650: DGS alerta: crianças e idosos devem ficar em casa por causa das poeiras do Norte de África

 

SAÚDE/PREVENÇÃO/ALERTAS

A massa de ar do Norte de África que está a provocar uma “fraca qualidade do ar no continente” deve permanecer durante o dia de hoje. Crianças, idosos e doentes com problemas respiratórios e cardiovasculares devem permanecer em casa, aconselha a DGS.

Portugal está a ser afectado por poeiras vindas do Norte de África
© PAULO SPRANGER / Global Imagens

A Direcção-Geral da Saúde aconselha crianças, idosos e doentes com problemas respiratórios e cardiovasculares a permanecerem em casa enquanto se mantiverem no ar as poeiras vindas no Norte de África, desaconselhando a prática de exercício ao ar livre.

Num comunicado disponibilizado no site, a DGS lembra que esta massa de ar do Norte de África que está a provocar uma “fraca qualidade do ar no continente” deve permanecer durante o dia de hoje, mas o seu efeito pode ser enfraquecido com a ocorrência da chuva prevista para algumas zonas do país, reduzindo as concentrações de partículas no ar.

“Este poluente (partículas inaláveis — PM10) tem efeitos na saúde humana, principalmente na população mais sensível, nomeadamente nas crianças e idosos, cujos cuidados de saúde devem ser redobrados durante a ocorrência destas situações”, lembra a DGS, aconselhando a população em geral a evitar esforços intensos e a prática de exercício do ar livre.

Deve ainda evitar-se “a exposição a factores de risco, tais como o fumo do tabaco, e o contacto com produtos irritantes”, sublinha a autoridade de saúde, que diz que, pela sua vulnerabilidade aos efeitos deste fenómeno, além de cumprirem as recomendações para a população geral, as crianças, os idosos e os doentes com problemas respiratórios crónicos, principalmente asma, ou problemas cardiovasculares devem permanecer no interior dos edifícios e, se viável, com as janelas fechadas.

Com previsão de chuva a partir de 1 de Abril, a concentração de poeiras tenderá a diminuir

“Em caso de agravamento de sintomas contactar a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) ou recorrer a um serviço de saúde“, acrescenta a DGS.

No seu site, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) diz que, com a aproximação de uma nova depressão no final do dia de hoje, com previsão de chuva a partir do dia 1 de Abril, a concentração de poeiras tenderá a diminuir.

“Ainda durante o dia 31 deverão verificar-se elevadas concentrações de poeiras, diminuindo gradualmente ao longo do dia”, acrescenta.

Diário de Notícias
DN/Lusa
31 Março 2021 — 08:20

 

 

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649: Vacina da AstraZeneca passa a denominar-se Vaxzevria após aval do regulador

 

SAÚDE/COVID-19/VACINAS/VAXZEVRIA

EMA refere que, desde a aprovação da vacina na UE em 29 de Janeiro passado e até à passada quinta-feira, “mais de 10 milhões de doses de Vaxzevria foram administradas na UE e Espaço Económico Europeu”

© EPA/TOMS KALNINS

A vacina da AstraZeneca contra a covid-19 passou a denominar-se Vaxzevria após o aval da Agência Europeia do Medicamento (EMA), anunciou esta terça-feira o regulador, divulgando que até quinta-feira passada tinham sido administradas 10 milhões de doses deste fármaco.

A informação sobre a nova designação desta vacina – envolta em polémica por a farmacêutica ter falhado o acordado com Bruxelas sobre entregas para a União Europeia (UE) e pelo surgimento de coágulos sanguíneos em vacinados – consta de uma actualização ao produto, publicada esta terça-feira pela EMA.

Nessa actualização sobre o fármaco datada de segunda-feira, a EMA divulga que, além da mudança do nome, “foi incluído na informação sobre o produto um aviso sobre eventos de coágulos sanguíneos específicos muito raros, enquanto estão em curso mais investigações sobre uma possível relação causal com a vacina”.

“As pessoas vacinadas devem procurar atenção médica imediata se ocorrerem sintomas de coagulação e/ou hemorragia do sangue”, reforça o regulador no documento, insistindo que “os benefícios da Vaxzevria na prevenção da covid-19 continuam a superar os riscos”.

Nesta actualização, a EMA refere ainda que, desde a aprovação da vacina na UE em 29 de Janeiro passado e até à passada quinta-feira, “mais de 10 milhões de doses de Vaxzevria foram administradas na UE e Espaço Económico Europeu”, muito abaixo das 120 milhões de doses acordadas entre a farmacêutica e a Comissão Europeia para este primeiro trimestre.

Outra polémica esteve relacionada com os episódios de aparecimento de coágulos sanguíneos e da morte de pessoas inoculadas com este fármaco, que levaram a maioria dos países europeus, incluindo Portugal, a suspender por uns dias a administração desta vacina, situação ultrapassada após a garantia da EMA de que é “segura e eficaz”.

Da informação do produto emitida pela EMA consta agora a indicação de que “foi observada muito raramente uma combinação de trombose e trombocitopenia, em alguns casos acompanhada de hemorragias, após a vacinação com Vaxzevria”, pelo que os profissionais de saúde “devem estar atentos aos sinais e sintomas”.

No que toca à campanha de vacinação europeia, até à passada quinta-feira, 18,2 milhões adultos dos perto de 400 milhões de cidadãos da UE tinham já recebido a segunda dose da vacina contra a covid-19, levando a que só 4,1% da população europeia estivesse completamente imunizada.

Bruxelas atribuiu estes níveis baixos de inoculações aos problemas de entrega das vacinas da Vaxzevria para a UE, exigindo que a farmacêutica recupere os atrasos na distribuição e honre o contratualizado.

A meta de Bruxelas é que, até final do verão, 70% da população adulta esteja vacinada.

Os dados divulgados pela instituição na passada quinta-feira revelaram também que foram já administradas 62 milhões de doses de vacinas em relação às 88 milhões distribuídas.

Actualmente, estão aprovadas quatro vacinas na UE: Pfizer/BioNTech (Comirnaty), Moderna, Vaxzevria e Janssen (grupo Johnson & Johnson, ainda não está em distribuição).

Até ao final deste primeiro trimestre, de acordo com Bruxelas, chegarão à UE quase 100 milhões de doses de vacinas, a grande parte da Pfizer/BioNTech (66 milhões, mais do que os 65 milhões inicialmente acordadas), da Vaxzevria (30 milhões de um total de 120 milhões inicialmente acordadas) e da Moderna (10 milhões).

Para o segundo trimestre, a expectativa do executivo comunitário é que cheguem 360 milhões de doses à UE, principalmente da Pfizer/BioNTech (200 milhões), da Vaxzevria (70 milhões de um total de 180 milhões inicialmente acordadas), da Janssen (55 milhões) e da Moderna (35 milhões).

Diário de Notícias
DN/Lusa
30 Março 2021 — 17:45

 

 

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648: Região de Berlim suspende vacina AstraZeneca após nove mortes

SAÚDE/COVID-19/VACINAS/ASTRA-ZENECA

As autoridades alemãs detectaram 31 casos de trombose em pessoas que receberam a vacina contra a covid-19 da AstraZeneca, das quais nove morreram, e o estado alemão de Berlim voltou a suspender o fármaco para maiores de 60 anos.

© EPA/J.J. GUILLEN

O Instituto Paul-Ehrlich, centro de referência em vacinação na Alemanha, constatou que em 19 casos foi detectada uma deficiência de plaquetas no sangue, indicando que dos nove mortos apenas dois eram homens, com 36 e 57 anos, e todos os outros casos de trombose venosa sinusal surgiram em mulheres com idades entre os 20 e os 63 anos, de acordo com a peça da Der Spiegel.

Perante estes dados, o estado alemão de Berlim suspendeu de novo o uso da vacina com o produto da AstraZeneca para maiores de 60 anos, e Dilek Kalayci, principal responsável do departamento de saúde da região, explicou que se tratava de uma medida de precaução, antes de uma reunião de todos os 16 estados da Alemanha onde o tema será discutido.

Relatos de formas pouco comuns de coágulos sanguíneos na cabeça, conhecidos como trombose da veia sinusal, levaram vários países europeus, incluindo Portugal, a suspender temporariamente o uso da vacina da AstraZeneca, no início deste mês.

Após uma revisão do fármaco por parte de especialistas da Agência Europeia de Medicamentos, foi concluído que os benefícios da vacina superavam os riscos, embora tenha sido recomendado que médicos e pacientes deviam ser alertados para possíveis efeitos colaterais raros.

De acordo com o instituto de virologia Robert Koch, na Alemanha, um total de 2,7 milhões de pessoas já receberam doses desse fármaco.

Na Alemanha, 3.877.914 pessoas receberam as duas doses de qualquer vacina contra a covid-19, 4,7% da população, e 9.001.925 (10,8%), pelo menos uma.

Nas últimas 24 horas, 123.170 pessoas na Alemanha receberam a primeira dose da vacina e outras 44.522, a segunda.

Diário de Notícias
DN com Lusa
30 Março 2021 — 14:00

– Não morreram da doença… morreram da “cura”…

 

 

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647: Covid-19 associada a perda auditiva, zumbido nos ouvidos e vertigens

SAÚDE/COVID-19

yusamoilov / Flickr

Alguns pacientes infectados com o novo coronavírus relatam ter sofrido perda auditiva, zumbido nos ouvidos e vertigens, revela um novo estudo.

Alguns vírus, como o do sarampo, papeira e meningite, podem causar dificuldades auditivas, mas e o SARS-CoV-2, o vírus que causa a covid-19?

Nos primeiros meses da pandemia, uma rápida revisão sistemática da covid-19 e das dificuldades auditivas revelou uma possível associação entre a doença e os sintomas audio-vestibulares (perda auditiva, zumbido e vertigens).

No entanto, tanto a quantidade quanto a qualidade dos primeiros estudos eram baixas. Agora que a pandemia está connosco há mais de um ano, mais estudos foram publicados e os investigadores foram capazes de estimar o quão comuns esses sintomas podem ser.

Uma equipa de investigadores identificou cerca de 60 estudos que relatam problemas audio-vestibulares em pessoas com covid-19. A análise dos dados agrupados, publicados recentemente no International Journal of Audiology, revela que 7%-15% dos adultos com diagnóstico de covid-19 relatam sintomas audio-vestibulares. O sintoma mais comum é o zumbido nos ouvidos (ou tinido), seguido de dificuldades auditivas e vertigens.

Tinido

O zumbido nos ouvidos é uma condição comum, que afecta cerca de 17% de todos os adultos. A maioria das pessoas com tinido também apresenta perda auditiva, sugerindo uma forte ligação entre os dois.

Na verdade, o tinido costuma ser o primeiro aviso de que, por exemplo, a exposição a ruídos altos danificou o sistema auditivo. Curiosamente, há relatos de que o tinido é um sintoma comum de covid-19 prolongado, que ocorre quando os sintomas duram semanas ou meses após o desaparecimento da infecção.

O órgão auditivo é extremamente sensível porque quase todas as pessoas sentirão tinido temporário se estiverem num ambiente muito silencioso. Existem também fortes associações entre o zumbido e o stress. Se as pessoas ficam acordadas à noite, stressadas e ansiosas por causa de um prazo iminente, preocupações financeiras ou luto, não é incomum que prestem atenção a ruídos nos ouvidos.

Isto geralmente torna-se menos incómodo quando a fonte de stress e ansiedade é removida. Surpreendentemente, não existem testes clínicos que possam diagnosticar o tinido, então os especialistas em audição confiam em relatos próprios.

A razão pela qual este sintoma está a ser relatado em pessoas com covid-19 não é clara. É possível que o vírus ataque e danifique o sistema auditivo. Por outro lado, o stress mental e emocional da pandemia pode ser o gatilho. Mas precisamos de ter cuidado ao interpretar estas descobertas, pois nem sempre está claro se os estudos estão a relatar sintomas existentes ou novos. O que falta são estudos de boa qualidade que comparem o tinido em pessoas com e sem covid-19.

Perda de audição e vertigens

Dificuldades auditivas associadas à covid-19 foram relatadas numa ampla faixa etária e de gravidade da doença, variando de leve (e tratada em casa) a grave (exigindo hospitalização). Existem vários relatos de casos de perda súbita de audição num ouvido, geralmente acompanhada de tinido.

A perda repentina de audição ocorre em cerca de 20 em cada 100.000 pessoas por ano. É tratado com esteróides para reduzir o inchaço e a inflamação do ouvido interno. Mas o tratamento só tende a funcionar se for iniciado logo após a ocorrência da perda auditiva.

Sabemos que os vírus podem causar perda auditiva súbita, então o SARS-CoV-2 pode ser responsável pelos relatos de casos de perda auditiva em pacientes com covid-19. No entanto, o número de casos em todo o mundo é tão alto que é difícil dizer com grande certeza se os casos de perda auditiva súbita são maiores do que o que geralmente esperamos ver a cada ano.

Outro sintoma comummente relatado em doentes com covid-19 é tontura. Pode ser muito difícil diferenciar isso da vertigem rotatória que é característica de danos ao sistema de equilíbrio do ouvido interno. No entanto, a melhor estimativa é que a vertigem rotatória ocorre em cerca de 7% dos casos de covid-19.

Por ZAP
25 Março, 2021

 

 

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646: Portugal regista mais cinco mortes e 488 novos casos de covid-19

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

José Sena Goulão / Lusa

Portugal registou, esta sexta-feira, mais cinco mortes e 488 novos casos de infecção pelo novo coronavírus, segundo o último boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o último boletim da DGS, dos 488 novos casos, 210 são na região de Lisboa e Vale do Tejo. No Norte há mais 120 infectados do que nas últimas 24 horas, no Centro há mais 53, no Alentejo há mais 52, no Algarve há mais oito e nos Açores e na Madeira há mais 11 e 34 casos, respectivamente.

No total, o número de pessoas infectadas pela doença desde o início da pandemia é agora de 819.698. Há, neste momento, 31.540 casos activos, menos 408 do que na quinta-feira.

Estão também confirmadas 16.819 mortes devido à covid-19, mais cinco óbitos relativamente às últimas 24 horas. A DGS indica que duas ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, duas no Centro e uma no Alentejo.

Neste momento, existem 669 doentes internados em Portugal (menos 26 do que ontem), dos quais 155 nos cuidados intensivos (mais uma pessoa do que ontem).

O boletim da DGS também aponta para mais 891 doentes recuperados, verificando-se já um total de 771.339 pessoas. Há ainda 15.299 pessoas em vigilância pelas autoridades de saúde, mais 264 em relação ao dia de ontem.

Na chamada matriz de risco, Portugal continua no verde. O país tem uma média de 75,7 casos de infecção por 100 mil habitantes, mas o Rt (risco de transmissibilidade) subiu para 0,93.

O decreto do 14.º estado de emergência foi promulgado, esta quinta-feira, pelo Presidente da República. O actual período de estado de emergência termina às 23h59 da próxima quarta-feira, 31 de Março. Esta renovação terá efeitos entre as 00h00 de 1 de Abril e as 23h59 de 15 de Abril.

A pandemia do novo coronavírus superou os 125 milhões de casos de infecção a nível mundial, com o número de óbitos a chegar a 2.756.395, indicou o balanço diário da agência France-Presse.

Governo confirma “desconfinamento a conta-gotas”. Medidas pós-Páscoa decididas na próxima semana

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Filipa Mesquita Filipa Mesquita, ZAP //

Por Filipa Mesquita
26 Março, 2021

 

 

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645: Especialista americano crê que covid-19 nasceu num laboratório em Wuhan

SAÚDE/COVID-19/CHINA

Ex-director do Centro de Controlo de Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse à CNN que acredita que a covid-19 nasceu e “escapou” de um laboratório de Wuhan.

© EPA/ROMAN PILIPEY

O ex-director do Centro de Controlo de Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse esta sexta-feira à CNN que acredita que a covid-19 nasceu e “escapou” de um laboratório de Wuhan, na China.

“Tenho o ponto de vista que a origem mais provável desta patologia era de um laboratório em Wuhan. Escapou”, disse Robert Redfield. “Há outras pessoas que não acreditam nisso. Tudo bem. A ciência acabará por descobrir”, frisou.

O especialista norte-americano referia-se ao ao Wuhan Institute of Virology, o primeiro laboratório de nível 4 de bio-segurança da China.

Redfield refere que “não é incomum que que patógenos respiratórios que estejam a ser trabalhados num laboratório infectem trabalhadores do laboratório”. “Isso não implica qualquer intencionalidade. É a minha opinião. Sou virologista. Passei a minha vida em virologia”, salientou.

O especialista disse que não acredita que o vírus tenha passado de um morcego para um humano e referiu que o vírus já se estava disseminar em Setembro ou Outubro de 2019.

Esta tese contraria as indicações da Organização Mundial de Saúde (OMS), que no início de Fevereiro concluiu que era “extremamente improvável” o vírus ter nascido em laboratório. No entanto, o líder da equipa da OMS que conduziu uma investigação em Wuhan, Peter Ben Embarek, disse que era necessário mais trabalho para identificar a origem do vírus.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.756.395 mortos no mundo, resultantes de mais de 125,4 milhões de casos de infecção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Diário de Notícias
DN
26 Março 2021 — 17:03

 

 

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