1523: Portugal é quarto país da UE e sexto do mundo com mais novos contágios diários

– Podem agradecer aos grunhos labregos acéfalos indigentes walking deads esta situação…

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/ESTATÍSTICAS

Portugal está com uma média de 3.440 novos casos por milhão de habitantes nos últimos sete dias.

© Artur Machado / Global Imagens

Portugal é o quarto país da União Europeia (UE) e sexto do mundo com mais novos casos diários de contágio com SARS-CoV-2 por milhão de habitantes nos últimos sete dias, segundo o ‘site’ estatístico Our World in Data.

De acordo com os dados actualizados à data desta segunda-feira, o estado-membro com maior média de novos contágios é França, com 4.370 por milhão de habitantes, seguida da Dinamarca (3.970) e Irlanda (3.590), enquanto Portugal está com uma média de 3.440 novos casos por milhão de habitantes nos últimos sete dias.

A nível mundial neste indicador, e considerando apenas os países e territórios com mais de um milhão de habitantes, no topo da lista encontra-se Israel, com uma média diária de 4.440 novos casos, seguido de França, Austrália (4.100), Dinamarca, Irlanda e Portugal.

Na semana passada, Portugal era o sétimo país da UE com mais novos casos, com uma média diária de 2.390.

A média europeia neste indicador subiu esta semana de 1.830 novos casos para 2.130, enquanto a mundial subiu de 307 para 372.

No contexto da UE, os países com menor média de novos casos por milhão de habitantes estão a leste: Polónia (377), Roménia (439), Eslováquia (534) e Hungria (653).

Portugal era na semana passada o quarto com menos mortes atribuídas à covid-19 por milhão de habitantes nos sete dias anteriores, com uma média de 1,52, mas hoje está em 2,67.

O estado-membro com maior média de mortes diárias a sete dias continua esta semana a ser a Bulgária, com 10,9, seguida da Polónia (9,6), Eslováquia (8,8) e Croácia (8,4).

Bulgária, Polónia, Geórgia (9,4), Eslováquia e Grécia (8,1) são os países com maior média de mortes diárias atribuídas à covid-19 a nível mundial.

A média da UE neste indicador situa-se em 3,98 (ligeira subida de quatro décimas) e a mundial em 0,9, mais uma décima do que na semana passada.

Diário de Notícias
DN/Lusa
17 Janeiro 2022 — 11:57

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1522: Há mais 125 doentes internados em dia com 31 mortes e 21.917 casos

– Estatísticas de hoje, Segunda-feira:

17.01.2022 – 21.917 infectados – 31 mortos

Total de hoje: 21.917 infectados – 31 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Relatório diário da DGS indica que há agora 1.938 pessoas internadas devido à covid-19, mais 125 do que ontem, domingo. Há ainda mais 21.917 novos casos sendo que a nível de incidência, nacional e no continente, subiu ligeiramente.

Centro de vacinação contra a covid-19 na Maia
© Amin Chaar / Global Imagens

Foram confirmados, nas últimas 24 horas, 21.917 novos casos de covid-19 em Portugal, de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Há a registar mais 31 mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2, indica o relatório desta segunda-feira (17 de Janeiro).

Estão agora 1.938 pessoas internadas (mais 125) devido à covid-19, das quais 174 (mais 6 que ontem) em unidades de cuidados intensivos.

Os níveis de incidência continuam a aumentar, sendo esta segunda-feira 3.840 casos de infecção por SARS-CoV-2/ COVID-19 por 100.000 habitantes, quer a nível nacional quer no continente.

Na passada sexta-feira, data da última contagem os valores eram de 3.813,6 casos por 100.000 habitantes a nível nacional e 3.796,0 no continente.

Ainda na matriz de risco, o R(t ) é actualmente de 1,13, uma ligeira descida face à última contagem – na sexta-feira – onde o valor era de 1,19 nacional e e no continente.

Dados actualizados da pandemia numa altura em que Portugal é o quarto país da União Europeia (UE) e o sexto do mundo com mais novos casos diários de contágio por milhão de habitantes nos últimos sete dias.

Portugal tem uma média de 3.440 novos casos por milhão de habitantes

Segundo o site estatístico Our World in Data, com dados actualizados à data desta segunda-feira, o estado-membro com maior média de novos contágios é França, com 4.370 por milhão de habitantes, seguida da Dinamarca (3.970) e Irlanda (3.590), enquanto Portugal está com uma média de 3.440 novos casos por milhão de habitantes nos últimos sete dias.

A nível mundial neste indicador, e considerando apenas os países e territórios com mais de um milhão de habitantes, no topo da lista encontra-se Israel, com uma média diária de 4.440 novos casos, seguido de França, Austrália (4.100), Dinamarca, Irlanda e Portugal.

Portugal era na semana passada o quarto com menos mortes atribuídas à covid-19 por milhão de habitantes nos sete dias anteriores, com uma média de 1,52, mas esta segunda-feira este indicador está em 2,67.

UE retira Canadá, Argentina e Austrália da lista de países ‘seguros’

Também esta segunda-feira, o Conselho da União Europeia retirou Canadá, Argentina e Austrália da lista de países ‘seguros’ para os quais recomenda o gradual levantamento das restrições de viagens não essenciais para a Europa, após reavaliação da situação epidemiológica da covid-19.

Em comunicado, o Conselho anuncia que, no quadro das revisões regulares que efectua ao abrigo da recomendação sobre o levantamento gradual das restrições temporárias às viagens não essenciais para a UE, actualizou a lista de países, regiões administrativas especiais e outras entidades e autoridades territoriais relativamente aos quais as restrições de viagem devem ser levantadas, tendo decidido retirar desta lista a Argentina, a Austrália e o Canadá.

A lista de países terceiros que a UE considera seguros a nível da pandemia da covid-19 e para os quais recomenda a autorização de viagens não essenciais passa assim a contar apenas com 13 países, designadamente Bahrein, Chile, Colômbia, Indonésia, Kuwait, Nova Zelândia, Peru, Qatar, Ruanda, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos e Uruguai.

A estes países acresce a China, mas sujeito a confirmação de reciprocidade (de levantamento de restrições de viagens por parte de Pequim a cidadãos da UE), e as regiões administrativas de Macau e Hong Kong.

Diário de Notícias
DN
17 Janeiro 2022 — 15:23

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Virologista conselheiro de Von der Leyen prevê “explosão de casos” a cada inverno

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19

Para o assessor da presidente da Comissão Europeia em questões relacionadas com covid-19, será necessário tomar medidas para convivermos com o vírus SARS-CoV-2 no futuro, como a possibilidade de uma campanha anual de vacinação.

© EPA/FOCKE STRANGMANN

O virologista belga Peter Piot, um dos cientistas que descobriu o vírus ébola em 1976, e especialista na investigação do VIH, considera que a pandemia está a entrar numa “nova fase” com a variante Ómicron, “muito mais transmissível”, mas que causa doença menos grave. Este especialista, conselheiro da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, prevê que a cada inverno haja uma “explosão de casos” da doença e que é necessário tomar medidas para viver com o SARS-CoV-2.

“Quando dizemos que o vírus será endémico, ou seja, que estará em quase todos os lugares, mas com menos risco, acredito que a cada inverno teremos uma explosão de infecções”, considerou o especialista em entrevista à estação de televisão belga RTL.

Tendo em conta este cenário, Peter Piot considera inevitável a necessidade de tomar medidas, incluindo a vacinação anual contra a infecção. Para o especialista, é preciso promover um debate para “reflectir sobre como organizar as nossas sociedades e vidas para conviver com a covid-19 de uma maneira totalmente diferente” em relação ao que fazemos actualmente.

O virologista sublinhou que “a vacinação vai continuar a ser uma defesa básica porque protege os mais vulneráveis”. “Protege-nos da hospitalização e dos cuidados intensivos”, reforçou Peter Piot.

O especialista referiu que “provavelmente” vai ser necessário a vacinação anual contra a covid-19, a cada inverno, como acontece no caso da gripe, explicou.

Questionado sobre se vamos continuar a usar máscara no inverno e a manter a distância social nos próximos anos, o virologista afirmou que “estaremos entre os dois”. Deu o exemplo do Japão, onde o uso da máscara está enraizado sempre que uma pessoa apresenta sintomas de uma constipação. Disse, no entanto, não acreditar que o mundo irá enfrentar um novo confinamento, mas garantiu: “vou continuar a usar máscaras”.

Diário de Notícias
DN
17 Janeiro 2022 — 10:09

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