48: Portugueses não sabem reconhecer sintomas de enfarte

 

Campanha de sensibilização

O presidente da Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular(APIC)disse hoje que a população portuguesa não está informada nem sobre o sintomas de um enfarte nem sobre o modo de actuação correto.

Hélder Pereira falava à agência Lusa a propósito da campanha de sensibilização “Não perca tempo – o enfarte não pode esperar!” desenvolvida pela associação durante o mês de Abril e que termina hoje com uma acção de sensibilização na área de serviço da Galp, no aeroporto de Lisboa.

“Um dos problemas graves é que as pessoas quando têm enfarte muitas vezes não reconhecem os sintomas, demoram muito tempo até pedir ajuda e depois dirigem-se pelos próprios meios para o hospital”, adiantou Hélder Pereira.

Por isso, a campanha, que é europeia e que arrancou em Abril, visa passar a todos a mensagem de que em caso de enfarte não se pode perder tempo, esclarecer quais são os sintomas e o melhor modo de actuação.

O médico explicou que o enfarte do miocárdio resulta de um coágulo que se forma numa artéria do coração e que depois rebenta, fazendo com que a parte do músculo cardíaco irrigado por essa artéria deixe de receber oxigénio e vá morrendo aos poucos.

In Diário de Notícias online
03/05/2012
por Lusa

Pena que o D.N. se tivesse limitado a um copy/paste da Lusa e não adiantasse, para todos sabermos, como se reconhece um enfarte…

Enfarte

Enfarte agudo do miocárdio, popularmente conhecido como ataque cardíaco, é o processo de morte (necrose) de parte do músculo cardíaco por falta de aporte adequado de nutrientes e oxigénio.

O coração é um órgão responsável pelo bombeamento de sangue (com substâncias energéticas) para todo o organismo. Por se tratar de um músculo em contínua actividade, as suas exigências metabólicas também são elevadas. Devido a isto, qualquer patologia que interfira na sua nutrição afectará todo o balanço energético do organismo. As consequências são diversas, podendo desde pouco interferir no funcionamento normal do corpo até a morte súbita da pessoa.

É causado pela redução do fluxo sanguíneo coronário de magnitude e duração suficiente para não ser compensado pelas reservas orgânicas.

A causa habitual da morte celular é uma isquemia (deficiência de oxigénio) no músculo cardíaco, por oclusão de uma artéria coronária. A oclusão dá-se em geral pela formação de um coágulo sobre uma área previamente limitada por aterosclerose.

O diagnóstico definitivo de um enfarte depende da demonstração da morte celular. Este diagnóstico é feito de maneira indirecta, por sintomas que a pessoa sente, por sinais de surgem em seu corpo, por alterações num electrocardiograma e por alterações de certas substâncias (marcadores de lesão miocárdica) no sangue.

O tratamento procura diminuir o tamanho do enfarte e reduzir as complicações pós-enfarte. Envolve cuidados gerais como repouso, monitorização intensiva da evolução da doença, uso de medicações e procedimentos chamados invasivos, como angioplastia coronária e cirurgia cardíaca. O tratamento é diferente conforme a pessoa, já que áreas diferentes quando a localização e tamanho podem ser afectadas, e resposta de cada pessoa ao enfarte ser particular.

O prognóstico, ou seja, a previsão de evolução, será tanto mais favorável quanto menor a área de enfarte e mais precoce o seu tratamento.
Enfarte agudo do miocárdio, popularmente conhecido como ataque cardíaco, é o processo de morte (necrose) de parte do músculo cardíaco por falta de aporte adequado de nutrientes e oxigénio.

O coração é um órgão responsável pelo bombeamento de sangue (com substâncias energéticas) para todo o organismo. Por se tratar de um músculo em contínua actividade, as suas exigências metabólicas também são elevadas. Devido a isto, qualquer patologia que interfira na sua nutrição afectará todo o balanço energético do organismo. As consequências são diversas, podendo desde pouco interferir no funcionamento normal do corpo até a morte súbita da pessoa.

É causado pela redução do fluxo sanguíneo coronário de magnitude e duração suficiente para não ser compensado pelas reservas orgânicas.

A causa habitual da morte celular é uma isquemia (deficiência de oxigénio) no músculo cardíaco, por oclusão de uma artéria coronária. A oclusão dá-se em geral pela formação de um coágulo sobre uma área previamentelimitada por aterosclerose.

O diagnóstico definitivo de um enfarte depende da demonstração da morte celular. Este diagnóstico é feito de maneira indirecta, por sintomas que a pessoa sente, por sinais de surgem em seu corpo, por alterações num eletrocardiograma e por alterações de certas substâncias (marcadores de lesão miocárdica) no sangue.

O tratamento procura diminuir o tamanho do enfarte e reduzir as complicações pós-enfarte. Envolve cuidados gerais como repouso, monitorização intensiva da evolução da doença, uso de medicações e procedimentos chamados invasivos, como angioplastia coronária e cirurgia cardíaca. O tratamento é diferente conforme a pessoa, já que áreas diferentes quando a localização e tamanho podem ser afectadas, e resposta de cada pessoa ao enfarte ser particular.

O prognóstico, ou seja, a previsão de evolução, será tanto mais favorável quanto menor a área de enfarte e mais precoce o seu tratamento.

In Enfarte.com

Sintomas descritivos

Os sintomas da doença coronária são às vezes difíceis de valorizar. Nalguns casos, outras doenças podem manifestar-se de igual modo, como uma hérnia no estômago ou uma inflamação das articulações existentes entre as costelas e o esterno. Noutros, a doença coronária pode manifestar-se de forma atípica, por exemplo, como uma indigestão.

sintomas da angina de peito

O sintoma principal é a dor torácica, ainda que no caso de pacientes diabéticos, idosos e doentes sob os efeitos do álcool, possa não ser assim.
As características importantes de toda a dor são: localização, duração, irradiação, intensidade, qualidade, sintomas acompanhantes e fenómenos desencadeantes e atenuantes.
Seguidamente, descreveremos cada um destes aspectos da dor.

• Localização. A dor costuma localizar-se na parte anterior do tórax, sob o esterno. Outras localizações frequentes são o epigastro (boca do estômago), o pescoço, a mandíbula e os ombros.

• Duração. A dor inicia-se e acaba gradualmente, e pode durar de poucos até vinte minutos no caso de angina prolongada.

• Irradiação. Independentemente de onde se origina a dor, esta pode irradiar até ao pescoço, à mandíbula, aos dentes, à zona interescapular (isto é, parte central das costas), ambos os braços e inc1usivamente aos dedos das mãos (figura 13).

• Qualidade. A dor é mal localizada (quer dizer, não se verifica num ponto claro e específico, mas numa zona), profunda, de tipo opressivo ou abrasivo. Outros tipos de natureza pungente e com poucos segundos de duração costumam ser de ordem psíquica, nada tendo a ver com a angina de peito.

 Sintomas acompanhantes. É frequente aparecerem náuseas, suor frio e palidez.

• Fenómenos desencadeantes. A dor desencadeia-se com os esforços físicos e o stress psíquico. Outros factores desencadeantes podem ser a digestão de alimentos, o coito, o tempo frio, o vento de frente e os esforços a princípio da manhã.

• Fenómenos atenuantes. Costuma atenuar-se a dor com o repouso e medicamentos vasodilatadores como a nitroglicerina.

Outros fenómenos aparecendo ao examinar-se um paciente em plena crise de angina de peito são o aumento de frequência cardíaca, o aumento da tensão arterial, ruídos cardíacos apagados durante a auscultação do tórax e alterações típicas do electrocardiograma (ECG) que se explicaram no capítulo referente a métodos diagnósticos. O exame do paciente nos períodos livres de dor pode ser absolutamente normal.

sintomas do enfarte de miocárdio

A dor que aparece durante o enfarte de miocárdio é de características similares à da angina de peito, ainda que costume ser de maior duração, demorando trinta minutos a várias horas a desaparecer. Não abranda com o repouso nem com os medicamentos vasodilatadores. Como na angina de peito a dor é de intensidade variável: pode ser desde insuportável até leve formigueiro em ambos os braços ou inc1usivamente não apresentar sintomas nos casos de diabéticos, alcoólicos e idosos. Como no caso de angina de Prinzmetal, o enfarte pode aparecer em repouso.

Outros sintomas podem ser: sensação de falta de ar (dispneia), sensação de morte iminente, instabilidade na marchasuor friopele pálida e debilidade generalizada importante.

Existem outros casos atípicos que podem apresentar-se sem dor e que mencionaremos sucintamente:

• Sensação de forte indigestão com náuseas e vómitos.
• Dispneia súbita.
• Síncope ou lipotimia com perda total de conhecimento.
• Sensação grave de angústia e nervosismo acentuado.

In Enfarte.com

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