Diabetes tipo 2 revertida em ensaio “histórico”

 

Um grupo de investigadores de várias universidades conseguiu por em remissão a diabetes tipo 2, uma doença que até agora se pensava ser irreversível.

A experiência contou com vários pacientes diabéticos e com excesso de peso, de idades entre os 20 e os 65 anos, escolhidos de forma aleatória, que tinham sido diagnosticados com diabetes tipo 2 nos últimos 6 anos e que não estavam a receber insulina.

Os participantes foram postos numa dieta líquida pobre em calorias, desenvolvida especificamente para gerar uma grande perda de peso, num período de 2 a 5 meses.

A dieta consistia em sopas ou batidos, feitos a partir da dissolução de saquetas de pó em água, com cerca de 200 calorias cada uma. Cada saqueta correspondia a uma refeição.

Ao mesmo tempo, os pacientes deixaram de tomar qualquer medicamento contra a diabetes ou contra a hipertensão que estivessem a tomar no momento.

O estudo concluiu que:

– 46% dos pacientes que participaram na experiência entraram em remissão um ano depois.

– 86% dos pacientes que perderam 15 ou mais quilos ficaram com a diabetes tipo 2 em estado remissivo.

– Apenas 4% dos pacientes do grupo de controlo, que continuaram a receber os tratamentos usados atualmente para a diabete tipo 2, entraram em remissão.

“É um verdadeiro momento histórico”, explica Roy Taylor, co-autor do estudo e professor na Universidade de Newcastle, no Reino Unido, à BBC.

“Antes de começarmos este tipo de trabalho, os médicos e especialistas consideravam a [diabetes] tipo 2 irreversível”, diz. “Mas se formos ousados e tirarmos as pessoas do seu estado perigoso [o excesso de peso], elas conseguem a remissão da diabetes”.

No entanto, este método de ação é apenas um tratamento contra o diabetes, e não uma cura. Os investigadores estimam que, caso os pacientes recuperem o peso que perderam, a diabetes tipo 2 possa voltar.

“Agora temos provas concretas que uma perda de peso de 10-15kg é suficiente para dar a volta a esta doença”, afirma Michael Lean, professor na Universidade de Glasgow e coautor do estudo.

Mas como é que a perda de peso influencia a diabetes?

A gordura que se acumula em volta do pâncreas causa stress nas células beta, responsáveis pela produção de insulina, que regula os níveis de açúcar no sangue. Isto faz com que a insulina não seja devidamente produzida e que os níveis de açúcar no sangue subam descontroladamente.

Através da perda de peso, a gordura que envolve o pâncreas pode ser dissolvida e o órgão pode voltar ao seu funcionamento normal.

Segundo dados de 2014, 8,5% da população adulta mundial sofre de diabetes, reporta a Organização Mundial de Saúde.

msn lifestyle
10/12/2017

 

252: A canela queima células de gordura e ajuda na perda de peso

 

A canela pode ser o segredo para perder peso, de acordo com investigadores da Universidade de Michigan que estudaram a forma como a especiaria interage com as células de gordura.

Segundo um novo estudo, o cinamaldeído, composto orgânico que dá à canela o seu sabor, faz com que as células de gordura queimem calorias para criar calor, um processo conhecido como termogénese. Esta capacidade de transformar a gordura em energia faz com que a substância ganhe importância na luta contra a obesidade.

O estudo, publicado na revista Metabolism, recorda que o cinamaldeído já mostrou ter um efeito anti-obesidade em ratos, inclusivamente na prevenção de hiperglicemia, que é um nível alto de açúcar no sangue. A nova pesquisa analisou agora com detalhe o mecanismo por trás dessa qualidade protectora na canela.

A equipa de investigadores tratou células de ratos e de gordura humana com cinamaldeído e descobriu que o composto fez com que as células de ambas as espécies apresentem genes e enzimas ligados à actividade metabólica.

O tecido humano analisado foi retirado de múltiplos dadores, com diferentes etnias e idades, e com uma variedade de IMC, índice de massa corporal.

Segundo uma nota da Universidade de Michigan, os antepassados dos humanos não tinham disponíveis muitos alimentos ricos em gordura, pelo que o seu organismo guardava gordura, que era armazenada para ser usada quando estava frio. Em muitos casos, hoje, no entanto, esse armazenamento de gordura tornou-se excessivo e desnecessário.

O novo estudo fornece “uma explicação para os efeitos anti-obesidade do cinamaldeído e os seus benefícios metabólicos em seres humanos”, diz o professor Jun Wu, investigador do Instituto de Ciências da Vida da Universidade de Michigan e autor do estudo.

“Dado o amplo uso da canela na indústria alimentar, a noção de que este popular aditivo alimentar pode activar a termogénese em vez de uma qualquer droga, pode conduzir a novas abordagens terapêuticas contra a obesidade – que sejam muito mais adoptadas pelos participantes”, acrescenta o cientista.

“A canela tem feito parte da nossa dieta há milhares de anos, e as pessoas geralmente gostam dela”, explica Jun Wu. “Então, se pode ajudar-nos a proteger contra a obesidade, também pode tornar mais fácil que os pacientes a adoptem”.

São ainda necessários adicionais para entender melhor os efeitos do cinamaldeído no corpo, incluindo possíveis efeitos negativos da ingestão excessiva, e para descobrir a melhor forma de o usar na luta contra a obesidade. Até lá, sempre com moderação, não dispense uns pozinhos de canela no seu arroz doce ou pastel de natas.

ZAP // Ciberia / Science Daily

Por CC
27 Novembro, 2017

 

251: Robô aperta o coração para manter o sangue a circular em órgãos danificados

 

Cientistas desenvolveram um pequeno robô que aperta o coração para ajudar órgãos danificados a manter o fluxo apropriado de sangue a correr no corpo humano.

A parte que fica à volta do coração é flexível e há um sistema com duas âncoras presas a duas paredes do órgão para fazer com que o átrio ou ventrículo se abra e se feche. Enquanto a parte externa espreme o coração, as âncoras internas manipulam as paredes do órgão.

Quando a parte externa relaxa, tiras elásticas ajudam a parede do coração a voltar à posição original, ficando cheia de sangue que será bombeado para fora. Isto ajuda o coração a bater de forma mais precisa do que com os outros equipamentos utilizados até agora.

Outra grande vantagem desta nova bomba cardíaca é que não há contacto do sangue com o equipamento. Nestes casos, esse contacto exige o uso de anticoagulantes para prevenir a formação de coágulos.

“É sempre difícil manter o equilíbrio da medicação, especialmente em pacientes pediátricos, que correm o risco de sangrar excessivamente ou de coágulos perigosos”, afirma o cirurgião cardíaco Nokolay Vasilyev, do Hospital Infantil de Boston, nos EUA.

O implante do mecanismo é minimamente invasivo e, de acordo com os médicos que trabalham nesta nova tecnologia, tem um baixo risco para os pacientes.

Quando ficará disponível?

Por enquanto, o novo dispositivo está a ser testado em corações de porcos vivos, em diferentes simulações que imitam várias formas de problemas cardíacos humanos. Essas experiências não incluem o implante permanente nos animais, apenas é usado de forma temporária.

O próximo passo será deixar o dispositivo num animal durante alguns meses, para verificar se o sangue é bombeado da forma correta e necessária.

Depois desta fase, o pequeno robô será testado em voluntários humanos. Se tudo correr como planeado, o equipamento estará disponível daqui a pelo menos três anos para ajudar os 23 milhões de pessoas que sofrem de insuficiência cardíaca, segundo os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

ZAP // HypeScience

Por HS
27 Novembro, 2017

 

250: Beba 3 cafés por dia (o risco compensa)

 

(CC0/PD) tookapic / pixabay

Um estudo, publicado recentemente, desmistificou a ideia de que consumir três chávenas de café por dia está associado a um deterioramento da saúde. O consumo de cafeína traduz-se, pelo contrário, num aumento de vantagens para a saúde a curto e a longo prazo.

O consumo de três ou quatro chávenas de café diárias está associado a uma menor probabilidade de desenvolver problemas cardiovasculares, como ataques de coração ou derrames cerebrais, e doenças hepáticas, como a cirrose.

O estudo, publicado esta semana na British Medical Journal, defende que o risco de desenvolver uma doença cardíaca é 19% menor nas pessoas que consomem café regularmente.

No entanto, o consumo não deve ser exagerado, e deve ser ajustado à condição de saúde de cada consumidor em particular. No caso das grávidas, por exemplo, a ingestão de cafeína não deve ultrapassar as 200mg diárias, isto é, cerca de duas chávenas de café.

Segundo a BBC, o estudo reúne uma análise estatística de 218 pesquisas anteriores – que apresentaram cerca de 70 resultados distintos – e foi conduzido na faculdade de medicina da Universidade de Southampton, no Reino Unido.

A investigação, a cargo de Robin Poole, um especialista na área da saúde, revela que, apesar desta correlação, não é possível afirmar que o café é o principal responsável pela menor incidência de doenças. Factores como a idade, o tabagismo, e a prática de exercício físico podem ter efeito na saúde das pessoas.

O professor Paul Roderick, co-autor do estudo, sustenta, porém, que “os benefícios do consumo moderado de café parecem superar os riscos“.

Os investigadores admitem que é difícil precisar o impacto do café na saúde das pessoas. O máximo que conseguiram, até agora, foram associações positivas entre quem bebe café e a incidência de determinadas doenças, se comparado aos que não consomem ou consomem em menor quantidade.

Eliseo Guallar, professor na escola de saúde pública John Hopkins Bloomberg, é comedido em relação aos resultados, e ressalva que os efeitos da ingestão de grandes quantidades de cafeína ainda são incertos.

“O consumo moderado parece ser notavelmente seguro, e pode ser incorporado como parte de uma dieta saudável pela maioria da população adulta”, conclui.

ZAP //

Por ZAP
24 Novembro, 2017

 

O que fazer perante alforrecas – conselhos da Autoridade Marítima

 
Autoridade Marítima Nacional emitiu um alerta à população sobre o que fazer em caso de contacto com alforrecas e caravelas-portuguesas. Há diferenças no tratamento dos venenos de cada uma.

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A nota da Autoridade Marítima Nacional (AMN), emitida esta sexta-feira, começa por explicar as diferenças entre ambos os seres.

As águas-vivas, também conhecidas como medusas ou alforrecas, “são animais gelatinosos que vivem no mar, na coluna de água ou à superfície, e podem ter diferentes tamanhos, formas e cores“.

Os tentáculos destes animais libertam “um líquido, potencialmente urticante e perigoso” que serve para paralisar pequenos animais, dos quais se alimentam, ou como mecanismo de defesa.

Assim, “o contacto com uma água-viva pode produzir irritação na pele e até queimaduras ou outras reacções graves e prejudiciais“.

a caravela-portuguesa vive na superfície do mar e tem um “flutuador cilíndrico, azul-arroxeado, cheio de gás. Os seus tentáculos podem atingir 30 m e o seu veneno é muito perigoso“, alerta a AMN.

“Quando o banhista avistar este tipo de animal deve afastar-se, evitando o contacto. Se sentir uma picada, deve sair rapidamente da água, dirigindo-se de imediato ao nadador-salvador“.

A Autoridade Marítima acrescenta que a picada da caravela-portuguesa provoca “dor forte e sensação de queimadura (calor/ardor) no local e ainda irritação, vermelhidão, inchaço e comichão”.

Em pessoas mais sensíveis pode também provocar “falta de ar, palpitações, cãibras, náuseas, vómitos, febre, desmaios, convulsões, arritmias cardíacas e problemas respiratórios“. Nestes casos, a vítima deve ser encaminhada “de imediato para serviço de urgência“.

Contacto com águas-vivas, o que fazer:

– Não esfregar ou coçar a zona atingida para não espalhar o veneno;

– Não usar água doce, álcool ou amónia;

– Não colocar ligaduras;

– Lavar com cuidado com a própria água do mar;

– Retirar com cuidado os tentáculos da água viva (caso tenham ficado agarrados à pele) utilizando luvas, uma pinça de plástico e soro fisiológico ou água do mar;

– Se possível, aplique bicarbonato de sódio misturado em partes iguais com água do mar;

– Aplicar frio (água do mar gelada ou bolsas de gelo) no local atingido para aliviar a dor (o gelo não pode ser aplicado directamente na pele, deve ser enrolado num pano);

– Tomar um analgésico para aliviar a dor;

– Aplicar uma camada fina de pomada própria para queimaduras.

Contacto com caravela-portuguesa, o que fazer:

– Não esfregar ou coçar a zona atingida para não espalhar o veneno;

– Não usar água doce, álcool ou amónia;

– Não colocar ligaduras;

– Lavar com cuidado com a própria água do mar;

– Retirar com cuidado os tentáculos da água viva (caso tenham ficado agarrados à pele) utilizando luvas, uma pinça de plástico e soro fisiológico ou água do mar;

– Aplicar vinagre no local atingido;

– Aplicar bandas quentes ou água quente para aliviar a dor;

– Consultar assistência médica o mais rapidamente possível.

MSN notícias

248: Como um remédio da diabetes pode combater a malária

 

Sara Matos / Global Imagens

Equipa de Maria Mota, no Instituto de Medicina Molecular, descobriu “interruptor” que dita virulência do parasita. E fármaco que o afecta

O combate ao Plasmodium, parasita causador da malária, é um dos principais desafios do planeta em termos de saúde pública. Apesar dos progressos alcançados neste milénio, com quebras significativas no número de casos e de mortes, o balanço desta doença continua a ser assustador: em 2012, mais de 200 milhões pessoas tinham a doença e cerca de 627 mil morreram. Sobretudo na África subsariana e no Sul da Ásia e entre as crianças com menos de 5 anos. Não existe outro ser vivo no planeta – à excepção do próprio ser humano – tão eficaz a matar a nossa espécie.

Para alguns, a guerra contra este minúsculo inimigo, transmitido por mosquitos, tem de ser combatida sem quartel e até às últimas consequências. É o caso da Fundação Bill & Melinda Gates, que já assumiu compromissos da ordem dos dois mil milhões de euros para o combate direto à doença, acrescidos de cerca de 1,5 mil milhões para a luta combinada contra o HIV, tuberculose e malária.

O multimilionário casal de norte-americanos, donos da Microsoft, – responsável por cerca de 50% de todo o investimento nesta área -, só aceita um desfecho: um mundo livre da malária.

Mas também há quem tenha dúvidas de que uma doença espalhada por cerca de cem países, que tem relevado grande resiliência após décadas de combate, possa simplesmente ser erradicada da face da terra. Maria Mota, diretora-executiva do Instituto de Medicina Molecular (IMM) e uma das maiores especialistas mundiais nesta doença, está entre os cientistas que acreditam que as hipóteses de sucesso estão mais em tentar dominar o parasita do que em conseguir exterminá-lo.

No laboratório que lidera, na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, investigadores portugueses e estrangeiros, alunos recém-licenciados e bolseiros de pós-doutoramento, trabalham unidos pelo objetivo de procurar fragilidades no Plasmodium que possam ser utilizadas para o enfraquecer e controlar.

“Tudo o que trabalhamos aqui é só malária e o nosso objetivo nunca foi desenhar uma vacina ou um fármaco contra a malária, porque o nosso projeto não é nesse sentido”, explica Maria Mota. “O nosso objetivo é, no fundo, perceber melhor o inimigo, compreendê-lo melhor.”

A frase poderia ser uma citação de A Arte da Guerra, de Sun Tzu, e a investigadora não tem problemas em assumir a analogia militar. “Se temos um exército que queremos atacar, se o entendermos, o ataque pode ser feito de forma mais funcional”.

No caso concreto, explica, “o objetivo é compreender como é que o parasita da malária vive dentro de nós, e como é que vive tão bem, o que é que ele usa de nós – porque é um parasita. Se percebermos o que é que lhe fornecemos, simplesmente podemos tratar isso”.

A dieta e o remédio da diabetes

Maria Mota não fala em abstrato. Muitas das descobertas que a sua equipa tem feito ao longo dos anos baseiam-se nesta abordagem. E uma das mais recentes, ainda em fase de investigação, poderá conter a chave para que a doença venha finalmente a ser dominada.

“Compreendemos que um parasita como a malária tem a capacidade de perceber o seu ambiente, nomeadamente o estado do hospedeiro”, conta.

Os diferentes regimes alimentares das populações afetadas e a forma como estes se relacionam com a intensidade dos casos de malária são um dos principais focos da investigação. “Ele [parasita] adapta a sua replicação e a sua virulência de acordo com o que o hospedeiro come”, conta.

Esta é uma conclusão que tem motivado alguma polémica. ” Recebi um e-mail de uma pessoa a dizer: como é que é possível estar a propor que as pessoas em África passem fome”, conta a investigadora. “Obviamente” não é isso que pretendem os investigadores. “O objetivo é perceber qual é o interruptor que permite que o parasita passe a replicar-se menos”, explica. “Se o manipularmos, conseguimos fazer que o parasita seja menos virulento e passe a ser mais atenuado”.

Unir remédios para ter sucesso

Associada a esta descoberta está outra, que deu origem a um projeto de investigação autónomo, intitulado “Reuse4malaria”, que foi recentemente apoiado com uma bolsa avançada do Conselho Europeu de Investigação. A equipa de Maria Mota já descobriu uma forma de interferir com esse interruptor. E a boa notícia é que os meios para o fazer já existem, em larga escala. “O mais engraçado é que este interruptor ou esta molécula no parasita – chamemos-lhe assim – é afetada por uma droga que já é utilizada para a diabetes, que é a metformina.” O objetivo do projeto de investigação não é usar este fármaco para eliminar a malária e sim descobrir a melhor forma de o utilizar de modo a que o parasita “se replique menos” e que, “provavelmente associado a outras terapias, acabe por matá-lo mais rapidamente”.

A ideia de não matar diretamente o parasita poderá não ser tão popular como outras abordagens mais radicais. Mas, do ponto de vista da investigadora, tem melhores hipóteses de sucesso: “O parasita provavelmente nem vai criar resistência, não vai por ali para tentar “fugir” a isto. Simplesmente vai sentir que está num ambiente diferente e vai viver de uma forma diferente, o que para nós é mais agradável.”

No entanto, a expectativa é que esta abordagem, combinada com outras terapias, possa mesmo ser um passo decisivo para eliminar a doença. “No fundo, vamos precisar das várias ferramentas que estamos a desenvolver”, diz Maria Mota ao DN. Se para a Fundação Gates o objetivo é encontrar a magic bullet que extermine o parasita de uma vez, no laboratório do Instituto de Medicina Molecular procura-se um ataque em várias frentes.

“Sabemos que este fármaco em si não vai matar o parasita. Terão de ser dadas combinações. Este fármaco com outros que matem o parasita”, assume. “Este baixa o número, não cria resistência e temos outro a seguir. Essa provavelmente poderia ser uma fórmula vencedora”, considera, ressalvando estarmos “só ainda na hipótese teórica”. O certo é que a equipa de Maria Mota já está a testar combinações, nalguns casos utilizando fármacos da mesma linha do que combate a diabetes e, noutros, recorrendo a medicamentos já existentes no mercado para combater a doença. O desafio é encontrar “a combinação perfeita”.

Diário de Notícias
investigação
07 DE AGOSTO DE 2017 | 00:01
Pedro Sousa Tavares

 

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