1285: Mais 1.475 casos e 18 mortes nas últimas 24 horas

– Estatísticas de hoje, Segunda-feira:

22.11.2021 – 1.475 infectados – 18 mortos

Total da semana: 14.795 infectados – 18 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Estão agora 628 pessoas internadas devido à covid-19, indica o relatório diário da Direcção-Geral da Saúde. Subiu a incidência e o R (t).

Centro de testes de despiste à covid-19 no Funchal, Madeira
© HOMEM DE GOUVEIA/LUSA

Desde o dia 9 de Agosto que o número de mortes por covid-19 em Portugal não era tão alto. De acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) desta segunda-feira, no domingo morreram mais 18 pessoas devido à doença, mais sete do que na véspera.

Os novos casos são agora 1.475, menos 1.024 do que no domingo. A incidência (o número de novos casos nos últimos 14 dias por 100.000 habitantes) é agora de 228,9 casos a nível nacional (sexta-feira, estava nos 191,2) e de 228,8 no continente (era de 190,9). Já o o R(t) -índice de transmissibilidade – a nível nacional está em 1,19 (era de 1,17 na sexta-feira) e no continente em 1,20 (era de 1,18).

O relatório desta segunda-feira (22 de Novembro) confirma a tendência de subida do número de doentes internados. Há 16 dias consecutivos que aumenta o número de doentes em hospitais. São agora 628 (mais 31 do que na véspera) os internados, dos quais 93 (mais quatro do que na véspera) estão em unidades de cuidados intensivos.

Dados divulgados no dia em que os profissionais do sector social e os bombeiros envolvidos no transporte de doentes começaram a ser vacinados com a terceira dose da vacina contra a covid-19.

Depois dos profissionais, cerca de 28 000 bombeiros que desempenham a função operacional do transporte pré-hospitalar vão receber a dose de reforço da vacina contra a covid-19.

Além dos bombeiros e dos profissionais de saúde e do sector social, estão actualmente a ser vacinados em Portugal com a terceira dose da vacina contra a infecção por SARS-CoV-2 as pessoas com mais de 65 anos.

Positividade nos testes de rastreio já está acima do valor de risco

Isto numa altura em que a positividade nos testes de rastreio já está acima do valor de risco. De acordo com o último relatório sobre as Linhas Vermelhas da pandemia, divulgado pelo Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA), “a fracção de casos notificados entre os testes realizados para SARS-CoV-2, de 11 a 17 de Novembro, foi de 4,3%, valor que se encontra acima do limiar dos 4%, com tendência crescente”.

Além do aumento do número de pessoas em que foi detectado o SARS-CoV-2, observa-se também a realização de uma maior quantidade de testes – mais 47 mil. No relatório de 12 de Novembro, era referido que tinham sido feitos 244 367 testes, e no da última sexta-feira foram 291 725.

Bruxelas “encoraja” governos a “prepararem logística” para vacinar crianças

Entretanto, a Comissão Europeia “está a encorajar” os estados-membros a acionarem os “preparativos logísticos” para vacinar crianças dos cinco aos 11 anos, enquanto se espera pela decisão da Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês).

O porta-voz da Comissão Europeia para a Saúde, Stefan de Keersmaecker diz que Bruxelas tem tudo pronto para que a autorização comercial da vacina possa avançar “muito rapidamente”.

“Da nossa parte, a Comissão trabalhará muito rápido. Assim que recebamos a luz verde da Agência Europeia do Medicamento, a Comissão tem procedimentos ultra rápidos para a autorização da vacina”, afirmou, lembrando que no caso das vacinas aprovadas para adultos a autorização de Bruxelas tem acontecido “nas primeiras 24 horas”, após a aprovação da EMA.

“É muito importante que os Estados-Membros se preparem e o façam rapidamente”, disse o porta-voz, insistindo que na Comissão “podemos trabalhar muito rápido da nossa parte, também”.

A porta-voz da Comissão Europeia, Dana Spinant afirma que Bruxelas está a seguir, para a vacinação das crianças dos 5 aos 11 anos, um procedimento semelhante ao adoptado há um ano. “Antes de termos lançado a vacinação da população adulta, que começou há quase um ano, em Dezembro de 2020, encorajámos os Estados-Membros a prepararem-se logisticamente, porque para haver eficácia é preciso avançar rápido, e é importante avançar na logística”, afirmou Dana Spinant, sugerindo aos governos que não percam tempo a accionar os preparativos.

“É da responsabilidade das autoridades nacionais, ou regionais, ou locais, de acordo com a forma como os sistemas de saúde estão organizados nos nossos Estados Membros, darem passos preparatórios para a logística de uma vacinação”, afirmou.

Diário de Notícias
22 Novembro 2021 — 15:15

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1284: Chefes das urgências de cirurgia do Santa Maria demitem-se

– E só ao fim de vários ANOS é que constataram isso??? Ah! As eleições…!!!

SAÚDE PÚBLICA/MÉDICOS/DEMISSÕES

Médicos concretizam ameaça feita no passado dia 10. Queixam-se da sucessiva degradação do serviço nos últimos anos.

Os dez chefes da equipa de urgências de cirurgia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, demitiram-se esta segunda-feira, avançou a RTP.

Os médicos, que tinham dado precisamente o dia de hoje como prazo para a resolução do problema das escalas de serviço, concretizaram assim a ameaça de demissão feita no passado dia 10.

Na altura, em carta entregue à direcção clínica, os médicos referiam também que o serviço tem vindo a degradar-se nos últimos anos, tendo sofrido recentemente um agravamento devido ao facto de os assistentes hospitalares se recusarem a fazer mais do que as horas extraordinárias estipuladas na lei.

A 10 de Novembro, Jorge Roque da Cunha, secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos, tinha adiantado que os chefes de equipa deste serviço estavam “fartos das promessas do director clínico”, sendo que também estavam em causa “as condições de trabalho, contratação, remuneração das próprias chefias, falta de investimento em material, a incapacidade geral de fixar os que estão”.

“A minha expectativa sempre é que a situação se resolva o mais rapidamente e que haja o menos de entropia no processo”, disse na altura António Lacerda Sales.

Questionado sobre os motivos alegados pelos médicos, o governante disse reconhecer o problema neste e noutros hospitais e que o Ministério da Saúde estava a fazer “um esforço em resolver o problema juntamente com os conselhos de administração”.

“Na grande maioria destes hospitais os problemas têm-se resolvido com diálogo (…). E é com diálogo que vamos continuar a trabalhar com os profissionais de saúde para irmos resolvendo estes casos”, vincou na altura.

Em actualização.

Diário de Notícias
DN
22 Novembro 2021 — 14:49

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1283: Como salvar o Natal? Vacinando 99% dos idosos até Dezembro

– Como muito bem diz a minha vizinha do rés-do-chão: “Esta gente está toda doida…!!!”. Também acho que sim! Meus senhores, especialistas, técnicos de saúde & afins, a dose de reforço (ou terceira dose) não tem de ser tomada SEIS MESES depois da inoculação da segunda dose? Então se sim, como é que pretendem vacinar 99% dos idosos até ao natal? Por exemplo, eu, fui inoculado com a segunda dose em Julho deste ano. Só poderei levar a dose de reforço em Janeiro do próximo ano. Como é afinal? Além disso, salvar o natal e o fim-de-ano, está nas mãos (e na cabeça) dos acéfalos indigentes intelectualóides, em cumprirem as regras sanitárias de uso de máscara, distanciamento físico e lavagem das mãozinhas…

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/IDOSOS/VACINAÇÃO

Mat Napo / Unsplash

Caso 99% das pessoas a partir dos 65 anos não seja vacinada antes do Natal, Portugal ultrapassa as linhas vermelhas das UCI no início de 2022.

Para que no início do próximo ano o país não ultrapasse as linhas vermelhas relacionadas com a pressão hospitalar, é necessário vacinar 99% das pessoas a partir dos 65 anos elegíveis para a dose de reforço antes do Natal.

Baltazar Nunes, epidemiologista no Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), deixou este alerta na apresentação na reunião no Infarmed desta sexta-feira.

Este é o melhor cenário, de acordo com o especialista, para evitar uma “onda epidémica com intensidade e impacto que ultrapasse os actuais limites das linhas vermelhas”. Assim, o reforço vacinal vai achatar essa onda.

Portugal está num momento de transição entre o cenário mais optimista e o cenário intermédio que o próprio tinha apresentado na última reunião no Infarmed, em meados de Setembro, refere Baltazar Nunes, citado pelo Observador.

O epidemiologista nota ainda assim que o surgimento de vagas de frio, habitualmente em Dezembro e Janeiro, podem precipitar a ocorrência da vaga.

Embora seja feito um apelo para um reforço vacinal, uma vez que a população mais vulnerável já está a perder a imunidade provocada pela vacina, Baltazar Nunes ressalva que o esquema vacinal original foi essencial para controlar a epidemia: não só evitou 14.660 infecções, como poupou 3.065 vidas.

No entanto, destaca que o próximo outono e inverno, as medidas impostas devem ter em conta não só a incidência da covid-19, mas também a pressão sobre o SNS exercida por outros vírus respiratórios.

  ZAP //

ZAP
22 Novembro, 2021

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1282: Positividade nos testes de rastreio já está acima do valor de risco

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/TESTES

A positividade nos testes é de 4,3%, quando o limiar de risco é de 4%. A situação em Portugal é moderada, mas com tendência a crescer. É preciso um reforço dos níveis de alerta.

Especialistas defendem regresso de testes em massa para travar cadeias de transmissão.

Em sete dias, proporção de testes de rastreio positivos a nível nacional disparou, passando de 3,4% para 4,3%. Desde o dia 17 de Novembro, data a que se reporta o último relatório sobre as Linhas Vermelhas da pandemia, divulgado pelo Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA), que Portugal está acima do limiar de risco definido pelas directrizes europeias, que é de 4%.

De acordo com o relatório, “a fracção de casos notificados entre os testes realizados para SARS-CoV-2, de 11 a 17 de Novembro, foi de 4,3%, valor que se encontra acima do limiar dos 4%, com tendência crescente”. Além do aumento do número de pessoas em que foi detectado o SARS-CoV-2, observa-se também a realização de uma maior quantidade de testes – mais 47 mil. No relatório de 12 de Novembro, era referido que tinham sido feitos 244 367 testes, e no da última sexta-feira foram 291 725.

Para os especialistas, o aumento na positividade dos testes é de imediato um dos sinais de alarme, podendo significar que ainda haverá mais casos por diagnosticar e que a evolução da doença ainda mantém uma tendência crescente.

Daí que, na sexta-feira, na reunião do Infarmed, a pneumologista Raquel Duarte, que foi convidada pelo governo para coordenar a elaboração das propostas de desconfinamento, tenha defendido o regresso da estratégia de testagem em massa, porque quanto mais cedo forem diagnosticados os casos, mais cedo será possível quebrar as cadeias de transmissão, evitando novos casos.

A pneumologista considera ainda importante que em situações alargadas de “convívio familiar devam ser realizados auto-testes”, bem como a “avaliação da realização de eventos dessa natureza”. A médica considera fundamental “a monitorização das variantes e a quebra das cadeias de transmissão”, devendo retomar-se a apresentação do Certificado Digital Covid para teste negativo, em espaços interiores e eventos com aglomerados populacionais.

De acordo com o INSA, a notificação dos casos e o seu isolamento têm decorrido dentro do período normal, explicando que “os casos confirmados de infecção por SARS-CoV-2 são contabilizados na plataforma informática de suporte ao Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE), através das notificações laboratoriais realizadas com indicação de resultado positivo”.

Relativamente à proporção de casos confirmados com atraso, “nesta última semana foi de 2,8%, na semana anterior tinha sido de 4,1%”. No entanto, este atraso está abaixo do limiar de 10%, o que os técnicos consideram importante.

No que respeita à identificação dos casos e ao seu isolamento, factores que podem levar a colocar um travão mais rápido na evolução da doença, o relatório de 11 a 17 de Novembro indica que “96% dos casos notificados foram isolados em menos de 24 horas após a notificação e 92% de todos os casos notificados tiveram todos os seus contactos rastreados e isolados no mesmo período”.

“96% dos casos notificados foram isolados em menos de 24 horas após a notificação e 92% de todos os casos notificados tiveram todos os seus contactos rastreados e isolados no mesmo período.”

Na última semana, estiveram envolvidos diariamente no processo de rastreamento, em média, 303 profissionais a tempo inteiro no continente, mais 36 do que na semana anterior.

O INSA confirma o que tem vindo a ser dito pelos especialistas que, neste momento, é notória “uma tendência crescente da incidência cumulativa a 14 dias em todos os grupos etários”, sendo que o grupo que regista uma incidência cumulativa a 14 dias mais elevada é o das crianças com menos de 10 anos, com 298 casos por 100 mil habitantes, e os quais não são ainda elegíveis para vacinação.

Por sua vez, o grupo etário dos indivíduos com 80 ou mais anos apresentou uma incidência cumulativa a 14 dias de 120 casos por 100 mil habitantes, reflectindo assim um risco de infecção inferior ao apresentado pela população em geral e com uma tendência estável. Segundo explicam os técnicos do INSA, “eventualmente fruto de protecção conferida pela cobertura crescente com dose de reforço das vacinas contra a covid-19”.

Por agora, e da análise às linhagens de variantes do SARS CoV-2, o INSA confirma também que a variante Delta, conhecida como B.1.617.2, é a que predomina em todas as regiões do país, com uma frequência relativa de 100%.

No relatório pode ainda ler-se que “a análise dos diferentes indicadores revela uma actividade epidémica de SARS-CoV-2 de intensidade moderada, mas com tendência crescente a nível nacional”. “A pressão nos serviços de saúde e o impacto na mortalidade são moderados, mas com uma tendência crescente”, acrescenta-se.

No entanto, “o agravamento da situação epidemiológica na Europa e o aumento da intensidade epidémica em Portugal deverão condicionar um aumento do nível de alerta do sistema de saúde” para dar resposta a uma maior “procura de cuidados de saúde no próximo mês e reforço da capacidade de isolamento e rastreamento”.

Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio
22 Novembro 2021 — 07:00

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1281: Café solidário e inclusivo Joyeux abre na terça-feira em Lisboa

SOCIEDADE/INCLUSÃO SOCIAL

O primeiro Café Joyeux em Portugal, um projecto da Associação VilacomVida que tem como missão a empregabilidade e a formação de pessoas com dificuldades intelectuais e de desenvolvimento, vai abrir portas na terça-feira na Calçada da Estrela, em Lisboa.

© PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP

O Café Joyeux nasceu em França em 2017 com o objectivo de testar um conceito de restauração inclusiva em que todos os processos das refeições, a comunicação e o serviço são feitos a pensar na promoção da autonomia das pessoas com dificuldades intelectuais e do desenvolvimento, tais como a trissomia 21 ou o autismo.

O primeiro espaço em Portugal resulta de um acordo entre a associação e a Fundação Émeraude Solidaire para o desenvolvimento do ‘franchising’ da marca.

Em declarações à agência Lusa, Filipa Pinto Coelho, da Associação VilacomVida, explicou que o projecto só é possível devido à angariação de fundos junto da sociedade e de empresas, a nível de mecenato e doadores particulares.

“Existem muitas pessoas, jovens nesta condição que terminam a escola, que não têm uma solução adequada inclusiva para as capacidades que têm, para ter um trabalho”, referiu.

De acordo com Filipa Pinto Coelho, os lucros da operação reverterão integralmente para a abertura de mais cafés-restaurantes e, assim, para a empregabilidade de mais pessoas: “O café vai ser um negócio social que permite a sustentabilidade da nossa missão a curto prazo. O lucro daqui gerado vai ser utilizado para abrir mais cafés”, disse.

Esta, sublinhou, será “a primeira empresa em Portugal que, em vez de formar para contratar, contrata para formar pessoas com dificuldades intelectuais, sem experiência profissional ou formação”.

A presidente da Associação VilacomVida, uma instituição particular de solidariedade social (IPSS) nascida em 2016 com o objectivo de criar uma comunicação positiva e aproximar a sociedade da diferença, adiantou que as pessoas são contratadas, assinando um contrato a tempo indeterminado.

“Eles têm o seu salário em progressão ao salário mínimo nacional em função das horas de trabalho diários, uma média de quatro/cinco horas. Além disso, têm um curso de formação completamente gratuito para eles com três níveis de autonomia, que pode ir até dois ou três anos da Escola Joyeux, e que é certificado em França e estamos a tentar certificar cá”, disse.

Filipa Pinto Coelho destacou que para este primeiro café em Portugal vão ser contratadas nove pessoas com deficiência e três profissionais da restauração – na área da cozinha, gerente e supervisor de loja -, que vão fazendo equipa com os jovens e vão ensinando quatro funções principais: serviço de mesa, barista, caixa e cozinha.

No final da formação, sublinhou, os jovens podem procurar trabalho noutro local ou permanecer a trabalhar no café.

A associação já tinha desenvolvido um projecto-piloto, o Café ComVida, que esteve aberto 18 meses em Santos, Lisboa, mas que teve de fechar devido à pandemia de covid-19, sendo que alguns dos jovens que o integraram vão agora para o Café Joyeux.

“Muitos destes jovens foram recrutados desta experiência, outros vieram por iniciativa de contacto por familiares que ouviram falar do projecto e outros ainda através de recrutamento que fazemos em rede com outras instituições que trabalham com estes jovens”, salientou.

A intenção da associação é abrir mais cafés, esperando criar uma média de 10 postos de trabalho em cada um: “Queremos abrir nacionalmente. A ideia é em cinco anos abrir pelo menos cinco cafés, queremos também estar no Norte, no Porto. Vamos abrir este na terça-feira e vamos abrir o segundo em Cascais, um projecto que já está em licenciamento de obra que apontamos para uma abertura para o fim do primeiro semestre de 2022.”

O Café Joyeux de Lisboa vai estar aberto de terça a sábado das 09:00 às 18:00, no número 26 da Calçada da Estrela.

“Temos serviços de pequenos-almoços, almoços com produtos da estação cozinhados no local por estes jovens e adaptados à suas capacidades. Teremos quiches, saladas, prato quente, uma oferta de lanches e no fim do dia aperitivos para um final de dia em modo delicioso e inclusivo”, disse a representante.

Diário de Notícias
Lusa
21 Novembro 2021 — 13:44

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1280: Mais de 1,5 milhões de pessoas vacinadas contra a gripe e 750.000 com 3.ª dose da covid-19

– Os profetas da desgraça, acoitados nos partidos da extrema-esquerda burguesa urbana (BE), dos sociais-fascistas da esquerda ditatorial (PCP/Verdes), da direita (PPD) e extrema-direita fascista (CDS/Chega & afins), não lhes interessa referir estes números porque não convém aos seus interesses pessoais de assalto ao poder ou interesses partidários, preferindo chafurdar na pocilga em que se tornou a política e os seus intervenientes, debitando mentiras a fim de baralharem os menos esclarecidos.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/GRIPE/VACINAÇÃO

A DGS lembra que a modalidade “casa aberta”, para pessoas com 75 ou mais anos, se mantém durante a semana.

© Leonardo Negrão / Global Imagens

Mais de 1,5 milhões de pessoas já foram vacinadas contra a gripe, tendo sido também administradas mais de 750.000 doses de reforço e adicionais da covid-19, segundo dados divulgados este domingo pela Direcção-Geral da Saúde (DGS).

“Portugal já administrou cerca de 1.561.000 doses de vacina contra a gripe (incluindo cerca de 400 mil em farmácias) e mais de 750 mil doses de reforço e adicionais da vacina contra a covid-19. Estes resultados foram possíveis com a aceleração da vacinação diária dos centros de vacinação, incluindo ao fim de semana, através da modalidade ‘Casa Aberta'”, indica a DGS num comunicado.

De acordo com o balanço, nos últimos dois dias, e até às 18:00 de hoje, foram administradas mais de 66 mil doses de vacina contra a gripe e cerca de 80 mil doses contra a covid-19, das quais cerca de 73 mil foram doses de reforço.

A DGS salienta no comunicado que a modalidade “casa aberta”, para pessoas com 75 ou mais anos, se mantém durante a semana.

Apelando para que as pessoas se vacinem contra a gripe e contra a covid-19, a DGS acrescenta que os utentes continuam a ser convocados preferencialmente por SMS, através de agendamento centralizado e, localmente, pelos respectivos pontos de vacinação, para a toma em simultâneo da vacina contra a gripe e contra a covid-19 (ou só contra a gripe se não forem elegíveis para a vacina da covid-19).

A covid-19 provocou pelo menos 5.144.573 mortes em todo o mundo, entre mais de 256,54 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 18.321 pessoas e foram contabilizados 1.122.283 casos de infecção, segundo dados da DGS.

Diário de Notícias
Lusa
21 Novembro 2021 — 20:34

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