1043: PS não vai renovar obrigatoriedade do uso da máscara em espaços exteriores

– EU VOU CONTINUAR A UTILIZAR A MÁSCARA NOS ESPAÇOS EXTERIORES. QUE SE LIXEM OS PARTIDOS E AS SUAS OPÇÕES POLÍTICAS! Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.810 pessoas e foram contabilizados 1.047.710 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde. Que sejam as entidades sanitárias a tomar esta decisão e não a merda política, tendo em conta as eleições autárquicas deste mês. Hoje, “apenas” existiram 663 infectados e 12 mortes. Será que estes números de infectados correspondem à realidade? Ontem, foram 1.190. Será que o bicho foi de férias?

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/MÁSCARAS

Vigência da obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos exteriores cessa a 12 de Setembro

© NUNO ANDRÉ FERREIRA/LUSA

O PS não vai propor no parlamento a renovação da obrigatoriedade do uso de máscara nos espaços públicos exteriores, diploma cuja vigência cessa no próximo dia 12, disse esta segunda-feira à agência Lusa fonte da bancada socialista.

“A nossa posição é inteiramente coincidente com a da Direcção Geral da Saúde (DGS). Face à actual situação epidemiológica do país, não defendemos a obrigatoriedade do uso da máscara nos espaços exteriores”, declarou fonte da bancada do PS.

Esta segunda-feira, também, em declarações à TSF, o presidente do Grupo Parlamentar do PSD, Adão Silva, afirmou que só um agravamento súbito da pandemia da covid-19 nos próximos dias impediria os sociais-democratas de defender o fim das máscaras na rua.

“Face àquilo que foi dito pela senhora directora-geral da Saúde [Graça Freitas] e, por outro lado, ao nível de vacinação que Portugal já atingiu, o PSD, em princípio, tem toda a disponibilidade para que não haja a renovação da lei que torna obrigatório o uso da máscara”, referiu.

No domingo, na SIC Notícias, Graça Freitas adiantou que Portugal atingiu já 85% da população com uma dose da vacina contra a covid-19.

A questão da renovação ou não da obrigatoriedade do uso de máscaras em espaços públicos exteriores é um dos assuntos que poderá ser objecto de análise na próxima quarta-feira, durante a reunião da conferência de líderes parlamentares, a qual fixará os primeiros agendamentos da nova sessão legislativa.

O diploma que se encontra em vigor sobre obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos foi promulgado pelo Presidente da República em 11 de Junho, por um período de 90 dias.

Marcelo Rebelo de Sousa destacou então a “permanência de um consenso alargado” no plano político sobre essa matéria, consenso que considerou “muito importante” para o processo de desconfinamento “que se quer irreversível”.

“Sublinhando a permanência de um consenso alargado quanto ao uso de máscara em espaços públicos, o que pode ser muito importante para o processo, em curso, de gradual desconfinamento, que se quer irreversível, o Presidente da República promulgou o diploma da Assembleia da República que renova a imposição transitória da obrigatoriedade do uso de máscara nesses espaços públicos, prorrogando por 90 dias a vigência da Lei n.º 62-A/2020, de 27 de Outubro”, referiu a nota da Presidência.

Na Assembleia da República, este diploma foi aprovado na generalidade, especialidade e votação final global com votos contra do Chega e da Iniciativa Liberal, abstenção do BE, PCP, PAN e Verdes e deputada não inscrita Joacine Katar Moreira, tendo contado com votos favoráveis do PS, do PSD, do CDS-PP e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues.

Nesta terceira renovação do diploma, o PS foi o autor do projecto-lei, ao contrário das duas vezes anteriores, em que a iniciativa tinha partido do PSD.

O diploma ainda em vigor determina que é obrigatório o uso de máscara (que não pode ser substituída por viseira) aos maiores de dez anos para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas “sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável”.

Pode haver dispensa desta obrigatoriedade “em relação a pessoas que integrem o mesmo agregado familiar, quando não se encontrem na proximidade de terceiros” ou mediante a apresentação de um atestado médico de incapacidade multiusos ou declaração médica que ateste que a condição clínica ou deficiência cognitiva não permitem o uso de máscaras.

Também não é obrigatório o uso de máscara quando tal “seja incompatível com a natureza das actividades que as pessoas se encontrem a realizar”.

A taxa de incidência de infecções por SARS-CoV-2 nos últimos 14 dias em Portugal registou esta segunda-feira nova descida face a sexta-feira, numa trajectória descendente igualmente acompanhada pelo índice de transmissão (Rt).

Segundo o boletim epidemiológico conjunto da Direcção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge divulgado esta segunda-feira, a taxa de incidência (média de novos casos por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias) nacional baixou de 295,5 para 276,0 casos.

Em Portugal continental, a taxa de incidência baixou de 302,6 para 283,8 casos.

O Rt – que estima o número de casos secundários de infecção resultantes de uma pessoa portadora do vírus – baixou dos 0,96 a nível nacional para 0,92 e de 0,97 em Portugal continental para 0,93.

O nível de risco na matriz de monitorização da pandemia de covid-19 fixa-se em 480 casos por 100 mil habitantes a 14 dias.

De acordo com o portal do Governo para a covid-19, “a monitorização da evolução da pandemia continuará a ser feita com base nos indicadores de incidência e Rt, adaptados de acordo com a evolução da vacinação (nível de alerta passa para 240, nível de risco passa para 480)”.

A covid-19 provocou pelo menos 4.565.622 mortes em todo o mundo, entre mais de 220,65 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.810 pessoas e foram contabilizados 1.047.710 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

Diário de Notícias
DN/Lusa
06 Setembro 2021 — 18:17

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

 

1042: Mais de 14 mil suspeitas de reacções adversas às vacinas registadas em Portugal

– Para que conste: eu (75 anos e meio) e minha filha (55 anos e meio), fomos inoculados com as duas doses da vacina Pfizer e não surgiram reacções adversas, mesmo que ligeiras.

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/VACINAS/REACÇÕES ADVERSAS

Os dados do Infarmed indicam que por cada mil doses administradas foram comunicadas uma reacção adversa no caso das vacinas da Pfizer (Comirnaty), Moderna e Jansen, enquanto no caso da caso da AstraZeneca (Vaxzevria) o valor passa para duas.

© Rui Manuel Fonseca/Global Imagens

Mais de 14 mil suspeitas de reacções adversas às vacinas contra a ​​​​​​​covid-19 foram registadas em Portugal e houve 82 casos de morte comunicados em idosos, mas não está demonstrada a relação causa-efeito, segundo o Infarmed.

De acordo com o último relatório a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, até ao dia 31 de Agosto foram notificadas 14.447 reacções adversas (uma por cada 1.000 vacinas administradas), a maior parte (7.581) referentes à vacina da Pfizer/BioNtech (Comirnaty), seguindo-se a da AstraZeneca (Vaxzevria), com 4.188, a da Moderna (Spikevax), com 1.486, e a da Janssen, com 1.136 casos.

O Infarmed sublinha, contudo, que estes dados “não permitem a comparação dos perfis de segurança entre vacinas”, uma vez que foram utilizadas em subgrupos populacionais distintos (idade, género, perfil de saúde, entre outros) e “em períodos e contextos epidemiológicos distintos”.

Os dados do Infarmed indicam que por cada mil doses administradas foram comunicadas uma reacção adversa no caso das vacinas da Pfizer (Comirnaty), Moderna e Jansen, enquanto no caso da caso da AstraZeneca (Vaxzevria) o valor passa para duas.

No entanto, face ao número total de vacinas administradas, o Infarmed refere que as reacções adversas “são pouco frequentes”, com cerca de um caso em cada mil inoculações, “um valor estável ao longo do tempo”.

Registadas 82 mortes. Grupo etário com mais casos de efeitos adversos graves foi o dos 25 aos 49 anos

No total de 14.664.616 doses administradas, o Infarmed registou 14.447 casos de reacções adversas, das quais 5.373 graves (37,2%), entre elas 82 casos de morte entre pessoas com uma média de 77 anos de idade.

“Os casos de morte ocorreram num grupo de indivíduos com uma mediana de idades de 77 anos e não pressupõem necessariamente a existência de uma relação causal entre cada óbito e a vacina administrada, decorrendo também dentro dos padrões normais de morbilidade e mortalidade da população portuguesa”, escreve o Infarmed.

O relatório acrescenta ainda que, dos casos de reacções adversas classificados como graves, “cerca de 90% dizem respeito a situações de incapacidade temporária (incluindo o absentismo laboral) e outras consideradas clinicamente significativas pelo notificador, quer seja profissional de saúde ou utente”.

Por grupo etário, aquele que mais casos de efeitos adversos graves registou foi o dos 25 aos 49 anos (2.536 casos), aquele que teve também o maior número de vacinas administradas (5.052.411).

No relatório, a Autoridade do Medicamento dá conta de 17 casos não graves de efeitos adversos em crianças com menos de dois anos, justificando: “Relativamente aos casos ocorridos na faixa etária dos menores de 2 anos, estes dizem respeito a ocorrências não graves de febre, regurgitação ou irritabilidade em crianças cujas mães poderão ter sido expostas à vacina”.

Diz ainda que na faixa etária dos 12-17 anos, os 20 casos notificados como graves referem-se na sua maioria a “situações já descritas na informação das vacinas”, e que são reacções de tipo alérgico, que dependem do perfil individual do vacinado.

“São casos que motivaram observação e/ou tratamento clínico, mas todos tiveram evolução positiva e sem sequelas. Quatro destes casos foram casos de miocardite”, acrescenta.

Nos casos de reacções graves, o Infarmed informa que foram confirmados três casos de trombose e trombocitopenia (dois relacionados com a vacina Vaxzevria e um da Jansen), quatro considerados “prováveis” e cinco classificados como “possíveis”.

Confirmada “uma associação estatística possível entre as vacinas de mRNA e o aparecimento de miocardite/pericardite”

A Autoridade do Medicamento refere ainda que o Comité de Avaliação do Risco em Farmacovigilância (PRAC) reviu os dados disponíveis e “confirmou uma associação estatística possível entre as vacinas de mRNA e o aparecimento de miocardite/pericardite” e indica que em Portugal foram notificados como potencialmente associados a uma vacina contra a COVID-19 de mRNA mais uma dezena de casos (três confirmados, sete prováveis e um classificado como “possível”).

O Infarmed refere ainda a notificação de um caso confirmado de Síndrome de Guillain-Barré (SGB) – doença inflamatória do sistema nervoso periférico -, associado à vacina da Janssen, quatro casos considerados “prováveis” (dois potencialmente associados à vacina Janssen e outros dois à Vaxzevria) e de outros dois casos considerados “possíveis” (Janssen).

Acrescenta que, após avaliação de todos os dados disponíveis, “o PRAC considerou que é possível a existência de uma relação causal entre as vacinas Vaxzevria e covid-19 Janssen e a SGB” e que “não foi identificada uma relação causal entre a SGB e as vacinas Comirnaty e Spikevax”.

Quais são as reacções mais reportadas?

Lembra ainda que a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) iniciou “um procedimento de sinal de segurança para avaliar o grau de associação entre as vacinas contra a covid-19 e o desenvolvimento de síndrome inflamatória multissistémica (MIS, sigla em inglês), em crianças ou adultos, e refere que até dia 31 de Agosto foi notificado em Portugal um caso, ocorrido numa adolescente de 16 anos, associado à vacina Comirnaty.

“Não eram conhecidos quaisquer antecedentes pessoais de relevo e foi laboratorialmente confirmada a inexistência de infecção por SARS-CoV-2. A reacção adversa implicou internamento hospitalar, mas a doente encontra-se estável e já em recuperação”, acrescenta.

As 10 reacções mais notificadas referem-se a casos de Mialgia/dor muscular (3.044), cefaleia/dor de cabeça (3.534), pirexia/febre (3.532), mialgia (dor muscular (3.481), dor no local da injecção (2.999), fadiga (1.677), calafrios (1.494), náusea (1.339) e artralgia/dor articular (1.084).

Foram ainda registados casos de dor generalizada (980), tonturas (854), mal estar geral (815), Linfadenopatia /aumento de volume dos gânglios linfáticos (743), dor nas extremidades corporais (727), astenia/fraqueza orgânica (676) e vómitos (659).

Diário de Notícias
DN/Lusa
06 Setembro 2021 — 11:36

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

 

Lacerda Sales. “Estou convencido que muitos de nós vamos continuar a usar máscara durante o Inverno”

– Diz bem, sr. secretário de Estado Adjunto e da Saúde, “muitos de nós vamos continuar a usar máscara durante o Inverno“. Refere-se naturalmente aos cidadãos conscientes, com espírito de civismo e de cidadania, não aos outros labregos acéfalos indigentes que não só deixaram de usar máscara, mesmo com uso obrigatório, como continuam a andar em grupos numerosos sem respeitarem o distanciamento físico, os que são apanhados pelas polícias nas festas, aniversários, casamentos, etc.. Infelizmente, existem sempre os labregos chicos-espertos que se vão safando ao controlo das autoridades e ainda se glorificam por isso… É a merda de “sociedade” existente no país que temos, sem bom senso, sem carácter, sem absolutamente nada de civilizacional. Autênticos Neandertais da era Moderna…

Lacerda Sales. “Estou convencido que muitos de nós vamos continuar a usar máscara durante o inverno”

Lacerda Sales
© Fábio Poço/Global Imagens

Questionado em Setúbal sobre o uso da máscara, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde afirmou que quando chegarmos aos 85% da população com a vacinação completa, que será “muito provavelmente entre a terceira e a quarta semana de Setembro”, haverá “uma tendência para a flexibilização desta medida”.

“No entanto, além daquilo que é a lei, há sempre o bom senso. Estou convencido que muitos de nós, com esse bom senso, em determinadas situações, em aglomerados ou ambientes fechamos, vamos continuar a usar máscara durante o inverno”, disse António Lacerda Sales, à margem da cerimónia de abertura do Espaço do Grupo de Activistas em Tratamentos (GAT), em Setúbal.

Diário de Notícias
06 Set 13:32
Por Susete Henriques

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

 

1040: Graça Freitas explica os três cenários previstos para a evolução da pandemia

– Não sendo negacionista já que tenho as duas doses da Pfizer, confirmadas pelo Certificado Digital em papel e na app do SNS24, não creio que a pandemia vá abrandar tão facilmente como a responsável da DGS mencionou. Isto porque é notória – e quem anda na rua pode constatar -, continuar a existir indigentes acéfalos que ainda não encaixaram a perigosidade desta pandemia. Nas poucas vezes que saio para o exterior, deparo-me com gajos e gajas sem máscara, outros com a máscara no pescoço e outros com ela pendurada nos braços, maioritariamente de estrangeiros que nos visitam. Deduzo que estes anormais – estrangeiros e nacionais – são mesmo acéfalos porque os efeitos do coronavírus SARS-CoV-2, COVID-19 mais as variantes existentes, não são ficção científica mas uma triste realidade do nosso dia a dia. E continuam a provocar MILHARES DE INFECTADOS e de MORTES diárias. E não é por Portugal ter já 85% da população vacinada com a primeira dose, que estamos a salvo de uma infecção. Nem da primeira, nem de uma segunda dose.  Já não falando de outros acéfalos indigentes intelectuais e morais (sem nenhuma moral) que continuam a fazer a sua vidinha “social” – e a gabarem-se disso -, sem se preocuparem com a comunidade que se cruza com eles.

SAÚDE PÚBLICA/EVOLUÇÃO DA PANDEMIA/COVID-19

Portugal atingiu 85% da população com uma dose da vacina contra a covid-19, anunciou a directora-geral da Saúde, adiantando que estão previstos três cenários de resposta face à evolução da pandemia nos próximos meses.

Graça Freitas, directora-geral da Saúde
© Paulo Spranger / Global Imagens

“Hoje é um dia importante para todos nós. 85% da população portuguesa tem uma dose da vacina e esse é um resultado que devemos todos, enquanto povo, estar bastante orgulhosos”, salientou Graça Freitas na SIC Notícias.

Segundo a responsável da Direcção-Geral da Saúde (DGS), “há sempre algum cuidado em encarar o outono e o inverno”, estações de “grande stress em termos da saúde”, devido à circulação de vírus respiratórios, mas salientou que, este ano, ao contrário do que aconteceu em 2020, a maior parte da população vai estar imunizada contra o SARS-CoV-2.

De acordo com Graça Freitas, há três cenários possíveis para a evolução da pandemia.

O “bom cenário” prevê que se mantenha a actual “tendência estável e decrescente” da pandemia, em que a variante Delta continuará a ser a predominante e a vacina não perde a sua eficácia.

“No segundo cenário pode acontecer uma subida lenta do número de casos porque a vacina pode ir perdendo o seu efeito ao longo do tempo, mas ainda sem uma nova variante. Será um cenário de mais casos, provavelmente, mais ligeiros do que graves”, adiantou a directora-geral.

O “cenário pior, que não está posto fora de questão”, contempla o surgimento de uma nova variante do vírus, o que obrigaria à adopção de medidas para “aguentar, novamente, uma grande pressão sob o Serviço Nacional de Saúde e sob o sistema de saúde”, admitiu.

Sobre a possibilidade de administração uma terceira dose a grupos vulneráveis, como os idosos, Graça Freitas adiantou que a farmacêutica Pfizer submeteu, nos últimos dias, à Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) o pedido para aprovação deste reforço de imunização.

“Teremos de esperar que o regulador nos diga se sim, se não. De qualquer maneira, estamos a fazer o trabalho de casa em duas frentes: a científica, que vai acompanhando toda a evolução, e a logística. Continuamos a adquirir vacinas para um cenário de ser necessário a terceira dose ou de reforço”, assegurou.

No que se refere ao fim da obrigatoriedade do uso de máscara, a directora-geral da Saúde recordou que essa é uma decisão da Assembleia da República, mas adiantou que, com 85% da população vacinada, a “circulação do vírus será muito menor”.

No entanto, Graça Freitas defende que será necessário ainda usar máscara ao ar livre em algumas excepções, como no caso de ajuntamentos de pessoas em que não é possível manter o distanciamento.

Diário de Notícias
DN/Lusa
05 Setembro 2021 — 23:18

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes