1512: Portugal com 40.090 novos casos e 34 mortes nas últimas 24 horas

– Estatística até hoje, Sexta-feira:

14.01.2022 – 40.090 infectados – 34 mortos
13.01.2022 – 40.134 infectados – 22 mortos
12.01.2022 – 40.945 infectados – 20 mortos
11.01.2022 – 30.340 infectados – 28 mortos
10.01.2022 – 20.212 infectados – 20 mortos

Total da semana até hoje: 171.721 infectados – 124 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Dados da DGS indicam que se mantêm 1.699 pessoas internadas devido à covid-19, das quais 162 nos cuidados intensivos.

Testagem à covid-19 no Porto
© Artur Machado / Global Imagens

Portugal registou, nas últimas 24 horas, 40.090 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Mais 34 pessoas morreram devido à infecção por SARS-CoV-2, indica ainda o relatório desta sexta-feira (14 de Janeiro).

Os dados sobre a situação nos hospitais mostram que se mantêm 1.699 internados devido à doença, dos quais 162 estão em unidades de cuidados intensivos. Há, no entanto, mais 27.424 pessoas que recuperaram da infecção.

Também esta sexta-feira foram divulgados os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre a mortalidade, dando conta que a covid-19 foi considerada a causa de morte de 12.004 pessoas em 2021, correspondendo a 9,6 por cento dos 125.032 óbitos registados no ano passado.

Em 2021 houve mais 1.353 mortes do que em 2020, um aumento de 1,1% e mais 12.741 do que em 2019, ano anterior à pandemia da covid-19, representando um aumento de 11,3%.

No ano de 2020 tinham morrido 6.972 pessoas com covid-19, correspondendo a 5,6% do total de 123.679 óbitos.

Em Dezembro de 2021, o número de mortes atribuídas à covid-19 diminuiu quase 80% em relação ao que se verificou em Dezembro de 2020.

No mês passado morreram 518 pessoas com a doença provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2 (mais do dobro das 222 que morreram nas mesmas condições no mês anterior), mas muito longe das 2.395 cuja morte foi atribuída à covid-19 no mês homólogo de 2020, representando uma redução de 78,3%.

Rastreios nas escolas disparam. Saúde pública não tem mãos a medir

As escolas reabriram na segunda-feira (10 de Janeiro) e, ao segundo dia de aulas, os casos positivos começaram a surgir. Em três dias, só uma unidade de saúde do Norte teve 22 turmas e uma creche inteira para rastrear à covid-19.

Ao DN, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Gustavo Tato Borges, diz que a situação é transversal a todo o país. “A saúde pública não tem tido mãos medir. O nosso trabalho não abrandou, continuamos assoberbados.”​​

Para o director dos Agrupamentos Escolares, Filinto Lima, “o início deste período lectivo é positivo”, defendendo que o esforço de todos deve ser no sentido de o ensino ser, o mais possível, presencial.

Filinto Lima diz ainda que a vontade de que os alunos se mantenham na escola é de todos, referindo até que “alguns pais, talvez os mais receosos em relação à vacinação, já estão a vacinar os filhos, por perceberem que é a única defesa que temos em relação à doença”.

Diário de Notícias
DN
14 Janeiro 2022 — 15:56

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

 

Please follow and like us:
Pin Share

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.