121: Repelente de insectos (Dengue)

 

Receita caseira

facebook07092013

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Basta uma gotinha nos braços e outra nas pernas.

ATENÇÃO: FALA-SE QUE NO RIO DE JANEIRO ESTÃO ESPERANDO A MAIOR INCIDÊNCIA DA HISTÓRIA, DE DENGUE ESTE ANO DE 2013. VAMOS FAZER NOSSA PARTE.

Estou repassando, por entender tratar-se de uma solução fácil para um problema que vem se arrastando e adoecendo tantas pessoas.

Com tanta chuva, está sendo impossível controlar poças d’água e criadouros, como sabem.

Estou fazendo um trabalho de formiguinha e está dando certo.

Este repelente caseiro, ingredientes de grande disponibilidade, fácil de preparar em casa, de agradável aroma e económico.

Em constacto com pessoas, tenho notado que não se protegem, estão reclamando que crianças estão cheias de picadas.

Tenho distribuído frascos como amostra, todos estão aderindo.

Já distribuí 500 frascos e continuo.

Mas, sou sozinha, trabalhando com recursos próprios, devido ao grande número de casos de dengue, não consigo abranger.

Gostaria que a SUCEN sugerisse aos municípios distribuir este repelente ( numa emergência ) nos bairros carentes com focos da dengue, ensinando o povo para futuramente preparar e usar diariamente, como se usa sabonete, pasta de dente.

Protegeria as pessoas e ao mesmo tempo, diminuiria a fonte de proteína do sangue humano para o Aedes maturar seus ovos, atrapalhando assim, a proliferação.

Não acham que qualquer ação que venha a somar nesta luta deveria ser bem vinda ?

DENGUE I (Aedes Aegypti):

Componentes:

– 1/2 litro de álcool;
– 1 pacote de cravo da Índia (10 gr);
– 1 vidro de óleo de bebé (100 ml).

Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias, agitando duas vezes ao dia (manhã e tarde);
Depois coloque o óleo corporal (pode tb ser de amêndoas, camomila, erva-doce, aloé vera).
Passe só uma gota nos braços e outra nas pernas e o mosquito foge do cómodo.

O cravo espanta formigas da cozinha e até dos equipamentos electrónicos, espanta também as pulgas dos animais.

O repelente evita que o mosquito sugue o nosso sangue, assim, ele não consegue maturar os ovos e atrapalha a postura, vai diminuindo a proliferação.

A comunidade toda tem de usar, como num mutirão.

Não forneça sangue para o Aedes Aegypti !

Ioshiko Nobukuni
(Sobrevivente da dengue hemorrágica)

Uma observação da Nair Adelaide:

Aqui em casa sempre temos este preparado. Minha filha usava quando fazia trabalho de campo para o mestrado em Biologia e tinha que passar a noite no mangue.
Quando eu faço, coloco bastante cravo para ficar mais forte. Acho que 10 gramas ainda é pouco. O óleo deve ser misturado só depois que os cravos estiverem bem curtidos no álcool e serve para fixar na pele.

Usamos quando vamos passear, pescar ou em qualquer outra ocasião em que se faça necessário. Além de eficiente, é muito cheiroso e agradável, o mosquito desaparece.

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92: Plantas poderão ajudar a extinguir mosquito da dengue

 

Uma farmacêutica investigadora da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, Ângela Pizarro, reuniu informação científica sobre um conjunto de plantas com poder insecticida e repelente que podem ajudar a extinguir o mosquito que transmite a dengue.

Fotografia © Arquivo 24 Horas

Fotografia © Arquivo 24 Horas

No âmbito da tese final da graduação em Medicamentos e Produtos à Base de Plantas, Ângela Pizarro reuniu informação sobre plantas com poder insecticida e repelente, que podem fazer parte de formulações de produtos de acção insecticida ou repelente do mosquito vector que transmite o vírus da dengue, disse a investigadora à agência Lusa.

A investigadora salientou que algumas destas plantas são?espontâneas ou cultivadas em Portugal, assim como por toda a Europa,?e que poderiam ser uma ajuda, num momento em que?o mosquito está a disseminar-se e a tornar-se resistente aos métodos da sua eliminação e repelência.

Trata-se de plantas com poder de controlo sobre as pragas que se vão mostrando resistentes aos pesticidas sintéticos, como o mosquito da dengue.

Para Ângela Pizarro, a particularidade destas plantas é o facto de serem aromáticas e de possuírem poderosos óleos essenciais, tais como as espécies de Mentha, Eucalyptus e Glycirrhiza glabra (alcaçuz), que perturbam o processo normal da transmissão da doença, actuando desde a eliminação do mosquito (insecticida) até à prevenção da picada (repelente).

A dengue é uma doença infecciosa, que para existir precisa do?transmissor (mosquito), da vítima (homem ou animal) e da via de transmissão (subcutânea), recordou a investigadora.

Assim, para se combater uma doença infecciosa, tem de actuar em um ou nos três elementos, sendo que é na prevenção que Ângela Pizarro considera poder utilizar a sua descoberta.

Com este trabalho, o objectivo foi explorar as ferramentas que existem para aperfeiçoar a estratégia de prevenção: eliminação do habitat do mosquito, educando as pessoas, eliminação do mosquito, com insecticidas de origem natural à base de plantas, e o evitar da picada, com repelentes de origem natural à base de plantas com poderoso óleos essenciais, adiantou a investigadora.

Neste sentido, não se trata de uma efectiva cura, mas sim de uma prevenção, que desencadeará a extinção do mosquito, porque ele necessita do sangue humano e animal para sobreviver e para se reproduzir.

Ângela Pizarro considerou também que a indústria farmacêutica teria muito a ganhar com esta alternativa, na medida em que há rentabilização quer do meio ambiente quer dos gastos em saúde.

E, neste momento, um posicionamento com base na responsabilidade social das empresas será um valor acrescentado à credibilidade destes grandes grupos económicos, acrescentou, salientando que há uma adesão muito maior da parte da população quanto aos produtos “naturais” em detrimento dos sintéticos.

Em termos económicos, terá de ser feita uma análise mais aprofundada, disse também a investigadora.

Além da pesquisa, o trabalho de Ângela Pizarro incluiu um inquérito à população madeirense, na tentativa de avaliar a opinião e informação disponibilizada aos residentes, relativamente à doença e à prevenção da mesma.

In Diário de Notícias online
22/01/2013
por Lusa, publicado por Graciosa Silva

86: Dengue: Ameaças voadoras

 

Terá vindo da Venezuela ou do Brasil e já apresenta alguma resistência aos insecticidas. Uma semana de surto de dengue na Madeira obrigou a reforçar o controlo do mosquito transmissor da doença.

CONSULTE A INFOGRAFIA

Quadro 1

Quadro 2

Quadro 3

Quadro 4

Era uma questão de tempo até que aparecesse o primeiro caso de dengue na Madeira. Desde 2005, altura em que foi detectada, pela primeira vez, a presença do mosquito transmissor da doença, que a ilha andava a ser vigiada pelos especialistas do Instituto de Higiene e Medicina Tropical.

Duzentas e setenta armadilhas, distribuídas pela Madeira e por Porto Santo, e muito trabalho de campo permitiram concluir que o bicharoco terá vindo do Brasil ou da Venezuela e que apresenta “níveis de resistência a alguns insecticidas”, revela Carla Santos, professora de entomologia médica.

A especialista daquele instituto voou terça-feira, 9, de Lisboa para o arquipélago, de forma a estar mais perto dos acontecimentos – os primeiros casos positivos de dengue foram revelados na semana passada. “O objectivo, agora, é estimar a densidade populacional do mosquito e tentar perceber qual o contacto entre ele e as pessoas”, avança. Assim que foi confirmado o primeiro caso de dengue, ficou suspensa uma das técnicas mais usadas para o estudo destes vectores: a exposição das pernas nuas durante a dita hora da melga, para aferir o número de picadas por pessoa.
Eliminar criadouros

“Um surto de dengue tem três vértices: o mosquito, uma população humana susceptível e o agente patogénico que o provoca”, explica Carla Santos. As duas primeiras condições estavam lá desde 2005. Ainda não se sabe como é que a terceira entrou na equação. O mais provável é o mosquito local ter picado uma pessoa infectada. Em alternativa, pode ter chegado à Madeira já com o vírus da dengue nas papilas salivares.

Numa semana, o número de casos subiu às dezenas e a população entrou em pânico, acorrendo às farmácias para comprar repelentes e aos hospitais para descartar possíveis infecções – detectadas através de uma análise laboratorial, feita, numa primeira fase, no Instituto Ricardo Jorge, em Lisboa, mas agora efectuada na Madeira

“Nas casas, o mosquito tem a vida facilitada, porque encontra aquilo de que precisa: alimento e um local para se reproduzir”, nota a entomologista. É por isso que uma das principais mensagens à população tem sido no sentido de controlar o crescimento dos mosquitos, que também são responsáveis pela transmissão da febre amarela. Aos madeirenses, sobretudo da região do Funchal, pede-se que eliminem os criadouros (onde vivem as larvas), como os pratos dos vasos de plantas, os pneus abandonados, as garrafas abertas e expostas à chuva, os baldes com água. Vai-te embora ó melga!

In Visão online
Sara Sá (texto publicado na VISÃO 1023, de 11 de setembro)
1:52 Domingo, 14 de Outubro de 2012

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