1173: Alvito, Cuba e Penedono são os três concelhos em risco extremo

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Alvito é o caso mais grave com 2.958 casos de infecção por 100 mil habitantes. Há ainda oito concelhos em risco muito elevado.

Alvito é o concelho de Portugal com maior risco de infecção por covid-19.
© Leonardo Negrão / Global Imagens

Portugal tem três concelhos em risco extremo de infecção pelo coronavírus – Alvito, Cuba e Penedono -, mais um em relação à semana anterior, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) divulgado esta sexta-feira.

O risco extremo de infecção verifica-se quando um concelho tem uma incidência cumulativa a 14 dias acima dos 960 casos de infecção por 100 mil habitantes.

No boletim da passada sexta-feira, dia em que são comunicados os valores dos concelhos, Alvito e Cuba eram os únicos que se encontravam neste patamar de risco extremo, mas os dados de hoje da DGS incluem também Penedono.

Alvito apresenta agora uma incidência cumulativa a 14 dias – entre 30 de Setembro e 13 de Outubro – de 2.958 casos de infecção, Cuba de 1.100 e Penedono de 1.166.

Na nota explicativa dos dados por concelhos é referido que a incidência cumulativa “corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada”.

Em risco muito elevado, ou seja, com uma incidência de entre 480 e 959,9 casos por 100 mil habitantes, estão oito concelhos, mais quatro em relação à semana anterior: Arganil (701 casos), Arouca (548), Campo Maior (886), Castelo Branco (485), Ferreira do Alentejo (820), Pedrogão Grande (732), Proença-a-Nova (525) e Reguengos de Monsaraz (524).

Entre ao 240 e os 479,9 casos por 100 mil habitantes a 14 dias o boletim relata a existência de 15 concelhos nessas condições. Segundo o boletim, entre os 120 e os 239,9 casos por 100 mil habitantes a 14 dias estão 43 concelhos, menos sete do que na semana anterior.

Com uma incidência de zero casos estão agora 40 concelhos, mais um do que o registado pela DGS na semana anterior.

Portugal regista hoje mais 766 casos confirmados de infecção com o coronavírus SARS-CoV-2, sete mortes associadas à covid-19 e redução nos internamentos em enfermaria e cuidados intensivos, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico da DGS divulgado esta sexta-feira estão internadas 301 pessoas, menos 20 do que na quinta-feira, das quais 55 em unidades de cuidados intensivos, menos uma nas últimas 24 horas.

Entre as sete pessoas que morreram, uma era da faixa etária entre os 70 e 79 anos e os restantes seis tinham mais de 80 anos. Dos óbitos registados dois ocorreram na região de Lisboa, três no Centro e dois no Alentejo.

Diário de Notícias
Lusa
15 Outubro 2021 — 16:07

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1172: Em dia com 7 mortos e 766 infectados, R(t) e incidência sobem

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Boletim diário da DGS indica que há agora 301 pessoas internadas, das quais 55 em unidades de cuidados intensivos. O índice de transmissibilidade está novamente perto da zona amarela na matriz de risco.

Uso de máscara de protecção numa rua na cidade do Porto
© André Rolo / Global Imagens

Portugal confirmou, em 24 horas, 766 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Há a registar mais sete mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2, indica também o relatório desta sexta-feira (15 de Outubro).

Existem agora 301 doentes com covid-19 internados (ontem eram 321) dos quais 55 em unidades de cuidados intensivos (ontem eram 56).

Esta sexta-feira os dados transmissibilidade R(t) subiu para 1, tanto a nível nacional como no Continente, ficando, na matriz de risco perto de regressar ao nível amarelo.

A Incidência também subiu. O nível nacional é agora de 84,2 casos de infecção por SARS-CoV-2/ COVID-19 por 100.000 habitantes. E no Continente de 84,4 casos de infecção por SARS-CoV-2/ COVID-19 por 100.000 habitantes.

Desde o início da pandemia morreram 18.078 pessoas em Portugal vítimas de covid-19.

Também esta sexta-feira foram revelados os dados preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE), que indicam que a mortalidade diminuiu em Setembro face ao mês homólogo de 2020, mas o número de óbitos por covid-19 aumentou.

Segundo as “Estatísticas Vitais” mensais do INE, no passado mês de Setembro registaram-se 8.541 mortes, menos 453 óbitos (-5%) do que em Setembro de 2020.

Quanto a mortes atribuídas à covid-19, em Setembro deste ano houve 222 casos, um aumento de 69 óbitos, quando comparado com o período homólogo.

Relativamente a Agosto de 2021, houve em Setembro menos 166 mortes por covid-19 e menos 655 na mortalidade geral.

Centro europeu alerta para risco de elevada mortalidade de não vacinados na UE

Já o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) alertou esta sexta-feira para o “risco real” de mortalidade elevada entre pessoas não vacinadas contra a covid-19 na União Europeia (UE), pedindo aos países esforços “urgentes” para convencerem esta população.

“À medida que avançamos para o outono e para o inverno, existe um risco real de um elevado aumento de casos de covid-19 e elevadas taxas de mortalidade em populações não vacinadas em toda a UE/EEE [União Europeia e Espaço Económico Europeu]”, avisa o ECDC num relatório hoje divulgado.

Destinado a “facilitar a aceitação e a toma da vacina anticovid-19 na UE/EEE”, o relatório divulgado pela agência europeia frisa, desde logo, que esta deve ser uma “prioridade urgente e imediata” para os países, dado ser um processo voluntário e existirem grandes discrepâncias entre os diferentes países europeus.

Embora 74% das pessoas com mais de 18 anos na UE/EEE estejam actualmente totalmente vacinadas (enquanto 79% têm apenas uma dose da vacina), a cobertura está longe de ser igual entre países.

As taxas de vacinação completa variam entre os 23% e os 91%, sendo a Bulgária e a Roménia os países com percentagens mais baixas e Portugal e a Irlanda os que têm maior cobertura vacinal.

Diário de Notícias
DN
15 Outubro 2021 — 14:27

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