1131: Portugal com sete mortes e 449 novos casos de covid-19

– Estatística desta semana até hoje, Domingo :

– 0.449 infectados – 03.10.2021 – 7 mortes
– 0.690 infectados – 02.10.2021 – 7 mortes
– 0.696 infectados – 01.10.2021 – 4 mortes
– 0.749 infectados – 30.09.2021 – 7 mortes
– 0.755 infectados – 29.09.2021 – 6 mortes
– 0.600 infectados – 28.09.2021 – 7 mortes
– 0.230 infectados – 27.09.2021 – 1 morte

Total da semana: 4.169 infectados e 39 mortes

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Número de internados é agora de 342, mais cinco que no dia anterior. Há 30.367 casos activos de covid-19 em Portugal.

© Gerardo Santos / Global Imagens

Portugal contabiliza este domingo (3 de Outubro) mais 449 novos casos de covid-19. De acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral de Saúde (DGS) há a registar sete mortes nas últimas 24 horas.

Nos hospitais portugueses há agora 342 internados (mais cinco que no dia anterior), dos quais 69 estão em unidades de cuidados intensivos (um aumento de quatro).

No total há 30.367 casos activos de covid-19 em Portugal, mais 110 que os contabilizados no sábado. Recuperaram da doença 332 pessoas.

Lisboa e Vale do Tejo é a região do país com mais novos casos (181), seguida pelo norte (135) e centro (62). No Alentejo foram contabilizados 21 novos casos e no Algarve 19.

Quanto às regiões autónomas, os Açores têm 16 novos casos e a Madeira 15.

Já no que se refere aos óbitos, três foram na grande Lisboa, dois a norte, um no centro e um no Algarve.

Portugal conta, nesta altura, um total de 1.071.114 casos de covid-19, doença em resultado da qual morreram 17.993 pessoas.

Pandemia já causou mais de quatro milhões de mortes

A pandemia provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2 já causou, pelo menos, 4,7 milhões de mortes desde que a doença foi identificada na China, em Dezembro de 2019, segundo o balanço da agência noticiosa AFP.

No total registaram-se 234,5 milhões de casos de infecção. Neste sábado foram registadas, em 24 horas, mais 6.364 novas mortes e 396.062 novos contágios em todo o mundo.

Os países que registaram o maior número de mortes num só dia foram os Estados Unidos da América (983), Rússia (890) e México (614).

Os Estados Unidos são também o país mais afectado em termos de mortes e casos, com 700.935 óbitos e 43 milhões de casos, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afectados são o Brasil (597.723 mortes e 21 milhões de casos), a Índia (448 mil mortes e 33 milhões de casos), o México, com 278 mil mortes e 3,6 milhões de casos) e a Rússia (209.918 mortes e 7,5 milhões de casos).

Diário de Notícias
DN
03 Outubro 2021 — 14:07

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1130: Por que razão algumas pessoas são menos resistentes à covid-19? A ciência responde

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/RESISTÊNCIA

Guillaume Horcajuelo / EPA

Uma equipa de investigadores respondeu, parcialmente, à grande questão sobre a covid-19: Por que razão algumas pessoas são menos resistentes à doença?

Num novo estudo, publicado na revista Science, o grupo destaca a importância do Sistema Interferon e o papel que este desempenha no combate ao vírus SARS-CoV-2.

Com o desenrolar da pandemia, começou a ficar evidente que algumas pessoas que são infectadas com covid-19 apresentam sintomas muito mais graves da doença do que outras.

Por outro lado, ao longo do último ano e meio, foi-se percebendo que alguns doentes que estavam infectados tinham nenhum sintoma da doença, por isso, neste novo estudo, os especialistas tinham como objectivo perceber por que algumas pessoas tinha sintomas tão graves e acabavam até por morrer.

Assim, a equipa conduziu uma extensa triagem de expressão genética estimulada por interferon para duas enzimas envolvidas no alerta do sistema imunológico para uma infecção. Os interferons são proteínas sinalizadoras que alertam o corpo quando entidades invasivas, como bactérias e vírus, são detectadas.

A pesquisa levou os investigadores até ao OAS1, uma enzima que reage à sinalização do interferon, solicitando uma resposta imunológica quando o vírus SARS-CoV-2 é detectado.

Segundo o MedicalXpress, pesquisas anteriores mostraram que o OAS1 se liga às membranas usando um grupo prenil como parte do processo de sinalização. Esses estudos indicaram ainda que essa sinalização pode inibir a replicação do vírus SARS-CoV-2.

Observando o seu valor na protecção das pessoas contra a covid-19, os investigadores analisaram os transcriptomas de 500 pacientes com a doença que tinham tido uma ampla gama de sintomas.

Assim, descobriam que os doentes que não tinham OAS1 prenilado passaram por um quadro de sintomas muito mais graves.

No entanto, os especialistas não conseguiram perceber por que razão algumas pessoas nascem sem a enzima, mas o trabalho da equipa pode ajudar a descobrir novos tipos de vacinas contra a covid-19, tal como outros tipos de infecções.

  ZAP //

Por ZAP
3 Outubro, 2021

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