdadeiros e não falsificados), podem levar à morte, apenas me resta dizer que NÃO EXISTE NENHUMA DROGA NO MERCADO (leia-se medicamentos farmacêuticos) QUE NÃO TENHAM EFEITOS SECUNDÁRIOS DE TODA A ESPÉCIE, podendo causar graves problemas secundários de saúde e até, esses sim, conduzir à morte.
É bem sintomático a finalidade da utilização do termo “ervinhas”, neste caso: (“uma indústria paralela profícua que prescreve ervinhas (em comprimidos ou não) para tratar doentes seja qual for a doença” a preços elevados, disse Graça Campos) …
Aliás, não existe nenhuma droga farmacêutica que cure o que quer que seja, apenas podem, pela força das drogas implementadas nas suas fórmulas, aliviar certos sintomas no caso de analgésicos e similares. Mas curar, NÃO CURAM! Mais uma tentativa de atirar com poeira para os olhos de quem não se encontra devidamente identificado e conhecedor desta área, por parte dos gigantes da farmacêutica internacionais. Já estão a ter menos lucros? Temos pena, os que seguem as vias naturais… Mas ainda bem que existe, hoje em dia, muita gente que se encontra devidamente identificada com os meios naturais e com a ajuda de profissionais naturópatas credenciados e não com charlatães. Basta ler os comentários desta notícia…

94: Vacina da gripe A está sob suspeita

 

Saúde: Há 795 casos de narcolepsia na União Europeia

Adolescente adormece em qualquer lado e tem alucinações. Anda sempre acompanhada pela avó

Adolescente adormece em qualquer lado e tem alucinações. Anda sempre acompanhada pela avó

A família de uma adolescente de 16 anos reportou à Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) a sonolência diurna excessiva (narcolepsia), paralisia no sono, fraqueza muscular e alucinações, sintomas que a rapariga passou a ter depois de ser vacinada com a Pandemrix contra a gripe A, em 2009. Há mais dois casos de narcolepsia em Portugal, cuja ligação à vacina também está a ser investigada pelo Infarmed. Noutros países europeus registaram-se 795 casos, 200 dos quais na Suécia, mas há também na Finlândia, Noruega, Irlanda e França.

Esta doença, que provoca uma sonolência extrema e súbita, não tem cura. A especialista em doenças do sono, a neurologista Teresa Paiva, afirmou ao CM que acredita haver mais casos em Portugal. “Acho muito estranho que não haja mais casos da doença, porque muitas crianças e adolescentes foram vacinados. Eu própria notifiquei um caso ao Infarmed, de uma criança, em 2009”, afirmou Teresa Paiva.

A especialista sublinhou que “há uma relação entre a vacina Pandemrix e a narcolepsia e isso está actualmente provado através de vários estudos internacionais”.

Segundo Teresa Paiva, haverá uma “predisposição genética” das pessoas vacinadas para desenvolver a doença do sono, que é “muito grave” e manifesta-se pouco tempo depois da vacinação.

A adolescente, que pediu ao CM para não ser identificada, sofre com a doença. “Adormeço nas aulas, no autocarro e por isso tenho de andar acompanhada pela minha avó”, conta a rapariga.

O Infarmed afirma ao CM que recebeu três notificações de narcolepsia associada à vacina, uma das quais já em 2013, e que está a ser “investigada”. Os restantes dois casos foram reportados em 2010 e 2011. O CM contactou a direcção do laboratório GlaxoSmithKline, que comercializou a vacina Pandemrix, mas recusou prestar esclarecimentos.

ADOLESCENTE SUECA TOMA ESTIMULANTES

A sueca Emelie Olsson é uma das adolescentes que desenvolveu narcolepsia, após ter sido imunizada com a vacina Pandemrix. Contou que precisa de tomar estimulantes para controlar o problema. O especialista na doença, Emmanuel Mignot, da Universidade de Stanford, EUA, acredita que as evidências científicas mostram a relação entre a vacina e a doença. Porém, Norman Begg, médico da divisão de vacinas do laboratório diz não existirem provas suficientes.

In Correio da Manhã online
03/02/2013
Por:Cristina Serra

69: Correr para vencer o cancro

 

Iniciativa

A União Humanitária dos Doentes com Cancro convida todos para uma corrida solidária.

O Parque das Nações vai vestir-se a rigor, no dia 17 de Junho, para receber a 4ª edição da Corrida Vencer o Cancro, promovida pela União Humanitária dos Doentes com Cancro (UHDC). O objectivo é apoiar os doentes com cancro e as suas famílias, bem como sensibilizar a restante população para uma causa nobre.

«Reportando-nos apenas ao nosso país, os números são assustadores: o cancro é a segunda maior causa de morte em Portugal e dentro de cinco ou seis anos tornar-se-á na principal. Todos os anos aparecem 50 mil novos casos e com cada vez maior incidência na população jovem – 300 casos, dos 50 mil anuais, são a nível pediátrico, em crianças e jovens até aos 18 anos de idade. Não existe um género, uma faixa etária ou uma camada da população específica desta doença e é para essa situação que temos de educar a população em geral» refere Luís Filipe Soares, Presidente da Direcção da UHDC.

Sobre a importância desta iniciativa, o mesmo acrescenta: «A corrida é uma acção simbólica mas que serve as suas vertentes de divulgação/promoção de um maior conhecimento sobre o tema, bem como angariação de fundos para continuarmos a fazer o nosso papel».

Sob o lema “Quanto mais olharmos o cancro de frente, mais ele se afasta de nós”, toda a população está convidada a participar nesta corrida solidária e não competitiva. As inscrições são feitas exclusivamente online, no site oficial da Corrida Vencer o Cancro (www.vencerocancro.com), e o valor a pagar varia de acordo com os limites dos dias de inscrição. Serão aceites até 5 000 participantes.

No Domingo, 17 de Junho, todos os participantes podem viajar gratuitamente nos transportes da CP (comboios urbanos de Lisboa), Fertagus, Metro, Transtejo, Soflusa e Carris, entre as 07h00 e as 15h00, mediante a apresentação do número de frontal. A manhã da prova começa com uma aula de aquecimento colectivo, das 10h15 às 10h25. A partida é dada às 10h30 e todos os participantes terão de completar um percurso de 4km.

Todo o dinheiro angariado servirá para continuar o apoio gratuito a doentes oncológicos e seus familiares, bem como ao desenvolvimento de novas campanhas para a educação da população em geral sobre esta doença.

In Destak online
31 | 05 | 2012 11.57H

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