Governo reforça apelo à vacinação e admite “todos os cenários” face ao aumento de casos

– Porra, pá! E onde está a utilização da máscara por TODA A GENTE e não apenas por aqueles que se cuidam? E onde está o distanciamento físico, quando os transportes públicos utilizam a fórmula “sardinha em lata”, entre outras situações? E o prazo de SEIS MESES a ser cumprido após a segunda dose? E as discotecas, bares, festas, passeatas pelo campo & afins a não respeitarem as regras básicas sanitárias? Punam a doer e não utilizem paninhos quentes que, com esta choldra, não resulta! E essa do “vacinar, vacinar, vacinar” é à balda?

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O secretário de Estado Adjunto e da Saúde reforçou este sábado o apelo à vacinação dos idosos e assegurou que “todos os cenários estarão sempre abertos” quanto à necessidade de medidas para responder ao aumento de casos de covid-19.

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales , acompanhado pela directora-geral da Saúde, Graça Freitas em visita ao Centro de Vacinação de Odivelas

“A nossa primeira preocupação é exactamente esta: vacinar, vacinar, vacinar, porque percebemos que é muito importante que as faixas mais vulneráveis da nossa população possam ser o mais rapidamente possível vacinadas, precisamente pelo aumento de casos que verificamos na Europa, em toda a Europa, portanto temos que defender a nossa população, temos que defender o nosso país”, afirmou António Lacerda Sales.

No âmbito de uma visita ao centro de vacinação de Odivelas, instalado no Pavilhão Multiusos deste concelho do distrito de Lisboa, pelas 12:00, acompanhado da directora-geral da Saúde, Graça Freitas, do coordenador do núcleo de coordenação do plano de vacinação contra a Covid-19, coronel Carlos Penha-Gonçalves, e do presidente da Câmara Municipal de Odivelas, Hugo Martins (PS), o secretário de Estado Adjunto e da Saúde revelou que hoje, em pouco mais de duas horas, já foram administradas em todo o país 12 mil vacinas contra a covid-19 e 17 mil vacinas contra a gripe.

Questionado sobre a necessidade de medidas, inclusive controlo de fronteiras no Natal, para responder ao aumento de casos de covid-19 em Portugal, nomeadamente a previsão de o país ultrapassar dentro de 15 a 30 dias os 240 casos de infecção a 14 dias por 100 mil habitantes, Lacerda Sales respondeu: “o que é preciso é irmos fazendo uma avaliação e uma ponderação em função da evolução epidemiológica, eu acho que isso é que é muito importante e abrir sempre todos os cenários em função dessa evolução”.

“É termos vários cenários em função daquilo que é a nossa evolução epidemiológica, porque nós não somos uma ilha, sabemos que os casos estão a crescer na Europa, portanto não sendo nós uma ilha e tendo obviamente conexões com outros países, temos que nos defender obviamente e, por isso, todos os cenários estarão sempre aberto, mas também sempre monitorizados por aquilo que são os indicadores da evolução epidemiológica” reiterou o governante.

Sobre a possibilidade de regresso a medidas restritivas, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde frisou “todos os cenários são mesmo todos os cenários”, referindo que, neste momento, existem países na Europa que estão recuar e a voltar a outras restrições.

“Nós, neste momento, como é sabido, ainda temos uma evolução moderada de casos, estamos com cerca de 135 casos por 100 mil habitantes a 14 dias e com um índice de transmissão que anda em 1,15”, indicou.

Diário de Notícias
Lusa
13 Novembro 2021 — 14:25

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1243: Graça Freitas afasta incumprimento da vacinação dos idosos até ao Natal

– D. Graça Freitas, directora-geral da Saúde, a senhora não se pode esquecer que nem TODOS os idosos podem cumprir a meta da terceira dose até ao natal! Eu sou um idoso (a caminho dos 76 anos, embora com espírito e procedimentos de jovem) e só posso ser inoculado com a terceira dose a partir de 27 de Janeiro de 2022 a fim de completar os SEIS MESES após a tomada da segunda dose! Esta informação, que já era do meu conhecimento porque não ando por cá a ver pastar as vacas, foi-me confirmada pela enfermeira que me deu ontem a vacina da gripe. Assim, muitos idosos que foram inoculados em Julho deste ano (segunda dose) e foram bastantes, só poderão sê-lo, de novo, em Janeiro de 2022. Mas mesmo que estivessem passados já os seis meses da segunda toma, NUNCA faria uma caldeira de vacinas (gripe+covid-19) porque nem aprecio caldeirada de peixe quanto mais de vacinas. Esperaria os 14 dias da praxe, após a inoculação da vacina da gripe e então tomaria a terceira dose.

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Graça Freitas, directora-geral da Saúde no centro de vacinação em Odivelas
© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

A directora-geral da Saúde, Graça Freitas, afastou este sábado o cenário de incumprimento da meta de vacinação dos idosos até ao Natal, com a terceira dose contra a covid-19, afirmando que “ainda falta mais de um mês”.

“Nós não sabemos se não será cumprida, o nosso objectivo é que seja cumprida, ainda falta tempo para o Natal. Nós temos que pensar que todos os dias contam, portanto quem não veio no dia em que deveria ter vindo não faz mal, tem oportunidade de vir, tem ‘casa aberta'”, disse Graça Freitas, reforçando que a Direcção-Geral da Saúde (DGS), o Ministério da Saúde e o núcleo de coordenação do plano de vacinação contra a covid-19 estão a trabalhar em conjunto para atingir as metas, inclusive cumprir com o prazo de até 19 de Dezembro para a conclusão da fase de reforço da vacina para os idosos.

Numa visita ao centro de vacinação de Odivelas, instalado no Pavilhão Multiusos deste concelho do distrito de Lisboa, pelas 12:00, acompanhada do secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, do coordenador do núcleo de coordenação do plano de vacinação contra a covid-19, coronel Carlos Penha-Gonçalves, e do presidente da Câmara Municipal de Odivelas, Hugo Martins (PS), a directora-geral da Saúde explicou que a modalidade ‘casa aberta’ para vacinar os maiores de 80 anos, que está a funcionar este fim de semana, pretende também “recuperar pessoas que eventualmente não vieram na altura em que deviam”.

“Não vamos já agora, muito antes do Natal, ainda falta mais de um mês, dizer que não vamos cumprir a meta. Nós vamos fazer tudo, o Ministério da Saúde, o núcleo [de coordenação do plano de vacinação contra a covid-19], todos, para que as coisas aconteçam, portanto não podemos dizer que não vamos atingir uma meta, temos que trabalhar para atingir a meta e temos que apelar às pessoas que vieram na primeira etapa da vacinação que venham também nesta”, declarou Graça Freitas.

O reforço da vacinação contra a covid-19, com a inoculação da terceira dose a pessoas com mais de 65 anos, “é importantíssimo”, frisou a directora-geral da Saúde, referindo que pode ser feito através da modalidade “casa aberta”, a funcionar este fim de semana para os maiores de 80 anos, ou através do auto agendamento.

“O nosso apelo é para: vacinar, vacinar, vacinar”, reforçou a responsável da DGS, assegurando que há recursos para cumprir com o objectivo de vacinação, inclusive vacinas, enfermeiros e médicos, que vão sendo adaptados às necessidades.

Desde 18 de Outubro que está em marcha a co-administração das vacinas contra a gripe e a terceira dose da vacina contra a covid-19, que integra os cidadãos com idade igual ou superior a 65 anos e em situação de imunossupressão.

“Vamos a tempo de nos vacinar e o reforço para a covid-19 e a vacina da gripe são mesmo necessários, necessários para que cheguemos ao Natal e a todo o inverno com mais segurança, com menos hipóteses e probabilidades de ir parar a um hospital, de ficar internado ou de ter morte, portanto o reforço é uma opção positiva, tem que ser feito e a vacina da gripe como era feita todos os anos também”, defendeu Graça Freitas.

Diário de Notícias
Lusa
13 Novembro 2021 — 16:03

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1242: Mais 1.816 casos de covid-19 e 8 mortes nas últimas 24 horas

– Estatísticas até hoje, Sábado:

13.11.2021 – 1.816 infectados – 8 mortes
12.11.2021 – 1.751 infectados – 3 mort5s
11.11.2021 – 1.477 infectados – 9 mortos
10.11.2021 – 1.654 infectados – 5 mortos
09.11.2021 – 1.162 infectados – 8 mortos
08.11.2021 – 0.568 infectados – 6 mortos

Total da semana: 8.428 infectados – 39 mortos

– Sinceramente, gostava de saber o que vai pelas cabeças dos acéfalos merdosos indigentes intelectualóides, negacionistas, Walking Deads & afins, sobre o aumento diário de infectados! Será que a merda que lhes ocupa 99,9% da caixa craniana, impede os restantes 0,1 % de acenderem o ALERTA para a “gripezinha”?

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Boletim diário da DGS indica que há agora 424 pessoas internadas devido à covid-19. É o quinto dia acima dos mil casos de infecção.

Vacinação da terceira dose contra a covid-19 está a decorrer
© Rui Manuel Fonseca/Global Imagens)

Foram confirmados, em 24 horas, 1.816 novos casos de covid-19 em Portugal, indica o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Há também a registar mais oito mortes devido à infecção por SARS-CoV-2, segundo o relatório divulgado esta quinta-feira (11 de Novembro).

Há agora 424 pessoas internadas nos hospitais portugueses (mais 13 do que na véspera) devido à doença. Deste total, 69 estão em cuidados intensivos (mais quatro do que no dia anterior) estão em unidades de cuidados intensivos.

Ao dia de hoje, Portugal soma mais 701 novos casos activos da infecção, há mais 1.107 recuperados da doença e dois mil casos em vigilância.

A região de Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a mais massacrada pelos novos casos, com 669 e três mortos, seguida da do centro com 422 e também três óbitos. A do norte registou 394 novos casos de covid-19 e mais dois mortos, a do Alentejo mais 78 e a do Algarve 157, ambas sem mortos.

O arquipélago da Madeira tem mais 67 casos e a região autónoma dos Açores mais 67.

Governo reforça apelo à vacinação

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde reforçou este sábado o apelo à vacinação dos idosos e assegurou que “todos os cenários estarão sempre aberto” quanto à necessidade de medidas para responder ao aumento de casos de covid-19.

“A nossa primeira preocupação é exactamente esta: vacinar, vacinar, vacinar, porque percebemos que é muito importante que as faixas mais vulneráveis da nossa população possam ser o mais rapidamente possível vacinadas, precisamente pelo aumento de casos que verificamos na Europa, em toda a Europa, portanto temos que defender a nossa população, temos que defender o nosso país”, afirmou António Lacerda Sales.

Madeira quer autorização para vacinar crianças

A pandemia da covid-19 na Madeira “está monitorizada” e têm sido detectados surtos nas escolas, aguardando a região a autorização europeia para vacinar as crianças entre os seis e os 12 anos, disse este sábado o presidente do Governo Regional.

“A situação está toda monitorizada na Madeira”, assegurou Miguel Albuquerque aos jornalistas, à margem da visita que efectuou às obras de canalização na Ribeira Grande, na freguesia de Santo António, nas zonas altas do concelho do Funchal.

O chefe do executivo madeirense de coligação PSD/CDS complementou que “os efeitos da pandemia, em termos de saúde pública, neste momento, na Madeira são mínimos”.

O responsável salientou que está a ser efectuada uma testagem maciça, no decorrer da qual têm sido detectados casos de infecção por SAR-CoV-2 nas escolas da região.

“Estamos a constar que há um surto nas crianças entre os seis e os 12 anos, os efeitos também são menores, mas estamos à espera de uma autorização da Autoridade Europeia da Saúde para logo que isso acontecer vacinar”, afirmou.

Albuquerque reafirmou que a “prioridade essencial é a vacinação, uma medida fundamental para conter os danos da pandemia”, mencionando que têm sido identificados casos positivos em pessoas já com as duas doses da vacina, nas quais os “efeitos são mínimos”.

Indicou que a Madeira tem “12 internados e poucas pessoas nos cuidados intensivos” no Hospital do Funchal e que estes casos de infecção “são com patologias associadas ou não vacinados”.

Justiça dos EUA mantém suspensão da vacinação obrigatória

Um tribunal federal norte-americano confirmou na sexta-feira a suspensão da vacinação obrigatória contra a covid-19 para funcionários de empresas com mais de 100 trabalhadores, suscitando dúvidas sobre a constitucionalidade da medida decretada por Biden.

De acordo com a agência France-Presse (AFP), os três juízes do tribunal de recurso de Nova Orleães consideraram que a exigência “excede em muito” a autoridade da administração, afirmando que ameaça “interferir substancialmente com a liberdade dos beneficiários relutantes (…), que devem escolher entre o emprego e a vacina”.

A decisão surge depois de uma decisão semelhante, na semana passada.

A medida do Presidente norte-americano obriga milhões de trabalhadores a serem vacinados contra a covid-19 até 04 de Janeiro, sob pena de serem submetidos a testes com frequência.

Apesar de ter sido anunciada em Setembro, a medida só foi adoptada pelo executivo na semana passada, tendo sido imediatamente contestada na justiça pelo estado do Texas, controlado por republicanos, que se opõem a qualquer obrigação de vacinação para lutar contra a pandemia.

Rússia regista novo recorde de mortes diárias

A Rússia registou um novo recorde de mortes diárias pela covid-19, com 1.239 óbitos confirmados, segundo o centro operacional de luta contra o novo coronavírus, que assinalou também 39.256 novos contágios na sexta-feira.

Segundo a agência de notícias espanhola EFE, as maiores taxas de mortalidade verificaram-se em Moscovo (97 mortes), seguida de São Petersburgo (70) e da região de Moscovo (53).

O novo recorde de mortes diárias é o terceiro registado esta semana na Rússia, onde, de acordo com dados oficiais, desde o início da pandemia já morreram 254.167 pessoas de covid-19, embora as estatísticas oficiais sobre o excesso de mortes no mesmo período são quase o dobro.

As autoridades russas atribuem o forte aumento do número de mortes e de contágios à agressividade da variante delta, à falta de cumprimento rigoroso das regras sanitárias por parte de muitos cidadãos e, acima de tudo, à baixa taxa de vacinação no país.

Até ao momento, apenas cerca de 58 milhões de cidadãos têm a vacinação completa, o que faz com que a imunidade colectiva atinja somente 49% da população dos 80% que as autoridades pretendem.

Diário de Notícias
13 Novembro 2021 — 14:55

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1241: Investigadores do Porto desenvolvem vacina comestível contra a covid-19

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José Coelho / Lusa
Produção da vacina portuguesa anti covid, comestível, desenvolvida por um laboratório do Instituto Politécnico do Porto

As vacinas são sinónimo de agulhas. Agora, uma equipa de investigadores do Instituto Politécnico do Porto (IPP) decidiu quebrar a regra e produzir uma vacina comestível contra a covid-19, em formato de iogurte e sumo de frutos.

Esta ideia, que está a ser maturada desde o aparecimento da pandemia de Covid-19, começou a ganhar forma há cerca de seis meses e, desde então, muito já foi feito.

A vacina é apresentada sob a forma de um iogurte líquido, activado por extracto de cenoura geneticamente modificado que, contrariamente à versão tradicional das vacinas — que estimula a imunidade humoral — estimula um braço complementar a esta, a imunidade celular.

A vacina tem o potencial de ser disponibilizada rapidamente a toda a população com projecções financeiras muito favoráveis e encontra-se alinhada com os ODS – Objectivos do Desenvolvimento Sustentável, encorajando o fortalecimento de uma cultura de sustentabilidade e responsabilidade na sua produção.

Neste momento, estão a decorrer os ensaios “in vitro” e, brevemente, começam ensaios em animais, contou à Lusa um dos responsáveis pelo Laboratório de Biotecnologia Médica e Industrial — LaBMI do IPP, Rúben Fernandes.

Falando num projecto “completamente inovador em Portugal”, o biólogo explicou que esta vacina, que finalizada poderá ser ingerida em iogurte ou sumo de frutas, tem como particularidade ter por base plantas de frutos e probióticos geneticamente modificados, referiu.

O biólogo adiantou que usando apenas probióticos esta vacina poderá ser uma realidade entre “seis meses a um ano” porque são bactérias que podem ser rapidamente transformadas.

Já utilizando os frutos, a sua concretização “será bastante mais longa” porque as plantas têm de crescer e dar frutos para que possam ser utilizados na indústria e transformados em sumo, elucidou.

Apesar de estar a ser direccionada para a covid-19, Rúben Fernandes acredita que a mesma poderá vir a ter interesse para tratar outros tipos de doenças infecciosas.

O Agro4COVID, um projecto pioneiro em Portugal e no mundo, almeja aumentar a imunidade de grupo, melhorando significativamente a vida da população e é um dos finalistas da 12.ª edição do Angelini University Award 2020/2021.

ZAP // Lusa / IPP

ZAP
12 Novembro, 2021

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1240: Marvão e Pampilhosa em risco extremamente elevado de contágio

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O concelho alentejano, que este fim de semana recebe a Feira da Castanha, é o de maior incidência de contágio em Portugal. Número de municípios de risco muito elevado e elevado estão está a subir.

Marvão
© ARQUIVO GLOBAL IMAGENS

O concelho de Marvão juntou-se esta semana a Pampilhosa da Serra como os únicos de Portugal com a taxa de incidência de risco extremamente elevado de contágio de covid-19, de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde.

Marvão atinge mesmo os 1.770 casos por 100 mil habitantes a 14 dias, enquanto Pampilhosa da Serra contabiliza 1.612 casos. A situação atinge uma dimensão mais preocupante no município alentejano, uma vez que este fim de semana realiza-se a Feira da Castanha de Marvão, com provas de vinhos e magustos espalhados pelas ruas. Esta semana, foi mesmo encerrada uma escola da vila devido a um surto de covid-19.

Quanto aos concelhos em risco muito elevado, ou seja, com uma incidência de entre 480 e 959,9 casos por 100 mil habitantes, regista-se um aumento de cinco para oito municípios, mantendo-se da semana passada Vila Nova da Barquinha (570 casos por 100 mil habitantes) e Penamacor (487), aos quais se juntam Golegã (889), São João da Pesqueira (666), Redondo (637), Miranda do Corvo (590), Alpiarça (587) e Vila Velha de Ródão (509).

Há ainda a registar uma subida do número de concelhos com risco elevado do contágio (entre 240 e 479,9 casos por 100 mil habitantes). São agora 38 municípios nesta situação, quando há uma semana eram 24. Nesta situação estão os seguintes concelhos: Terras de Bouro (475), Nazaré (463), Moura (412), Covilhã (411), Mira (404), Mangualde (399), Mêda (393), Torres Novas (353), São Pedro do Sul (350), Loulé (335), Entroncamento (333), Bragança (323), Arouca (315), Idanha a Nova (315), Castanheira de Pera (310), Ourém (309), Portimão (304), Vimioso (303), Rio Maior (301), Almeirim (299), Murça (296), Lagos (291), Aveiro (284), Funchal (280), Castelo Branco (279), Sernancelhe (279), Penedono (272), Benavente (260), Vinhais (263), Montemor-o-Velho (257), Vila do Bispo (253), Peniche (251), Aljezur (250), Cartaxo (248), Mora (248), Gouveia (243), Ponte da Barca (243) e Almodôvar (240).

O boletim desta semana revela ainda que em Portugal existem 17 municípios com taxa de incidência de zero, a saber: Arronches, Alter do Chão, Alvito, Arraiolos, Corvo, Fronteira, Gavião, Lajes do Pico, Manteigas, Melgaço, Mondim de Basto, Mourão, Portel, São Roque do Pico, Velas, Vidigueira e Vila Nova de Paiva.

Diário de Notícias
Carlos Nogueira
12 Novembro 2021 — 16:20

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