1122: Última fase do desconfinamento. O que muda a partir desta sexta-feira?

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/DESCONFINAMENTO

Há 18 meses que não estávamos tão próximos da vida pré-pandemia da covid-19. As novas regras entram em vigor com o mês de Outubro. Licença para dançar, jantar com grupos grandes. O que muda e o que se mantém?

As novas regras entram em vigor com o mês de Outubro. Licença para dançar, jantar com grupos grandes. O que muda e o que se mantém?
© André Rolo/ Global Imagens

A última fase do levantamento das restrições impostas para a controlar a pandemia entra em vigor em Portugal continental na sexta-feira, com a reabertura de bares e discotecas e o fim das limitações de ocupação para lojas e restaurantes.

Na sexta-feira, o território continental passa também a estar em situação de alerta, o nível de resposta a situações de catástrofe mais baixo previsto na Lei de Base da Protecção Civil e que vai vigorar até às 23:59 de 31 de Outubro.

Conforme previsto nesta terceira fase do desconfinamento, os estabelecimentos comerciais, restaurantes, cafés e a generalidade do comércio deixam de estar sujeitos a um número máximo de clientes ou de pessoas por grupo, sendo também levantadas as restrições aos seus horários de funcionamento.

Os espaços de diversão nocturna, encerrados desde Março de 2020 devido à pandemia de covid-19, podem reabrir a partir de sexta-feira, numa altura em que o país está prestes a atingir os 85% dos residentes com a vacinação completa.

O uso de máscara será obrigatório nos transportes públicos, nas Lojas de Cidadão, nas escolas (excepto nos espaços de recreio ao ar livre), nas salas de espectáculos, nos cinemas, nas salas de congressos, nos recintos de eventos, nos serviços de saúde e nas estruturas residenciais para idosos, assim como nos espaços comerciais com área superior a 400 metros quadrados, incluindo centros comerciais.

Na base desta decisão está o critério dos locais de grande frequência de pessoas, como os transportes públicos; espaços de risco, como os lares de idosos e hospitais e locais com grandes aglomerações durante períodos mais longos, como as salas de espectáculos.

Os clientes dos restaurantes e os hóspedes dos hotéis deixam de ter de apresentar o certificado de vacinação ou o teste negativo à covid-19, o mesmo acontecendo para as aulas de grupo em ginásios e para o acesso a estabelecimentos de jogos de fortuna ou azar, casinos, bingos, termas e spas.

A entrada nos bares e nas discotecas fica dependente da apresentação do certificado, mas apenas para clientes, já que os trabalhadores e fornecedores estão dispensados desta regra.

A partir de sexta-feira, acaba também a recomendação de teletrabalho, sem prejuízo da manutenção do desfasamento de horários, e é eliminada a regra que impunha a testagem em empresas com mais de 150 trabalhadores no mesmo local de trabalho.

A venda e consumo de álcool é outra das restrições que também termina, assim como os limites em matéria de horários que tinham sido impostos devido à pandemia.

Acompanhando o ritmo de vacinação contra a covid-19, o plano de alívio de restrições entrou em vigor em 1 de Agosto, ao que se seguiu a segunda fase em 23 do mesmo mês e agora a terceira etapa na sexta-feira.

Diário de Notícias
DN/Lusa
30 Setembro 2021 — 10:47

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1121: Internamentos a descer em dia com 7 mortes e 749 infectados

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Dados da DGS indicam que há menos 20 internados. Existem, agora, 366 doentes hospitalizados, dos quais 66 estão em unidades de cuidados intensivos. Há a registar mais 749 casos de covid-19 e 7 mortes.

Unidade de cuidados intensivos do Hospital de Santa Maria, Lisboa
© Orlando Almeida / Global Imagens

O boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) indica que, em 24 horas, Portugal registou 749 novos casos de covid-19, tendo sido reportadas mais sete mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2,

Os dados sobre a situação nos hospitais portugueses mostram que há agora 366 internados (menos 20 doentes em relação a quarta-feira), dos quais 66 estão em unidades de cuidados intensivos (menos dois).

Registaram-se mais 626 casos de pessoas que recuperaram da infecção, elevando para 1.020.693 o número total de recuperados.

Lisboa e Vale do Tejo, com 276 novos casos, e o Norte, com 214, são as regiões que continuam a concentrar o maior número diário de infecções.

Foram confirmados mais 121 casos de covid-19 no Centro, 69 no Algarve, 41 no Alentejo, 18 na Madeira e 10 nos Açores.

© DGS

Das sete mortes reportadas, três ocorreram na região Centro, duas no Norte e as restantes em Lisboa e Vale do Tejo e no Algarve.

No que se refere à idade das vítimas mortais, seis tinham mais de 70 anos e uma tinha entre os 60 e 69 anos.

Com esta actualização, Portugal passa a ter 30.611 casos activos de covid-19 (mais 116 face ao dia anterior). Desde o início da pandemia, em Março de 2020, o país confirmou mais de um milhão de diagnósticos da infecção pelo novo coronavírus (1.069.279) e 17.975 óbitos.

Estádios de futebol podem ter lotação a 100%

Antes de divulgar o boletim diário sobre a evolução da pandemia, a DGS anunciou o levantamento das restrições nos recintos desportivos.

Uma semana depois do anúncio do primeiro-ministro de quase “libertação total” do país, a autoridade nacional da Saúde publicou novas orientações para recintos desportivos (tanto em ambiente fechado como ao ar livre), abrindo a porta à lotação máxima, algo que estava interdito deste o início da pandemia.

Esta é a frase que (sobretudo) os amantes de futebol, especialmente, queriam ler: “A ocupação dos lugares sentados pode ser em conformidade com a capacidade total licenciada do recinto”.

A orientação da directora-geral da Saúde, Graça Freitas, publicada esta quinta-feira, prevê também a revisão de planos de contingência, colaboração estreita com autoridades de saúde e a entidade licenciadora da lotação quando o recinto “não tenha lugares individuais sentados”.

Última fase do desconfinamento. O que muda a partir desta sexta-feira?

É já esta sexta-feira que entra em vigor em Portugal continental a última fase do levantamento das restrições impostas para a controlar a pandemia entra, com a reabertura de bares e discotecas e o fim das limitações de ocupação para lojas e restaurantes.

Na sexta-feira, o território continental passa também a estar em situação de alerta, o nível de resposta a situações de catástrofe mais baixo previsto na Lei de Base da Protecção Civil e que vai vigorar até às 23:59 de 31 de Outubro.

Conforme previsto nesta terceira fase do desconfinamento, os estabelecimentos comerciais, restaurantes, cafés e a generalidade do comércio deixam de estar sujeitos a um número máximo de clientes ou de pessoas por grupo, sendo também levantadas as restrições aos seus horários de funcionamento.

Os espaços de diversão nocturna, encerrados desde Março de 2020 devido à pandemia de covid-19, podem reabrir a partir de sexta-feira, numa altura em que o país está prestes a atingir os 85% dos residentes com a vacinação completa.

O uso de máscara será obrigatório nos transportes públicos, nas Lojas de Cidadão, nas escolas (excepto nos espaços de recreio ao ar livre), nas salas de espectáculos, nos cinemas, nas salas de congressos, nos recintos de eventos, nos serviços de saúde e nas estruturas residenciais para idosos, assim como nos espaços comerciais com área superior a 400 metros quadrados, incluindo centros comerciais.

A partir de sexta-feira, acaba também a recomendação de teletrabalho, sem prejuízo da manutenção do desfasamento de horários, e é eliminada a regra que impunha a testagem em empresas com mais de 150 trabalhadores no mesmo local de trabalho.

Diário de Notícias
DN
30 Setembro 2021 — 14:05

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1120: Máscaras deixam de ser obrigatórias no trabalho

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/MÁSCARAS

Neil Hall / EPA

As máscaras de protecção deixam de ser obrigatórias no local de trabalho, salvo algumas excepções, mas os empregadores têm liberdade para decidir as medidas que garantam a protecção dos trabalhadores.

De acordo com o decreto-lei publicado esta quarta-feira, que prevê o alívio das restrições associadas à pandemia e que entra em vigor na sexta-feira, deixa de ser obrigatório o uso de máscaras nos locais de trabalho, mas os empregadores terão liberdade para definir o uso da protecção individual para prevenir a transmissão do coronavírus.

“Nos locais de trabalho, o empregador pode implementar as medidas técnicas e organizacionais que garantam a protecção dos trabalhadores, designadamente a utilização de equipamento de protecção individual adequado, como máscaras ou viseiras”, pode ler-se.

No entanto, continua a haver casos em que o uso de máscara ou viseira pelos trabalhadores será obrigatório: “trabalhadores dos bares, discotecas, restaurantes e similares, bem como dos estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços em que necessariamente ocorra contacto físico com o cliente.”

No decreto-lei, o Governo ressalva porém que, nestes casos, os trabalhadores podem ser dispensados de usar a máscara “quando, em função da natureza das actividades, o seu uso seja impraticável“.

O uso obrigatório de máscara mantém-se nos espaços comerciais com área superior a 400 metros quadrados, incluindo centros comerciais, esclarece o mesmo diploma.

De acordo com as medidas da terceira fase do desconfinamento, a partir de 1 de Outubro o uso de máscara é obrigatório também nas Lojas de Cidadão; nos estabelecimentos de ensino (excepto nos espaços de recreio ao ar livre); nas salas de espectáculos, cinemas, salas de congressos, recintos de eventos; estabelecimentos e serviços de saúde; estruturas residenciais ou de acolhimento ou serviços de apoio domiciliário para populações vulneráveis, pessoas idosas ou pessoas com deficiência e locais em que tal obrigação seja determinada em normas da Direcção-Geral da Saúde.

Também a partir desta sexta-feira, o Governo vai deixar de recomendar o teletrabalho e de obrigar as empresas com locais de trabalho com mais de 150 pessoas a testar os trabalhadores.

Bem-vindo à última fase do desconfinamento: fim do certificado em restaurantes, máscara em transportes e lares

“Estamos em condições para avançar para a terceira fase de desconfinamento.” Foi com esta frase que António Costa deu início…

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  ZAP // Lusa

Por ZAP
30 Setembro, 2021

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1119: Norma de isolamento estará concluída “até ao final desta semana” – e deverá ter diferenciações

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/NORMAS

Tiago Petinga / Lusa

Norma sobre isolamento da vacinados fará diferenciação entre condições de habitação e saúde. Marta Temida explica a mudança na estratégica de vacinação contra a gripe sazonal.

A ministra da Saúde referiu em entrevista à Rádio Renascença, que a revisão da norma de isolamento das pessoas vacinadas contra a covid-19 “estará concluída nos próximos dias, até ao final desta semana [domingo]”.

“Tanto quanto é do conhecimento do Ministério da Saúde, a Direcção-Geral da Saúde está a ultimar a revisão de algumas normas que pretenderia libertar fazendo a coincidência com este momento do patamar dos 85% de vacinados”, respondeu a ministra.

Sobre a norma que deverá ser divulgada esta semana, Temido frisou que é provável que haja uma diferenciação na classificação de contactos.

“As pessoas, pelo facto de estarem vacinadas, não estão todas nas mesmas condições, não têm todas o mesmo contexto, a mesma situação de saúde e isso tem de ser ponderado. Imagino que não possa ser uma medida única, tenha de ter em vista, por exemplo, o local de residência, como será o caso de pessoas em estruturas residenciais para idosos”, frisou.

Durante a entrevista, a ministra destacou ainda a vacinação contra a gripe que se iniciou mais cedo este ano e que contará com mais vacinas disponíveis. Ainda assim, não haverá vacinas para toda a população portuguesa, porque nem todos têm indicação para a tomar.

A governante referiu que ela própria não deverá tomar a vacina. “Eu, pelas minhas características, não sou ainda elegível para a vacinação contra a gripe sazonal. Neste momento, não trabalho em ambiente hospitalar, nem em ambiente de prestação de cuidados de saúde, não tenho idade, não tenho nenhuma comorbilidade, não me vacinei no ano passado, claro que vou conversar com o meu médico de família, mas imagino não me vacinar este ano também”, explicou.

Relativamente à antecipação do início da campanha de vacinação da gripe sazonal, a ministra justifica com o facto de poder ser necessário dar uma terceira dose de reforço da vacina contra a covid-19 a pessoas que também fazem parte dos grupos de risco para a gripe, mas ainda não se sabe se as duas vacinas podem ser dadas ao mesmo tempo ou com um intervalo reduzido.

Marta Temido admite que se possam manter alguns dos centros de vacinação usados para a campanha de vacinação contra a covid-19, mas não os maiores.

ZAP //

Por ZAP
30 Setembro, 2021

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1118: Uso de máscara obrigatório em espaços comerciais com mais de 400m2

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/MÁSCARAS

O decreto-lei que altera as medidas excepcionais e temporárias relativas à pandemia de covid-19 esclarece que o alívio das medidas em espaços fechados.

© JN/Lusa

O uso obrigatório de máscara mantém-se nos espaços comerciais com área superior a 400 metros quadrados, incluindo centros comerciais, esclarece o diploma que prevê o alívio das restrições associadas à pandemia e que entra em vigor na sexta-feira.

De acordo com o decreto-lei que altera as medidas excepcionais e temporárias relativas à pandemia de covid-19, “é obrigatório o uso de máscaras ou viseiras para o acesso ou permanência no interior” dos “espaços e estabelecimentos comerciais, incluindo centros comerciais, com área superior a 400 m2”.

Na sexta-feira, um dia depois da aprovação do diploma em Conselho de Ministros, a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) defendeu a necessidade de se clarificar na lei quais os espaços comerciais que iam continuar abrangidos pelo uso obrigatório de máscara a partir de 01 de Outubro.

Em declarações à Lusa, o director-geral da APED, Gonçalo Lobo Xavier, considerou, na altura, positivo o alívio das restrições, mas sublinhou a necessidade de se “perceber o alcance desta medida”, realçando que, do ponto de vista legal, tudo indicava que a obrigatoriedade seria “para espaços superiores a dois mil metros quadrados”.

Lobo Xavier considerou que as declarações do primeiro-ministro após o Conselho de Ministros, que referiu que o uso de máscaras iria manter-se obrigatório nas grandes superfícies, “não foram completamente claras quanto aos outros espaços do retalho alimentar e do retalho especializado”.

O líder da APED considerou, no entanto, que os portugueses “tiveram um comportamento exemplar do cumprimento das regras ao longo de 18 meses e habituaram-se a entrar nos espaços e a colocar uma máscara”, pelo que acredita que “esse vai ser um hábito que ainda vai perdurar, independentemente da dimensão dos espaços”.

De acordo com as medidas da terceira fase do desconfinamento associadas à pandemia de covid-19, a partir de 01 de Outubro o uso de máscara é obrigatório também nas Lojas de Cidadão, nas escolas (excepto nos espaços de recreio ao ar livre), nas salas de espectáculos, cinemas, salas de congressos, recintos de eventos, estabelecimentos e serviços de saúde, estruturas residenciais ou de acolhimento ou serviços de apoio domiciliário para populações vulneráveis, pessoas idosas ou pessoas com deficiência.

Diário de Notícias
Lusa
29 Setembro 2021 — 15:13

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1117: Internamentos e incidência continuam em queda. R(t) a subir

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

DGS confirma mais 755 casos de covid-19 e seis mortes. Há agora 386 pessoas internadas (menos 13), entre as quais 68 estão em unidades de cuidados intensivos.

© Pedro Correia//Global Imagens

Foram registados, em 24 horas, 755 novos casos de covid-19 em Portugal, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Relatório desta quarta-feira (29 de Setembro) indica também que morreram mais seis pessoas devido à infecção por SARS-CoV-2.

Dados mostram que o número de hospitalizações continua a descer. São, agora, 386 doentes internados (menos 13 face a terça-feira), dos quais 68 estão em unidades de cuidados intensivos (menos seis).

Em dia de actualização dos valores da matriz de risco, a taxa de incidência a 14 dias volta a recuar. Passa de 111,6 para 105,6 casos por 100 mil habitantes, a nível nacional. No território continental, passa de 113,5 para 107,3 infecções por 100 mi habitantes

Em sentido inverso, o índice de transmissibilidade, R(t), continua a subir e está agora em 0,87, tanto a nível nacional como no continente. Com estes valores, Portugal está na zona verde da matriz de risco.

© DGS

Lisboa e Vale do Tejo, com 295 novos casos, e o Norte, com 213, são as regiões que continuam a concentrar o maior número diário de infecções.

DGS reporta ainda mais 117 casos no Centro, 60 no Algarve, 37 no Alentejo, 20 na Madeira e 13 nos Açores.

As seis mortes associadas à covid-19, registadas no boletim de hoje, ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo (uma), no Norte (uma), no Alentejo (duas) e Algarve (duas).

© DGS

Registam-se mais 801 casos de pessoas que recuperaram da doença – são, no total, 1 .020.067 – sendo que existem mais 50 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde, num universo de 27.441.

Perante estes dados, Portugal tem agora 30.495 casos activos da infecção por SARS-CoV-2 (menos 52).

Desde o início da pandemia, em Março de 2020, Portugal registou 1.068.530 casos de covid-19 e 17.968 óbitos.

Novas regras para pandemia publicadas em Diário da República não alteram apoios sociais

Esta quarta-feira foram publicadas em Diário da República as novas regras para pandemia. O decreto-lei não altera, para já, quaisquer apoios sociais em vigor e revoga legislação específica para a covid-19 já obsoleta.

O diploma que altera as medidas excepcionais e temporárias relativas à pandemia, promulgado na terça-feira pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, contempla as medidas já anunciadas em Conselho de Ministros na passada semana para vigorar a partir de 1 de Outubro, como o uso obrigatório de máscara em espaços fechados e transportes públicos.

O secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, André Moz Caldas, sublinhou em declarações à Lusa, que nesta fase em que se começa a rever a legislação em vigor relativa à gestão da pandemia se optou por ainda não fazer alterações relativamente aos apoios sociais em vigor.

Assistência no SNS recupera níveis pré-pandemia

Também esta quarta-feira, o Ministério da Saúde anunciou que a assistência ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) recuperou os níveis pré-pandemia, indicando que foram realizadas este ano, até Agosto, 24 milhões de consultas, mais três milhões do que em 2019.

Nos Cuidados de Saúde Hospitalares, os dados revelam que foram feitas 8,1 milhões de consultas, o que corresponde a um crescimento de 14,8% (um milhão), face ao mesmo período de 2020 e de 0,3% (24.694) em relação a 2019.

A Administração Central do Sistema de Saúde registou ainda que foram realizadas 462.371 intervenções cirúrgicas nos primeiros oito meses do ano, um acréscimo de 30,1% (106.862) relativamente a 2020 e de 1,2% (5.530) em relação a 2019.

Portugal já entregou 1,2 milhões de doses de vacinas aos PALOP e Timor-Leste

E numa altura em que Portugal tem mais de 84% da população totalmente vacinada, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, fez saber que o país já enviou 1,2 milhões de doses de vacinas para os PALOP e Timor-Leste, no âmbito do programa de cooperação.

“Neste momento, ao dia de hoje, das 3 milhões de doses que dissemos em Julho que doaríamos aos PALOP e Timor-Leste, estão entregues 1,217 milhões de doses de vacinas, contando com o lote entregue na terça-feira a Moçambique e com o que chegará hoje a Angola”, disse Augusto Santos Silva, à margem da assinatura de um protocolo com a TAP, que permitirá o transporte gratuito em voos comerciais destas vacinas.

“O programa começou em maio deste ano, com Cabo Verde, e neste momento todos os PALOP e Timor-Leste estão a receber vacinas, sendo que ao Brasil o apoio foi dado em forma de medicamentos e outros materiais de tratamento no período mais crítico da pandemia ao abrigo deste programa que se estende até 2022″, acrescentou o governante.

Diário de Notícias
DN
29 Setembro 2021 — 14:52

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1116: Norte, Centro e Alentejo atingem meta de 85% de vacinação

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/VACINAÇÃO

© EPA/KHALED ELFIQI

O Norte, o Centro e o Alentejo já alcançaram a meta de 85% da população totalmente vacinada contra a covid-19, sendo o Algarve a única região que está abaixo dos 80%, anunciou hoje a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o relatório semanal da DGS, o Norte é a região que apresenta uma cobertura vacinal da população residente mais elevada, com 86%, logo seguido do Centro e do Alentejo, as duas com 85%.

Abaixo deste objectivo dos 85%, que serviu como referência para a terceira e última fase do plano de desconfinamento que entra em vigor a 01 de Outubro, estão Lisboa e Vale do Tejo (82%), os Açores e a Madeira (81%) e o Algarve (77%).

O relatório hoje divulgado, que contabiliza a vacinação desde 27 de Dezembro de 2020 até ao último domingo, refere que mais de 8,6 milhões de pessoas (84%) já completaram a vacinação contra o vírus SARS-CoV-2 e mais de 8,9 milhões (86%) já recebeu pelo menos uma dose.

Já hoje, o líder da `task force´ que coordenou a vacinação, vice-almirante Gouveia e Melo, num briefing com o primeiro-ministro e outros membros do Governo, avançou que as primeiras doses estavam nos 86,5% e as segundas doses nos 84,3%.

Diário de Notícias
28 Set 21:16

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1115: Internados baixam para 399 em dia com 7 mortes e 600 infectados

SAÚDE/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Dados da DGS foram confirmados 600 novos casos de covid-19. Há também a registar mais 7 mortes devido à infecção por SARS-CoV-2, segundo o relatório desta terça-feira.

Hospital Pedro Hispano, Matosinhos
© Artur Machado / Global Imagens

O relatório mostram que há agora 399 internados, dos quais 74 estão em unidades de cuidados intensivos.

A incidência nacional é agora de 111, 6 de infecção por covid-19 por 100.000 habitantes. No Continente o valor é de 113,5.Já o nível de transmissibilidade é agora de 0,85 a nível nacional e 0,84 no continente. Os mesmos números de ontem.

A região de Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a com mais casos activos, 7.672 e dois mortos.

Com esta actualização, Portugal tem, actualmente, 30.547 casos activos da doença, indica a DGS no dia em que o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo terminou a sua missão enquanto coordenador da task force do plano de vacinação contra a covid-19.

“Acho que entrego a minha missão, está terminada e agora fica o núcleo a fazer a transição [para a vacinação contra a covid-19 e gripe]”, afirmou durante o último briefing sobre a vacinação contra a covid-19, no qual esteve o primeiro-ministro, António Costa, e a ministra da Saúde, Marta Temido.

“Já passámos os 84,3% das segundas doses”, disse Gouveia e Melo

Neste momento, estamos em 86,5% das primeiras doses e já passámos os 84,3% das segundas doses, a caminho dos 85%, apesar de agora, nesta fase final, parece que as pessoas se esqueceram de que têm que tomar a segunda dose”, disse o vice-almirante.

Na realidade, adiantou, no máximo da população elegível, falta vacinar mais 345 mil pessoas, dos quais cerca de 140 mil ainda não são elegíveis porque recuperaram.

Contudo, observou Gouveia e Melo, “há 80 mil pessoas que já recuperaram”, acrescentando: “E nós ainda não as conseguimos trazer ao processo de vacinação apesar dos apelos que fazemos”.

“Agora vamos começar a telefonar pessoa a pessoa para tentar perceber porque as pessoas não aparecem e é isto que está a fazer com que hoje em dia não estejamos a atingir os 85%, porque já tínhamos a possibilidade de o ter feito antes”, sublinhou, antecipando a expectativa de, dentro de semana ou semana e meia, atingir essa meta.

À margem da sessão em que foi anunciado o fim da missão da equipa coordenadora do processo de vacinação, o vice-almirante Gouveia e Melo agradeceu, em jeito de balanço de oito meses de trabalho à frente deste processo, à população e a todas entidades e profissionais envolvidos no plano de vacinação.

“Julgo que temos de estar todos contentes por termos em conjunto feito uma coisa que vai ficar na história e agora vou-me despedir e vou voltar ao anonimato das minhas funções militares que é como deve de ser. Muito obrigada por tudo”, declarou Henrique Gouveia e Melo.

Restrições serão levantadas mesmo que faltem décimas para 85% de vacinados

Também esta terça-feira, o primeiro-ministro assegurou que o Governo manterá o levantamento do conjunto de restrições anti-covid-19 a 1 de Outubro, mesmo que nesse dia o país não tenha atingido por algumas décimas os 85% de população vacinada com duas doses contra a covid-19.

“O Governo fixou o dia 1 de Outubro. Não estamos nos 85% de vacinas, mas estamos praticamente nesse valor”, afirmou António Costa.

Para o primeiro-ministro, não se justifica “haver novos adiamentos” neste processo de levantamento das restrições antes impostas por causa da pandemia da covid-19.

O Governo, segundo António Costa, “vai manter tudo como estava previsto para 1 de Outubro, renovando o apelo às pessoas que já tomaram a primeira dose, mas que ainda não têm a segunda, para que a tomem.

“Tomem essa segunda dose, de forma a que se complete o plano de vacinação o mais rapidamente possível”, acrescentou.

Costa diz que Portugal está preparado para executar qualquer decisão sobre terceira dose da vacina

António Costa também afirmou que Portugal está preparado para executar qualquer decisão técnica e científica que seja tomada sobre uma eventual terceira dose da vacina contra a covid-19, mesmo que seja para abranger toda a população.

O primeiro-ministro referiu que o Governo aguarda as decisões que serão tomadas pela Direcção Geral da Saúde e pela Autoridade Europeia do Medicamento (EMA) sobre a questão da terceira dose.

“Os portugueses podem ficar tranquilos: O que é possível neste momento fazer para que qualquer decisão seja possível está feito. Ou seja, o país tem toda a margem de liberdade para tomar a decisão que tecnicamente seja aconselhável tomar”, disse.

De acordo com o líder do executivo, se a decisão técnica for a de vacinar, Portugal “tem já contratado um número de vacinas para vacinar toda a população com a terceira dose.”

Diário de Notícias
DN
28 Setembro 2021 — 14:04

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1114: Chegou ao fim a “missão espinhosa coroada de sucesso” da task force

SAÚDE PÚBLICA/TASK FORCE/VACINAÇÃO

Rodrigo Antunes / Lusa

A task force responsável pelo plano de vacinação contra a covid-19 confirmou, esta terça-feira, o fim da missão no contexto da pandemia e a transição para um núcleo de coordenação.

Tal como tinha sido avançado pelo jornal online Observador ao início da manhã, a task force responsável pelo plano de vacinação contra a covid-19 terminou hoje a sua missão de planificação e gestão logística no contexto da pandemia.

Em declarações prestadas numa reunião na sede da equipa, no Comando Conjunto das Operações Militares, em Oeiras, o coordenador Henrique Gouveia e Melo – que recebeu o primeiro-ministro, António Costa, a ministra da Saúde, Marta Temido, e o ministro da Defesa, João Gomes Cravinho – vincou o êxito da operação de vacinação.

“Estamos em 84 e qualquer coisa de segundas doses. Já podíamos ter atingido os 85% de vacinação completa, mas vamos relembrar algumas pessoas e dentro de semana ou semana e meia, senhor primeiro-ministro, terá os 85%”, assegurou o vice-almirante, indicando também que 500 mil jovens já foram vacinados.

Gouveia e Melo confirmou que este é “o último briefing” sobre a pandemia: “Entrego a minha missão ao senhor primeiro-ministro, ao senhor ministro da Defesa e à senhora ministra da Saúde. Está terminada e agora fica um núcleo a fazer a transição.”

Segundo o vice-almirante, este grupo nuclear será dividido em três subgrupos que comunicam com o Governo e com as autoridades de saúde e o desafio agora é “conjugar duas agendas: a vacinação da gripe e a eventual terceira dose da vacinação covid-19”, sublinhando que o processo “vai depender muito” dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), onde são concentrados os agendamentos das vacinas.

“O processo correu muito bem para a covid-19 e estamos a tentar replicar para a gripe”, resumiu, sem deixar de esclarecer que Portugal já tem 480 mil vacinas da gripe em território nacional, num processo de vacinação que “já começou ontem“, arrancando primeiramente pelos lares de idosos.

O vice-almirante explicou que a eventual sobreposição da vacinação da gripe com a administração de uma eventual terceira dose contra a covid-19 não será um problema a nível logístico, face à disponibilidade de vacinas e à continuidade dos actuais centros de vacinação para esta transição.

Temos em stock cerca de dois milhões de vacinas. Não haverá qualquer problema para a terceira dose, seja ele qual for o âmbito”, declarou.

Gouveia e Melo explicou que a campanha de vacinação da gripe deve ficar concluída até 15 de Dezembro e destacou a capacidade de administração semanal de 400 mil vacinas. “Estamos preparados para fazer 400 mil vacinas por semana e para terminar o processo até 15 de Dezembro.”

Costa agradece “missão espinhosa coroada de sucesso”

Na sede da task force, António Costa começou por dizer que “este é um momento muito importante” e que “o país deve orgulhar-se da adesão cívica do processo de vacinação”.

“Sem desmerecer quem quer que seja pelo trabalho, sem a adesão dos portugueses teria sido impossível alcançar estes resultados”, destacou o primeiro-ministro, citado pelo Observador.

Costa agradeceu pessoalmente ao vice-almirante e sublinhou também o trabalho de todas as Forças Armadas. “O contributo das Forças Armadas foi essencial. E é justo aqui referir que o vice-almirante e toda a sua equipa, com elementos dos três ramos, reforçou a ideia fundamental de que o país reconheça o quanto é fundamental o investimento nas Forças Armadas”, declarou.

O líder do Executivo destacou também todas as autoridades de saúde, os profissionais de saúde e as autarquias. Foi “uma capacidade de implantação no terreno sem a qual não seria possível” ter chegado tão longe, considerou.

“Desejo-lhe as maiores felicidades na sua vida pessoal e na sua vida profissional. Que agora tenha águas mais calmas e de feição”, disse ainda, lembrando que foi uma “missão espinhosa coroada de sucesso”, cita o jornal online ECO.

Neste momento, Costa considerou que a “parte mais difícil” é sair da cobertura vacinal acima dos 84% para chegar aos 85% e relembrou que se continua à espera da decisão da Agência Europeia do Medicamento (EMA) sobre uma eventual terceira dose.

Sobre essa questão, assegurou, “Portugal tem toda a margem técnica” para cumprir qualquer que seja a orientação das autoridades de saúde, mesmo que isso signifique que toda a população portuguesa deve receber a dose de reforço.

O primeiro-ministro terminou a sua intervenção dizendo que o sucesso da vacinação é um “motivo de orgulho para todos os portugueses”. “Isto reforça a auto-estima do país, o orgulho do país. É sempre bom saber que neste processo fomos os melhores do mundo.”

Na mesma reunião, a ministra da Saúde também confirmou que a última fase de desconfinamento, prevista para entrar em vigor a 1 de Outubro, vai avançar mesmo que até esse dia o país não atinja a cobertura vacinal de 85%.

ZAP // Lusa

Por ZAP
28 Setembro, 2021

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1113: Incidência continua a descer e R(t) sobe. Portugal na zona verde da matriz de risco. 230 infectados e uma morte

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Há mais cinco pessoas internadas com covid-19. São, no total, 420, indica o boletim diário da DGS. Registaram-se mais 230 novos casos e uma morte associada à infecção por SARS-CoV-2.

Campanha de vacinação em Viana do Castelo
© Rui Manuel Fonseca/Global Imagens

Foram confirmados, nas últimas 24 horas, 230 novos casos de covid-19 em Portugal, de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Há ainda o registo de mais uma morte (na região Norte) associada à infecção por SARS-CoV-2, indica o relatório desta segunda-feira (27 de Setembro).

No que se refere à situação nos hospitais, há agora 420 doentes internados (mais cinco face ao reportado no domingo), 79 dos quais estão em unidades de cuidados intensivos (menos quatro).

Em dia de actualização dos valores da matriz de risco, verifica-se que a taxa de incidência a 14 dias continua a descer. Passou de 127,3 para 111,6 casos por 100 mil habitantes em todo o território nacional. Já no continente, a incidência está agora em 113,5 infecções por 100 mil habitantes (antes era de 129,7).

Em sentido inverso, o índice de transmissibilidade, R(t), passa de 0,83 para 0,85, a nível nacional, e de 0,82 para 0,84, no continente.

Com a actualização destes dois indicadores, Portugal passa a estar na zona verde da matriz de risco.

© DGS

Boletim da DGS indica que foram registados mais 479 casos de pessoas que recuperaram da doença – são, no total, 1.017.935. Desta forma, o número de casos activos de covid-19 recua para 31.285 (menos 250).

Na distribuição geográfica de novas infecções, a área de Lisboa e Vale do Tejo reportou 78 casos e a região Norte 54.

Confirmaram-se mais 38 casos no Alentejo, 35 no Algarve, 17 no Centro, cinco nos Açores e três na Madeira.

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Dados actualizados sobre a evolução da pandemia numa altura em que o país tem mais de 83% da população totalmente vacinada. Até às 19:00 de domingo, cerca de 8,27 milhões de pessoas em Portugal continental tinham a vacinação completa contra a covid-19, segundo disse à Lusa fonte oficial da task force que coordena o processo de vacinação.

Estes números significam que 83,89% da população de Portugal continental tem o esquema vacinal completo, sendo que cerca de 8,53 milhões de pessoas já receberam pelo menos uma dose da vacina contra a covid-19.

Desde o início do processo de vacinação, em Dezembro de 2020, foram administradas cerca de 15,21 milhões de inoculações em território continental.

Vacinação contra a gripe começa mais cedo devido à pandemia

E devido à pandemia de covid-19, a vacinação contra a gripe começou esta segunda-feira, mais cedo do que é habitual, havendo 2,24 milhões de vacinas para serem distribuídas gratuitamente a grupos de risco pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A primeira fase da vacinação gratuita, que arranca hoje, destinada a residentes, utentes e profissionais de estabelecimentos de respostas sociais, doentes e profissionais da rede de cuidados continuados integrados e profissionais do SNS e também as grávidas, segundo a DGS.

“Em 2021, em contexto de pandemia covid-19, mantêm-se medidas excepcionais e específicas no âmbito da vacinação gratuita contra a gripe, nomeadamente o início mais precoce, a vacinação faseada e a gratuitidade para os profissionais que trabalham em contextos com maior risco de ocorrência de surtos e/ou de maior susceptibilidade e vulnerabilidade”, referiu a DGS em comunicado.

Mais de 231.740.830 casos de infecção em todo o mundo

Ainda no que se refere à evolução da pandemia, mas a nível global, a covid-19 matou pelo menos 4.744.890 pessoas no mundo desde o final de Dezembro de 2019, segundo um balanço feito esta segunda-feira pela AFP a partir de fontes oficiais.

Mais de 231.740.830 casos de infecção foram oficialmente diagnosticados desde então, quando o gabinete da Organização Mundial da Saúde (OMS) na China declarou a doença.

A grande maioria dos doentes recuperou, mas uma parte ainda mal avaliada conserva sintomas durante semanas, por vezes meses.

No domingo, registaram-se no mundo 4.602 mortes e 32.362 novos casos de infecção pelo vírus SARS-CoV-2, que provoca a doença da covid-19.

Diário de Notícias
DN
27 Setembro 2021 — 14:27

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