1067: Portugal começa a administrar vacina da gripe a 4 de Outubro

SAÚDE PÚBLICA/VACINA DA GRIPE

Mufid Majnun / Unsplash

Portugal comprou 2,2 milhões de doses da vacina contra a gripe. Os grupos prioritários incluem profissionais de saúde, idosos e doentes crónicos.

Numa entrevista ao Público, Graça Freitas avança que as 2,2 milhões de doses da vacina da gripe que Portugal comprou vão começar a ser administradas a 4 de Outubro.

“Nós conseguimos aumentar a quota de vacinação para Portugal, quer no Serviço Nacional de Saúde quer no mercado comunitário – nas farmácias”, adiantou a Directora-Geral da Saúde, que acrescenta que há doses suficientes para a população que mais precisa de estar protegida contra a gripe.

Estes grupos mais frágeis incluem, segundo Graça Freitas, os idosos, os residentes em lares, as grávidas, os doentes crónicos e os profissionais de saúde. A primeira fase vai começar nos lares de idosos.

A Directora-Geral da Saúde realça também que nenhum país europeu compra vacinas da gripe para toda a população e tem de escolher os grupos prioritários porque estas são fabricadas duas vezes por ano – uma para o hemisfério Norte e uma para o Sul – e não há capacidade de “distribuir vacinas pelos vários países” devido às “limitações grandes no fornecimento”.

ZAP //

Por ZAP
13 Setembro, 2021

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1066: DGS recomenda máscara na rua se não for possível distanciamento e para pessoas vulneráveis

SAÚDE PÚBLICA/MÁSCARAS/DGS

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O uso de máscara no exterior deixa hoje de ser obrigatório, mas a Direcção-Geral da Saúde (DGS) recomenda o seu uso em algumas situações, como aglomerações, quando não é possível manter a distância física e por pessoas vulneráveis.

Numa orientação divulgada hoje sobre a utilização da máscara, que passa a ser facultativa no exterior e recomendada em algumas situações, para prevenir a covid-19, a DGS aconselha o seu uso “quando é previsível a ocorrência de aglomerados populacionais ou sempre que não seja possível manter o distanciamento físico recomendado”.

A DGS recomenda ainda a sua utilização na rua por “pessoas mais vulneráveis”, nomeadamente “com doenças crónicas ou estados de imunossupressão com risco acrescido para covid-19 grave”, sempre que “circulem fora do local de residência ou permanência habitual”.

Na orientação, a DGS reitera que o uso de máscara “é uma medida eficaz na prevenção da transmissão de SARS-CoV-2”, frisando que, apesar do fim da obrigatoriedade da sua utilização no exterior, o porte desta “continua a ser uma importante medida de contenção da infecção, sobretudo em ambientes e populações com maior risco”.

O uso da máscara continuará a ser obrigatório “nos estabelecimentos de educação, ensino e creches”, em “espaços e estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços”, nos “edifícios públicos ou de uso público”, nas “salas de espectáculos, cinemas ou similares”, nos “transportes colectivos de passageiros” e “em locais de trabalho, sempre que não seja possível o distanciamento físico”.

O porte da máscara vai continuar a ser obrigatório também nos “estabelecimentos residenciais para pessoas idosas (ERPI), unidades da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e outras estruturas e respostas residenciais para crianças, jovens e pessoas com deficiência, requerentes e beneficiários de protecção internacional e acolhimento de vítimas de violência doméstica e tráfico de seres humanos”.

É ainda obrigatório o uso de máscara por pessoas “com infecção por SARS-CoV-2 ou com sintomas sugestivos” da doença e por pessoas consideradas “contacto de um caso confirmado de covid-19”, excepto quando se encontrarem sozinhas “no seu local de isolamento”.

A obrigação do uso de máscara na rua, que hoje chega ao fim, durou, no total, 318 dias, desde a aprovação da lei, em 28 de Outubro de 2020, em plena pandemia de covid-19, tendo o diploma sido renovado três vezes pelo parlamento, o que não acontecerá agora.

Lusa

Diário de Notícias
13 Set 07:31
Por Nuno Fernandes

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