1137: Maiores de 65 anos serão vacinados com 3ª. dose a partir de 11 de Outubro

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/VACINAÇÃO/IDOSOS/3ª. DOSE

Administração será por fases e começará nos lares e a pessoas com mais de 80 anos.

António Lacerda Sales
© Diana Quintela /Global Imagens

 

Os portugueses com mais de 65 anos vão começar a ser vacinados com a terceira dose da vacina contra a covid-19 a partir de 11 de Outubro, anunciou esta segunda-feira o secretário de Estado Adjunto e da Saúde.

António Lacerda Sales avançou que a Direcção-Geral da Saúde (DGS) vai emitir nas próximas horas uma norma com “o suporte técnico para essa terceira dose” contra a covid-19 ou dose de reforço, ressalvando que a vacina vai começar por ser administrada a pessoas residentes em lares de idosos e com mais de 80 anos.

“Iniciaremos pelas faixas mais vulneráveis, nomeadamente pelas estruturas residenciais para idosos, pela faixa acima dos 80 anos e depois iremos de uma forma decrescente até à faixa igual ou superior aos 65 anos, como foi feito quando foi a primeira fase de vacinação covid”, disse aos jornalistas o secretário de Estado à margem da assinatura do acordo de cooperação entre o INEM, Liga dos Bombeiros Portugueses e Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil, em Lisboa.

O governante sublinhou também que esta dose de reforço deverá ser administrada a partir de 11 de Outubro.

O secretário de Estado afirmou que se estava à espera da decisão da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), que foi conhecida neste dia, para que “a DGS pudesse também tomar a sua decisão técnica” e para que Portugal pudesse avançar com essa dose de reforço ou terceira dose.

A EMA indicou que doses de reforço da vacina anticovid-19 da BioNTech/Pfizer “podem ser consideradas” para pessoas com mais de 18 anos, após seis meses da segunda dose, para aumentar os anticorpos.

A EMA decidiu também hoje que uma terceira dose da vacina anticovid-19 da BioNTech/Pfizer e da Moderna só deverá ser administrada na União Europeia (UE) a pessoas com “sistemas imunitários gravemente enfraquecidos”, após 28 dias.

Questionado sobre se a terceira dose da vacina contra a covid-19 pode ser administrada em simultâneos com a da gripe, António Lacerda Sales disse que se aguarda por uma decisão da Organização Mundial de Saúde (OMS), que “muito em breve” deve pronunciar-se sobre a questão da co-administração.

“Neste momento não há essa indicação técnica, estamos a vacinar com uma diferença de 14 dias. Iniciámos a vacinação da gripe no dia 27 de Setembro. A iniciar a vacinação da terceira dose, como todos esperamos, será a partir do 11 de Outubro, quando se perfaz os 14 dias”, disse.

O secretário de Estado lembrou ainda que esta dose de reforço terá de ser administrada seis meses após a segunda dose.

“São estes os planos e é com este planeamento que estamos a trabalhar para podermos no dia 11 de Outubro começar a vacinar com a dose de reforço ou terceira dose”, sustentou, sublinhando que Portugal já está a administrar a doentes imuno-suprimidos uma dose adicional.

Em Portugal, a Direcção-Geral da Saúde actualizou, também no início de Setembro, as normas para admitir uma terceira ​​​​​​​dose adicional da vacina a imuno-deprimidos com mais de 16 anos, como transplantados, seropositivos e doentes oncológicos.

Diário de Notícias
DN/Lusa
04 Outubro 2021 — 23:30

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1136: Messenger, WhatsApp e Instagram: serviços Facebook em baixo novamente

INFORMAÇÃO

Neste momento, 17:00 horas de 04.10.2021, não tenho acesso ao Facebook pelo que os artigos publicados neste Blogue, serão inseridos quando voltar a existir ligação à rede.

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1135: Agência Europeia de Medicamentos aprova 3ª dose de vacina para imunodeprimidos

– Mais uns MILHÕE$ a entrarem nos cofres das farmacêuticas!!!

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/VACINAÇÃO 3ª. DOSE

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) decidiu esta terça-feira que uma terceira dose da vacina anticovid-19 da BioNTech/Pfizer e da Moderna só deverá ser administrada na União Europeia (UE) a pessoas com “sistemas imunitários gravemente enfraquecidos”, após 28 dias.

© DN/Lusa

“O comité de medicamentos humanos da EMA concluiu que uma dose extra das vacinas anticovid-19 Comirnaty [nome comercial da vacina do consórcio farmacêutico BioNTech/Pfizer] e Spikevax [nome comercial da vacina da Moderna] pode ser administrada a pessoas com sistemas imunitários gravemente enfraquecidos, pelo menos 28 dias após a sua segunda dose”, indica o regulador da UE em comunicado de imprensa.

A agência justifica que este aval dado esta segunda-feira surge depois de vários “estudos terem demonstrado que uma dose extra destas vacinas aumentou a capacidade de produzir anticorpos contra o vírus que causa a covid-19 em doentes com sistemas imunitários enfraquecidos”.

“Embora não haja provas directas da capacidade de produzir anticorpos nestes doentes protegidos contra a covid-19, espera-se que a dose de reforço aumente a protecção pelo menos em alguns doentes”, adianta a EMA, assegurando que “continuará a monitorizar quaisquer dados que surjam sobre a sua eficácia” e que acrescentará informação sobre esta ‘luz verde’ aos fármacos.

Na semana passada, a EMA anunciou estar a avaliar um pedido da farmacêutica Moderna para administrar uma terceira dose de reforço da vacina anticovid-19 na UE, para maiores de 12 anos após seis meses.

Antes, no início de Setembro, o consórcio farmacêutico Pfizer/BioNTech submeteu uma solicitação semelhante à EMA para restabelecer a protecção de vacinados com 16 anos de idade ou mais após seis meses da segunda dose.

Tanto a vacina da Moderna, como a da Pfizer/BioNTech, assentam na tecnologia do RNA mensageiro.

Ainda assim, apesar de o regulador ter analisado tais pedidos, é do entendimento dos seus especialistas que as provas actuais sobre a eficácia da vacina e a duração da protecção mostram que as vacinas anticovid-19 aprovadas na UE asseguram alta protecção contra doenças graves e internamentos na população em geral das vacinas, pelo que uma terceira dose só é admitida para grupos vulneráveis como imuno-deprimidos.

A posição do regulador dos medicamentos é idêntica à do Centro Europeu para Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), que num relatório divulgado no início de Setembro – e co-assinado por especialistas da EMA – defendeu não existir “necessidade urgente” de administrar doses de reforço da vacina anticovid-19 à população em geral, dado que os fármacos aprovados na UE são “altamente protectores” contra doença grave.

Ainda assim, o ECDC admitiu “a opção de administrar uma dose adicional de vacina a pessoas que possam ter uma resposta limitada ao ciclo primário de vacinação”, incluindo “indivíduos imuno-deprimidos, por exemplo, receptores de transplantes”, bem como “indivíduos mais velhos e frágeis”.

Em Portugal, a Direcção-Geral da Saúde actualizou, também no início de Setembro, as normas para admitir uma terceira dose adicional da vacina a imuno-deprimidos com mais de 16 anos, como transplantados, seropositivos e doentes oncológicos.

Diário de Notícias
Lusa
04 Outubro 2021 — 16:00

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1134: Morreram 18 mil pessoas em Portugal desde o início da pandemia

– O que pode fazer uma “gripezinha” (que seria se fosse uma “gripezona?”)… Mas o baile vai continuar porque a PANDEMIA continua por cá, vai durar algum tempo a “amainar”e com a “libertação” do Povo, esperemos que os números não aumentem exponencialmente! Haja saúde!

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/MORTES

Há agora 351 internados, dos quais 68 em unidades de cuidados intensivos, segundo o boletim diário da Direcção-Geral da Saúde. No dia em que se totalizou 18 mil mortes por covid-19 em Portugal.

© Reinaldo Rodrigues/Global Imagens (Arquivo)

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) indica que há 193 novos casos de covid-19 em Portugal. De acordo com o relatório desta segunda-feira (4 de Outubro), em 24 horas, foram reportados mais 7 mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2 – no dia em que se totalizou 18 mil mortes por covid-19 em Portugal.

No que se refere à situação nos hospitais portugueses, os dados mostram que há agora 351 internados, dos quais 68 em unidades de cuidados intensivos.

A zona da Grande Lisboa e Vale do Tejo com mais 51 casos e quatro mortes, e a Região Norte com mais 52 casos e duas mortes.

Esta segunda-feira, o ministro dos Transportes britânico fez saber que os vacinados que queiram viajar para o Reino Unido já não precisam de fazer teste à covid-19.

Desta forma, as pessoas totalmente vacinadas contra a covid-19 que viajem de Portugal deixam esta segunda-feira de ser obrigadas a apresentar testes ao vírus responsável pela infecção para entrar em Inglaterra, mas o sistema simplificado deixa de fora países africanos e sul-americanos.

Reino Unido substitui sistema de semáforo de entradas e saídas no país

O novo sistema substituiu o antigo modelo que classificava os países com as cores do semáforo de acordo com o grau de risco, embora o governo britânico mantenha em vigor uma lista vermelha que inclui Angola e Moçambique.

“A nossa prioridade continua a ser a protecção da saúde pública, mas, com mais de oito em cada 10 pessoas agora totalmente vacinadas, podemos tomar estas medidas para reduzir o custo dos testes e ajudar o sector da aviação a continuar a sua recuperação”, afirmou o ministro dos Transportes britânico, Grant Shapps.

A partir de hoje, pessoas com a vacinação completa, bem como os acompanhantes menores de 18 anos, ficam isentos de teste antes de viajar e, no caso dos países da anterior “lista amarela”, de um teste PCR oito dias após a chegada a Inglaterra ou quarentena de 10 dias.

Todos os viajantes, excepto crianças menores de cinco anos, continuam obrigados a pagar um teste de PCR nas primeiras 48 horas após a chegada, o qual deverá passar a ser teste antigénio, mais barato, antes do final do mês.

Macau testa novamente toda a população após detectar novo caso

Macau realiza a partir desta segunda-feira novos testes à covid-19 para toda a população, devido à detecção de mais um caso, seis dias depois de o território ter concluído outra ronda de testes em massa.

“Vamos arrancar com uma nova ronda de testes em massa, para concluir em três dias, ou, se possível, em 48 horas”, informaram as autoridades sanitárias, durante a conferência de imprensa diária do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus.

Os testes arrancam hoje a partir das 21:00 (14:00 em Lisboa), sendo possível fazer a marcação a partir das 17:00 locais (10:00 em Lisboa).

No total, serão disponibilizados 41 locais para testagem, informaram as autoridades.

O estado de emergência imediata, decretado no último surto, em 25 de Setembro, continua em vigor, esclareceram ainda as autoridades sanitárias.

O anúncio surge poucas horas depois de ter sido detectado um novo caso, o 72.º no território desde o início da pandemia.

Trata-se de um trabalhador do interior da China, de 46 anos, que “efectua diariamente entradas e saídas entre Macau e Zhuhai”, cidade chinesa vizinha do antigo território administrado por Portugal, mas que esteve alojado em três hotéis em Macau desde 26 de Setembro, por causa das restrições fronteiriças decretadas no último surto, de acordo com um comunicado das autoridades.

Diário de Notícias
DN
04 Outubro 2021 — 14:51

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1133: Há mais sete mortes e 193 novos casos nas últimas 24 horas

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Mufid Majnun / unsplash

Portugal soma mais sete mortes e 193 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o mais recente boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

As mortes ocorreram nas regiões Norte (2), Centro (1) e Lisboa (4). Dos novos casos, a região Norte registou mais 53, a região Centro mais 29, Lisboa e Vale do Tejo mais 51, o Alentejo mais 38, o Algarve mais 11, a Região Autónoma dos Açores mais três e a Região Autónoma da Madeira mais oito.

Desta forma, Portugal atingiu hoje as 18.000 mortes atribuídas à covid-19 e um total de 1.071.307 casos desde o início da pandemia.

De acordo com o boletim epidemiológico, hoje divulgado, regista-se também um ligeiro aumento no número de internamentos, com um total de 351 pessoas em enfermaria, mais nove em relação a domingo, das quais 68 em cuidados intensivos, menos uma do que no domingo.

Contam-se ainda mais 331 pacientes recuperados da doença, elevando o número total de curados para 1.023.085. Há ainda 26.574 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde (menos 986 do que ontem).

O boletim informa que há um total de 30.222 casos activos em território nacional (menos 145 do que na véspera).

  ZAP //

Por ZAP
4 Outubro, 2021

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1132: No dia da depressão psicólogos lançam documento esclarecedor sobre a doença

SAÚDE MENTAL/DEPRESSÃO

A depressão é o problema de saúde mais frequente em todo o mundo e a principal causa de incapacidade, segundo a OMS. Estima-se que só em Portugal afecte cerca de 10% da população.

© Gonçalo Villaverde/Global Imagens

No Dia Europeu da Depressão que se assinala esta segunda-feira (4 de Outubro), a Ordem dos Psicólogos Portugueses lança o documento “Vamos falar sobre depressão”, para esclarecer a população sobre esta doença prevalecente e incapacitante, que continua a ser incompreendida e subestimada.

A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) alerta que a Organização Mundial da Saúde descreve a depressão como o problema de saúde mais frequente em todo o mundo e a principal causa de incapacidade”, sendo que só em Portugal se estima que afecte cerca de 10% da população.

“Consideramos, por isso, que é importante falar sobre o tema e dar o máximo de literacia à população sobre este problema de saúde”, esclarece a OPP.

Num documento de 13 páginas, a Ordem dos Psicólogos começa por explicar o que é a depressão, os seus sintomas, a forma como afecta crianças, adolescentes ou adultos, que impacto tem na vida dos doentes, e quais as suas causas, para depois deixar algumas linhas orientadoras sobre como lidar com a depressão e como ajudar alguém que está deprimido.

A depressão “não é algo ‘da nossa cabeça’

Segundo a OPP, “a depressão é uma experiência de sofrimento intenso e persistente na qual a pessoa sente-se muito infeliz e triste a maior parte do tempo, chora e/ou irrita-se facilmente, está abatida e desinteressada pelas suas actividades habituais”.

A depressão “não é algo ‘da nossa cabeça’, um sinal de ‘fraqueza’, algo que dura para sempre, preguiça ou falta de vontade, algo que só acontece aos outros, algo que ‘faz parte da vida’, ‘coisa de mulheres’ ou de ‘gente rica'”, salientam os psicólogos, numa alusão aos preconceitos existentes em relação a esta doença.

A ordem dedica um capítulo também ao tema do suicídio, um desfecho associado normalmente a estados de depressão profundos, disponibilizando números de telefone para situações de crise.

“Nos mais pequenos os sinais podem ser tristeza, choro, irritabilidade, comportamentos de dependência, dores sem explicação, recusa em ir para a escola ou perda de peso”

O documento aponta também uma lista de sentimentos, comportamentos e pensamentos associados à depressão, bem como de que forma esta se manifesta nas crianças e adolescentes, ou nos adultos mais velhos.

“As Crianças também podem ter depressão. Nos mais pequenos os sinais podem ser tristeza, choro, irritabilidade, comportamentos de dependência, dores sem explicação, recusa em ir para a escola ou perda de peso”, esclarece.

A OPP explica também quais são as causas e o impacto da depressão na vida dos doentes e no seu dia a dia, lembrando que se trata de uma doença altamente incapacitante, na medida em que se reflete directamente nas tarefas diárias, no trabalho, nas actividades sociais e na relação que o doente tem consigo próprio.

“A ciência reconhece e sublinha que as causas da depressão são complexas e se relacionam com acontecimentos e circunstâncias de vida (presentes e passadas), bem como com o significado que as pessoas lhes atribuem e a forma como lhes respondem. Mas também pode parecer que ‘apareceu do nada’ e sentirmos que não temos uma explicação”, afirmam os psicólogos.

As recomendações dos psicólogos

Por isso, os psicólogos querem disseminar as práticas a adoptar para “lidar com a depressão: reconhecer que precisamos de ajuda e procurá-la; psicoterapia (e medicação); praticar o auto cuidado e a resiliência; reforçar a relação com família e amigos”.

Quanto a conselhos dirigidos a pessoas que possam conhecer alguém deprimido, a OPP sugere que se informem mais sobre depressão, encorajem a procura de ajuda, ofereçam apoio sendo bons ouvintes, encorajem hábitos de auto cuidado, mantenham o contacto, promovam o equilíbrio, sejam pacientes e perseverantes.

Os psicólogos alertam, contudo, que os próprios cuidadores (normalmente, familiares e amigos) de uma pessoa com depressão podem sentir o seu bem estar afectado e, por isso, devem ter atenção com a sua própria saúde psicológica e procurar ajuda, nomeadamente junto de psicólogos, e lembram que “não podemos ‘salvar’ ninguém da depressão”.

Diário de Notícias
Lusa
04 Outubro 2021 — 08:02

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