210: Nova esperança. Tratamento para Alzheimer mais próximo de ser uma realidade

 
O Alzheimer, a forma mais comum de demência, provoca a degeneração progressiva, irreversível e global de várias funções cognitivas como a memória, concentração, linguagem e pensamento, afetando a realização das atividades do quotidiano /  PATRICK BERNARD/AFP/Getty Images

O Alzheimer, a forma mais comum de demência, provoca a degeneração progressiva, irreversível e global de várias funções cognitivas como a memória, concentração, linguagem e pensamento, afectando a realização das actividades do quotidiano / PATRICK BERNARD/AFP/Getty Images

A descoberta é considerada pelos cientistas como uma “nova porta” que pode levar a um potencial tratamento. São as células imunitárias que destroem um nutriente vital, a arginina, e já está a ser estudado um medicamento para bloquear esse processo.

É o pontapé de saída para a investigação do tratamento do Alzheimer. Um grupo de cientistas da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, Estados Unidos, descobriu uma potencial causa da doença, que pode vir a ser tratada com medicação. O estudo foi publicado, na última semana, no “Journal of Neuroscience”.

Os especialistas garantem que esta descoberta pode abrir novas portas para melhorar a pesquisa para o tratamento da demência. Percebendo a causa, encontrar a cura torna-se mais acessível.

O estudo concluiu que no Alzheimer as células imunitárias, em vez de protegerem o cérebro (que á a sua função normal) estão a consumir um nutriente vital chamado arginina. Ao bloquearem este processo com medicação, os cientistas conseguiram prevenir a formação de plaquetas no cérebro, uma das características da doença, e ainda foram capazes de interromper a perda de memória.

“Vemos este estudo como a abertura de uma porta para pensar no Alzheimer de uma forma completamente diferente, para quebrar o impasse nas ideias sobre a doença. Nos últimos 15, 20 anos o que tem estado em cima da mesa é o amiloide, temos de olhar para as coisas porque ainda não conseguimos entender o mecanismo da doença nem desenvolver terapias eficazes”, disse Carol Coltan, professora universitária e autora do novo estudo, citada pelo jornal “The Independent”.

O medicamento utilizado para bloquear a repostas das células imunitárias à arginina, a eflornitina (DMFO), já é actualmente investigado para o tratamento de certos tipos de cancro. Assim ,é mais simples e adequado testar como potencial tratamento do Alzheimer.

Descoberta encorajadora

A arginina é um aminoácido e um nutriente essencial para vários processos no corpo humano, onde se incluí a divisão de células, processo de cura e reposta imunitária. Está presente em alimentos que ingerimos diariamente, como por exemplo carne, nozes e grão. No entanto, a equipa de cientistas deixa bem claro que não é com o aumento da dose diária destes alimentos, ou seja consumindo mais arginina, que há redução do risco de Alzheimer.

As experiências foram realizadas em ratos e, apesar do potencial da descoberta, há que ter em atenção que as técnicas estudas em animais não funcionam, garantidamente, no Homem. É por isto que alguns especialistas se mostram ainda apreensivos. “Os testes clínicos são essenciais antes de qualquer potencial novo tratamento ser dado às pessoas, mas estas recentes descobertas pode abrir novas portas para futuros tratamentos”, explica Laura Phipps, do Centro Britânico de Investigação de Alzheimer, citada pelo jornal “The Independente”.

A nova esperança é bem-vinda, pois nos últimos tempos o financiamento e a vontade da indústria farmacêutica têm diminuído, apesar do aumento do custo humano e económico da doença e de outros tipos de demência.

 SEBASTIEN BOZON/AFP/GettyImages Em Portugal, segundo dados da Associação Alzheimer Portugal, existem cerca de 90 mil pessoas diagnosticadas com a doença

SEBASTIEN BOZON/AFP/GettyImages Em Portugal, segundo dados da Associação Alzheimer Portugal, existem cerca de 90 mil pessoas diagnosticadas com a doença

Esta é uma descoberta particularmente encorajadora, porque até agora o papel do sistema imunitário e da arginina no Alzheimer era completamente desconhecido.

O estudo foi publicado no “Journal of Neuroscience” e a investigação foi liderada por Matthew Kan, estudante do doutoramento em Medicina no laboratório de Carol Colton.

Números citados pelo jornal “The Independent” avançam que em 2050 existirão 135 milhões de pessoas a viver diariamente com alguma forma de demência.

Perda de memória e não só

Em Portugal, segundo dados da Associação Alzheimer Portugal, existem cerca de 90 mil pessoas diagnosticadas com a doença.

O Alzheimer é a forma mais comum de demência, cerca de 50% a 70% dos casos. Provoca a degeneração progressiva, irreversível e global de várias funções cognitivas como a memória, concentração, linguagem e pensamento, afectando a realização das actividades do quotidiano.

O que acontece é que as células cerebrais sofrem uma redução, em tamanho e número, formando uma espécie de placa no espaço exterior entre elas. Este fenómeno impossibilita a comunicação dentro do cérebro e estraga as ligações existentes entre as células cerebrais. Estas acabam por morrer e isto traduz-se numa incapacidade de lembrar de algo.

Quando se perde uma capacidade, muito raramente é possível recuperá-la ou reaprendê-la.

In Jornal Expresso online
Expresso
11:03 Quarta feira, 15 de Abril de 2015

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206: Dois arquitectos criam aldeia para doentes de Alzheimer

 

Alzheimer

O conceito combina a invenção de uma vila (bem diferente de um lar) que possibilita que os residentes com Alzheimer vivam com a mínima medicação possível num ambiente seguro

pub27022015
A Holanda foi pioneira num projecto que consiste na criação de um bairro para doentes de Alzheimer. O objectivo é fazer com que estas pessoas levem uma vida o mais normal possível — os habitantes acabam mesmo por achar que moram numa vila como todas as outras. A ideia consiste na criação de um bairro onde os “pacientes” possam viver de forma segura. Isto porque o bairro, criado apenas com o propósito de albergar estes doentes, tem uma equipa de auxiliares que os ajudam em tarefas diárias e está equipada com supermercados e espaços de lazer.

As diferenças do “Dementiaville” para qualquer outro bairro acabam por ser poucas. Há um supermercado, cinema, barbeiro e mais de 30 clubes sociais. Este conceito inovador foi criado por Frank van Dillen e Michael Bol, dois arquitectos que têm desenvolvido vários edifícios na zona.

O objectivo desta construção é assegurar que as pessoas possam ter as condições necessárias para fazerem o seu dia-a-dia da forma mais normal possível e, assim, afastarem-se da ideia dos lares que acabam por isolar os pacientes que lá vivem.

Os fundadores da ideia deixam que os moradores decidam os seus horários e rotinas – planeiam as compras e refeições em conjunto. Podem pintar, jogar e passear em jardins realistas.

O espaço está equipado de forma a assegurar o conforto e segurança de todos os pacientes. De tal forma que a ideia foi nomeada para o “Hedy d’Ancona Award”. O prémio tem como objectivo premiar edifícios onde a arquitectura ajuda a assegurar cuidados de saúde com um ambiente acolhedor em termos de design urbano, de interiores e envolvência geral de espaços exteriores e interiores.

A “Mahal Cielo Village” vai ser inaugurada em breve nos EUA. A ideia é semelhante à já existente – tratar os doentes com perturbações mentais, como o Alzheimer, com a dignidade que merecem.

Jornal Público
Texto de Bruna Cunha
27/02/2015 – 15:10

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Falhas de memória? “Investigação sem precedentes” aponta dedo a molécula

 

Descoberta é determinante para o Alzheimer, doença incurável caracterizada pela perda de memória, nomeadamente “para o desenvolvimento de novos fármacos para o tratamento da demência mais comum”.

rr13012015Uma equipa de duas dezenas de investigadores de Portugal, Holanda, Estados Unidos e China acaba de identificar o “possível responsável pelo surgimento de problemas de memória”.

A equipa descobriu que “os receptores A2A para a adenosina” têm “um papel crucial no surgimento de problemas de memória”, anunciou a Universidade de Coimbra, esta terça-feira.

A adenosina é a “molécula que funciona como sinal de stress no funcionamento de vários sistemas do organismo, especialmente no cérebro”.

Esta é uma “investigação sem precedentes”, sublinha a universidade, adiantando que o estudo, envolvendo especialistas da Faculdade de Medicina e do Centro de Neurociências e Biologia Celular da UC, vai ser publicado no Molecular Psychiatry, “o mais importante jornal internacional da área da psiquiatria”.

A investigação, desenvolvida com “modelos animais (ratinhos) saudáveis”, permitiu verificar, pela primeira vez, que o funcionamento em excesso dos receptores A2A (“localizados na membrana dos neurónios”) é “suficiente para causar distúrbios na memória”, salienta a mesma nota.

Para conseguir a máxima precisão na informação sobre o comportamento dos ratinhos durante as experiências, os especialistas de Coimbra envolvidos no estudo criaram “um dispositivo inovador para, através da utilização de uma técnica de optogenética (técnica que não existe na natureza e que utiliza a luz para actuar e controlar ocorrências específicas em sistemas biológicos), activar este receptor de adenosina e controlar de forma única o comportamento dos circuitos neuronais”.

Assim, “no exacto momento em que os modelos animais desempenhavam as tarefas de memória, foi possível verificar, inequivocamente, que uma simples activação intensa do receptor A2A era suficiente para provocar danos no circuito e gerar problemas de memória”, explica Rodrigo Cunha, coordenador da equipa portuguesa.

Esta descoberta é determinante para o Alzheimer, doença incurável caracterizada pela perda de memória, nomeadamente “para o desenvolvimento de novos fármacos para o tratamento da demência mais comum”, sustenta o mesmo responsável.

“Os investigadores já sabem o caminho a seguir”, conclui Rodrigo Cunha, recordando que “seis anteriores estudos epidemiológicos (alguns europeus) distintos” já tinham confirmado que “o consumo de cafeína diminui a probabilidade de desenvolver Alzheimer e que age sobre os receptores A2A (a cafeína liga-se aos receptores e impede o perigo)”.

In Rádio Renascença online
13-01-2015 10:04

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199: Enquanto dorme, o seu smartphone pode ajudar a encontrar a cura para o Alzheimer

 

Com a aplicação Folding@home, os smartphones aproveitam o tempo em que estão inactivos para ajudar a perceber melhor as causas do Alzheimer e do cancro da mama.

Agora, o seu smartphone já não precisa de ficar parado enquanto carrega ou durante a noite: pode contribuir para encontrar curas e tratamentos para doenças desde o cancro da mama ao Alzheimer. A solução é da Universidade de Princeton, em colaboração com a Sony, que trazem o projecto Folding@home para os smartphones Android.

Compreender a forma como as proteínas se dobram é essencial para perceber o desenvolvimento de doenças como o Alzheimer, a fibrose cística, e mesmo vários cancros. Mas é um processo que ainda requer muito poder de computação: um computador sozinho demoraria cerca de 60 anos a simular a dobragem de apenas uma proteína, que acontece em curtas fracções de segundo. No entanto, com 10 mil smartphones a trabalhar em conjunto oito horas por dia, o mesmo processo poderia ser simulado em três meses.

Foi o que pensou Vijay Pande, químico da Universidade de Stanford que começou o projecto Folding@home (Dobragem em casa) para recrutar computadores por todo o mundo para colaborar na compreensão da dobragem, ou enovelamento, das proteínas. Quando um computador com o software instalado não está a ser usado, junta-se em rede a milhares de outros para colaborar no projecto de simulação de dobragem. Em parceria com a Sony, em 2007 este projecto chegou mesmo à Playstation 3.

Agora, com os smartphones cada vez mais poderosos, o passo seguinte era claro para Pande: levar o Folding@home para os telemóveis. “Há imensas pessoas com telefones mesmo poderosos, e se os conseguirmos usar eficientemente abrimos lugar para algo incrível”, disse Pande, em comunicado.

Para colaborar, basta instalar a aplicação Folding@home, que para já está apenas disponível para telefones Sony Xperia, mas que deverá chegar a todos os utilizadores de Android ainda no princípio deste ano. A aplicação faz com que o telefone trabalhe no projecto de simulação quando está inactivo.

O primeiro projecto do Folding@home para telemóveis tem a ver com o cancro da mama, e procura-se simular a forma como diferentes estruturas proteicas reagem a diferentes medicamentos para combater o cancro, o poderá ajudar a encontrar tratamentos mais adequados e eficazes. Quando esse projecto estiver concluído, vai ser lançado um dedicado ao Alzheimer.

O enovelamento de proteínas e as doenças

As proteínas cumprem muitas funções diferentes no corpo humano: compõem os ossos e os vasos sanguíneos, ajudam o sistema imunitário a identificar ameaças, fazem mover os músculos, e interpretam sinais sensoriais. Mas, para desempenharem estes papéis, primeiro têm que se dobrar, para adquirirem a estrutura adequada à função que vão desempenhar.

Este processo de dobragem é muito rápido. Em pequenas fracções de segundo, entre um milésimo e um milionésimo de segundo, a proteína adquire uma forma diferente. Quando este processo corre mal, crê-se que pode dar origem a doenças, desde Alzheimer à fibrose cística, do enfisema pulmonar ao cancro.

Perceber a dobragem não é fácil, porém, porque os computadores demoram muito tempo a simular o processo. É por isso que a computação distribuída é útil: juntando milhares de computadores, já foi possível simular a dobragem de várias proteínas nos últimos anos, mesmo daquelas que demoram mais tempo a dobrar-se, como a ACBP, que demora 10 milisegundos.

In Diário de Notícias online
por DN.pt
13/01/2015

O meu contributo para este processo a nível global:

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195: Alzheimer e esquizofrenia vêm da mesma parte do cérebro?

 

Estudo

Um estudo da Universidade de Oxford mostrou que as mesmas regiões do cérebro poderão ser responsáveis pelo desenvolvimento por duas doenças distintas: o Alzheimer e a Esquizofrenia.

observador25112014Esquizofrenia e Alzheimer. A primeira é uma doença mental, a forma mais comum de demência. A outra é uma psicopatologia com carácter degenerativo. E, ao que parece, a mesma parte do cérebro poderá ser responsável pelo desenvolvimento de ambas as doenças — e que, por norma, é a primeira a mostrar sinais neuro-degenerativos, afirma um estudo elaborado pelo Centro Funcional de Imagem por Ressonância Magnética (MRC) da Universidade de Oxford, em Inglaterra.

O estudo, publicado esta terça-feira no Proceedings of the National Academy (PNAS), um jornal científico norte-americano, aponta que a região em questão está na massa cinzenta do cérebro, sendo “rica em ligações entre células nervosas”, escreveu o site Medical News Today.

Esta parte do cérebro, aliás, apenas se desenvolve na fase tardia da adolescência ou no início da idade adulta, estando ligada à capacidade intelectual e à memória a longo prazo: aptidões que são afectadas pela esquizofrenia e o Alzheimer. E como descobriram isto os investigadores? Realizando ressonâncias magnéticas aos cérebros de 484 pessoas saudáveis, entre os oito e os 85 anos.

Os resultados, lá está, mostraram que, na maioria das pessoas, a última região do cérebro a desenvolver-se era também a primeira a aparentar sinais de declínio com a idade. Depois, quando os investigadores compararam estes resultados aos de ressonâncias magnéticas efectuadas em pacientes de esquizofrenia ou Alzheimer, descobriram que o mesmo acontecia.

E, sobretudo, na mesma região do cérebro. “Os nossos resultados mostram que algumas partes específicas do cérebro não só se desenvolvem mais lentamente, como também se degeneram mais rápido. E são estas que parecem estar mais vulneráveis do que o restante cérebro à esquizofrenia e ao Alzheimer”, explicou Gwenaëlle Douaud, investigador que coordenou o estudo, apesar de ressalvar que “as duas doenças terem origens distintas e surgirem em alturas da vida quase opostas”.

Estes resultados poderão abrir o caminho para que estudos posteriores testem a possibilidade de diagnosticar mais cedo estas duas doenças. “Antigamente, os médicos chamavam ‘demência prematura’ à Esquizofrenia e agora temos uma evidência clara de que as mesmas partes do cérebro podem estar associadas a doenças diferentes”, disse Hugh Perry, um dos investigadores do MRC, à BBC.

In Observador online
25/11/2014, 21:59

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192: Astronómico aumento de preço nos medicamentos

 

Hoje, deparei-me com uma anormalidade de tal ordem, que apenas serviu para confirmar o que já há muito vinha pensando sobre a “saúde” em Portugal: A SAÚDE É UM AUTÊNTICO NEGÓCIO! As pessoas não contam, são apenas números para estatísticas. Quem possui disponibilidade financeira, trata-se; quem não a tem, deixa-se morrer!

Vem esta minha revolta a propósito de um medicamento que hoje adquiri numa farmácia, que foi receitado pelo neurologista a minha esposa, demente de Alzheimer e com outras patologias clínicas graves e incuráveis: MEMANTINA 20mg (genérico).

A Memantina, segundo o folheto informativo que acompanha o medicamento, é um fármaco pertencente ao grupo de medicamentos anti-demência. A perda de memória associada à doença de Alzheimer, deve-se a uma perturbação dos sinais mensageiros no cérebro. O cérebro contém receptores do N-metil-D-aspartato (NDMA) envolvidos na transmissão de sinais nervosos importantes na aprendizagem e memória. Memantina pertence a um grupo de medicamentos denominados antagonistas dos receptores NDMA e actua nestes receptores, melhorando a transmissão dos sinais nervosos e a memória e é utilizada no tratamento de doentes com doença de Alzheimer moderada e grave.

Feita a apresentação deste medicamento, segue o tal NEGÓCIO DA SAÚDE que acima mencionei, ou seja, no passado dia 29 de Setembro de 2014, adquiri este fármaco ao preço de € 14,99 (€ 22,63 sem comparticipação). Um mês depois (hoje), a 30 de Outubro de 2014, o mesmo medicamento, do mesmo laboratório, foi adquirido ao preço de € 27,64 (€ 35,25 sem comparticipação).

Ou seja, no espaço de UM MÊS, um medicamento que é utilizado numa doença incurável (Alzheimer) que leva à morte prematura do paciente (não é nenhum creme de beleza, verniz ou unhas de gel), aumentou 55,77% (€ 22,63~€ 35,25) no preço de venda e 84,39% (€ 14,99~€ 27,64) (quase o dobro) no preço com comparticipação que o utente tem de pagar!

É ou não é um EXCELENTE NEGÓCIO, esta coisa de fármacos & associados??? E atenção que uma caixa de Memantina possui apenas 28 comprimidos com toma de uma unidade diária. Aqui fica a prova do que afirmei, com os recibos das farmácias.

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