402: COVID-19: Veja no Google Maps por onde anda esta doença

 

 

SAÚDE/COVID-19/GOOGLE MAPS

A COVID-19 parece não estar a abrandar nem a dar a tréguas. A cada dia surgem novos casos e novas áreas do nosso país onde esta doença se está a propagar e a fazer as suas vítimas. Para ajudar ainda mais os seus utilizadores, a Google tem agora uma novidade.

Conforme tem sido visto, a gigante das pesquisas tem certamente procurado usar os seus serviços para propagar os utilizadores. Agora, e para ajudar ainda mais, o Maps passou a mostrar informação sobre a COVID-19 directamente nas áreas do mapa onde o utilizador está ou vai visitar.

Google Maps tem informação sobre a COVID-19

O Google Maps tem sido um dos locais onde a gigante das pesquisas mais tem concentrado a informação que disponibiliza sobre a COVID-19. Os exemplos a que podemos hoje ter acesso revelam sobretudo os locais dos testes e até o acesso aos profissionais de saúde. Há também igualmente informação sobre restaurantes e os seus novos horários.

Agora, e para dar ainda mais informação, a tecnológica resolveu criar uma nova camada de informação. Esta vai revelar os dados sobre as áreas do mapa e o estado da disseminação da COVID-19. Usando um esquema de cores, revela se é ou não uma zona problemática.

Informação útil para os utilizadores

Para dar essa informação aos utilizadores, a Google deu mais uma camada ao Maps. Assim, basta carregar no ícone para adicionar uma camada e vão encontrar a novidade. Chama-se COVID-19 e vai estar na área de detalhes do mapa. Desta forma pode ser chamado apenas quando for necessário.

Ao ser activado, vai de imediato mostrar dados sobre as áreas presentes no mapa. Esta vai ser representada por cores, do vermelho para o verde, das zonas mais problemáticas para as menos críticas.

Dados das áreas mais problemáticas

Há igualmente informação sobre o número de casos activos que essa zona tem presente, numa média dos últimos 7 dias. Para ajudar os utilizadores, revela ainda a fonte da informação que está a ser mostrada.

Esta informação está aparentemente já disponível para os utilizadores, mas a Google revela que irá alargar o acesso nas próximas semanas. Esta será igualmente uma novidade que estará disponível para Android e para iOS desde o primeiro momento. Usem esta informação e protejam-se, ao saber principalmente para onde vão e como está a presença da COVID-19 na área.

Google Maps vai adicionar dados sobre novos casos de COVID-19

A informação é meio caminho andado para que uma pandemia como esta possa ser melhor controlada. Segundo as informações, uma nova ferramenta no Google Maps vai exibir a quantidade de novos casos de COVID-19 … Continue a ler Google Maps vai adicionar dados sobre novos casos de COVID-19

Autor: Pedro Simões
23 Set 2020

 

401: Mais 802 novos casos e três mortes nas últimas 24 horas. Portugal tem 285 casos activos, 45% a norte

 

 

SAÚDE/COVID-19/PANDEMIA

O boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde indica que o número de internamentos continua a aumentar. Há agora 571 pessoas hospitalizadas (mais 25 do que na terça-feira), das quais 77 em unidades de cuidados intensivos.

© JOSÉ COELHO/LUSA

Há mais 802 novos casos confirmados de covid-19 (um crescimento de 1,15%) e três mortes em Portugal nas últimas 24 horas, de acordo com os dados do boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS), divulgado esta quarta-feira (23 de Setembro). No total, desde que a pandemia começou, o país registou 70.465 diagnósticos de covid-19 e 1.928 óbitos.

Há mais 25 pessoas internadas, o que eleva para 571 o número total de doentes hospitalizados, sendo que 77 estão em unidades de cuidados intensivos (mais sete face a terça-feira).

Os dados da DGS indicam que há mais 316 pessoas recuperadas da doença, num total de 46.290.

À data de hoje, Portugal tem 22.247 casos activos de covid-19, mais 483 do que na terça-feira.

Lisboa e Vale do Tejo tem mais de metade das novas infecções, com 437 novos casos reportados no boletim epidemiológico da autoridade da saúde, o que representa 54,5% do total nacional.

O Norte apresenta mais 240 diagnósticos de covid-19, o Centro regista mais 73 casos, o Alentejo mais 19 e no Algarve há mais 28 novas infecções. Há ainda mais dois casos na Madeira e três nos Açores.

285 surtos activos em Portugal

Existem 285 surtos activos no país, informou a ministra da Saúde, Marta Temido, durante a conferência de imprensa sobre a evolução da pandemia em Portugal. Há 129 surtos no Norte (o que representa 45% do total) , 27 no Centro, 90 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 15 no Alentejo e 24 no Algarve.

O RT (índice de transmissibilidade) para o período de 14 a 18 de Setembro situa-se nos 1.11, sendo que a média diária de novos casos nos últimos dias é de 725, disse ainda Marta Temido.

Os três óbitos reportados nas últimas 24 horas ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo. As vítimas mortais tinham mais de 80 anos.

A taxa de letalidade global é de 2,7%, afirmou a ministra da Saúde, Marta Temido.

O relatório da DGS indica também que há 40.765 pessoas em vigilância pelas autoridades de saúde, mais 347 face ao dia anterior.

Arruda dos Vinhos recomenda utilização de máscara na rua

Devido ao “aumento gradual de novos casos de contágio da doença nas últimas semanas” e ao início do ano letivo, A Câmara de Arruda dos Vinhos, no distrito de Lisboa, recomendou o uso de máscara na rua para prevenir o risco de contágio da covid-19 e encerrou parques infantis e campos de jogos no concelho.

Em comunicado, a autarquia recomendou “o uso de máscara na via pública e em espaços ao ar livre, em locais movimentados com base na aplicação do princípio da prevenção em saúde pública e como medida adicional de protecção individual e colectiva”.

O município determinou ainda o encerramento de parques infantis, campos de jogos e pavilhões desportivos.

Entre as recomendações está também a não concentração de pessoas na via pública e a sua dispersão quando forem mais de 10, salvo se pertencerem ao mesmo agregado familiar.

Desde o início da pandemia, Arruda dos Vinhos contabiliza 88 casos de infecção, dos quais 46 estão activos, registando-se ainda dois mortos, de acordo com o último boletim epidemiológico da Comunidade Inter-municipal do Oeste.

Mais de 31 milhões de infectados em todo o mundo

A pandemia do novo coronavírus já infectou mais de 31,6 milhões de pessoas em todo o mundo, incluindo mais de cinco milhões na Europa, segundo um balanço da agência AFP baseado em dados oficiais.

De acordo com o balanço da agência francesa de notícias, esta quarta-feira às 11:00 TMG (12.00 em Lisboa), a pandemia de covid-19 matou pelo menos 971.677 pessoas em todo o mundo desde que surgiu em Dezembro de 2019 na China. Pelo menos 21.641.500 pessoas foram consideradas curadas.

Na Europa, há 5.000.421 casos e 227.130 mortes, dos quais mais de metade são na Rússia (1.122.241 infecções, 19.799 mortes), Espanha (682.267 casos, 30.904 mortes), França (502.541 casos, 31.416 óbitos) e Reino Unido (403.551 casos, 41.825 óbitos)

Com Lusa.
Diário de Notícias
Susete Henriques
23 Setembro 2020 — 14:41

– Enquanto não existirem 🍅🍅🍅🍅 para colocarem esta gajada na ordem, a Pandemia vai continuar a aumentar diariamente, com INFECTADOS e MORTOS. Reparem na imagem seguinte e a rebaldaria da não utilização de máscara, além do não cumprimento do DISTANCIAMENTO SOCIAL.

E não me refiro apenas aos jovens mas à velhada intelectualóide, que continua a fazer a sua vidinha “social” sem que sejam interceptados pelas autoridades competentes e ainda se gabam de publicar as façanhas no Facebook. Portugal é um verdadeiro país do deixa-andar, habitado por gentinha sem carácter, sem vergonha, imbecil, hipócrita, cínica, que apenas pensa no seu bem estar e os outros que se lixem…

 

396: Descoberto o “calcanhar de Aquiles” dos coronavírus

 

 

SAÚDE/CORONAVÍRUS/COVID-19

NIAID / Flickr

Uma equipa de cientistas da Escola Superior de Economia, na Rússia, afirma que tanto o SARS-CoV-2 como outros coronavírus possuem a capacidade de “atrair” um mecanismo pelo qual as células do hospedeiro impedem a replicação viral.

As moléculas conhecidas como miARN hsa-miR-21-3p podem ser o calcanhar de Aquiles da covid-19, uma vez que poderiam ser capazes de reprimir a replicação do coronavírus humano, inibindo o crescimento nos primeiros estágios da infecção e atrasando a imunidade activa.

Ao analisar os sete tipos de coronavírus conhecidos que infectam os humanos, os autores do estudo comprovaram que seis deles, incluindo o responsável pela covid-19, mostram locais de união mútuos para miARN hsa-miR-21-3p e outro miARN chamado hsa-miR-421.

De acordo com o News Medical, quando o vírus entra na célula, começa a interagir activamente com várias moléculas dentro da célula. Uma dessas classes de moléculas são os miARN, que são pequenos ARNs cuja função principal é regular a expressão dos genes. Quando um vírus entra, os miARNs começam a ligar-se a certas partes do ARN do seu genoma, o que leva à destruição dos ARNs do vírus.

Esse ataque pode interromper a replicação do vírus completamente. No entanto, nos casos em que os miARNs não são muito “agressivos”, as interacções não destroem o vírus, mas retardam a sua replicação. Esse cenário é benéfico para o vírus, pois ajuda a evitar uma resposta imunológica rápida na célula.

Alguns dos vírus acumulam intencionalmente sítios de ligação de miARNs do hospedeiro. Isso torna-se a sua vantagem: os vírus com mais sítios de ligação sobrevivem e reproduzem-se melhor, o que leva à sua dominação evolutiva.

Para analisar o papel que desempenha após a entrada do coronavírus nas células humanas, os cientistas decidiram analisar o processo de infecção nos pulmões de ratos de laboratório, comprovando que, quando ocorre uma infecção, a produção de miARN aumenta em oito vezes, indicando que o vírus “promove” a união destas moléculas ao seu próprio ARN, afectando a sua multiplicação.

Agora, os cientistas pretendem analisar as possibilidades de um efeito medicinal sobre o vírus que é atraído aos miARN descobertos e analisar se a introdução ou eliminação artificial deste mecanismo pode prevenir a reprodução do vírus.

Este estudo foi publicado esta segunda-feira na revista científica PeerJ.

ZAP //

Por ZAP
16 Setembro, 2020

 

395: Covid-19 pode afinal ser transmitida até 90 dias após o contágio

 

 

SAÚDE/COVID-19/CONTÁGIO

Estudo russo indica que o período de contágio em alguns casos pode ir muito além dos 14 dias. A mesma investigação aponta que uma pessoa sem sintomas pode transmitir o vírus através do nariz neste espaço temporal


A conclusão é de uma grande investigação realizada por cientistas russos do Centro Estatal Véktor de Investigação em Virologia e Biotecnologia. O coronavírus pode ser transmitido até 90 dias após uma pessoa ter sido contagiada, uma informação que contraria o que tem sido a regra geral aplicada, que apontava no sentido de o período de contágio ser de 14 dias.

De acordo com Anna Popova, directora dos serviços federais russos, o organismo de uma pessoa que esteja infectada com covid-19 pode continuar a transmitir o vírus por um período de 90 dias após ter sido contagiada. Segundo a mesma responsável, apoiando-se nas conclusões deste estudo, a transmissão do vírus pode até ocorrer em casos de pessoas que já não têm qualquer sintoma da doença.

Anna Popova, que falava numa sessão de esclarecimento na Academia das Ciências da Rússia, explicou que estudos feitos a pacientes na Rússia indicaram que o período de contágio ia até 48 dias, mas que foram encontrados casos no estrangeiro em que esse período de transmissão do vírus chegou aos 90 dias.

A mesma responsável fez ainda questão de alertar que esta transmissão num espaço temporal até 90 dias não é apenas feita por pessoas que apresentem sintomas. “Uma pessoa que já não apresenta sintomas, que se sente perfeitamente bem e saudável e mesmo que tenha o sangue com todos os indicadores bons, pode continuar a transmitir a covid-19 através do nariz”, explicou.

Anna Popova realçou que não existem até hoje dados suficientes sobre o coronavírus e as suas verdadeiras consequência na saúde humana, mas destacou que neste mesmo estudo do Centro Estatal Véktor de Investigação em Virologia e Biotecnologia, e perante o estudo de 422 amostra, não foi detectado nenhuma mutação significativa do coronavírus.

A Rússia já começou a distribuir a vacina Sputnik-V em várias regiões do país como forma de combate ao covid-19. Nesta primeira fase trata-se de um teste piloto para testar as cadeias logísticas, antes de iniciar uma entrega em larga escala nas próximas semanas.

A vacina russa contra a covid-19 foi a primeira a ser registada no mundo, a 11 de Agosto, e mostrou não produzir efeitos secundários nas duas primeiras fases, embora a terceira ainda não esteja concluída, estando ainda a ser recrutadas as 40 mil pessoas que devem participar nesta fase.

Diário de Notícias

Nuno Fernandes
16 Setembro 2020 — 11:10

 

 

394: Portugal regista mais 425 infectados e quatro mortes por covid-19

 

 

SAÚDE/COVID-19

José Sena Goulão / Lusa

Portugal regista mais quatro mortos e 425 casos de infecção por covid-19 este terça-feira, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Os números revelados no boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) desta terça-feira indicam que há mais 425 novos casos de covid-19, o que eleva para 65.021 o número total de casos identificados desde o início da pandemia.

Segundo o Expresso, trata-se de um valor abaixo da média dos últimos sete dias (589,4), mas acima da média dos últimos 30 (364).

A região com o maior número de infectados nas últimas 24 horas é Lisboa e Vale do Tejo (mais 227 novas infecções – 53,4%). Seguem-se o Norte (mais 117 casos), o Centro (mais 51), o Algarve (mais 15), o Alentejo (mais 14) e os Açores (mais 1). A Madeira não registou novos casos.

Nas últimas 24 horas, mais uma pessoa com covid-19 foi internada (478). Além disso, há menos dois infectados em unidades de cuidados intensivos (59).

Portugal registou também mais quatro óbitos. Destes, dois foram registados no Norte, um em Lisboa e Vale do Tejo e outro no Algarve. O total de óbitos é agora de 1.875.

Já se encontra disponível o relatório de situação de hoje, 15 de Setembro, que pode ser consultado integralmente em…

Publicado por Direção-Geral da Saúde em Terça-feira, 15 de Setembro de 2020

Nas últimas 24 horas, foram dados como recuperados mais 177 doentes, sendo agora o total de recuperados de 44.784.

Neste momento, há 18.784 doentes portugueses activos a ser acompanhados pelas autoridades de saúde, mais 244 do que segunda-feira. Em vigilância estão 36.758 pessoas.

ZAP //

Por ZAP
15 Setembro, 2020

 

393: COVID-19: Máscara pode ajudar na imunidade? Estudo diz que sim

 

 

SAÚDE/COVID-19

Os números da COVID-19 mantêm-se em crescimento no mundo e o maior produtor de vacinas já revelou que só em 2024 se poderá conseguir ter uma vacina para todos. Enquanto não há solução, a luta contra a COVID-19 passa pela prevenção e pela imunidade de grupo (que será difícil de atingir).

Um estudo recente refere que o uso generalizado de máscara pode ajudar na imunidade.

O mundo está a chegar aos 30 milhões de casos de COVID-19 registados. No que diz respeito a mortos, são já mais de  930 mil à escala mundial. Vacina eficaz ainda não existe, mas são vários os laboratórios a trabalhar numa solução.

De acordo com um estudo da Universidade da Califórnia, o uso generalizado da máscara pode contribuir para a redução do contágio. Além disso, pode contribuir para uma maior imunidade, ao permitir reduzir a carga viral dos infectados.

Uso de máscara é uma forma de variolação

A investigação que deu origem ao artigo “Facial Masking for Covid-19 — Potential for “Variolation” as We Await a Vaccine” foi já publicada na revista científica “The New England Journal of Medicine” e e admite que o uso de máscara poderá não só atrasar a propagação do vírus como converter-se numa forma de “variolação”, ou seja, um forma de se alcançar (mais rapidamente) a imunidade.

Além de prevenir contra a COVID-19, o estudo revela que, de acordo com os dados virológicos e epidemiológicos avaliados, a máscara poderá diminuir a gravidade da doença entre pessoas infectadas.

Segundo o que é revelado pelo EL Mundo, as investigações epidemiológicas que têm sido realizada sobretudo nos países asiáticos, acostumados ao uso da máscara durante a pandemia de SARS em 2003, sugerem que existe um vínculo forte entre o uso da máscara e o controlo da pandemia. A confirmar-se a tese dos investigadores americanos, o uso generalizado de máscara contribuirá, assim, para aumentar a taxa de infecções assintomáticas, além de contribuir para reduzir o número de contágios.

Quebra das cadeias de contágio com a app STAYAWAY COVID

Em Portugal e no mundo é muito difícil registar as cadeias de contágio. Nesse sentido está disponível a app STAYAWAY COVID que, como recurso a tecnologia, permite rapidamente obter essa informação e alertar contactos da exposição.

A STAYAWAY COVID é uma aplicação para smartphones com iOS ou Android que tem como objectivo auxiliar o país no rastreio da COVID-19. A aplicação permite, de forma simples e segura, que cada um de nós seja informado sobre exposições de risco à doença, através da monitorização de contactos recentes. A aplicação é de utilização voluntária e gratuita e não tem qualquer acesso  à sua identidade ou dados pessoais.

App STAYAWAY COVID: 780 mil downloads e 32 já contactaram o SNS

Já instalou a app STAYAWAY COVID? Há quem diga que estamos no início de uma segunda fase da COVID-19. Os números dos últimos três dias não foram propriamente “simpáticos”, mas há que destacar o … Continue a ler App STAYAWAY COVID: 780 mil downloads e 32 já contactaram o SNS

Autor: Pedro Pinto
15 Set 2020

 

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