1690: Portugal com 10.754 novos casos e 20 mortes nas últimas 24 horas

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Dados divulgados pela DGS indicam que houve uma diminuição de novos casos e óbitos relativamente aos que tinham sido registados esta terça-feira.

Portugal registou esta quarta-feira mais 10.754 casos e 20 mortes por covid-19, indicam os dados diários que voltaram nos últimos dias a ser divulgados pela Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Nesta terça-feira tinham sido registados 12.020 casos e 29 óbitos por covid-19 no país.

A DGS anunciou a 10 de Março que ia passar a divulgar um relatório da situação epidemiológica e de vacinação com uma periodicidade semanal.

Segundo um comunicado enviado às redacções na altura, “a actual fase justifica a alteração do padrão de divulgação, sendo descontinuados ambos os relatórios diários”, o boletim epidemiológico, normalmente divulgado ao início da tarde, e o da vacinação, que costumava ser difundido ao fim do dia.

A 19 de Março, o matemático Henrique Oliveira, do Instituto Superior Técnico, acusou a DGS de esconder informação dos cidadãos. “Divulguem os dados, não soneguem informação, não escondam informação dos cidadãos. Não sei se é por laxismo ou se é por uma filosofia que é incompreensível num estado democrático, moderno, de informação. Não percebo porque é que de repente números que são conhecidos das autoridades de saúde ficam secretos”, afirmou à CNN Portugal.

“Este relatório semanal é um relatório pobre. Eu, como matemático, não hesitaria em chumbar um aluno que me apresentasse um relatório destes. É um relatório com muito pouca qualidade, nebuloso mesmo”, acrescentou.

Diário de Notícias
DN
31 Março 2022 — 19:00

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Médicos de família alertam: “Se querem fazer as coisas bem feitas, ouçam quem está no terreno”

SAÚDE PÚBLICA/MÉDICOS DE FAMÍLIA

Mais de um milhão de portugueses não tem médico de família. A situação pode agravar-se já este ano, com a ida de um milhar de profissionais para a reforma. Na semana em que Marta Temido é renomeada para a tutela da Saúde, o representante dos médicos de família fala ao DN sobre o que há a fazer nos cuidados primários, já que este é um dos sectores que a pandemia mostrou ser fundamental para o SNS. A prioridade são os recursos humanos, mas também há que mudar instalações, centrais telefónicas e sistemas informáticos.

No país, faltam 789 médicos de família que todos os utentes inscritos tivessem assistência.
© Álvaro Izidoro Global Imagens

A pandemia veio mostrar que a resposta dos cuidados de saúde primários é fundamental no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Isto mesmo foi dito e repetido muitas vezes nestes dois últimos anos de crise sanitária. O presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e familiar (APMGF), Nuno Jacinto, diz ao DN que já se percebeu que se “os cuidados primários falharem tudo o resto no sistema falha também”.

Na semana em que Marta Temido será reconduzida na pasta da Saúde, a associação alerta que os problemas existentes na área têm de ser resolvidos e que estes “são de há muito há muito tempo e só agravaram no período da pandemia”. Nuno Jacinto defende mesmo: “Está na hora de o poder político assumir se quer ou não cuidados de saúde primários fortes para equilibrar o SNS e com resultados na resposta aos utentes”.

O médico diz entender que, “para os políticos até pode ser difícil perceber que uma reforma nos cuidados primários tem de ser pensada globalmente e a longo prazo, embora haja mudanças que possam ser realizadas no imediato, mas não podemos continuar a colocar pensos rápidos no que está mal, senão daqui a dez anos estaremos a queixar-nos do mesmo”. E é neste sentido que após a renomeação da ministra Marta Temido, o presidente da APMGF diz ao DN que os médicos de família “desejam que a Sr.ª ministra tenha a capacidade de dialogar e de ouvir os profissionais”. Aliás, sublinha, “se querem fazer as coisas bem feitas, ouçam quem está no terreno. Se ouvirem, de certeza que conseguirão obter melhores resultados”.

Nuno Jacinto explica ainda que “estas opiniões não são uma nota de crítica, mas, genuínas, porque vivemos nas unidades muitas situações no nosso dia a dia, porque percebemos o que está acontecer e porque também temos soluções para apresentar. Assim haja vontade para nos ouvir”. Argumentando: “Em Saúde trabalha-se em equipa, e para trabalharmos para um SNS equilibrado é preciso trabalhar em equipa, ouvindo quem está no terreno para se ter a certeza de que a solução que se está a tomar se adequa à realidade. E ninguém melhor do que os profissionais para saberem isso”.

Nuno Jacinto insiste que a razão de algumas medidas ou reformas não funcionarem está, precisamente, no facto de se tentar “adaptar a realidade a ideias preconcebidas. Vimos isso durante a pandemia. Levámos meses e meses a dizer que era preciso libertar os médicos de família das funções burocráticas, que poderiam ser assumidas por outros, para nos dedicarmos ao atendimento dos doentes, mas isso só aconteceu recentemente. E não houve uma hecatombe. Pelo contrário, os profissionais e as unidades estão a voltar à sua actividade normal”.

Unidades a funcionar, mas a velocidades diferentes

Os especialistas garantem quem o país está numa situação confortável em relação à pandemia. Os profissionais dos cuidados de saúde primários estão mais aliviados e a prática volta à normalidade, mas não para todas as unidades da “mesma forma ou ao mesmo ritmo”, reconhece. “Depende de unidade para unidade. O trabalho com a pandemia já não é uma realidade que esteja a consumir muitos recursos, apenas a obrigar a alguma reorganização, e quando temos equipas completas é possível retomar a actividade e até recuperá-la a 100%, quando temos unidades em que as equipas estão desfalcadas, isso não acontece. Esta é a grande limitação, desde sempre”.

Os dados oficiais revelam que, nesta altura, há mais de um milhão de utentes sem médico de família e que a região de Lisboa e Vale do Tejo é das mais afectadas pela situação. O cenário tende a agravar já este ano, porque há cerca de um milhar de médicos que atinge a idade da reforma. Ora, “há muito que se sabia que os colegas tinham esta idade. Não é uma surpresa, mas não se agiu na altura certa. E, neste momento, já vamos com 1,100 pessoas sem médico”, refere Nuno Jacinto. Como diz a situação não é de agora, o número tem vindo a aumentar. Tanto que a medida,”um médico de família para todos os utentes”, foi uma das bandeiras do PS, nas eleições legislativas de 2019 e de 2021.

Para resolver este problema, o presidente da APMGF explica que seriam necessários cerca de 780 médicos, cada uma com uma lista de cerca de 1500 utentes, para se conseguir a cobertura total da população sem assistência. No entanto, sabe que não é possível formar ou arranjar este número de médicos de um dia para o outro, pode não ser numa legislatura, mas a solução não está em aumentar o número de vagas na especialização, mas em mecanismos que motivem os médicos e outros profissionais a fazer a sua carreira no SNS.

“Todos os anos são formados cerca de 500 especialistas na área da medicina familiar. É um número aceitável, mas destes 500 acabam por ficar no SNS cerca de 350, os quais, ao fim de um ou dois anos, já são só 150. Os colegas ainda estão em formação e começam a ver com o que têm de lidar. E não querem ser tratados como “tapa buracos” do sistema, ainda por cima porque não se sentem reconhecidos, e saem para outros projectos”. O médico reforça: “Se todos os médicos que se formam na especialidade tivessem ficado no SNS teríamos toda a população sem assistência coberta na totalidade”. Aliás, “o aumento da capacidade de formação foi a pensar nos médicos com idade para a reforma, mas a contar que os novos profissionais ficassem no SNS. E isso não está a acontecer”.

Principal problema são os recursos humanos

A fixação de profissionais no SNS é o grande problema dos cuidados primários e aquele que deve ser “a principal prioridade”, refere. Em qualquer mudança, “o foco tem de estar nos doentes, mas para isso precisamos de profissionais. Os cuidados primários não funcionam sem profissionais e o SNS também não. Não vale a pena andarmos aqui à volta com os milhões do PRR (Programa de Recuperação e de Resiliência) para melhorar instalações, o que também é preciso, mas se não tivermos profissionais motivados e realizados não há reforma que resista”, argumenta o médico, especificando: “Quando falo de recursos humanos, não falo só de médicos, mas de enfermeiros, secretários clínicos, assistentes sociais, nutricionistas, psicólogos, terapeutas da motricidade, da fala, etc. Hoje, todos são precisos nos cuidados primários, e em número suficiente, para se responder às solicitações dos utentes”.

Mas para que tal aconteça, é preciso mais do que contratar pessoas. “É preciso que a carreira no SNS seja atractiva para fixar os profissionais e, no caso concreto dos médicos de família, isso não tem acontecido nos últimos anos. Basta ver o que aconteceu com a pandemia. O trabalho foi feito, mas muito poucas vezes se tem sido dito que se trabalhou bem e que isso irá trazer mudanças nas carreiras ou benefícios para as unidades”.

Nuno Jacinto diz: “Já nem falamos de mudanças na remuneração base, essa matéria é sindical, mas de uma carreira diferenciada, de concursos para as várias categorias, de flexibilidade de horários, de capacidade de acomodar o ensino e a investigação a horários em tempo parcial, por exemplo. Tudo isto é absolutamente importante para se elevar a reforma que se quer para os cuidados primários”.

Reforma dura há 15 anos e precisa de ser aperfeiçoada

Uma reforma que foi iniciada em 2007 e que dura há 15 anos, mas que “está ser feita a três velocidades, porque durante muito tempo não houve vontade política para a fazer avançar no terreno”. Neste momento, os cuidados primários têm três tipos de unidades: Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP), que funcionam de acordo com o modelo antigo dos centros de saúde, e Unidades de Saúde Familiares (USF) modelo A e B .

Estas últimas unidades que prestam cuidados diferenciados, mas com diferenças, no modelo de incentivos. O modelo B é, segundo dizem o mais atractivo e motivacional, pois, de acordo com a lei que o criou, “visa potenciar as aptidões e competências de cada profissional, premiando o desempenho individual e colectivo, com o objectivo de reforçar a eficácia, a eficiência e a acessibilidade dos cidadãos aos cuidados”.

O médico explica que são três estruturas organizativas com modelos remuneratórios diferentes e com perspectivas diferentes, mas “basicamente fazem todas a mesma coisa, embora, haja casos com diferenças muito significativas”, mas o importante é que “esta situação já deveria estar resolvida”. Por exemplo, refere, “um colega que desempenhe a tarefa de formador só recebe por esta tarefa se estiver integrado numa USF modelo B, nas outras não tem qualquer remuneração. Isto não é o desejável”, acrescentando: “Há equipas de colegas que querem permanecer em UCSP. É compreensível, até porque os modelos de USF podem não se aplicar a todos os locais, nomeadamente aos mais pequenos, mas a grande questão, é não haver um modelo remuneratório para as UCSP e para as USFA que permita a aproximação ao modelo das USFB”.

Quando questionado sobre as implicações que esta diferenciação tem na prática diária no atendimento aos utentes, Nuno Jacinto considera que aí “não há diferenças, porque os médicos tratam todos os doentes de igual forma, independentemente da remuneração, mas desmotiva os profissionais”.

Uma situação que se tem vindo a agravar, devido ao facto, segundo considera, de “durante muito tempo existirem quotas que limitaram a passagem de USF de modelo A para modelo B. Muitas unidades nem se candidataram porque já sabiam que não teriam hipóteses, havia muitas à espera”.

No ano passado, a ministra Marta Temido autorizou a passagem de 20 USFA para USFB, mas ainda “não chega. Vamos ver qual vai ser a postura do novo governo em relação a isto. O que faz sentido é que uma equipa que tenha maturidade suficiente, que tenha provado que trabalha bem em conjunto e que pretenda evoluir para modelo B, possa fazer essa transição de forma rápida, e não ficar anos à espera”.

Em jeito de balanço, o presidente da APMGF, diz: “Decerto que não era este o resultado que os colegas que pensaram a reforma estavam à espera ao fim de 15 anos”, sobretudo “quando sabemos que a reforma trouxe tantas vantagens aos cuidados de saúde primários. O modelo pode não ser perfeito, mas deve dar as mesmas oportunidades a todos”.

Há edifícios com elevadores avariados há dois anos

Depois dos recursos humanos e dos incentivos a estes, o médico fala da necessidade dos recursos técnicos e das mudanças nas instalações. “É claro que tem de haver instalações adequadas, porque ainda não há em todo o lado, mas também tem de haver a manutenção dessas instalações”, argumenta. “Há edifícios bonitos que têm elevadores avariados há dois anos. Isto não tem lógica. É preciso equipamento adequado para as unidades funcionarem e responderem às necessidades dos utentes”.

Mas há mais. “Faltam centrais telefónicas. Há unidades que ainda funcionam só com uma linha telefónica para 15 mil utentes. Isto não é possível”. Falta, sistemas informáticos adequados e integrados e centrados no utente, para que estes “não andem de um lado para o outro a fazer exames e a inscreverem-se”. E o rol poderia continuar, porque todas as situações referidas “são de há muito e para as quais os médicos de família têm alertado”.

Agora, a prioridade das prioridades “é a definição do que se quer para os cuidados primários, do papel do médico de família no SNS e quais são, exactamente, as suas tarefas. É o ter de se olhar para as listas de doentes e ver se é necessário ajustá-las. Sabemos que isto não se faz de um dia para o outro, mas se não o fizermos agora, daqui a dez anos estamos a queixar-nos das mesmas coisas que, entretanto, ainda se agravaram mais”.

O alerta que os médicos de família querem deixar à tutela “é que este é o tempo de começar a planear e a mudar, mesmo sabendo que o horizonte temporal pode são ser o de uma legislatura, mas de duas ou três, mas temos de fazer alguma coisa”.

Retrato da Especialidade

Médicos
Na Ordem dos Médicos estão inscritos 8233 profissionais especialistas em Medicina Geral e Familiar, 5199 do sexo masculino e 3034 do sexo feminino. A esmagadora maioria está com mais de 65 anos. Segundo dados da Ordem dos Médicos, do total de especialistas 1760 profissionais do sexo masculino têm mais de 65 anos e 1525 do sexo feminino também. Segundo nos explicaram, mesmo assim ainda há algumas que aceitam manter-se em funções até aos 70 anos ou até serem contratados após a reforma.

Formação e fixação
Em 2021, e segundo informação divulgada pelo Ministério da Saúde terminaram a especialidade de Medicina Geral e Familiar 91 médicos, devido à pandemia e às funções que tiveram de assumir, muitos suspenderam a sua forma. Em dezembro de 2021, o ministério abriu um concurso com 235 vagas, “o que representou o maior número de vagas”, para fixar médicos desta a especialidade. Acabaram por ser recrutados 160 médicos, o que, refere a tutela, permitirá que 300 mil utentes sem médico de família passem a ter. Mas ainda faltam mais médicos. Ao todo, são 780, para se cobrir mais de um milhão de utentes sem médico de família.

USF de modelo A e B
Em 2021, o Ministério da Saúde aprovou a transição de 20 Unidades de Saúde Familiar (USF) do modelo A para o modelo B. Na informação divulgada pela tutela, com esta decisão, do total de 586 USF existentes no país, 294 passam a ser de modelo B. Segundo o Governo, as USF de tipo de B são consideradas unidades de prestação de cuidados de saúde de proximidade com maior amadurecimento organizacional, onde o trabalho em equipa de saúde familiar é uma prática efectiva. As USF de modelo B assentam num modelo de incentivos que visa potenciar as aptidões e competências de cada profissional, premiando o desempenho individual e colectivo, tendo em vista, dessa forma, reforçar a eficácia, a eficiência e a acessibilidade dos cidadãos aos cuidados de saúde primários, com importantes ganhos em saúde.

Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio
30 Março 2022 — 07:00

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1688: DGS volta a divulgar dados diários. 11.732 casos e 22 mortes por covid-19 nesta segunda-feira

– É estranho, no mínimo, o senhor matemático Henrique Oliveira, do IST (Instituto Superior Técnico), ter acusado a DGS de esconder informação aos cidadãos. Eu, que diariamente utilizo Excel – e outras apps do MS Office -, fiquei a saber tanto ou ainda pior, que a informação semanal da DGS! É que aquela informação em Excel é a coisa mais nebulosa e de pior qualidade que uma instituição pode fornecer ao público! O senhor matemático Henrique Oliveira, não tem nada a dizer sobre essa excelsa folha de Excel da DGS? Garanto-lhe que o meu Excel funciona na perfeição e não é pirata! É um produto registado oficialmente na Microsoft.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/DADOS DIÁRIOS

A DGS tinha anunciado a 10 de Março que ia passar a divulgar um relatório da situação epidemiológica e de vacinação com uma periodicidade semanal.

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) voltou atrás com a decisão de deixar de divulgar dados diários sobre a evolução da pandemia em Portugal. Através de um simples documento de Excel, invés do mais detalhado boletim epidemiológico, são disponibilizados o número diário de novos casos e mortes por covid-19 no país.

Nesta segunda-feira, por exemplo, foram registados 11 732 casos e 22 óbitos por covid-19 em Portugal.

No domingo foram detectados 3860 casos e 17 mortes, enquanto no sábado registaram-se 7372 novas infecções e 22 óbitos.

A DGS anunciou a 10 de Março que ia passar a divulgar um relatório da situação epidemiológica e de vacinação com uma periodicidade semanal.

Segundo um comunicado enviado às redacções na altura, “a actual fase justifica a alteração do padrão de divulgação, sendo descontinuados ambos os relatórios diários”, o boletim epidemiológico, normalmente divulgado ao início da tarde, e o da vacinação, que costumava ser difundido ao fim do dia.

A 19 de Março, o matemático Henrique Oliveira, do Instituto Superior Técnico, acusou a DGS de esconder informação dos cidadãos. “Divulguem os dados, não soneguem informação, não escondam informação dos cidadãos. Não sei se é por laxismo ou se é por uma filosofia que é incompreensível num estado democrático, moderno, de informação. Não percebo porque é que de repente números que são conhecidos das autoridades de saúde ficam secretos”, afirmou à CNN Portugal.

“Este relatório semanal é um relatório pobre. Eu, como matemático, não hesitaria em chumbar um aluno que me apresentasse um relatório destes. É um relatório com muito pouca qualidade, nebuloso mesmo”, acrescentou.

Diário de Notícias
DN
29 Março 2022 — 20:18

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1687: RETORNO ÀS ESTATÍSTICAS DIÁRIAS COVID-19

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Desde o início da pandemia por COVID-19, que a Direcção-Geral da Saúde (DGS) publicava o boletim epidemiológico que permitia saber como estava Portugal. Com os números a baixarem, a DGS decidiu que o boletim passava a ser publicado apenas semanalmente (à sexta).

A partir de hoje, a DGS passa a publicar no seu site, através de um gráfico, os casos diários de COVID-19 e o número de mortes.

De acordo com os dados disponíveis agora no site oficial da DGS, esta segunda-feira, dia 28.03.2022, registaram-se 11.732 novas infecções e 22 mortes por COVID-19.

29.03.2022

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1686: Dois testes gratuitos para cada cidadão mantém-se até final de Abril

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/TESTES GRATUITOS

Até 30 de Abril, cada cidadão continua a ter o direito da comparticipação de testes rápidos de antigénio.

© Maria João Gala/ Global Imagens

O Governo estendeu até ao final de Abril as condições de comparticipação dos testes rápidos antigénio (TRAg), fazendo com que cada cidadão mantenha o direito a dois testes gratuitos.

Segundo a portaria publicada esta segunda-feira em Diário da República, estende-se até ao dia 30 de Abril as condições que vigoram actualmente no regime excepcional e temporário de comparticipação de testes rápidos de antigénio (TRAg) de uso profissional.

“No contexto da situação epidemiológica actual, importa continuar a assegurar a vigência do regime excepcional e temporário, até ao dia 30 de Abril de 2022, prosseguindo a utilização de testes para detecção do SARS-CoV-2, realizados de forma proporcional ao risco”, refere a portaria, assinada pelo secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes.

A portaria tinha sido actualizada no inicio de Março, quando passou de quatro para dois os testes gratuitos por mês para cada cidadão.

Na altura, a portaria apontava a evolução da situação epidemiológica e o levantamento de várias medidas aplicadas no âmbito da pandemia, designadamente o fim da exigência de apresentação de certificado digital, salvo no controlo de fronteiras, bem como da exigência de teste com resultado negativo para acesso a grandes eventos, recintos desportivos, bares e discotecas.

Desde essa altura, manteve-se em vigor a exigência de teste negativo ou certificado de recuperação ou de vacinação completa com dose de reforço apenas para visitas a lares e utentes internados em estabelecimentos de prestação de cuidados de saúde.

O Governo prolongou na semana passada a situação de alerta devido à pandemia de covid-19 até ao dia 18 de Abril.

Diário de Notícias
DN/Lusa
28 Março 2022 — 11:23

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1685: Micro-plásticos encontrados no sangue humano, pela primeira vez

SAÚDE PÚBLICA/MICRO-PLÁSTICOS

Pela primeira vez, cientistas detectaram micro-plásticos no sangue humano. Apesar de já se ter encontrado, anteriormente, estas partículas em tecidos humanos, no sangue nunca havia acontecido.

Agora, é necessário investigar os potenciais riscos.

Cientistas detectaram micro-plásticos no sangue humano, pela primeira vez. O estudo foi publicado no Environmental International e revela que foram encontradas pequenas partículas em quase 80% dos participantes humanos testados.

Esses micro-plásticos podem mover-se livremente pelo corpo, bem como ficar presos em órgãos – cenário que poderia provocar significativos problemas de saúde. Agora, uma vez que sabem que existem micro-plásticos no sangue humano, os cientistas estão atentos, por forma a compreender os efeitos, tanto a curto, como a longo prazo, na saúde.

Em experiências de laboratório, os micro-plásticos danificaram células humanas. Conforme já sabemos, os alimentos e até mesmo a água podem conter pequenas partículas. Aliás, o próprio ar que respiramos pode contaminar o nosso corpo, uma vez que os micro-plásticos estão por todo o lado.

Estudo revela micro-plásticos no sangue

Os investigadores examinaram amostras de sangue de 22 dadores adultos anónimos. Embora fossem saudáveis, 17 deles possuíam partículas de plástico no corpo. O plástico PET, tipicamente encontrado em garrafas de bebida, foi encontrado em metade das amostras recolhidas. Por sua vez, o plástico poliestireno, utilizado para embalar alimentos, por exemplo, foi detectado em um terço dos participantes.

O nosso estudo é a primeira indicação de que temos partículas de polímero no nosso sangue – é um resultado revolucionário.

Mas temos de alargar a investigação e aumentar o tamanho das amostras, o número de polímeros avaliados, etc.

Disse Kick Vethaak, professor na Vrije Universiteit Amsterdam, nos Países Baixos, ao The Guardian.

Estudos anteriores mostraram que os micro-plásticos estão 10 vezes mais presentes em bebés, em comparação com os adultos. Isto poderia ser justificado com a forma como os primeiros se alimentam, com biberões de plástico, por exemplo.

Sabemos também em geral que os bebés e as crianças pequenas são mais vulneráveis à exposição a produtos químicos e partículas. Isso preocupa-me muito.

Lamentou Kick Vethaak.

Mais do que isso, o professor referiu que “uma investigação mais detalhada sobre como os micro e nano-plásticos afectam as estruturas e processos do corpo humano, e se e como podem transformar células e induzir a carcinogenese, é urgentemente necessária, particularmente à luz do aumento exponencial da produção de plástico”.

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Autor: Ana Sofia
26 Mar 2022

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1684: Temido admite reforçar centros de saúde dada procura pelas urgências

– No passado dia 2 de Fevereiro de 2022, solicitei à minha médica de família uma informação (por e-mail, via secretaria da USF, única forma de contacto dado que por via telefónica não se consegue), sobre o seguinte: “Gostaria de saber a sua opinião sobre este medicamento, se é mesmo necessário a sua toma.” O medicamento foi receitado por um médico da Consulta Externa de um hospital. No dia 3 de Fevereiro de 2022, recebi a seguinte resposta da secretaria: “Confirmamos que recebemos o seu e-mail, o mesmo foi encaminhado para a médica de família.” Hoje, dia 26 de Março de 2022, ainda estou à espera da resposta da médica, se realmente é necessária a toma desse medicamento dado que os efeitos secundários são aterradores…

SAÚDE PÚBLICA/CENTROS DE SAÚDE/URGÊNCIAS

Apesar de a utilização das urgências hospitalares “ainda estar abaixo do número de há dois anos”, a ministra da Saúde salientou haver um aumento da procura em algumas unidades.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

A ministra da Saúde, Marta Temido, admitiu este sábado reforçar o serviço nos centros de saúde tendo em conta a procura dos serviços de urgência dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) nos últimos dias.

“Estamos com alguma procura decorrente de casos de gripe que está, em termos temporais, um bocadinho mais tardia em relação a anos pré-pandémicos. Estamos atentos à situação e em contacto com os nossos hospitais e atentos à necessidade de reforçar os centros de saúde”, explicou a ministra da Saúde.

Apesar de referir que a análise dos números de utilização dos serviços de urgência dos hospitais do SNS relativa aos meses de Janeiro e Fevereiro de 2022, em comparação com os meses homólogos em 2019, “ainda estar abaixo do número de há dois anos”, Marta Temido salientou haver um aumento da procura das urgências em algumas unidades hospitalares.

“Comparado com Janeiro e Fevereiro de 2019, um ano pré-pandémico, [a análise dos números] mostra que ainda estamos abaixo dos números de há dois anos, de qualquer forma há acréscimo em algumas instituições de procura de urgência”, disse a ministra.

De acordo com Marta Temido, estávamos ainda no mês de Fevereiro “em linha com aquilo que era a procura pré-pandémica”, observando, igualmente, que não está ainda fechada a análise do mês de Março.

A ministra acrescentou que se verifica a presença de casos classificados como verdes, azuis e brancos “muito superiores” aquilo que é desejado em Portugal, sublinhando que a resposta “passa pela disponibilização de alternativas à população para resolver as suas situações de saúde em atendimento programado, é um processo que se tem feito”.

As cores da triagem de Manchester nas urgências hospitalares são vermelho (emergente), laranja (muito urgente), amarelo (urgente), verde (pouco urgente) e azul (não urgente) branco é um atendimento programado.

“Os vários hospitais têm referido nos tempos mais recentes que a procura que agora sentem é de casos um pouco mais complexos, mais graves, o que significa alguma reorientação da procura, que por um lado traduz um indicador positivo, por outro preocupa-nos porque significa que estamos a ter uma procura mais complexa”, frisou a responsável.

Marta Temido falava aos jornalistas no Centro Ismaili de Lisboa, onde se associou à jornada de doação de sangue para assinalar o Dia Nacional do Dador de Sangue, que se celebra no domingo, tendo igualmente participado como dadora e apelado à doação.

O Jornal de Notícias (JN) revelou hoje que, desde 2017, “não havia tanta procura como na última segunda-feira” nas urgências hospitalares, altura em que no hospital de São João, no Porto, foi atingido o máximo em 13 anos.

“Os serviços de urgência estão a rebentar pelas costuras. Na última segunda-feira, os hospitais registaram 21.655 episódios, um número que já não se via desde 2017”, refere o JN, salientando que os centros de saúde “tiveram no mesmo dia uma procura normal”.

De acordo com o JN, foram feitos 952 atendimentos num só dia no São João “sem uma justificação clara, enquanto em Lisboa, o Hospital de Santa Maria registou também na segunda e terça-feira, cerca de 800 doentes.

Diário de Notícias
Lusa/DN
26 Março 2022 — 14:39

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1683: Portugal registou média diária de 10 mil casos. Transmissão é elevada, mas a tendência estável

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19

Em sete dias, o país registou 75.276 novos casos de infecção de covid-19, cerca de 10 mil casos diários, menos do que na semana anterior, mas 137 óbitos, mais 13 do que no mesmo período. A cobertura com vacinação completa é de 92%.

Maioria das mortes na última semana ocorreu na faixa etária acima dos 85 anos, 105 óbitos de um total de 137 nesta semana.

Portugal registou de 15 a 21 de Março 75.276 casos de covid-19, menos 3.189 do que nos sete dias anteriores, o que representa uma média diária de pouco mais de 10 mil casos, quando na semana anterior esta média era de 11.300 casos, mas 137 óbitos, mais 13 do que nos sete dias anteriores. De referir, que 105 óbitos ocorreram na faixa etária acima dos 80 anos, e 22 na faixa entre os os 70 e os 79 anos. Há ainda a registar seis mortes na faixa dos 60 aos 69 anos, três na dos 50 aos 59 anos, e 1 na faixa entre os 40 e os 49.

De acordo com a análise dos diferentes indicadores, feita pelo Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, “a situação epidémica da covid-19 mantém uma transmissibilidade muito elevada, mas com tendência estável”. Esta conclusão mantém a linha do que foi avaliado na semana anterior, em que o país, depois de um aumento significativo em algumas regiões, como na de Lisboa e Vale do Tejo, estabilizou o número de casos, começando a reduzir.

Uma tendência de descida que está a ser acompanhada na incidência 731 casos por 100 mil habitantes – menos 4% do que na semana anterior, e com tendência estável a nível nacional em todas as regiões, excepto na Madeira que apresentou uma tendência crescente – e na transmissibilidade, com o R(t) a menos de 1 (0,97) também em todas as regiões.

Quanto à hospitalização, o número de internamentos registou mais 24, havendo no dia 21 de Março 1.164 pessoas internadas por covid-19, das quais 64 estavam em cuidados intensivos, menos duas do que na semana anterior. Números que correspondem a 25% do valor crítico definido de 255 camas ocupadas, quando na semana anterior esta percentagem era de 26%.

Segundo é explicado no relatório das Linhas Vermelhas “a razão entre o número de pessoas internadas e infectadas foi de 0,12 com tendência estável”, um valor que é muito inferior ao registada em ondas anteriores e que explica estarmos numa fase de menor gravidade da doença. Neste momento, os serviços de saúde não estão sobrecarregados. Pelo contrário, têm ainda “capacidade para acomodar um aumento de procura por doentes com covid-19”, o que “pode vir a acontecer nos próximos dias, dado o aumento do número de casos na população acima dos 65 anos”, sublinha o documento.

Contudo, e apesar de haver mais casos de infecção acima dos 65 anos, “o impacto na mortalidade geral é reduzido, não obstante a mortalidade específica de covid-19 se encontrar acima do valor de referência definido pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC)”. Neste período, foi de 25,3 óbitos por milhão de habitante, quando o limite é 20 óbitos por milhão de habitante.

Neste sentido, as autoridades de saúde propõem que deve ser “mantida a vigilância da situação epidemiológica, recomendando a manutenção das medidas de protecção individual nos grupos de maior risco e a vacinação de reforço”. Recorde-se que na última quarta-feira, o governo decidiu manter o uso obrigatório de máscara em espaços fechados até ao dia 18 de Abril, altura em que a situação será de novo analisada.

A análise do INSA revela ainda que a linhagem BA.2 da variante Ómicron já é claramente dominante em Portugal, estimando-se uma frequência relativa de 89% até 21 de Março. Por outro lado, e em relação à vacinação, o país conseguiu aumentar mais um pouco a margem de população com a vacinação completa, passando a ter 92% de vacinados contra a covid-19. Uma situação que demonstrou, mais uma vez, ter resultados positivos na doença grave, hospitalização, e na mortalidade.

O relatório refere que “as pessoas com esquema vacinal completo tiveram um risco de internamento duas a seis vezes inferior do que as pessoas não vacinadas, entre o total de pessoas infectadas em Janeiro de 2022”. E que em relação à mortalidade, “as pessoas com um esquema vacinal completo tiveram um risco de morte uma a duas vezes inferior ao das não vacinadas, entre o total de infectados em Fevereiro de 2022”.

Na população com 80 e mais anos, “a dose de reforço reduziu o risco de morte por covid-19 em quase três vezes em relação a quem tem o esquema vacinal primário completo”. É de sublinhar que a partir dos 50 anos, Portugal é dos países em que a cobertura vacinal com duas doses é da ordem dos 100%. Entre os 25 e os 49 anos é da ordem dos 99% e dos 18 aos 24 da ordem dos 97%. Nos mais novos, entre os 12 e os 17, esta cobertura é da ordem dos 96% e nas crianças, dos 5 aos 11 anos, é de 29%.

Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio
26 Março 2022 — 07:00

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1682: Boletim da DGS com dados de 10 dias antes: “Estamos às escuras”

– Portugal é um país adiado. Andamos todos às escuras em muitas áreas e domínios não só da saúde pública como em outras áreas da sociedade. Instituições e entidades que têm por DEVER e OBRIGAÇÃO fazerem CUMPRIR AS LEIS existentes, assobiam para o lado e os infractores vão gozando com esta inoperância e incompetência generalizada e continuam despudoradamente sem serem sequer beliscados.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INCOMPETÊNCIAS

Miguel A. Lopes / Lusa
A directora-geral de Saúde, Graça Freitas

Matemático Henrique Oliveira acredita que faltam muitas informações no boletim semanal relacionado com os números do coronavírus.

Durante dois anos a Direcção-Geral da Saúde (DGS) divulgou diariamente os números relacionados com a COVID-19. Até que, há duas semanas, surgiu o primeiro boletim semanal.

Deixou de haver boletins todos os dias e passou a haver uma actualização semanal, desde o dia 11 de Março.

“A actual fase justifica a alteração do padrão de divulgação, sendo descontinuados ambos os relatórios diários”, justificou a DGS.

O boletim semanal mais recente, publicado na sexta-feira passada, mostrou que Portugal registou menos casos, menos mortos e menos internamentos em relação à semana anterior.

Mas qual é a semana em causa?

O documento da DGS indica que são dados relativos ao período entre os dias 8 e 14 de Março. Mas o boletim foi publicado no dia 18 de Março.

As contas do matemático Henrique Oliveira vão mais longe: os boletins saem à sexta-feira mas, pelo menos neste caso mais recente, os dados apresentados eram relativos à segunda-feira anterior – e esses dados de segunda-feira acumulavam dados que vinham desde a terça-feira da semana anterior.

“Ou seja, na sexta-feira seguinte à segunda-feira em que saem os dados, esses dados já estão quase com 15 dias de atraso” – atraso de 10 dias, concretamente.

Em declarações à rádio Observador, Henrique Oliveira avisa que estão a faltar “muitas informações” neste boletim semanal.

E, apesar dos indícios que apontam para uma subida dos números da pandemia em Portugal, uma vez que a suavização das medidas foi adiada, não há dados oficiais sobre esse possível cenário.

Estamos às escuras. Não sabemos se há novas variantes e se estão a ganhar terreno. Só vamos saber hoje (sexta-feira), e de forma nebulosa, o que está a acontecer. Estamos completamente às escuras”, avisou o matemático.

Nuno Teixeira da Silva
25 Março, 2022

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1681: Menos novos casos de covid-19, mas mais mortes e internamentos na última semana

– Estatísticas semanais 15 a 21.03.2022:

75.276 infecções e 137 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19

Relatório de situação semanal da DGS refere que na semana de 15 a 21 de Março registaram-se 75.276 novos casos (menos 3.189 face aos sete dias anteriores) e 137 óbitos (mais 13).

© Nuno Pinto Fernandes/ Global Imagens

Portugal registou na semana passada 137 mortes por covid-19 (mais 13 face aos sete dias anteriores) e 75.276 novos casos (menos 3.189​​)​​​​​, indica o boletim da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Tendo em conta o período em análise, de 15 a 21 de Março,, a incidência é de 731 infecções por 100 mil habitantes, o que corresponde a um recuo de 4% em comparação com a semana anterior.

Já o índice de transmissibilidade, R(t), está nos 0,97.

No que se refere à situação nos hospitais, os dados indicam que no último dia do período em análise, a 21 de Março (segunda-feira), estavam internadas, em enfermaria e nos cuidados intensivos, 1.164 pessoas devido à infecção por SARS-CoV-2, mais 24 do que no mesmo dia da semana anterior. Nas unidades de cuidados intensivos estavam 64 doentes (menos 2).

Entre 15 e 21 de Março, Lisboa e Vale do Tejo foi a região que confirmou o maior número de novos casos, com 29.643 (menos 2.301 do que nos sete dias anteriores), logo seguida do Norte, que reportou 13.357 (mais 259).

O valor mais elevado do número de casos a sete dias verificou-se na faixa etária entre os 40 e os 49 anos, com 12.752, o que corresponde a menos 282 diagnósticos de covid-19 face à semana anterior.

Mas é no grupo etário dos 60-69 anos, com 7.724 casos, que se verifica o maior aumento de novas infecções, mais 1.077.

Dos 137 óbitos reportados na semana em análise, 46 (mais 10) ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, 40 no Centro (mais dois), 24 no Norte (menos um) 11 no Alentejo, seis no Algarve (menos dois), sete na Madeira (mais três) e três nos Açores (mais um).

Diário de Notícias
DN
25 Março 2022 — 18:01

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