CDS considera “elementar” fim da obrigatoriedade do uso da máscara

– Esta gajada política, não tem a mínima noção do perigo que representa para a sociedade em que eles também vivem, esta “gripezinha” que já matou pelo menos 4.574.225 pessoas no mundo!!! É também “elementar” que, se a estupidez pagasse imposto, estes gajos andavam todos integral e “elementarmente” carimbados!

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, disse esta terça-feira concordar “integralmente” com o fim da obrigatoriedade do uso da máscara na rua, considerando “elementar” que, depois de sucessivos adiamentos, a circulação possa fazer-se “livremente”.

“Concordo integralmente com o levantamento do uso de máscara”, afirmou o líder centrista à margem de uma visita 56.ª edição da Capital do Móvel, que decorre até 12 de Setembro, na Alfândega do Porto.

Para Francisco Rodrigues dos Santos, parece “elementar” que as pessoas possam ter algumas “benesses para circular livremente e não ter de usara mascara em espaços públicos” após sucessivos adiamentos da decisão de levantamento desta restrição.

“Ao início eram duas semanas para achatar a curva, depois era um mês para conseguirmos recuperar o estado de saúde do país, depois era até a vacina, depois era a imunidade de grupo, e estamos sempre a adiar, a adiar, a libertação da nossa economia e atribuir um passaporte às pessoas que conquistaram o seu direito a viver, parece-nos elementar”, defendeu.

Lusa
Diário de Notícias
07 Set 13:56
Por Susete Henriques

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1046: Médicos de saúde pública defendem continuidade de uso da máscara

– Os partidos, quer da governança, quer da oposição, nesta matéria, NÃO TÊM DE METER O BEDELHO! Compete às autoridades sanitárias e responsáveis pela saúde pública, determinarem a obrigatoriedade ou não, do uso da máscara! E também da decisão pessoal de cada cidadão.

SAÚDE PÚBLICA/MÁSCARAS/CONTINUIDADE DO USO

A continuidade do uso de máscara “por todos ou quase todos” é uma forma de prevenir a covid-19 e a gripe, e de poder passar um inverno “mais controlado”, defende a Associação de Médicos de Saúde Pública.

© Ricardo Ramos / Global Imagens

A Associação de Médicos de Saúde Pública defendeu esta terça-feira a continuidade do uso de máscara para prevenir a covid-19 e a gripe, e poder passar um inverno “mais controlado”, permitindo ao SNS retomar o atraso na actividade assistencial.

O Partido Socialista (PS) avançou à Lusa que não vai propor no parlamento a renovação da obrigatoriedade do uso de máscara nos espaços públicos exteriores, diploma cuja vigência cessa no próximo dia 12, uma posição que disse ser coincidente com a da Direcção-Geral da Saúde.

Também, em declarações à TSF, o presidente do Grupo Parlamentar do PSD, Adão Silva, afirmou que só um agravamento súbito da pandemia de covid-19 nos próximos dias impediria os sociais-democratas de defender o fim das máscaras na rua.

Em declarações à Lusa, o presidente em exercício da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública (ANMSP), Gustavo Tato Borges, afirmou que não existe uma data certa para deixar de usar a máscara.

“A Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública continua a sugerir que especialmente nesta fase de inverno que vamos entrar, a máscara continue a ser um equipamento de protecção individual utilizado por todos ou quase todos de maneira a que nos possamos proteger não só da covid-19, mas também da gripe”, defendeu Gustavo Tato Jorge.

Segundo o especialista, esta medida possibilitará passar “um inverno bastante mais controlado” no que diz respeito a estas duas patologias e permitirá também que o Serviço Nacional de Saúde possa retomar o atraso que tem relativamente às cirurgias, às consultas e ao acompanhamento dos outros doentes.

“É nosso dever continuarmos a tomar medidas que protejam a nossa saúde e a utilização da máscara é claramente uma delas”

Para Gustavo Tato Borges, é fundamental que as pessoas percebam que a decisão de acabar com a obrigatoriedade do uso de máscara nos espaços público é “uma decisão política”.

“São os políticos que devem assumir se continua ou não continua [o uso de máscara em espaços públicos] e, apesar de cair provavelmente essa obrigatoriedade [no domingo] é nosso dever continuarmos a tomar medidas que protejam a nossa saúde e a utilização da máscara é claramente uma delas”, vincou.

No seu entender, faz todo sentido que, pelo menos, durante o inverno se continue a usar máscara, especialmente os doentes mais frágeis, os doentes crónicos, os idosos os imuno-deprimidos e todas as pessoas que têm algum familiar ou algum utente com quem contactem nestas situações para poderem estar mais protegidos.

A questão da renovação ou não da obrigatoriedade do uso de máscaras em espaços públicos exteriores é um dos assuntos que poderá ser objecto de análise na próxima quarta-feira, durante a reunião da conferência de líderes parlamentares, a qual fixará os primeiros agendamentos da nova sessão legislativa.

Questionado se o uso de máscaras no local de trabalho durante oito horas pode causar algum problema, Gustavo Tato Borges afirmou que tudo depende do local de trabalho e o tipo trabalho que está a ser realizado.

“Se for um trabalho muito físico poderá ser mais complicado usar a máscara tanto tempo, mas se for um trabalho não tão físico se calhar já é mais fácil fazê-lo”, comentou.

O especialista deu o exemplo dos profissionais de saúde que durante a pandemia têm usado máscara ininterruptamente durante o tempo que estão de serviço.

“Portanto, é possível usar [máscara], mas claro que compreendo que para alguns trabalhos possa ser mais difícil”, afirmou, apontando que nos locais em que os trabalhadores têm um distanciamento físico de dois metros poder ser possível retirar a máscara.

Desde Março de 2020, a covid-19 já matou em Portugal 17.810 pessoas e foram contabilizados 1.047.710 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

Diário de Notícias
DN/Lusa
07 Setembro 2021 — 13:15

1045: Estudos sugerem que, este ano, a época da gripe vai ser (muito) complicada

SAÚDE PÚBLICA/GRIPE

Andrea Piacquadio / Pexels

A prevalência do vírus da gripe tem sido praticamente inexistente desde que surgiu a pandemia de covid-19. Mas isso poderá mudar em breve.

Apesar de a actividade gripal ter sido praticamente inexistente no inverno passado, dois novos estudos preveem que a gripe voltará em força neste outono/inverno.

Uma das pesquisas sugere que poderão existir mais 100 mil a 400 mil hospitalizações de gripe em 2021-2022, em comparação com a época pré-covid.

Os resultados, publicados na plataforma de pré-impressão medrXiv e ainda não revistos por pares, sublinham a importância das vacinas contra a gripe, principalmente este ano — ambos os estudos sugerem que uma época de gripe mais complicada poderia ser evitada se as taxas de vacinação aumentassem de 20% a 50% em comparação com um ano pré-covid.

“A vacinação do maior número possível de pessoas contra a gripe será fundamental para evitar este cenário”, disse, em comunicado, Mark Roberts, director do Laboratório de Dinâmica da Saúde Pública da University of Pittsburgh Graduate School of Public Health e autor de ambos os estudos.

De acordo com o Live Science, no ano passado foram registados níveis historicamente baixos de actividade gripal, provavelmente devido às medidas de prevenção contra a covid-19, tais como o distanciamento social, encerramento de escolas e o uso de máscara.

No ano que passou, a taxa global de hospitalização por gripe nos Estados Unidos foi de apenas 4 hospitalizações por 100 mil pessoas, em comparação com a taxa habitual de 70 hospitalizações por 100 mil pessoas. Além disso, as mortes por gripe diminuíram em 95%, disseram os investigadores.

Isto significa que a população dos Estados Unidos “perdeu a oportunidade de estabelecer ou aumentar a sua imunidade [à gripe] para a futura época da gripe”, o que levanta a preocupação de que o vírus possa voltar em força quando as medidas contra a covid-19 forem levantadas, como já está a acontecer em vários países, continuaram.

Num dos novos estudos, liderados por Kyueun Lee, os investigadores utilizaram um modelo matemático, chamado modelo Susceptible-Exposed-Infected-Recovered (SEIR), e simularam epidemias de gripe e níveis de imunidade da população, ao longo de múltiplas estações, utilizando dados de 2009 a 2020.

Com a baixa actividade de gripe verificada na época de 2020-2021, verificaram que as hospitalizações aumentariam para 610 mil em 2021-2022, o que corresponde a mais 102 mil hospitalizações do que seriam esperadas se a época anterior tivesse registado níveis normais de actividade gripal.

No pior cenário, com uma estirpe altamente transmissível e baixos níveis de vacinação contra a gripe, o modelo previa mais 409 mil hospitalizações do que o esperado.

Mas isso pode ser evitado, desde que a percentagem de norte-americanos vacinados contra a gripe aumente dos típicos 50% para 75%.

No segundo estudo, liderado por Mary Krauland, foi utilizado um modelo diferente, chamado Framework for Reconstructing Epidemiologic Dynamics, para simular casos de gripe e hospitalizações durante duas estações de gripe sequenciais.

Aqui, a equipa de cientistas encontrou resultados semelhantes, que sugeriam que a estação da gripe de 2021-2022 poderia ver um aumento de 20% nos casos de gripe em comparação com uma estação pré-covid.

Crianças pequenas (com menos de dois anos de idade) estarão particularmente em risco de contrair gripe na época de 2021-2022 porque é pouco provável que tenham qualquer exposição prévia à doença, disseram os autores.

Mas o aumento das taxas de vacinação contra a gripe em apenas 10% poderia reduzir as hospitalizações em 6% a 46%, dependendo da transmissibilidade da gripe nesta estação.

“A twindemic — epidemias de gripe e de covid-19 coincidentes — que atingiu os nossos hospitais foi felizmente evitada no ano passado. Mas isso não significa que não possa acontecer”, disse Roberts.

ZAP //

Por ZAP
7 Setembro, 2021

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1044: Infarmed manda retirar do mercado máscaras com marcação CE indevida. Surto em Santa Cruz sobe para 46 infectados

– É lamentável que as autoridades apenas fiscalizem diversões nocturnas e afins, devendo incluir nessa fiscalização as diversões diurnas de acéfalos indigentes labregos que desconhecem o significado das palavras CIDADANIA e CIVISMO.

SAÚDE PÚBLICA/MÁSCARAS/INFECÇÕES

Surto em festas em Santa Cruz sobe para 46 infectados

O surto de covid-19 associado à participação em festas de diversão nocturna na praia de Santa Cruz, no concelho de Torres Vedras, subiu para 46 infectados e não está circunscrito, segundo o boletim epidemiológico divulgado na segunda-feira.

O surto subiu de 33 para 46 infectados nas últimas 24 horas, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado pelo município a partir de informação reportada pelas autoridades locais de saúde.

Fonte oficial da autarquia explicou que “o surto não está circunscrito a um local específico e pode evoluir”.

Os casos activos associados têm idades entre os 15 e os 25 anos e outros 58 contactos directos encontram-se em vigilância pelas autoridades de saúde.

Segundo a mesma fonte, o contágio aconteceu durante uma festa privada com cerca de 60 pessoas e em festas ocorridas em pelo menos três bares de diversão nocturna, que se mantém abertos, uma vez que não afecta funcionários.

Lusa
Diário de Notícias
07 Set 08:06
Por Susete Henriques

Infarmed manda retirar do mercado máscaras com marcação CE indevida

O Infarmed mandou suspender a comercialização e retirar do mercado nacional uma máscara de protecção facial do fabricante BesilChem LLP por não estar comprovado o cumprimento de todos os requisitos legais europeus, anunciou a autoridade do medicamento.

Em comunicado, o Infarmed diz que a “Máscara Facial 3Ply Tipo II”, modelo M3PII, do fabricante BesilChem LLP, ostenta a marcação CE indevidamente pois não existe evidência de cumprimento de todos os requisitos legais aplicáveis a nível europeu, incluindo o facto de a documentação técnica se encontrar incompleta.

Por isso, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde mandou suspender a comercialização e retirar do mercado nacional esta máscara e acrescenta que as entidades que disponham de unidades deste dispositivo médico “não as devem utilizar e devem entrar em contacto com o mandatário”.

Diário de Notícias
Lusa
07 Set 07:58
Por Susete Henriques

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