75: Radiação Ultravioleta

 

Quatro regiões de Portugal com níveis extremos – IM

As regiões do Funchal, Guarda, Penhas Douradas e Porto Santo vão registar hoje um valor “extremo” de radiação ultravioleta, pelo que a população deve evitar a exposição ao sol, informou o Instituto de Meteorologia (IM).

De acordo com a mesma fonte, 21 outras regiões, das 27 analisadas pelo IM, vão apresentar um valor “muito alto” de radiação ultravioleta (UV), com valores que variam entre os índices oito e dez.

Com o nível “muito alto”, o IM aconselha a utilização de óculos de sol com filtro UV, chapéu, t-shirt, guarda-sol e protetor solar, sublinhando igualmente que se deve evitar a exposição das crianças ao sol.

In Destak online
Destak/Lusa | destak@destak.pt
25 | 06 | 2012 08.38H

– Um comentário a este artigo, no online Destak, é transcrito de seguida mas antes, e em ordem a esse mesmo comentário que tem algo de verdadeiro, captei várias imagens daqueles aviões que de vez em quando cruzam os céus deixando rastos que nada têem a ver com a velocidade a que voam nem com outras situações. Já tinha lido em vários blogues e fóruns sobre os chamados “CHEMTRAILS”, ou seja, a denúncia que o rasto destes aviões tem a ver com produtos químicos que são lançados na atmosfera para experiências de vária ordem, nomeadamente climáticas mas que, pela sua natureza, poluem a atmosfera e originam doenças respiratórias e cancerígenas. O facto é que já tive conhecimento de pessoas com asma crónica grave que sempre avistam esses rastos brancos nos céus, o seu estado de saúde piora consideravelmente e só depois de alertadas para o facto, ligam essas “nuvens” ou “rastos”, com o agravamento do seu estado. Deixo também umas imagens desses rastos que captei ainda este ano e caso curioso, é sempre quando o céu se encontra limpo de nuvens…

– Os porquitos da geoengenharia, provavelmente com ligações também tanto a quem controla o espaço aéreo dos países como aos responsáveis da meteorologia, quem sabe se através do pagamento de favores ou mesmo dinheiro grosso, parece que desde há dois dias abandonaram o ataque às populações indefesas. Há dois dias o céu está naturalmente limpo. Mas atenção, esses porquitos não desistem, pelo menos enquanto as pessoas não os apanharem e acenderem os fornos para fazerem churrasco dos porquitos, envenenadores de populações pela calada. Quando eles voltarem à carga, vamos todos ver de novo no céu os rastos dos seus aviões, nuvens artificiais a formarem-se e as temperaturas a descerem vertiginosamente, e os jornais e as TVs deles a dizerem que é da “alteração climática”. Há que investigar profundamente o que se está a passar a esse nível, e ver até que ponto as próprias empresas que vivem da energia da água estarão também envolvidas, assim como quem se dedica à industria da dita “protecção civil”.
DEFENDAM PORTUGAL! | 25.06.2012 | 13.37H

Chemtrails

Chemtrails

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Chemtrails

Chemtrails

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Chemtrails

18: Como prevenir a bronquiolite

 

Tudo o que pode fazer para defender o seu filho desta infecção respiratória viral

A bronquiolite é uma infecção respiratória viral, sendo 50 a 90 por cento dos casos provocados pelo VSR (Vírus Sincicial Respiratório).

É uma doença contagiosa, transmitindo-se o vírus directamente por secreções contaminadas (tosse, espirro) e indirectamente pelas mãos ou utensílios contaminados. As epidemias ocorrem sobretudo entre os meses de Outubro e Março, atingindo as crianças com menos de dois anos de idade.

A bronquiolite representa um problema de saúde pública, sendo a sua prevenção fundamental, onde os fisioterapeutas têm um papel preponderante ao nível do ensino dos pais e educadores, indo de encontro ao objectivo principal do Programa Nacional de Saúde Escolar da Direcção Geral de Saúde, promover e proteger a saúde e prevenir a doença na comunidade educativa.

O ensino e informação aos pais, sobre o risco que a criança corre de contrair uma infecção das vias respiratórias, sobretudo se nasceu numa época de epidemia, se frequenta ou tem irmãos que frequentam creches, é de primordial importância na prevenção deste tipo de infecção. A promoção de regras de higiene e cuidados básicos dirigidas aos pais e educadores deverá diminuir a incidência da bronquiolite. A prevenção tem dois objectivos principais, designadamente reduzir a incidência da bronquiolite e retardar a idade da primeira infecção.

Existem várias formas de prevenirmos a bronquiolite das quais salientamos:

1. Lavagem das mãos com água e sabão

A simples lavagem das mãos com água e sabão é a primeira medida indispensável a uma protecção eficaz, principalmente antes do contacto com a criança. Os anti-sépticos podem ser uma alternativa.

2. Lavagem do nariz com soro fisiológico

O ensino da lavagem do nariz com soro fisiológico durante as rinofaringites também é muito importante.

3. Esterilização dos biberões

Regra de higiene simples que deve ser ensinada e à qual se deve dar atenção.

4. Lavagem frequente dos objectos e superfícies

A lavagem frequente dos brinquedos, das chuchas (que não devem ser partilhadas), dos objectos e das superfícies é de extrema importância. Quer em casa, quer na escola, os objectos em contacto com as crianças devem ser diariamente desinfectados.

5. Evitar a exposição de crianças a ambientes de fumo

Existe uma correlação positiva entre a gravidade da bronquiolite e a existência de um fumador em casa. As crianças filhas de fumadoras apresentam uma maior incidência de infecções respiratórias e otites crónicas.

6. Evitar o contacto da criança com familiares e amigos constipados

Esta regra torna-se mais importante ainda quando a criança é mais pequena. Se a própria mãe ou cuidador está constipado, deverá usar máscara que lhe cubra a boca e o nariz durante os cuidados dispensados à criança, caso não haja uma pessoa disponível para o substituir. É também recomendado que lugares com grande concentração de pessoas, como transportes públicos e supermercados sejam evitados, principalmente com crianças de risco.

7. Manter um bom nível nutricional

O aleitamento materno é de extrema importância, uma vez que o colostro e o leite humano contêm anticorpos contra bactérias e vírus importantes na defesa das crianças contra infecções, designadamente a bronquiolite.

8. Retardar a admissão da criança na creche pelo menos até aos 6 meses

Todas as crianças que frequentam creches ou que têm irmãos que as frequentam têm uma probabilidade maior de contrair a doença, posto isto, é importante diminuir o risco, sendo recomendável, em período de epidemia, retardar a admissão da criança na creche pelo menos até aos 6 meses.

Estas são as regras base para a prevenção da bronquiolite, regras estas que deverão ser adaptadas à realidade de cada um e utilizadas com bom senso. Caso existam dúvidas poderá recorrer a um profissional de saúde, nomeadamente a um fisioterapeuta que vai ajudá-la a tomar a decisão mais adequada à situação.

Texto: Inês Fiuza (fisioterapeuta, especialista em fisioterapia respiratória)

A responsabilidade editorial desta informação é da revista

17: Bronquiolite

 

O papel da fisioterapia no tratamento desta infecção respiratória provocada por um vírus

A bronquiolite é uma infecção respiratória viral, sendo 50 a 90 % dos casos provocados pelo VSR (Vírus Sincicial Respiratório).

É uma doença contagiosa, transmitindo-se o vírus directamente por secreções contaminadas (tosse e/ou espirro) e indirectamente pelas mãos ou utensílios contaminados.

De acordo com diversos estudos epidemiológicos, as epidemias ocorrem sobretudo entre os meses de Outubro e Março, atingindo as crianças com menos de dois anos.

Os sintomas

A bronquiolite caracteriza-se por um acesso agudo de sibilâncias (pieira), febre e/ou rinorreia (corrimento nasal) e hiperinsuflação torácica (tórax insuflado). Pode também existir tosse e dispneia (sinais objectivos de dificuldade respiratória).

Esta doença poderá ser mais ou menos grave, sendo que nos casos mais graves poderá levar mesmo ao internamento hospitalar. Nos nossos hospitais todos os anos são internadas crianças com bronquiolite e o estudo casuístico (Hospital Santo António, Hospital São João, Hospital Santa Maria, Hospital Dona Estefânea, Hospital Garcia da Orta) revela que os picos de maior prevalência ocorreram em Dezembro, Janeiro e Fevereiro e que 66% a 85% das crianças tinham idade inferior a 6 meses.

Como se trata a bronquiolite

O tratamento mais adequado desta doença deverá ser composto por um tratamento médico associado a tratamentos de fisioterapia.

O tratamento médico é baseado na gravidade dos sintomas e centra-se na farmacologia.

Existem várias substâncias que podem ser administradas, sendo que apesar de objectivos idênticos, a sua acção e reacção podem ser diferentes.

Dentro das substâncias medicamentosas encontram-se os broncodilatadores, os corticosteroides, os anti-virais, a antibioterapia (para tratar infecções bacterianas secundárias), os anti-tússicos e a oxigenoterapia. É ainda aconselhado o suplemento hídrico e a alimentação frequente, com refeições fraccionadas.

O papel da fisioterapia

A fisioterapia é recomendada quando há uma obstrução das vias aéreas intra e extra torácicas por secreções. Tendo como modelos de referência os componentes ventilatório, cardiovascular e metabólico subjacentes ao transporte de oxigénio, juntamente com o modelo ICF (International of Functioning, Disability and Health), o fisioterapeuta realiza um exame adequado, uma avaliação dos dados recolhidos que lhe permitem identificar, relacionar e hierarquizar os problemas que podem beneficiar com a sua intervenção.

A intervenção do fisioterapeuta tem vários objectivos, nomeadamente eliminar ou reduzir a obstrução brônquica, prevenir ou tratar a hiperinsuflação e finalmente prevenir danos estruturais que esta doença pode provocar no aparelho respiratório do bebé. Lembre-se que, em caso de suspeita de bronquiolite, poderá sempre recorrer a um fisioterapeuta que, após avaliação criteriosa, o encaminhará de acordo com a situação, podendo desta forma evitar repercussões a longo prazo, sobre a função respiratória do seu filho.

Saiba como prevenir esta infecção respiratória aqui

Texto: Inês Fiuza (fisioterapeuta especialista em fisioterapia respiratória)

A responsabilidade editorial desta informação é da revista

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