Chipre detecta possível nova variante: a “Deltacron” combina a Delta e a Ómicron

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/VARIANTE DELTACRON

Pelo menos 25 pessoas estão infectadas com esta nova variedade do coronavírus responsável pela covid-19.

© EPA/ALEX PLAVEVSKI

O que será uma nova variante do vírus SARS-CoV-2 foi detectada no Chipre, anunciou o director do Laboratório de Biotecnologia e Virologia Molecular daquele país.

Segundo Leondios Kostrikis, citado pela Bloomberg, “existem actualmente co-infecções Ómicron e Delta, e encontrámos esta variante que é uma combinação das duas”.

Em declarações à Sigma TV, na sexta-feira, este responsável afirmou que o nome de trabalho para esta variedade é “Deltracron”, uma vez que foi já possível identificar marcadores genéticos tanto da Delta como da Ómicron.

O cientista afirmou ainda estarem a ser tratados 25 pacientes com esta variante. Não é ainda sabido se se trata de uma variedade “mais patológica ou contagiosa”, ressalvou Leondios Kostrikis, mas deixou claro: “Tendo em conta que a Ómicron é bem mais contagiosa, é expectável que esta última se sobreponha”.

Diário de Notícias
DN
09 Janeiro 2022 — 17:19

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1484: Dia com 26.419 novos casos, 22 mortos e 1.449 doentes internados

– E a semana termina com as Estatísticas até hoje, Domingo:

09.01.2022 – 26.419 infectados – 22 mortos
08.01.2022 – 35.643 infectados – 20 mortos
07.01.2022 – 38.734 infectados – 17 mortos
06.01.2022 – 39.074 infectados – 25 mortos
05.01.2022 – 39.570 infectados – 14 mortos
04.01.2022 – 25.836 infectados – 15 mortos
03.01.2022 – 10.554 infectados – 10 mortos

Total até hoje: 215.830 infectados – 123 mortos

– Para os cerca de 400 negacionistas acéfalos indigentes que ontem se manifestaram contra a obrigatoriedade do certificado digital, numa manif onde não usaram máscara, nem respeitaram o distanciamento físico, assim como para todos os restantes acéfalos indigentes que continuam a desenvolver as suas vidinhas “sociais”, CAGANDO nas regras sanitárias em vigor e no PERIGO que representam para a restante comunidade, ONDE PARA A FISCALIZAÇÃO A ESTA CHOLDRA DE ANORMAIS? As leis fizeram-se só para os tótós e esta cambada escapa a elas?

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

De acordo com o boletim diário da DGS, há nas últimas 24 horas deram entrada 61 pessoas nos hospitais. 150 doentes estão nos cuidados intensivos. Lisboa e Vale do Tejo com mais de metade dos óbitos do País.

© EPA/NEIL HALL / POOL

Portugal registou mais 26.419 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) deste domingo (9 de Janeiro), no qual foram declaradas mais 22 mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2.

A região de Lisboa e Vale do Tejo é a que apresenta números mais preocupantes, uma vez que contabilizou 11.370 novas infecções e 11 mortes (mais de metade do total do País). No Norte foram registados 9.516 casos e quatro óbitos, enquanto no Centro foram atingidos os 2.640 infectados e morreram duas pessoas.

Preocupante é igualmente a situação na Madeira, que contabilizou 1.024 novos casos e um morto, à frente do Alentejo (885 casos e dois óbitos), Algarve (698 infecções e dois mortos) e Açores (286 casos).

Nos hospitais portugueses há agora 1.449 internados (mais 61 que no dia anterior) devido à covid-19, dos quais 40 estão em unidades de cuidados intensivos (menos 3).

Em Portugal há neste momento 273.961 casos activos da doença, o que representa um aumento de 15.639 em relação ao dia anterior. Foram dados como recuperadas 10.758 pessoas.

Restrições que entram em vigor esta segunda-feira

Entra em vigor às meia-noite de 10 de Janeiro a resolução do Conselho de Ministros que altera as medidas de contenção da pandemia, promovendo o reforço da testagem e da vacinação.

Assumindo que a incerteza sobre a evolução do vírus e da pandemia de covid-19 e sobre a gravidade da variante Ómicron exige “cautela e prudência”, o documento mantém ou prorroga algumas das medidas que já estavam em vigor, avançando ainda com algumas novas.

Todas as medidas que entram em vigor

1- Levantada imposição de testagem em algumas situações

Os cidadãos que tenham recebido a dose de reforço de uma vacina contra a covid-19 há mais de 14 dias deixam de ser obrigados a apresentar testes negativos para o SARS-CoV-2.

No que chamou “incentivo” para as pessoas irem novamente vacinar-se, António Costa indicou que quem não tem dose de reforço continuará a ter de apresentar teste negativo para visitas a lares de idosos ou doentes internados nos hospitais.

Os vacinados com dose de reforço deixam também de ser obrigados a testar-se para terem acesso aos grandes eventos, eventos sem lugares marcados ou em recintos improvisados e a recintos desportivos.

2- Certificado digital obrigatório para acesso a restaurantes, hotéis ou eventos culturais

O acesso a espectáculos culturais e eventos com lugares marcados está a partir de segunda-feira condicionado à apresentação de certificado digital, que inclui ou teste de antigénio ou PCR negativo realizados nas 48 ou 72 horas anteriores, respectivamente, ou o esquema de vacinação completo.

O acesso a restaurantes e estabelecimentos hoteleiros vai estar também sujeito à apresentação do certificado digital.

3- Contactos positivos em ambiente de trabalho deixam de ser postos em isolamento

De acordo com uma nova norma da Direcção-Geral da Saúde, o isolamento continua a aplicar-se “no caso de coabitantes com pessoas que testaram positivo”, o que implica que “um contacto em ambiente de trabalho, desde que não seja coabitante, não determina o isolamento”, especificou António Costa.

A nova norma, que entrou em vigor na quarta-feira, fez com que 267.315 pessoas tenham terminado ou visto reduzido o seu tempo de isolamento.

4- Escolas reabrem a 10 de Janeiro

As escolas vão reabrir na próxima segunda-feira, com António Costa a considerar que “podem retomar a normalidade, tal como estava previsto”.

Os alunos deixam de estar obrigados a isolamento quando houver um caso positivo na mesma turma e, nas próximas semanas, todos os professores, auxiliares e assistentes operacionais terão que fazer testes.

A testagem ocorre em paralelo com “a operação de vacinação que está em curso até ao dia 09 de todas as crianças entre os 05 e os 11 anos e do pessoal docente e não docente”.

5- Teletrabalho passa de obrigatório a recomendado a partir de 14 de Janeiro

O teletrabalho vai continuar obrigatório até 14 de Janeiro, sendo recomendado a partir dessa data, no âmbito das medidas de combate à pandemia de covid-19.

Em Dezembro, o executivo tinha determinado que o teletrabalho será obrigatório pelo menos entre 25 desse mês e 09 de Janeiro.

6- Bares e discotecas reabrem no continente mas álcool na rua continua proibido

As discotecas e bares no território continental, que tinham sido obrigadas a fechar a partir de 25 de Dezembro, podem reabrir no dia 14, mas quem entrar vai continuar a ter de apresentar um teste negativo.

O Governo continua a proibir o consumo de bebidas alcoólicas na via pública.

7- Mantém-se controlo nos aeroportos até 9 de Fevereiro

Os passageiros que aterrem nos aeroportos portugueses terão de continuar a apresentar um teste negativo para o SARS-CoV-2 e serão mantidas as sanções para passageiros e companhias aéreas que contrariem esta obrigatoriedade.

Desde 1 de Dezembro de 2021, todos os passageiros que cheguem a Portugal por via área são obrigados a apresentar teste negativo ou certificado de recuperação no desembarque.

Os passageiros de voos domésticos, menores de 12 anos ou tripulações estão isentos de ter que apresentar estes testes.

8- Governo trabalha com autarquias ampliação de voto antecipado nas legislativas de dia 30

António Costa afirmou que está em curso com as autarquias a ampliação do voto antecipado, aumentando o número de mesas para votar no dia 23, defendendo que “é preciso segurança jurídica e assegurar a absoluta transparência do ato eleitoral” e as condições em que pessoas em isolamento poderão votar.

O Governo pediu ao Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República um parecer para que fique claro em que condições, ou se em alguma condição é susceptível da limitação do direito de voto pelo facto de haver isolamento profilático, seja de coabitantes, seja de pessoas que estejam infectadas”, disse.

O executivo vai também reunir-se com os partidos com representação parlamentar para debater a forma de organizar o voto e será dada prioridade para a dose de reforço da vacina a quem integre mesas de voto.

9- Declarações provisórias de isolamento disponíveis sem telefonema

Deixa de ser preciso telefonar para a linha SNS24 para obter uma declaração provisória de isolamento profilático.

Passa a ser possível emitir automaticamente uma declaração provisória de isolamento para os casos de pessoas infectadas com o vírus SARS-CoV-2 sem sintomas ou com doença ligeira, quer para contactos de alto risco.

10- Mais de três milhões inoculados com dose de reforço

Mais de três milhões de cidadãos portugueses receberam uma terceira dose de vacina contra a covid-19.

António Costa referiu que 89% da população já tem completo o esquema primário de vacinação e para os grupos etários acima dos 65 anos, há “uma cobertura de dose de reforço de 83%”.

A média diárias de doses administradas está nas 84 mil e pode subir até 94 mil, afirmou António Costa, que destacou ainda a “subida muito significativa da testagem” verificada desde o início de Dezembro, mês em que se realizaram “cinco milhões de testes”, com um recorde de mais de 402 mil testes no dia 30 de Dezembro.

Diário de Notícias
DN
09 Janeiro 2022 — 14:05

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1483: Cerca de 400 pessoas manifestam-se contra certificado digital

– O título desta notícia deveria ser antes: “Cerca de 400 acéfalos irresponsáveis indigentes neandertais manifestam-se contra certificado digital”. Basta olhar para a imagem e ver as trombas destes animais SEM MÁSCARA, SEM DISTANCIAMENTO FÍSICO, infringindo as regras sanitárias. ONDE PAROU A FISCALIZAÇÃO a esta choldra de merdosos?

– Apenas para lembrar a esta choldra merdosa que em vez de neurónios têm o cérebro repleto de caganeira, “Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 19.091 pessoas e foram contabilizados 1.613.427 casos de infecção, segundo a última actualização da Direcção-Geral da Saúde.”

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/ACÉFALOS MANIFESTAM-SE/NEGACIONISTAS

Contra a obrigatoriedade de apresentação de certificado digital para acesso a restaurantes, hotéis ou eventos culturais, cerca de quatro centenas de pessoas manifestaram-se em Lisboa.

Manifestantes desfilaram sem máscara do Jardim Amália Rodrigues até ao Terreiro do Paço.
© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

“A liberdade é certificada?”, “A liberdade é digital?”, “Para ter saúde é preciso perder a liberdade?” e “És livre até à próxima dose?” foram algumas das questões levantadas pelos participantes, através dos cartazes erguidos durante a iniciativa “Movimenta: É Hora de Agir – #ALiberdadeNãoÉCertificada”, que teve como ponto de encontro o Jardim Amália Rodrigues, junto ao Parque Eduardo VII, onde se juntaram para descer a Avenida da Liberdade até ao Terreiro do Paço, sob escolta da polícia.

A acção de protesto juntou pessoas de diferentes idades, todas sem máscara, algumas acompanhadas com a bandeira nacional, outras com ‘t-shirts’ a dizer “pela verdade” ou “covid é fraude”, inclusive algumas crianças a segurar cartazes onde se podia ler: “O meu futuro vale mais do que o teu medo”.

“Quero ver sempre o teu sorriso” foi a mensagem que Maria Crespo, de 61 anos, trouxe para o protesto e que é a pensar na neta de 9 anos, por considerar que as crianças e os idosos “não estão protegidos de regras que não conseguem de forma nenhuma ultrapassar”, referindo-se às medidas de controlo da pandemia de covid-19, desde o uso de máscara à vacinação.

“O que está a acontecer vai para além do que é razoável, ou seja, neste momento estarmos ainda a pensar em certificados digitais, a pensar em restrições, que no fundo não estão a resolver aquilo que está a acontecer do ponto de vista que se considera o contágio, portanto em relação a toda a situação do vírus, não me parece que seja razoável”, defendeu esta manifestante, que veio da Figueira da Foz até Lisboa de propósito para estar no protesto.

Em declarações à agência Lusa, Maria Crespo disse ser contra a vacinação das crianças, sem querer falar na vacinação dos adultos, mas realçou a necessidade de respeitar a decisão de cada cidadão: “Este é um direito pelo qual temos de lutar, é o direito a decidirmos sobre estas coisas, e sermos responsáveis na relação com os outros”.

“A partir do momento em que as decisões individuais possam estar a ser comprometidas pelo facto de hoje haver restrições que me impedem – por uma decisão que eu tenha – de circular, de desenvolver determinadas actividades, obviamente que a liberdade está comprometida”, expôs a mesma participante.

Criticando o papel da comunicação social, José Duarte, de 67 anos, afirmou que a participação neste protesto “não tem a ver com vacinas, o ser anti-vacinas ou ser contra vacinas, é uma questão de liberdade”.

– Queres liberdade? Vai para a Coreia do Norte, para a China ou para a Rússia…

“Eu vivi no tempo do Salazar [regime ditatorial do Estado Novo em Portugal] e sei o que é não ser livre e o que é ser livre”, frisou este participante no protesto, discordando da exigência de certificado digital para poder entrar em determinados espaços.

“Eu só quero é que não me chateiem, que me deixem ser livre. Eu para ir a um restaurante agora, para ir comer um bacalhau assado, tenho de ter uma coisa de um cartão. Por mais que me tentem convencer, não estou a ver que haja razão para isso, nem em termos de saúde pública”, referiu José Duarte, acrescentando que ainda não decidiu se vai ser vacinado contra a covid-19, porque está à espera de mais informação sobre a segurança da vacina.

Entre os cerca de 400 participantes esteve Bruno Fialho, presidente do partido Alternativa Democrática Nacional (ADN), antigo PDR.

Da organização da acção “Movimenta: É Hora de Agir – #ALiberdadeNãoÉCertificada”, Rute Dinay explicou que a ideia da mobilização é “exigir respostas ao Governo”, no sentido de esclarecer as medidas de restrições sucessivas, “sem qualquer lógica às vezes” e que “aparentemente não fazem muito sentido”.

Promovida através das redes sociais por um grupo de cidadãos que consideram que está em causa o conceito de liberdade face às medidas de combate à pandemia implementadas pelo Governo, a iniciativa decorre em simultâneo em cinco cidades, nomeadamente Lisboa, Porto, Quarteira, Ponta Delgada e Funchal.

De acordo com as medidas do Governo, a partir de segunda-feira, 10 de Janeiro, o certificado digital passa a ser obrigatório para acesso a restaurantes; estabelecimentos turísticos e alojamento local; espectáculos culturais; eventos com lugares marcados; e ginásios.

O certificado digital inclui ou teste de antigénio ou PCR negativo realizados nas 48 ou 72 horas anteriores, respectivamente, ou o esquema de vacinação completo.

A covid-19 provocou 5.478.486 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 19.091 pessoas e foram contabilizados 1.613.427 casos de infecção, segundo a última actualização da Direcção-Geral da Saúde.

Diário de Notícias
DN/Lusa
08 Janeiro 2022 — 20:27

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1482: Variante Ómicron representa 98% dos casos no Médio Tejo

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/OMICRON

Os dados analisados pelo laboratório do Serviço de Patologia Clínica do Centro Hospitalar Médio Tejo constatou que a Ómicron passou a ser a predominante a partir de 21 de Dezembro.

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

A variante Ómicron é responsável por 98% dos casos positivos de infecção por covid-19 detectados na primeira semana do ano pelo laboratório do Serviço de Patologia Clínica do Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT), foi este domingo anunciado.

Da análise em tempo real efectuada pelo laboratório daquele serviço a todas as amostras positivas foi possível apurar que até 6 de Janeiro, na área de influência dos hospitais do CHMT, que servem 250.000 utentes, se registaram oito internamentos em cuidados intensivos covid-19, dos quais apenas um doente infectado com a variante Ómicron, – que entretanto já teve alta para enfermaria.

“Os dados recolhidos e analisados pelo CHMT demonstram também que a variante Ómicron passou a ser a predominante na região do Médio Tejo a partir de 21 de Dezembro”, indicou a instituição em comunicado.

O laboratório de Patologia Clínica está a realizar a detecção de Ómicron desde 12 de Dezembro. Desde essa data, e até dia 06 de Janeiro, foram detectadas 896 infecções por esta variante.

Mais de metade dos casos (53%) verificou-se em pessoas na faixa etária dos 20 aos 49 anos. Uma fatia de 19% dos casos detectados corresponde à faixa etária acima dos 60 anos (e apenas 9% dos casos positivos aconteceu utentes mais idosos, acima dos 80 anos), de acordo com a informação oficial.

“Os mais novos, com idade inferior a 20 anos representam 15% dos casos de variante Ómicron detectados”, segundo a mesma fonte.

O director do Serviço de Patologia Clínica do CHMT, Carlos Cortes, citado no documento, destacou dois aspectos que se evidenciam dos dados de infecção por covid-19 recolhidos e analisados: um “avanço impressionante da variante Ómicron”, que ilustra a capacidade de contágio, e o facto de a grande maioria dos pacientes apresentar sintomas ligeiros.

O clínico sublinhou que em pouco menos de um mês, se passou de uma média diária de 10% de variante Ómicron e 90% de variante Delta, para uma média de 98% de Ómicron e 2% de Delta.

Advertiu também que estas evidências “não podem transmitir à população uma falsa sensação de protecção ou segurança face à evolução da pandemia”, pelo que é “essencial manter os cuidados de prevenção”, como a utilização de máscara, evitar grandes aglomerações e manter o distanciamento recomendado nas actividades do quotidiano, a par do reforço da vacinação.

Diário de Notícias
DN/Lusa
09 Janeiro 2022 — 13:57

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1481: Auto-agendamento abre para maiores de 45 anos. Vacinadas 40% das crianças

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/AUTO-AGENDAMENTO > 45 ANOS

O secretário de Estado da Saúde anunciou para esta semana o auto-agendamento do reforço da vacina para quem tem 45 ou mais anos. Já estão 250 mil crianças vacinadas, o que corresponde a 40% da população alvo.

© MANUEL FERNANDO ARAUJO / LUSA

Lacerda Sales, em visita a um Centro de Vacinação das Caldas da Rainha, fez um balanço da vacinação dos que têm entre 5 e 11 anos, e que foram prioritários nos últimos quatro dias. Até sábado foram vacinadas 250 mil crianças entre os 5 e 11 anos, o que corresponde a 40 % deste grupo etário.

Até ao final do dia de domingo, o secretário de Estado da Saúde espera que que seja atingido 45% de crianças vacinadas (280 mil), tendo em conta o agendamento de 30 mil para este domingo

Tinham a vacinação completa 8,7 milhões de residentes em Portugal, sendo que 89 % dos 70 e mais anos já o fizeram. E quase 3,3 milhões levou a dose de reforço.

Também são prioridade nestes quatro dias o pessoal que trabalha em meio escolar.

O secretário de Estado da saúde aproveitou para anunciar a abertura na próxima semana do auto-agendamento da vacina de reforço para os que têm 45 ou mais anos.

Actualmente, podem marcar a vacina os que têm 30 ou mais anos de idade e levaram a Janssen (uma dose) e os de 50 ou mais.

Continuam a poder vacinar-se com a dose de reforço em regime de “casa aberta” (sem marcação), os mais de 60 e os trabalhadores em meio escolar (ensino básico e secundário).

O início do processo de vacinação continua aberto para as crianças entre os 5 e 11 anos e a população em geral.

Diário de Notícias
DN
09 Janeiro 2022 — 12:29

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