356: Cientistas estão a tentar reverter a diabetes com edição de genes

 

CIÊNCIA/SAÚDE

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Naquele que poderá ser um adeus às injecções de insulina, uma equipa de investigadores está a tentar reverter a diabetes através de uma nova técnica de edição de genoma baseada na CRISPR.

Na diabetes tipo 1, o pâncreas deixa completamente de produzir insulina por destruição completa das células que fabricam esta hormona. Por esta razão,  a única maneira de tratar este tipo de diabetes é administrando insulina.

Nos anos 90, testou-se um tratamento revolucionário para curar a doença. Os pacientes receberam transplantes de tecido que continha células produtoras de insulina. A ideia era que compensassem as células defeituosas dos pacientes com diabetes. O transplante funcionou, mas apenas temporariamente.

Embora que esta terapia não tenha tido o sucesso desejado, os cientistas não desistiram da ideia de tentar encontrar uma cura para a diabetes. É neste sentido que uma equipa de investigadores da Universidade de Washington em St. Louis acredita que a CRISPR pode ser a solução para reverter a doença.

O objectivo dos cientistas é corrigir as células estaminais dos pacientes diabéticos através desta tecnologia de edição de genoma. Com esta eventual alteração, as células passariam a produzir a insulina necessária. O estudo foi publicado, em Abril, na revista científica Science Translational Medicine.

Os autores do estudo explicam que a abordagem poderia eventualmente ser usada para tratar a diabetes tipo 1 e tipo 2. “Conseguimos reverter a diabetes em ratos com cerca de uma semana”, disse ao OneZero Jeffrey Millman, coautor do estudo.

Cientistas curaram a diabetes em ratos com células estaminais humanas

Recorrendo a células estaminais humanas, uma equipa de cientistas nos Estados Unidos conseguiu eliminar os efeitos da diabetes em ratos…

Os investigadores usaram células da pele de um paciente com a doença para gerar um tipo de célula estaminal que pode ser transformada em qualquer tipo de célula do corpo. Através do CRISPR, os cientistas corrigiram a mutação no gene que causa a doença. Depois, transformaram as células estaminais corrigidas em células beta pancreáticas e injectaram-nas em ratos. Apenas uma semana depois, os níveis de açúcar no sangue normalizaram e mantiveram-se estáveis nos seis meses que se seguiram.

A aplicação em humanos ainda não é garantida e, por enquanto, os especialistas estudam qual o melhor local do corpo para infundir as células beta corrigidas. Em testes clínicos anteriores, cientistas tentaram infundir as células debaixo da pele, mas os resultados não foram convincentes.

Além disso, os investigadores estimam que seriam necessárias mil milhões de células para tratar apenas um paciente. Este processo de recolha demoraria vários meses ou até mesmo um ano.

É improvável que as células estaminais editadas geneticamente pela CRISPR substituam a insulina tão cedo. No entanto, é de esperar que brevemente alguns testes em humanos comecem a ser feitos nesse sentido.

ZAP //

Por ZAP
11 Maio, 2020

 

355: Vitamina D associada a menos mortes por covid-19 (e 80% dos portugueses tem falta dela)

 

CIÊNCIA/SAÚDE

Nick Kenrick / Flickr

Um estudo publicado associa a deficiência de vitamina D a uma maior taxa de mortalidade por Covid-19, dando como exemplo países como Espanha e Itália. Portugal é um dos países analisados com os índices mais baixos desta vitamina e o médico Pedro Lôbo do Vale constata que “80% da população tem valores inferiores ao normal”.

A pesquisa publicada no jornal científico Aging Clinical and Experimental Research constatou uma associação entre os baixos níveis de vitamina D e elevados índices de mortalidade por covid-19, após a análise de dados de pacientes de 20 países europeus.

A vitamina D modula a resposta dos glóbulos brancos a infecções, prevenindo que libertem demasiadas citocinas inflamatórias, notam os investigadores. Ora, a covid-19 provoca um excesso de citocinas inflamatórias, o que, segundo alguns especialistas, é uma das principais complicações criadas pela doença.

O estudo agora publicado atribui as elevadas taxas de mortalidade em países como Espanha, Itália e Reino Unido a baixos índices de vitamina D na sua população, comparando-os com os países do Norte da Europa que têm níveis superiores desta vitamina e que foram menos atacados pela pandemia.

Os dados que reportam até 8 de Abril de 2020 colocam Portugal como o país com o pior índice de vitamina D – 30 nanomoles por litro (nmol/L) de sangue – atrás de Espanha (42.5 nmol/L), da Suíça (46 nmol/L), do Reino Unido (47.4 nmol/L), da Bélgica (49.3 nmol/L) e de Itália (50 nmol/L).

Ilie et all
Nível de vitamina D, casos de covid-19/1 milhão de habitantes e mortes causadas por covid-19/1 milhão de habitantes. Dados até 8 de Abril de 2020.

O médico Pedro Lôbo do Vale corrobora os valores relativamente ao nosso país, notando, em declarações ao Correio da Manhã (CM), que “os estudos feitos em Portugal demonstram que 80% da população tem valores inferiores ao normal“. “O normal é de 30 a 100 unidades diárias e há pessoas que têm 12, 13, 14”, aponta.

“A vitamina D é fundamental para a imunidade e as pessoas mais afectadas por esta carência são, precisamente, as pessoas de mais idade. Dos 80 para cima, mas também dos 60 até aos 80, e até mais novas. Os que estão em lares, então, não apanham sol nenhum. E têm valores baixíssimos de vitamina D”, constata ainda Pedro Lôbo do Vale.

O médico repara que se pode fomentar a produção de vitamina D pelo organismo com a exposição solar e com o consumo de peixes gordos.

“Mas é um facto de que cada vez se apanha menos sol. Os trabalhos no exterior são cada vez menos e em lazer as pessoas evitam a exposição solar directa e usam protector solar, que diminui a absorção da vitamina D”, destaca Pedro Lôbo do Vale.

O médico recomenda que se siga o exemplo dos nórdicos que “tomam óleo de fígado de bacalhau logo pela manhã”.

Vitamina D pode “cortar mortalidade em metade”

A pesquisa realizada por investigadores das Universidades Northwestern (EUA) e Anglia Ruskin (Reino Unido) e do Hospital Queen Elizabeth que integra o Serviço Nacional de Saúde britânico concluiu que os valores mais altos de vitamina D encontram-se no norte da Europa, países que também têm as mais baixas taxas de mortalidade por covid-19.

Os cientistas avançam os hábitos do consumo de óleo de fígado de bacalhau e de suplementos, bem como o facto de não evitarem apanhar sol, como as razões para os altos índices de vitamina D nos países nórdicos.

Por outro lado, “os níveis de vitamina D são severamente baixos na população idosa de Espanha, Itália e Suíça“, aponta-se no estudo. Nestes países verificam-se, por seu turno, elevadas taxas de mortalidade por covid-19.

“Tem-se demonstrado que a Vitamina D protege contra infecções respiratórias agudas e os adultos mais velhos, o grupo mais deficiente em vitamina D, são também os mais gravemente afectados pela covid-19″, atesta o investigador Lee Smith, especializado em Saúde Pública e Actividade Física da Universidade Anglia Ruskin, em declarações divulgadas num comunicado sobre o estudo.

“Encontramos um relacionamento bruto significativo entre os níveis médios de vitamina D e o número de casos de covid-19, e particularmente as taxas de mortalidade por covid-19”, salienta ainda Lee Smith.

Os pacientes com deficiência severa de vitamina D têm duas vezes mais probabilidades de sofrerem complicações graves, concluíram os cientistas que atestam que há uma “co-relação entre baixos níveis de vitamina D e sistemas imunológicos hiperactivos”.

A pesquisa salienta uma ligação directa entre os níveis de vitamina D e a chamada “tempestade de citocinas“, a resposta hiper-inflamatória do organismo que é despoletada pela reacção do sistema imunitário ao vírus.

“A tempestade de citocinas pode danificar gravemente os pulmões e levar à síndrome do desconforto respiratório agudo e à morte em pacientes. É isto que parece matar a maioria dos pacientes de covid-19, não a destruição dos pulmões pelo vírus em si”, frisa o investigador Ali Daneshkhah que esteve envolvido no estudo.

“São as complicações do fogo mal direccionado do sistema imunológico” que matam e não tanto a covid-19, como realça Daneshkhah.

Ora, “a vitamina D fortalece a imunidade inata e previne respostas imunológicas hiperactivas”, frisa a Universidade Northwestern num comunicado sobre a pesquisa.

O professor de Engenharia Biomédica na Universidade Northwestern, Vadim Backman, que também esteve envolvido no estudo, sustenta que a vitamina D “não previne que um paciente contraia o vírus, mas pode reduzir as complicações e prevenir a morte naqueles que são infectados”.

Backman acredita que pode “cortar a taxa de mortalidade em metade”.

E pode  explicar mistério da baixa mortalidade em crianças

As conclusões do estudo podem também, segundo o professor, ajudar a explicar porque é que há menor probabilidade de morrerem crianças com covid-19. É que estas ainda não desenvolveram totalmente o seu sistema imunitário adquirido.

“As crianças contam, primeiramente, como os seus sistemas imunitários inatos. Isto pode explicar porque é que a sua taxa de mortalidade é inferior”, defende Backman.

O urologista Petre Cristian Ilie, do Hospital Queen Elizabeth, que também integrou o estudo, avisa, contudo, que a investigação é condicionada pelo número de testes realizados, bem como pelas medidas tomadas por cada país para conter a epidemia. “Co-relação não significa, necessariamente, causa-efeito”, nota.

Fica também o alerta de que nem toda a gente precisa de começar a tomar suplementos de vitamina D – até porque é conveniente evitar tomar doses excessivas, o que pode acarretar efeitos secundários adversos.

Também não há números quanto à dose que será “mais benéfica para a covid-19”, como explica Backman.

“Contudo, é claro que a deficiência de vitamina D é prejudicial e pode ser abordada facilmente com a suplementação apropriada”, sublinha o investigador, concluindo que “pode ser uma chave para ajudar a proteger populações mais vulneráveis”, nomeadamente os “pacientes idosos que têm uma prevalência de deficiência de vitamina D”.

Um estudo divulgado em 2015 apurou que basta expor os braços e as pernas ao sol durante 20 minutos por dia, entre os meses de Abril e de Setembro, para obter a vitamina D necessária para um ano inteiro.

SV, ZAP //

Por SV
11 Maio, 2020

 

351: Uso frequente de desinfectante de mãos pode aumentar a resistência antimicrobiana

 

 

SAÚDE/CORONAVÍRUS

agenciasenado / Flickr

Melhores práticas de higiene pessoal são fundamentais para evitar a disseminação do novo coronavírus. No entanto, o uso excessivo de desinfectante para as mãos pode trazer consequências.

Desde o início da pandemia de coronavírus, cientistas e governos têm aconselhado as pessoas sobre as melhores práticas de higiene para se protegerem. Esse conselho levou a um aumento significativo na venda e no uso de produtos de limpeza e desinfectantes para as mãos. Infelizmente, estas instruções raramente vêm com conselhos sobre como usá-los com responsabilidade ou sobre as consequências do uso indevido.

Mas, tal como no uso indevido de antibióticos, o uso excessivo de produtos de limpeza e desinfectantes para as mãos pode levar à resistência anti-microbiana das bactérias.

Há uma preocupação de que o uso repentino e excessivo destes produtos durante a pandemia possa levar a um aumento no número de espécies bacterianas resistentes que encontramos. Isto colocaria uma pressão maior nos nossos sistemas de saúde já em dificuldades, potencialmente levando a mais mortes. Além disso, o problema pode continuar muito depois de a pandemia actual terminar.

Anti-microbianos são importantes para a nossa saúde, já que nos ajudam a combater infecções. No entanto, alguns organismos podem mudar ou sofrer mutações após serem expostos a um anti-microbiano. Isto torna-os capazes de suportar os medicamentos projectados para matá-los.

Os processos que levam à resistência anti-microbiana são muitos e variados. Uma via é através da mutação. Algumas mutações ocorrem após o ADN da bactéria ter sido danificado. Isto pode acontecer naturalmente durante a replicação celular ou após a exposição a produtos químicos tóxicos, que danificam o ADN da célula. Outra via é se a bactéria adquire genes resistentes de outra bactéria.

Geralmente (e correctamente) associamos a resistência anti-microbiana ao uso indevido de medicamentos, como antibióticos. Isto pode aumentar a probabilidade das cepas de bactérias mais resistentes numa população sobreviverem e multiplicarem-se.

Mas as bactérias também podem adquirir resistência após o uso inadequado ou excessivo de certos produtos químicos, incluindo agentes de limpeza. Diluir agentes desinfectantes ou usá-los de forma intermitente e ineficiente pode oferecer uma vantagem de sobrevivência para as cepas mais resistentes. Em última análise, isto leva a uma maior resistência.

Os “especialistas” da Internet e das redes sociais oferecem conselhos sobre como fazer desinfectantes caseiros para as mãos que, segundo eles, podem matar o vírus. Para a maioria destes produtos, não há evidências de que sejam eficazes. Também não há consideração sobre possíveis efeitos adversos do seu uso.

Por ZAP
21 Abril, 2020

 

 

350: Pessoas com diabetes tipo 2 e doenças cardíacas podem beneficiar de novos tratamentos

 

SAÚDE/DIABETES

sonofabike / Flickr

A diabetes tipo 2 afecta as opções de tratamento para pacientes com doença arterial coronária e diabetes tipo 2, de acordo com uma nova declaração científica da American Heart Association, publicada esta quarta-feira na revista Circulation.

Isto oferece uma visão geral dos mais recentes avanços no tratamento de pessoas com ambos os problemas e detalha as complexidades no seu atendimento.

“Estudos científicos recentes mostraram que pessoas com diabetes tipo 2 podem precisar de tratamentos médicos e cirúrgicos mais agressivos ou diferentes em comparação com pessoas com doença arterial coronária que não têm diabetes”, disse Suzanne Arnold, presidente do grupo de redacção científica.

“O que aprendemos na última década é como controlar os níveis de glicose tem uma enorme influência no risco cardiovascular. A redução de açúcar no sangue para um determinado nível não é suficiente”, acrescenta Arnold.

Agora o paciente deve ser avaliado quanto ao risco pessoal de doença cardiovascular, acidente vascular cerebral e doença renal. Estas informações combinadas e a idade do paciente devem ser usadas para determinar as terapias apropriadas para reduzir a glicose, concluem os cientistas.

Durante muitos anos, reduzir a glicose para níveis saudáveis foi considerado o objectivo mais importante do tratamento para a diabetes tipo 2.

A metformina é a medicação mais frequentemente recomendada para o tratamento inicial para reduzir a glicose em pessoas diagnosticadas com diabetes tipo 2. No entanto, a declaração científica realça que investigações mais recentes indicam que várias novas classes de medicamentos podem reduzir a glicose e reduzir o risco de doenças cardiovasculares.

Para adultos mais velhos, reduzir um pouco o controlo glicémico pode ser benéfico, pois pode reduzir o risco de hipoglicemia – quando os níveis de glicose ficam muito baixos.

“A hipoglicemia é incrivelmente dura para o coração e deve ser evitada principalmente em pacientes mais velhos. Devemos garantir que estamos a avaliar todas as opções em consideração para o paciente, tendo em mente que o que pode ser apropriado para uma pessoa de 60 a 70 anos é provável que não seja para uma de 85 anos“, explicou Arnold, citado pelo EurekAlert. Com alguns medicamentos, como metformina, o risco de hipoglicemia pode ser reduzido.

Impedir que o sangue coagule também é um objectivo importante no tratamento da doença arterial coronária. “A aspirina, que é um anticoagulante, pode ser apropriada para muitas pessoas com doença arterial coronária, mas pode não funcionar tão efectivamente em pessoas com também têm diabetes tipo 2”, lê-se na declaração.

ZAP //

Por ZAP
19 Abril, 2020

 

 

349: O segredo para aumentar a sua esperança de vida pode estar escondido na cozinha

 

SAÚDE

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O azeite na dieta mediterrânea pode ser a chave para melhorar a sua esperança de vida e mitigar doenças relacionadas com o envelhecimento.

Nos Estados Unidos, a dieta mediterrânea é um dos planos de alimentação saudável mais recomendados pelas Directrizes Dietéticas oficiais para promover saúde e prevenir doenças crónicas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) também reconhece esta dieta como um padrão alimentar saudável e sustentável.

Um recente estudo, levado a cabo por investigadores da Universidade de Minnesota e da Ionis Pharmaceuticals, nos Estados Unidos, sugere que a gordura do azeite extra-virgem aumenta a vida útil e previne doenças relacionadas com o envelhecimento.

A dieta mediterrânea é caracterizada por uma abundância de alimentos vegetais (frutas, vegetais, cereais e legumes) e o azeite é a principal fonte de gordura. Os lacticínios devem ser consumidos em quantidades baixas a moderadas, enquanto que a carne vermelha deve ser consumida apenas em pequenas quantidades.

Apesar de esta investigação concluir que o azeite aumenta a longevidade e previne doenças, Doug Mashek, principal autor do estudo publicado na Molecular Cell, alerta que consumir esta gordura “não é o suficiente para obter todos os benefícios” para a saúde.

De acordo com o Sci-News, o artigo científico sugere que os efeitos do consumo de azeite extra-virgem são potencializados quando combinados com menor ingestão calórica e exercício físico.

O próximo passo é testar estes benefícios em seres humanos, com o objectivo de desenvolver novos fármacos ou adaptar os regimes alimentares para melhorar a saúde, tanto a curto quanto a longo prazo.

“Queremos entender a biologia e depois traduzi-la para seres humanos, na esperança de mudar o paradigma da saúde, no qual alguém vai a oito médicos diferentes para tratar os oito diferentes distúrbios”, rematou Mashek.

ZAP //

Por ZAP
18 Abril, 2020

 

CODIV-19 – Precauções

 

SAÚDE/CORONAVÍRUS

Já tinha publicado um vídeo que fiz sobre algumas precauções a ter com a nossa segurança pessoal face ao coronavírus (CODIV-19), e hoje reforço a publicação desse vídeo assim como a manufactura de uma máscara facial já que estas continuam ESGOTADAS no mercado e não sei bem porquê, o governo ou as entidades de saúde competentes NÃO TOMAM PRIORIDADE para fornecer este tipo de máscaras, desinfectantes e luvas cirúrgicas.

E mais, a maior responsável pela saúde em Portugal informou, numa entrevista, que a máscara não protege do vírus. Não protege ou NÃO EXISTEM STOCKS PARA FORNECER ao Povo? Continuamos a ser ENGANADOS por estas pseudo-governantes e afins? Deixei de acreditar nesta gente…

Será que o Povo tem de ser infectado sem que exista a preocupação de quem de direito, para que estes artigos estejam disponíveis no mercado a preços normais e não inflacionados por uma choldra de gente que se aproveita das desgraças para encheram ainda mais a pança financeira?

E a máscara que fiz a partir de papel vegetal utilizado em receitas culinárias de ir ao forno, com dois elásticos na ponta para prender nas orelhas.

 

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