627: Mais 41 mortes e 718 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas

 

SAÚDE/COVID-19

Rawpixel

Portugal registou, este domingo, mais 41 mortes e 718 novos novos casos de infecção pelo novo coronavírus, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o último boletim da DGS, dos 718 novos casos, 257 são na região de Lisboa e Vale do Tejo. No Norte há mais 229 infectados do que nas últimas 24 horas, no Centro há mais 97, no Alentejo há mais 50, no Algarve mais 32 e nos arquipélagos da Madeira e dos Açores mais 35 e 18 casos, respectivamente.

No total, o número de pessoas infectadas pela doença desde o início da pandemia é agora de 804.562. Há, neste momento, 69.268 casos activos, menos 987 do que no sábado.

Estão também confirmadas 16.317 mortes devido à covid-19, mais 41 óbitos relativamente às últimas 24 horas. A DGS indica que 26 ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, cinco no Norte, cinco no Centro, três no Alentejo e duas no Algarve.

Neste momento, existem 2165 doentes internados em Portugal (menos 15 do que ontem), dos quais 484 nos cuidados intensivos (menos oito pessoas do que ontem).

O boletim da DGS também aponta para mais 1664 doentes recuperados, verificando-se já um total de 718.977 pessoas. Há ainda 45.414 pessoas em vigilância pelas autoridades de saúde, menos 3076 em relação ao dia de ontem.

A pandemia do novo coronavírus já matou pelo menos 2.526.075 pessoas em todo o mundo, desde que a Organização Mundial de Saúde registou o inicio da doença no final de Dezembro de 2019, segundo informação recolhida pela agência France-Presse.

Por Filipa Mesquita
28 Fevereiro, 2021

 

 

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626: Nova esperança para o Alzheimer

 

SAÚDE/ALZHEIMER

A investigadora Ana Teresa Viegas, da Universidade de Coimbra, descobriu um potencial alvo terapêutico que pode ser fundamental em tratamentos futuros da doença de Alzheimer.

© Maria João Gala /Global Imagens

O Alzheimer é uma patologia neuro-degenerativa, que atinge o hipocampo – a região cerebral onde se formam e consolidam as memórias. Esta doença tem um enorme impacto na saúde mundial, uma vez que ainda não existem terapias eficazes. Mas essa realidade pode mudar graças a uma equipa de investigadores portugueses do Centro de Neuro-ciências e Biologia Celular (CNC).

Ana Teresa Viegas e os seus colegas conseguiram apurar os benefícios do aumento dos níveis do microARN-31 no plasma dos doentes, utilizando ratinhos fêmeas de laboratório. E o sexo dos modelos utilizados é importante, uma vez que o Alzheimer tem particular prevalência em mulheres.

Entre outras observações importantes, os investigadores concluíram que os animais tratados com o microARN-31 apresentavam menores deficits de memória e menores níveis de ansiedade e inflexibilidade cognitiva.

Este estudo, publicado na revista científica Molecular Therapy – Nucleic Acids, foi realizado por uma equipa de cientistas portugueses do Centro de Neuro-ciências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra.

Para saber mais clique AQUI

Diário de Notícias
Paulo Caetano
28 Fevereiro 2021 — 07:00

 

 

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625: Identificada nova variante em Nova Iorque que está a gerar preocupação

 

SAÚDE/COVID-19/NOVAS VARIANTES

Foi detectada uma nova variante do SARS-CoV-2, vírus responsável pela covid-19, em Nova Iorque, que está a gerar preocupação entre os especialistas.

Segundo a CNN, esta nova variante tem mutações que ajudam a evitar a resposta imunológica do nosso corpo, bem como os efeitos dos tratamentos com anticorpos monoclonais.

A nova variante, denominada pelos investigadores de B.1.526, foi identificada em pessoas de vários bairros da cidade de Nova Iorque.

A estação de televisão norte-americana refere que uma das mutações desta nova variante do novo coronavírus é a mesma em relação à variante sul-africana, que os especialistas temem que possa afectar a eficácia da vacina.

“Observamos um aumento constante na taxa de detecção no final de Dezembro a meados de Fevereiro, com um aumento alarmante para 12,7% nas últimas duas semanas”, escreveu uma equipa do Centro Médico da Universidade de Columbia, num estudo que ainda não foi publicado.

Diário de Notícias

25 fev 09:43
Por Susete Henriques

 

 

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624: Covid-19: Perda de olfacto e paladar pode durar até cinco meses

 

SAÚDE/COVID-19/OLFACTO

McKinsey / Rawpixel

A perda dos sentidos do olfacto e do paladar pode durar até cinco meses depois da infecção por covid-19, segundo um estudo preliminar dado a conhecer esta terça-feira, sendo os resultados definitivos apresentados em Abril, noticiou a Lusa.

O neurologista Johannes Frasnelli, da Universidade do Quebeque em Trois-Rivieres, no Canadá, e um dos autores do estudo, recordou que, ainda que a covid-19 seja uma doença nova, investigações anteriores já haviam constatado que muitas das pessoas contagiadas perdem o sentido do olfacto e do paladar nas primeiras etapas.

Segundo explicou o cientista numa nota de imprensa da Academia Americana de Neurologia, o objectivo deste novo trabalho foi ir mais além e observar quanto tempo persiste essa perda de olfacto e paladar, e a sua gravidade.

Os resultados do trabalho serão apresentados na reunião anual da Academia Americana de Neurologia, em Abril.

Na investigação participaram 813 trabalhadores sanitários que testaram positivo à covid-19 e foi pedido a cada um que preenchesse um questionário e realizasse, depois, uma prova caseira para avaliar o seu sentido de paladar e de olfacto, normalmente cinco meses depois do diagnóstico.

Os pacientes qualificaram os seus sentidos de paladar e olfato numa escala de zero a 10, sendo que zero significava que não tinham nenhum sentido e o 10 significava um forte sentido de paladar e olfacto.

Num total de 580 pessoas que perderam o olfacto durante a doença numa fase inicial, 297 participantes disseram que ainda não tinham recuperado o sentido do olfacto cinco meses depois. Em média, as pessoas qualificaram o seu sentido de olfacto com um sete em 10 depois da doença, em comparação com um nove em 10 antes de estarem doentes.

Já 527 participantes perderam o sentido do paladar no início da doença e, deste grupo, 200 pessoas asseguraram que ainda não tinham recuperado o sentido do gosto cinco meses depois. As pessoas qualificaram, em média, o seu sentido do paladar com um oito em 10 depois da doença, em comparação com um nove em 10 antes da doença.

“Os nossos resultados demonstram que um sentido do olfacto e do paladar deteriorado pode persistir num número de pessoas com covid-19”, disse Frasnelli, realçando a importância de ser feito um seguimento das pessoas infectadas e a necessidade de se continuar a investigar para descobrir o alcance dos problemas neurológicos associados à doença.

Os investigadores reconhecem algumas limitações deste estudo, entre as quais, a natureza subjectiva das qualificações de odor e sabor.

Uma dose reduz até 94% o risco de hospitalização

Investigadores analisaram os internamentos nos hospitais escoceses, comparando as pessoas que já tomaram a primeira dose e as que ainda não foram vacinadas, concluindo que houve uma redução de 85% a 94% na necessidade de cuidados hospitalares nos que já receberam a primeira toma da AstraZeneca ou da Pfizer, escreveu a Sky News.

“Esses resultados são muito encorajadores e dão-nos boas razões para estarmos optimistas relativamente ao futuro”, indicou Aziz Sheikh, o coordenador científico do estudo, ainda não revisto pelos pares.

“Agora temos evidências nacionais – em todo o país – de que a vacinação oferece protecção contra hospitalizações por covid-19”, acrescentou.

ZAP ZAP // Lusa

Por ZAP
25 Fevereiro, 2021

 

 

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623: Há uma “grande probabilidade” de variante de Manaus se tornar dominante em Portugal, diz Sociedade Brasileira de Virologia

 

SAÚDE/COVID-19/VARIANTES/BRASIL

Mário Oliveira / SEMCOM

A variante do SARS-CoV-2 detectada em Dezembro em Manaus, no Brasil, pode vir a tornar-se dominante em Portugal, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Virologia, Flávio Guimarães da Fonseca, apesar de no momento ainda ser a variante britânica a dominar os novos casos.

“Esse cenário é absolutamente possível”, disse o responsável pela sociedade Brasileira de Virologia, na terça-feira à Rádio Observador.

“Actualmente, 80% dos casos de covid-19 na cidade de Manaus são causados pela variante brasileira P1. Todos os vírus, quando se multiplicam, geram vários mutantes, e quando estes têm vantagem em relação às amostras originais, acabam por predominar em pouco tempo. Isso aconteceu em Manaus, no Reino Unido (em relação à variante britânica), e infelizmente pode acontecer também em países que acabam por receber essas novas variantes com este elevado grau de infecciosidade”, acrescentou.

A possibilidade de que a variante brasileira se espalhe em Portugal é real, “se não forem tomadas medidas de contenção, como o distanciamento social e mesmo a vacinação, que possa conter a expansão dessa nova variante”, continuou o especialista. No domingo, foram confirmados os primeiros sete casos da variante brasileira em território nacional.

O virologista disse que a variante brasileira contém mutações detectadas na variante do Reino Unido e outras na variante sul-africana, particularmente uma “que permite ao vírus escapar da acção de anticorpos gerada por uma infecção prévia” ou “pela vacinação”.

Foi ainda detectada a “P2”, que predomina no Brasil, originalmente detectada no Rio de Janeiro. Um estudo realizado da Fundação Oswaldo Cruz, de final de Janeiro, mostrou que esta já estava presente em 91% dos casos analisados do Amazonas, cuja capital é Manaus.

Flávio Guimarães da Fonseca defendeu que a pandemia no Brasil “está longe de estar controlada”, devido à pouca percentagem de pessoas vacinadas e ao número escasso de doses adquiridas, “por causa do fracasso da política do governo brasileiro em adquirir doses suficientes para realizar uma vacinação em massa”.

“Perante este cenário, o resultado é uma população pouco complacente em relação às medidas de combate à pandemia, a ausência de vacinas e a existência de variantes muito infecciosas. Este é um cocktail bastante explosivo, e, por isso, há muita preocupação entre as autoridades de saúde pública e a população em geral, relativamente à ampla disseminação das novas variantes brasileiras”, considerou.

O virologista apontou para “um pico de infecções, mortes e sobrecarga dos hospitais logo no meio do mês de Janeiro, depois das festas de fim de ano” e para um “descuido muito grande da população de uma forma geral”, que levou a um “pico nos casos de covid-19”, que entretanto já começaram a baixar.

Flávio Guimarães da Fonseca sublinhou a fraca adesão da população às medidas de combate à pandemia e o ritmo muito lento de vacinação no país.

Por Taísa Pagno
24 Fevereiro, 2021

 

 

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622: Novo estudo indica que coronavírus pode sobreviver na roupa até 72 horas

 

SAÚDE/CORONAVÍRUS/ROUPAS

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De acordo com um estudo britânico, o novo coronavírus pode sobreviver na roupa ao longo de até 72 horas. Os especialistas alertam que pode ainda ser transferido da roupa para outras superfícies.

Um estudo da universidade britânica De Montfort University (DMU), indica que o vírus que provoca a covid-19, à semelhança de outros coronavírus, pode sobreviver na roupa ao longo de até 72 horas e assim transferir-se para outras superfícies.

É mais um de vários estudos feitos nos últimos meses que tenta compreender o risco que as superfícies podem ter na transmissão do vírus. Meses antes, já tinham sido divulgadas pesquisas que davam conta do perigo de objectos como dinheiro (notas e moedas) e ecrãs (como os dos smartphones).

O estudo da DMU sugere que o tipo de tecido onde o coronavírus consegue manter-se activo durante mais tempo é o poliéster, um material onde o vírus consegue permanecer vivo ao longo de três dias.

Para além disso, pode também ser transferido daquela superfície para outra e continuar activo. Nos tecidos de 100% algodão o vírus mostrou durar 24 horas, ao passo que noutros tecidos sintéticos sobrevive apenas seis horas.

Conduzido por uma equipa de virulogistas e microbiologistas daquela universidade britânica, o estudo foi realizado através da disseminação de gotículas contendo um “modelo” de vírus semelhante ao Sars-CoV-2.

Agora, a equipa de investigadores recomenda que os hospitais lavem com processos industriais todos os uniformes e equipamentos de protecção individual reutilizáveis, diz o Observador.

“Quando a pandemia começou, havia um entendimento muito escasso sobre o tempo que o coronavírus poderia sobreviver nos têxteis”, afirmou Katie Laird, microbiologista que trabalhou neste estudo e que avisa que “se os enfermeiros e profissionais de saúde levarem as batas e uniformes para casa, poderão deixar rastos do vírus noutras superfícies”.

Ainda assim, a DMU alerta que mesmo lavando os têxteis a temperaturas elevadas “isso não elimina o vírus e não elimina o risco de que a roupa contaminada deixe rastos do coronavírus noutras superfícies em casa ou nos carros”.

ZAP ZAP //

Por ZAP
24 Fevereiro, 2021

 

 

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