Sonhos repetidos funcionam como “um aviso”

Neurociências

O professor de Psiquiatria e de Ciências da Consciência da Faculdade de Medicina de Lisboa, Mário Simões, defendeu hoje que os sonhos repetidos devem ser valorizados pelo próprio indivíduo, porque funcionam como “uma mensagem, uma espécie de aviso”.

Contudo, em declarações à Lusa no Simpósio Aquém e Além do Cérebro, a decorrer no Porto, até sábado, o especialista considerou que no que respeita à interpretação dos sonhos “apenas os repetidos devem ser valorizados para perceber a mensagem dos seus mecanismos inconscientes de percepção da vida”. Os restantes devem ser “colocados na máquina trituradora”.

“Sabemos hoje que os sonhos são uma grande central de tratamento do lixo do dia-a-dia. Eu diria que 90 por cento dos nossos sonhos são para tratar do lixo do dia, para no dia seguinte termos novas ideias”, afirmou.

O psiquiatra referiu à Lusa que actualmente “conhece-se muito sobre a patologia, sobre algumas funções que o sono e o sonho têm. As mais conhecidas são sobre a memória e hoje viu-se, aqui, que as memórias durante a vida são integradas e fortalecidas no sono, mas também no sonho”, sustentou.

“Quanto a outras funções do sonho, vamos tentar perceber se são aquelas que Freud falou como sendo uma realização de desejos insatisfeitos, possivelmente também são, mas também sabemos que as pessoas que são privadas de sonhar à noite têm problemas de saúde”, disse.

Mário Simões apontou “problemas não só ligados às insónias. Em termos sociais as pessoas que tem má qualidade de sono e de sonhos ou que não sonham são as mais irritáveis no dia seguinte, com mais erros de atenção, no desempenho na condução e no seu trabalho”.

“Em animais, sabe-se que quando não sonham nada vêm a morrer em curto prazo com infecções graves, imunológicas”, frisou, referindo que o mesmo acontece com as pessoas que privadas de sono ou sonho podem sofrer alterações neuro-imunológicas.

Proporcionar um maior conhecimento sobre o sono e o sonho, o impacto que têm na vida do indivíduo e na sociedade e apontar novos caminhos na investigação científica mundial em neurociências nestes domínios são objectivos do simpósio organizado pela Fundação Bial que conta com a presença de alguns dos líderes na investigação científica mundial neste domínio.

O encontro, que vai já na 9.ª edição, é este ano dedicado ao “Sono e Sonhos” com o intuito de esclarecer questões como: “Porque se dorme? O que se passa no corpo humano quando se dorme? Qual a influência do sono (ou sua ausência) na sociedade? Porque se sonha? ou “O que representam os sonhos?”.

Hoje esteve em discussão a neurobiologia dos processos do sono e da cognição, estando agendada para sexta-feira a discussão sobre os aspectos anómalos subjacentes aos sonhos.

In Diário de Notícias online
por Lusa
29/03/2012

43: Tomilho eficaz na combate ao acne

Descoberta

Tomilho # Fotografia © Arquivo Global Imagens

Erva aromática comprovou que destrói de forma mais eficaz do que alguns produtos (inclusive os que precisam de receita médica) o acne, problema que afecta muitas pessoas, principalmente na adolescência.

A investigação foi feita na Universidade de Leeds, em Inglaterra, e não foi apenas o tomilho a ser testado. Os especialistas experimentaram ainda calêndula e mirra. As três substâncias, separadamente, foram testadas com álcool, e apesar de todas terem revelado ser potenciais “armas” no combate ao acne (em cinco minutos destruíram a bactéria), foi o tomilho que revelou ser mais eficaz.

O estudo mostrou que a erva aromática apresenta melhores resultados que muitos dos produtos actualmente no mercado, inclusive alguns que são apenas vendidos mediante receita médica.

“Agora precisamos de realizar outros testes em condições mais idênticas às condições reais da pele e ver como estas misturas reagem a nível molecular. Podemos estar perante uma alternativa natural aos actuais tratamentos”, salienta, citada pelo ABC, Margarita Gómez-Escalada, que lidera a equipa de investigação.

In Diário de Notícias online
29/03/2012

42: Chocolate pode ajudar a emagrecer

Saúde

Chocolate preto tem propriedades anti-oxidantes # Fotografia © Nicola Solic-Reuters

Contraria o senso comum, mas o consumo regular deste alimento é saudável e os que o evitam ficam mais gordos.

As pessoas que consomem chocolate várias vezes por semana, poderão ser mais magras do que aquelas que evitam este alimento, sugere um estudo realizado nos Estados Unidos e cujos resultados foram publicados na revista científica Archives of Internal Medicine. A contrariar o senso comum, a investigação apurou que o elemento importante é a frequência do consumo de chocolate e não a quantidade consumida. Enfim, pode comer-se, desde que seja de forma regular.

Os cientistas investigaram 1000 pessoas, observando a sua dieta, consumo de calorias e índice de massa corporal (IMC), indicador que identifica a obesidade. Ora, o consumo regular de chocolate, apesar de implicar a absorção de muitas calorias, estava ligado a um IMC mais baixo. As hipóteses destes resultados serem obtidos por acaso são de apenas 1%, dizem os investigadores, liderados por Beatrice Golomb, da Universidade da Califórnia em San Diego.

Com esta base estatística, a conclusão da equipa é de que a composição das calorias tem importância na formação do peso. E o chocolate preto é um alimento que os cientistas sabem ter efeitos positivos para o organismo, pois possui anti-oxidantes que eliminam os radicais livres instáveis capazes de danificarem as células, além de outros compostos que melhoram a pressão arterial ou o nível de colesterol. Apesar de todos estes aspectos positivos, a informação não exclui a prudência. Demasiado chocolate fará certamente engordar. Comer de vez em quando, além de uma prazer, será também benéfico.

In Diário de Notícias online
por LN
26/03/2012

41: Tomar aspirina diariamente pode prevenir e tratar cancro

Cientistas de Oxford descobriram que tomar uma dose de aspirina diariamente pode prevenir e até ajudar a tratar alguns tipos de cancro.

Num estudo publicado pela revista científica The Lancet, Peter Rothwell, da Universidade de Oxford, defende que a aspirina não só reduz o risco de desenvolver vários tipos de cancro, como também parece impedir a doença de se espalhar e criar metasteses.

Os mesmos investigadores tinham já relacionado o consumo da aspirina com a redução do risco de contrair cancro, no entanto, o seu trabalho anterior, sugeria que seria necessário tomá-la durante mais de dez anos para que houvesse protecção. Porém, e de acordo com os resultados agora divulgados, o efeito protector pode ocorrer em menos tempo, entre três a cinco anos.

O estudo, que envolveu mais de 77 mil pacientes, concluiu que o consumo de uma dose baixa (75 a 300 mg) de aspirina durante um período de três anos reduziu em um quarto o número total de cancros. Com os pacientes divididos em dois grupos, em que apenas um consumia o medicamento, verificou-se que no grupo que consumia a aspirina houve menos casos de doença – nove em mil contra 12 em mil.

Os especialistas são, no entanto, cautelosos em recomendar o consumo diário do medicamento, pois informam que pode provocar efeitos colaterais perigosos, nomeadamente sangramentos estomacais. Advertem, por isso, que a toma deve ser sempre aconselhada por um médico consoante o historial do paciente.

In SOL online
22 de Março, 2012

40: Conheça os mitos em torno do consumo de café

O café é a segunda bebida mais consumida no mundo, sendo apenas superada pela água. Não graças aos portugueses

O café, tão enraizado na cultura portuguesa, ao contrário do que se pensa, é mais consumido pelos restantes europeus do que por nós próprios.

Enquanto nos restantes países da Europa o consumo desta bebida ronda os 5,79 quilos por pessoa ao ano, em Portugal o consumo anual anda à volta dos 4,26 quilos por pessoa. Só na Finlândia, a ingestão é de cerca de 13 quilos per capita ao ano. Fazendo as contas, os portugueses bebem menos 35% de café que a média europeia e menos 70% que os finlandeses.

Uma particularidade do consumo português de café prende-se com o facto de ser ingerido essencialmente fora do lar, representando cerca de 80% do consumo total. Bebemos café, na maioria das vezes, em locais de convívio, como é o caso dos restaurantes, dos snacks, dos cafés, dos hotéis e dos bares.

Sabia que a cafeína é a substância far­macologicamente activa mais utilizada e mais estudada? Apesar disso, continuam a existir uma série de mitos em torno do seu consumo. Quem nunca ouviu que faz mal ao coração, que as grávidas não o devem beber e que é proibido dar às crianças? Estas conclusões não passam de mitos e há evidência científica a comprovar o contrário.

Tome nota dos mitos apontados pelo programa Café & Saúde da Organização Internacional do Café, baseado nas conclusões do Institute for Scientific Information on Coffe.

1. Beber café faz mal à saúde. Não podia ser menos verdade.Beber café de forma regular, cerca de 3 a 4 chávenas por dia, é o ideal. Ao contrário do que se possa pensar, até traz benefícios terapêuticos. Se, por acaso, não beber café por achar que faz mal, pense melhor. Aproveite o prazer de saborear um bom café!

2. Beber café aumenta o risco de doença cardiovascular. Também não é verdade.O consumo moderado de café não está associado a ataques cardíacos, arritmia ou hipertensão. Pelo contrário, vários estudos sugerem que o café pode ajudar a reduzir este tipo de patologia.

3. Grávidas não devem beber café. O importante é que reduzam a dose diária, não que parem de beber café. Duas chávenas (80-100mg) diárias de café é aceitável.

4. Café desidrata. Errado. As evidências científicas não suportam um efeito diurético significativo e afirmam que o café pode contribuir para a ingestão diária de líquidos, não levando a desidratação ou a perdas significativas de fluidos corporais.

5. O consumo de café é viciante. Mito. Se remover a ingestão de café, é normal que sinta dores de cabeça e até maior sonolência, mas isso é só ao início. Se deixar de beber café de forma gradual, não passa por nenhum destes sintomas.

6. Descafeinado é mais saudável do que café. Mito: O descafeinado é apenas uma opção para os indivíduos mais sensíveis à cafeína ou que sentem dificuldade em adormecer.

Como nem tudo que se diz é mito, tome nota do que é verdade:

1. Beber café ao fim do dia ou à noite pode afectar o sono. Facto. Há muita gente sensível à cafeína, sendo por isso preferível que evitem beber café cerca de quatro horas antes de se deitarem.

2. Beber café aumenta o desempenho desportivo. Facto. O desempenho desportivo está directamente ligado ao consumo de cafeína (3-4mg/kg). Estudos comprovam e relacionam a ingestão de cafeína à performance, resistência e a uma redução na percepção de esforço.

3. Beber café ajuda na concentração e no estado de alerta. Facto. Uma porção de 75mg de cafeína, a quantidade encontrada em cerca de uma “bica”, é o suficiente para aumentar o estado de atenção e de alerta. Os efeitos estimulantes são observados entre 15 – 45 minutos após o consumo e normalmente duram cerca de quatro horas.

In jornal i online
Por Solange Sousa Mendes
publicado em 15 Mar 2012 – 17:25

39: Doentes de Alzheimer seguidos em tempo real através de satélite

A Junta de Freguesia de Matosinhos vai acompanhar, em tempo real, através de GPS e GSM, os movimentos dos doentes de Alzheimer da região, para combater o número de idosos que são encontrados perdidos nas ruas.

Segundo um comunicado enviado esta sexta-feira à Agência Lusa, o projecto de apoio social tem como objectivo acompanhar e localizar os doentes com esta patologia que, por vezes, são encontrados nas ruas da cidade e não conseguem regressar, sozinhos, a casa.

“Este projecto surge porque muitos idosos com esta patologia são encontrados nas ruas de Matosinhos, não conseguindo identificar a sua habitação e, por vezes, sem qualquer tipo de documento que os identifique, dificultando o seu retorno à família”, pode ler-se no documento.

O projecto, que pretende também ser uma “sugestão inovadora para todo o país”, é apresentado no dia 30 de Março, pelas 11horas, em Matosinhos.

In Jornal de Notícias online
09/03/2012
Publicado às 17.06

[Nota] – Pena que esta acção seja, por enquanto, remetida apenas a Matosinhos. Dada a gravidade da situação, o Estado tinha por obrigação e dever estender este tipo de “vigilância” a todo o País! Porque os doentes de Alzheimer não residem apenas em Matosinhos mas encontram-se espalhados, infelizmente, por todo o Portugal!

38: Dadores de medula óssea ultrapassam os 280 mil

Campanha para ajudar filho de Carlos Martins aumentou doações

Gustavo, filho do futebolista Carlos Martins, continua à espera de um dador compatível

O número de dadores de medula óssea inscritos na base nacional ultrapassa os 280 mil, número alcançado com a ajuda dos cerca de 40 mil que se inscreveram para ajudar o filho do futebolista Carlos Martins.

Em resposta por escrito à agência Lusa, o presidente do conselho directivo do Instituto Português do Sangue e Transplantação adiantou que actualmente o número de dadores tipados inscritos na Base de Dados Mundial de Dadores de Medula (BMDW, na sigla em inglês) é de 281.132.

“No ranking mundial de números de dadores por milhão de habitantes, Portugal está em 3.º lugar e, no Europeu em 2.º, atrás da Alemanha”, adiantou Hélder Trindade, acrescentando que, nesta contagem, só são considerados os países com mais de cinco milhões de habitantes.

O número foi alcançado graças aos vários apelos feitos, em Novembro do ano passado, para ajudar o filho de Carlos Martins, Gustavo, que necessita de um dador de medula óssea compatível.

À criança, de três anos, foi diagnosticada uma aplasia medular, o que se traduz na incapacidade de produção de plaquetas.

De acordo com Hélder Trindade, desde o início da campanha ‘Vamos ajudar o Gustavo’, “foram inscritos cerca de 40 mil novos dadores” no Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão (CEDACE).

No entanto, desde o início do ano, o número de novos dadores inscritos “tem vindo a aproximar-se dos níveis habituais, quando não há campanhas dirigidas para um doente específico”, acrescenta ainda o presidente do conselho directivo do Instituto Português do Sangue e Transplantação, não especificando valores.

In Correio da Manhã online
09/03/2012 | 15h59

37: Cancro oral mata cada vez mais em Portugal

Rastreio vai avançar para travar tumor

O rastreio é feito normalmente em clínicas dentárias, e as pessoas vão cada vez menos ao dentista por dificuldades financeiras, referiu Fernando Leal da Costa

O Governo anunciou a criação de um programa nacional de rastreio do cancro oral, tumor que está a aumentar em Portugal e que tem elevada taxa de mortalidade, devido sobretudo à falta de detecção precoce.

O bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas (OMD), Orlando Monteiro, revelou que o cancro oral está a aumentar, principalmente nas mulheres e nos jovens, devido ao aumento do consumo de álcool e tabaco. No entanto, 25 por cento destes cancros verificam-se em pessoas que não fumam nem bebem.

Segundo Orlando Monteiro, é fundamental o rastreio para detectar precocemente este tipo de cancro, um dos mais fáceis de detectar e curar, se diagnosticado em fase inicial.

Questionado pela Lusa, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Leal da Costa, mostrou-se preocupado e adiantou que o Governo está a estudar soluções.

O governante confirmou haver uma proposta da OMD e assegurou que vai “trabalhar com a Direcção-Geral da Saúde (DGS) para desenhar um programa de rastreio nacional e encontrar maneira de o financiar”.

“Vamos implementar e manter junto dos médicos dentistas uma maior capacidade e um programa organizado de rastreio de cancro oral”, afirmou Leal da Costa.

Para o bastonário, o rastreio é uma medida fundamental para detectar precocemente este tipo de cancro, um dos mais fáceis de detectar e curar, se diagnosticado em fase inicial.

“Mas, paradoxalmente, 50% das pessoas com cancro oral morrem e a taxa de sobrevida é muito baixa, com morte ao fim de cinco anos”, disse, considerando ser uma taxa de mortalidade muito elevada para o tipo de cancro que é.

O problema é que o rastreio é feito normalmente em clínicas dentárias, porque o Serviço Nacional de Saúde (SNS) não tem resposta, e as pessoas vão cada vez menos ao dentista por dificuldades financeiras, um cenário que tende a agravar-se mais ainda devido à crise, explicou.

“Os sinais de alerta, que podem ser detectados com um espelho e uma boa luz, são manchas ou lesões na boca que não desaparecem, e dificuldade persistente em mastigar ou engolir”, explicou.

“Há uma relação directa entre o tabaco e o cancro oral, e o que puder ser feito, nós faremos, para minimizar o tabagismo em Portugal”, afirmou Fernando Leal da Costa.

O bastonário dos dentistas alertou ainda para a necessidade da falta de dados estatísticos em Portugal sobre este tipo de cancro, revelando ser “uma das poucas situações neoplásicas não avaliadas”.

Os médicos reportam-se normalmente, para estes cancros, aos dados internacionais, pois no país só existem os registos dos institutos de oncologia (embora muitos casos passem por outras instituições de saúde).

Os mais recentes datam de 2001 e já apontavam para um aumento da incidência, principalmente na região do sul do país e em pessoas com hábitos de alcoolismo e tabagismo, maus cuidados de higiene oral e dentária e baixo poder económico. À data, o cancro oral matava 300 pessoas por ano.

Este sábado decorre em Lisboa uma conferência internacional sobre ‘Cancro Oral e Saúde Oral em Portugal’, em que vão ser debatidos estes e outros problemas e apresentados exemplos de sucesso, nomeadamente em Espanha.

In Correio da Manhã online
09/03/2012 | 14h021

36: A Diabetes na sua Mão

Livro

Livro procura dar resposta às questões sobre uma doença que, por cá, afecta um milhão de pessoas.

Num País onde quase um milhão de pessoas sofre com diabetes, quase metade das quais sem saber, toda a informação sobre a doença parece pouca. Com isso em mente, Francisco Sobral do Rosário e José Manuel Boavida apresentam sexta-feira, no âmbito do Congresso Nacional de Diabetes, o livro A Diabetes na sua Mão.

Um livro que, segundo os autores, «procura ser, antes do mais, uma cartilha fundamental ao serviço das pessoas que acabaram de saber que têm a doença ou que querem saber como se tratar melhor».

E porque, acrescentam ainda, «não basta saber que se deve comer menos e andar mais. Para se ser verdadeiramente autónomo no dia-a-dia, há que conhecer a doença». O que justifica a abordagem de temas como o que é a diabetes do tipo 2, o seu tratamento, a vigilância da doença, ou ainda o que significa, de facto, ser diabético, dando resposta a questões como: «vou deixar de poder comer doces?».

In Destak online
08 | 03 | 2012 17.25H

Pedido de ajuda – doença de Targardt

Tendo recebido hoje este e-mail, aqui fica o pedido de ajuda para quem tiver conhecimento neste assunto.

O grande objectivo deste email é tentar arranjar maneira de contactar pessoalmente, familiares ou amigos de pessoas que sofram da mesma ou semelhante doença – degeneração da mácula

SÓ PARA REENCAMINHAR. Não é para pedir dinheiro… Pelo teor de carácter de ajuda agradeço que leiam e divulguem pelos contactos.

Obrigada e bem hajam.

Exmo(a) Senhor(a)

Vivo nos arredores de Lisboa e sou pai de uma menina, agora com 7 anos, que é portadora da doença de TARGARDT (degeneração da mácula), o que faz com que perca a visão central, doença essa que é actualmente incurável, mesmo no estrangeiro.

Como não é fácil obter informações a nível nacional, resta-me a Internet para adquirir um conhecimento mais profundo que me ajude a lidar com esta doença, pois mesmo em Lisboa a única ajuda que me foi facultada foi de uma associação (mais concretamente a Associação de Retinopatias de Portugal), associação essa que também padece do problema de falta de apoio, pois é uma entidade privada.

O grande objectivo deste email é tentar arranjar maneira de contactar pessoalmente, familiares ou amigos de pessoas que sofram da mesma ou semelhante doença, para fazer um rastreio, com um único pensamento: Difundir e trocar informações acerca desta doença. POR FAVOR divulguem este email pelos vossos contactos e/ou se tiverem conhecimento pessoal de um caso semelhante, agradecia que me contactassem:

rgoncalves@creditoagricola.pt

MUITO E MUITO OBRIGADO
Rui Gonçalves
P.F., não ignorem a mensagem. Ler e reencaminhar não custa nada.
Obrigado.