1256: Secretário de Estado defende uso de máscara em qualquer circunstância

– Falar para grunhos labregos e acéfalos, negacionistas, parasitas sociais & afins, é falar para uma parede e esperar que ela responda! Há que CRIMINALIZAR DURAMENTE quem não cumpre as regras sanitárias básicas, como o uso de máscara em grupos ou o distanciamento físico, principalmente. Não me encontro na disposição de ser infectado por um labrego acéfalo que me “obriga” a um confinamento, embora voluntário, negando o meu direito à saúde e à Vida! O resto é tudo conversa da treta para vender banha da cobra a tótós.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/INFECÇÕES/MORTES

“As máscaras não tiram nada a ninguém e são boas barreiras contra a disseminação do vírus”, defendeu o secretário de Estado da Saúde.

O secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes
© Rita Chantre / Global Imagens

O secretário de Estado da Saúde defendeu esta quarta-feira o uso de máscara em qualquer circunstância, no interior ou exterior, tendo afirmado que, a par da vacinação, a melhor protecção à covid-19 continua a estar na higienização e comportamentos sociais.

“Não vejo qualquer motivo para não se usar máscara”, afirmou, em espaços fechados ou no exterior, “num contexto em que os vírus continuam a circular e estamos em situação de pandemia”, prosseguiu Diogo Serras Lopes em declarações à Lusa, em Abrantes (Santarém), tendo sublinhado que se trata de “posição pessoal” e defendido que “as máscaras não tiram nada a ninguém e são boas barreiras contra a disseminação do vírus”.

O governante, que esteve hoje em Abrantes e Torres Novas no âmbito do 20.º aniversário do Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT) e na inauguração dos novos equipamentos de Ressonância Magnética e de TAC (Tomografia Axial Computorizada) naqueles dois hospitais, disse que “todas as medidas poderão estar em cima da mesa” na reunião de peritos na sexta-feira no Infarmed, dependendo do evoluir da situação pandémica, tendo defendido a importância da higienização das mãos, uso de máscara e distanciamento social, antes de qualquer medida.

“Todas as medidas poderão estar em cima da mesa, dependendo daquilo que é a evolução da pandemia”, disse ainda à Lusa Serras Lopes, quando questionado se o regresso do teletrabalho poderia ser uma das opções em aberto e se seria inevitável a tomada de novas medidas, perante a escalada de novos casos de covid-19.

“Acho que precisamos de ter atenção ao que está a acontecer”

“Eu acho que, quando estamos com um R(t) claramente acima de 1 e com casos acima dos mil [diários], uma média de 1.500, acho que precisamos de ter atenção ao que está a acontecer”, afirmou, tendo feito notar haver “vários tipos de medidas, várias que já foram acontecendo, e [na sexta-feira] podemos começar a trabalhar em vários dos aspectos, mas as medidas mais relevantes serão as medidas do Conselho de Ministros [na próxima semana] e serão tomadas nessa fase”.

O secretário de Estado da Saúde disse ainda que, apesar do aumento do número de casos em Portugal e na Europa, com realidades diferentes ao dia de hoje, “não tem de existir medo, o que tem de existir é atenção”, tendo lembrado que “a pandemia não é algo novo, começou em Março de 2020”, que já se atravessou por “quatro vagas pandémicas”, e que “hoje a maioria da população está vacinada e isso tem-nos protegido”, o que salientou como positivo.

“Nos países europeus as situações estão mais descontroladas, mas não podemos baixar a guarda, e a prudência, o cuidado e a atenção é algo que tem de estar sempre presente nas nossas acções antes de qualquer outra medida que seja entendida”, vincou, tendo feito notar que a doença “é menos grave e menos séria do que já foi por a população estar vacinada”, mas que tal “não quer dizer que terminou ou que não apareça outra variante que seja mais resistente às vacinas”.

O perfil de doentes afectados de forma “mais séria” pelo novo coronavírus é hoje de “pessoas não vacinadas ou de pessoas com situações imunitárias muito comprometidas”, afirmou, tendo feito notar que “aquilo que temos hoje e que os dados revelam é que a vacinação protege de forma muito significativa”.

A covid-19 provocou pelo menos 5.113.287 mortes em todo o mundo, entre mais de 254,29 milhões infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência AFP.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 18.283 pessoas e foram contabilizados 1.112.682 casos de infecção, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em vários países.

Diário de Notícias
DN/Lusa
17 Novembro 2021 — 16:36

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1255: Portugal com mais 9 mortes e 2.527 casos nas últimas 24 horas

– Estatísticas até hoje, Quarta-feira:

17.11.2021 – 2.527 infectados – 9 mortos
16.11.2021 – 1.693 infectados – 9 mortos
15.11.2021 – 0.974 infectados – 8 mortos

Total da semana: 5.194 infectados – 26 mortos

– Ainda gostava de saber que merda de “fiscalização” andam a fazer aos parasitas acéfalos indigentes intelectualóides, negacionistas & afins que continuam na boa vidinha “social” sem se ralarem com a “gripezinha” que grassa pela tugulândia! Essa escumalha que continua a chafurdar no pântano da indigência social, não é criminalmente punida? Porra, pá! Continuamos a ser a república dos e das bananas? Há falta de tomates no tomatal?

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/INFECÇÕES/MORTES

Dados da DGS indicam que estão 514 pessoas internadas devido à covid-19, das quais 75 em unidades de cuidados intensivos

Portugal registou mais 9 mortes e 2.527 casos confirmados de covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) desta quarta-feira.

Os dados mais recentes mostram que há agora 514 internados (mais 28 que no dia anterior), dos quais 75 estão em unidades de cuidados intensivos (menos 5).

Há centenas de militares portugueses que recusaram a vacina contra a covid-19

Na Marinha são cerca de 800 (10% do efectivo), no Exército 756 militares (6%) que não quiseram ser vacinados. A Força Aérea recusa-se a divulgar os dados sobre a vacinação contra a covid-19.

As percentagens assumidas pelos dois Ramos superam significativamente a estimativa de recusa de vacinação na sociedade civil, na casa dos dois por cento.

Várias fontes militares garantiram ao DN que “há negacionistas nas Forças Armadas” e que estão a por em causa operações, dando como exemplo os recentes surtos em navios da Marinha, mas essa afirmação é negada pelos comandos e as próprias associações militares têm dúvidas.

Na passada semana a Marinha anunciou um novo surto de covid-19 na fragata Corte Real, integrada na Força Naval Permanente n.º 1 da NATO, atracada em Karlskrona, na Suécia.

Segundo o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) a situação “não teve impacto na continuidade da missão”, mas os infectados (até esta segunda-feira 35 dos 182 que constituem a guarnição) estão a dormir ao relento no hangar do navio, a viajar da Suécia para a Noruega, com temperaturas vários graus abaixo de zero, segundo fonte que está a acompanhar o caso. O DN pediu explicações ao EMGFA, mas não obteve resposta.

É o segundo surto (pelo menos que tenha vindo a público) sofrido pela Armada no espaço de três meses. Em Agosto foi no NRP Douro, destacado na Madeira, que obrigou toda a tripulação a abandonar o navio e a ficar confinada num hotel do Funchal, incluindo a própria comandante.

Neste caso a missão, que terminou esta semana, de fiscalização de actividades pesqueiras e apoiar a Protecção Civil em missões de busca e salvamento, ficou mesmo comprometida e teve de ser enviado de Portimão o NRP Sines para reforçar o dispositivo naval na Zona Marítima da Madeira.

Em ambos os casos levantou-se a suspeita nos meios da Defesa sobre se todos os militares embarcados estariam vacinados – o que limitaria a propagação da infecção e os sintomas da mesma – mas nem o EMGFA, nem a Marinha o corroboram.

Na NRP Douro haveria um militar nessa situação, que foi vacinado posteriormente, mas o Delegado Regional de Saúde do Funchal, Maurício Melim, recusou-se a confirmar ou negar esta informação dada como certa nos meios militares daquela região autónoma.

Ministra diz que são necessárias mais medidas mas não tão restritivas como no passado

A ministra de Estado e da Presidência disse esta quarta-feira que o agravamento do número de casos diários de covid-19 deixa “evidente” que será necessário tomar mais medidas, ainda que não preveja restrições ao nível das adoptadas no passado.

Mariana Vieira da Silva adiantou que as medidas só serão decididas após a reunião com os especialistas, prevista para sexta-feira.

Questionada pelos jornalistas à margem do 1.º Fórum Portugal Contra a Violência, que decorre quarta e quinta-feira na reitoria da Universidade Nova de Lisboa, a ministra não se quis comprometer com medidas concretas a ser adoptadas para fazer face crescimento de casos de covid-19 nem com restrições que possam vir a estar em vigor no período das festas de Natal e Ano Novo.

“Estão em cima da mesa as medidas que forem consideradas necessárias para não deixarmos crescer o número de casos. Face ao número de casos temos hoje menos internamentos, menos mortos do que no passado tivemos com estes números. É preciso agora saber que medidas são necessárias. Não prevemos medidas com um nível e com a gravidade que já foram tomadas no passado, porque a população está mais protegida, mas não deixaremos de tomar as medidas necessárias”, disse a ministra.

Sobre as afirmações do Presidente da República, que considerou “evidente” a necessidade de regressar ao uso obrigatório de máscara na rua como medida de protecção, Mariana Vieira da Silva referiu que o que ouviu Marcelo Rebelo de Sousa afirmar foi a necessidade de esperar pela opinião dos especialistas.

“Parece evidente que perante o agravamento do número de casos temos que tomar mais medidas. Quais são é preciso ouvir os especialistas. Esse é um grande ganho que tivemos neste processo, que fez também os portugueses vacinarem-se de forma massiva, ao contrário do que aconteceu noutros países, o que nos coloca numa situação de maior protecção. Agora vamos ouvir os peritos face a esta situação que medidas têm que ser tomadas e tomaremos as medidas”, disse.

O Governo agendou para sexta-feira uma nova reunião no Infarmed, da qual espera recolher informação para que o Conselho de Ministros possa decidir que medidas devem ser adoptadas, mas fá-lo-á “no seu tempo” e ouvindo também os partidos políticos, sublinhou Mariana Vieira da Silva.

“Nós vivemos numa situação em que é importante que exista um compromisso nacional alargado para estas medidas e é nisso que estamos a trabalhar. Teremos tempo para falar sobre as medidas. Agora é tempo de trabalhar, com os especialistas primeiro, com os partidos políticos depois, para tomar as medidas necessárias. Aquilo que o Governo garante, como garantiu sempre, é que nunca deixará de tomar as medidas que sejam consideradas necessárias”, disse.

O primeiro-ministro, António Costa, convocou para sexta-feira uma reunião sobre a evolução da situação epidemiológica da covid-19 em Portugal, juntando especialistas e políticos no Infarmed, em Lisboa.

A reunião está prevista para as 15:00, tendo a participação pela parte política do chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, do presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e de representantes dos partidos com representação parlamentar.

Europa é o único continente onde as mortes estão a aumentar

A Europa registou um aumento de 5% nas mortes por covid-19 na última semana, enquanto no resto dos continentes o número de óbitos permaneceu estável ou diminuiu, de acordo com o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo o documento, publicado esta quarta-feira, na América, as mortes por esta causa diminuíram 3%, na região do Pacífico Ocidental – que inclui a China – caíram 5% e no Mediterrâneo Oriental 14%.

No sul e no leste da Ásia, que inclui a Índia, as mortes no contexto da pandemia aumentaram 1% e em África subiram 3%.

Globalmente, foram registadas 50.000 mortes adicionais, de acordo com as notificações de todos os países recebidas pela OMS, um número que se manteve estável.

O número de infecções aumentou 6% globalmente. Por região, o aumento foi de 8% na Europa e na América, enquanto em África foram relatados menos 33% de casos.

O número de infecções em todo o mundo subiu para 252 milhões em 23 meses, desde que o vírus começou a circular intensamente na China.

Na Europa, a incidência de casos por 100.000 habitantes foi muito maior (230) do que em qualquer outra região. Na América, foi de 74 casos por 100.000 habitantes.

Os países com mais casos na última semana foram Estados Unidos, Rússia, Alemanha, Reino Unido e Turquia.

Diário de Notícias
DN
17 Novembro 2021 — 15:06

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