220: Faça brilhar fogos de artifício de ano novo nas suas fotografias

 

 

Equipamento básico

O equipamento que você não pode deixar de incluir inclui a câmara, o cartão de memória e um tripé. Você também precisará de um disparador remoto, por isso, se tiver um em casa, leve-o na sua mochila fotográfica. Também não se esqueça de carregar a(s) bateria(s) da sua câmara ou levar algumas sobressalentes, porque o tempo frio faz com que as baterias acabem rapidamente. Por último, mas não menos importante, você necessitará de uma lanterna ou outra luz para poder trabalhar com sua câmara no escuro.

Configurações básicas da câmara

Se possível, desligue todo o automatismo da câmara, tanto para exposição como para focagem.

Defina o menor ISO possível, que reduz o ruído digital, e defina uma abertura em volta do intervalo f / 8 a f / 16. Defina o tempo de exposição dependendo da quantidade de movimento desejado numa foto. Com uma exposição curta, você congelará um relâmpago no céu; com um longo, os padrões se misturam e criam algumas fotos muito interessantes.

O ideal é que você mude a sua câmara para o modo BULB, se o tiver, onde o obturador fica aberto até que você pressione o disparador. Concentre-se no local de lançamento dos fogos de artifício ou no infinito. Então aguarde que tudo comece.

Escolha o sítio certo e componha criativamente

Uma vez que você sabe onde os fogos de artifício acontecerão, essa é uma preocupação fora do caminho. Mas certifique-se de ir ao sítio com antecedência e encontrar o local “certo” para ficar de pé – aquele que lhe dará as melhores fotos. Pense antecipadamente se você deseja apenas capturar a dança de luzes coloridas ou se deseja que os fogos de artifício complementem uma composição mais ampla.

Fogos de artifício sobre a cidade

Uma cidade, vila ou casas sob fogos de artifício dão a escala e o contexto do fenómeno. Coloque o horizonte com cuidado. Você geralmente quer colocá-lo no terço inferior exactamente como numa foto de paisagem clássica, porque aqui também está basicamente fotografando a paisagem. Com a diferença de que você tem luzes coloridas no céu, em vez de nuvens. Mas também aqui existem excepções.

Superfície da água

Uma superfície de água complica um pouco a sua composição, na medida em que a sua imagem precisa deixar espaço para os fogos de artifício no céu e o seu reflexo na superfície (ou pelo menos uma parte dela). Por outro lado, a reflexão amplifica a impressão geral da imagem, tornando-a única.

Objectos em primeiro plano

Ter algo em primeiro plano pode realmente apimentar uma foto de fogos de artifício. Mas a iluminação ruim pode ser um obstáculo aqui. Mas se você tiver a sorte de se deparar com uma cena como essa por conta própria, ou de ter seu próprio controle sobre as luzes, dê pelo menos uma foto em primeiro plano – dê profundidade a ela!

Fogos de artifício e a rua

Mostrar fogos de artifício contra paisagens urbanas não é a única maneira de colocar fogos de artifício no contexto. Encontre um lugar de destaque e capture a vida na rua como parte fundamental de todo o evento.

De baixo

Você já pensou em mostrar fogos de artifício logo abaixo? Encontre uma árvore ou um prédio interessante e experimente-a.

Todos os fogos de artifício, sem disparates

Todas as ideias acima são extras no topo. Você sempre pode começar com “apenas” as luzes no céu. E isso servirá como treino intensivo sobre como configurar a sua câmara para fotografar fogos de artifício, dando-lhe uma óptima base para a sua próxima sessão de fogos de artifício.

Author: Aja Vorackova
https://learn.zoner.com/make-new-years-fireworks-shine-in-your-photos/

 

214: Macros

 

Por incrível que possa parecer, em toda a minha vida de fotógrafo nunca me dediquei às macros. Ou porque não possuísse o equipamento próprio ou porque a área nunca me “chamou” a devida atenção embora admirasse trabalhos de macro-fotografia de vários profissionais do ramo.

Embora continue a não ter os equipamentos minimamente indispensáveis para a macro-fotografia, hoje (se calhar por causa da chuva e da tristeza que o tempo cinzentão acarreta), montei o mini-estúdio Caruba

e fui desenterrar tubos de extensão macro da Vöking (13, 21 e 31mm)

os anéis adaptadores Step-Down e Step-Up (para utilizar os diferentes ∅ de objectivas)

o LED Macro Ring Flash Light Amaran AHL-C60 Halo

a Gloxy High Definition Digital Wide Angle Converter W-58045 0.45x with Macro HD

o fole de extensão Quenox

o Voking ViewFinder Visor LCD VK-VF1

e a câmara Canon EOS 760D

Claro que fiz várias imagens mas como foi a primeira vez e serviu de teste a toda a “artilharia” acima mencionada, ficam apenas duas provas da sessão (penso que vou melhorar nas próximas):

grãos de sal marinho

grãos de sal marinho

Conjunto 3 Difusores para Flash Integrado – Branco/Azul/Amarelo

 

Dado que trabalho muito com flashes externos (directo e escravo) e poucas vezes com o flash integrado das Canon EOS 760D e 1300D dado que estes provocam sombras  que “estragam” o assunto, decidi adquirir, pelo seu baixo custo (€ 9,90), para efectuar testes se realmente estes difusores eliminam as sombras causadas pelo flash integrado das Canon (nos flashes externos que possuo, utilizo sempre difusores). Chegam amanhã e depois colocarei imagens com os resultados.

O conjunto de difusores da JJC são para todas as maquinas DSLR que possuem sapata para flash externo dado que é nessa sapata que o suporte dos difusores vai encaixar.

Inclui:

1x Difusor Branco;
1x Difusor Amarelo;
1x Difusor Azul;
1x Suporte para difusores

Actualização:

Chegados os difusores, coloca-se o branco no suporte, depois este na sapata da Canon e… o flash não abre! Depois de muitas voltas e reviravoltas, verifiquei que se o suporte entrar completamente na sapata do flash externo da câmara, faz com que nem o flash abra, nem dispare. Se recuar um pouco o suporte dos difusores, já abre o flash e dispara. Mas o problema é que o suporte é em plástico, não existe nenhuma peça metálica a fazer curto com a ligação da sapata da câmara… O problema é com este recuo do suporte, o conjunto não fica seguro e pode cair se existir um movimento mais brusco da câmara. Espero que amanhã o técnico da Niobo diga qual o resultado dos testes que ele fez na loja com este equipamento.

Actualização 31102018

Recebi a informação, acompanhada das imagens, para solucionar o problema mencionado acima e fica aqui a dica para quem tiver o mesmo problema com os difusores para flash integrado das DSLR.

Tem de efectuar-se um pequeno corte de 5mm (com um x-acto) na base do suporte (plástico) a fim deste não activar o switch que se encontra na sapata do flash externo e que é accionado sempre que qualquer acessório entra na sapata.

switch que desliga o flash integrado da câmara

E as imagens que o sr. Paulo da Niobo me enviou, foram estas:

É a isto que chamo eficiência, rapidez e competência, além da atenção devida aos Clientes, atitudes raras em algumas empresas.

 

A Lua de hoje – 19.Ago.2018

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 61.11% visível e está a crescer. Faltam 7 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 396.819.05 km
Idade da Lua: 8.44 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 61.11%

 

Hoje, utilizei a Nikon Coolpix B500 e a Canon 760D + teleobjectiva catadióptrica Samyang 500mm + conversor 2x Dörr que elevou a DF da Samyang para 1.000mm.

Dado que este último equipamento é bastante pesado (câmara+Grip com duas baterias+Samyang+conversor), o melhor tripé que tenho não é que não aguente (ainda dava para mais) mas acusa a falta de estabilização, dado que com uma DF de 1.000mm, basta um leve toque na câmara ou mesmo quando se pretende atingir o foco, a imagem treme por todos os lados, não permitindo uma focagem correcta.

Por isso a minha ideia, que se mantém, de um tripé azimutal que permite movimentos suaves no conjunto fotográfico, além de ficar montado num dovetail que provoca uma maior rigidez ao conjunto.

A imagem seguinte é demonstrativa da falta de estabilidade do tripé fotográfico, apesar de ser captada com um disparador remoto que não perturba o movimento:

Já o mesmo não acontece com a Nikon B500 porque, no mesmo tripé, a focagem é em modo auto, modo Scene Lua e com temporizador 2″, sendo que esta câmara é bastante leve.

See also Blogs Eclypse ans Spacenews

196: A Lua de hoje – 07.Ago.2018

 

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 21.63% visível e está a decrescer. Faltam 4 dias para a fase Lua Nova.

Distância da Lua à Terra: 367.694.47 km
Idade da Lua: 24.98 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Lua Nova
Visibilidade da Lua: 21.63%

Pelas 06:00am fui espreitar o céu, já com alguma claridade, e a Lua estava a aparecer por trás do penhasco, embora já com algumas nuvens à mistura.

Não cheguei a vê-la dado que fui preparar a câmara, o tripé e quando cheguei à porta da marquise, o céu estava completamente nublado. Isto em apenas 5 minutos!

Por isso, hoje não houve Lua…

 

192: Instituto Português de Fotografia

Newsletter Contacto

Agosto de 2018

Editorial

Num mês em que continuam abertas as inscrições para o Curso Profissional de Fotografia, o IPF prossegue com a iniciativa de levar a formação de iniciação a 9 capitais de distrito Portuguesas. Depois de termos estado em Viseu, seguiu-se Guarda e Évora onde, mais uma vez, tivemos uma sessão bem participada. Agradecemos a todos os que compareceram!

O IPF continua igualmente com o esforço em ser a “casa da fotografia” e uma referência na dinamização cultural desta área. Em Junho, tivemos o prazer de receber nas nossas instalações José Fernandes e Rui Cardoso. Cada um, à sua maneira, veio partilhar as suas experiências profissionais e outras.

As conferências “Anos Depois” e “À Conversa com” irão continuar durante os próximos meses. Uma excelente oportunidade para vir conhecer e interagir com quem vive a fotografia na prática.

José Fernandes, antigo formando do Curso Profissional de Fotografia

Destaques

Sugerimos uma selecção de conteúdos publicados no site, nas redes sociais e no blog do IPF:

·        O Respeito pelo Direito à Imagem da Pessoa Retratada: O Consentimento Tácito, um Caso Concreto [Contribuição de Mário Serra Pereira]

·        Anos Depois com José Fernandes

·        Entrevista a Francesco Giarusso: “A fotografia deixa-me mais livre”

·        Anos Depois com Rui Cardoso

·        5 Dicas para Utilizar o seu Flash Portátil

·        Apresentação do Livro de Patrícia Campos

Calendário de Formação IPF

O Curso Profissional de Fotografia 2018-2020 terá o seu início em Outubro e as inscrições continuam abertas. Para mais informações consulte a página do curso e entre em contacto!

O IPF irá estar, igualmente, no próximo dia 27 de Outubro no Funchal, com o Workshop Prático de Fotografia Depois de termos esgotado as inscrições para a sessão que irá decorrer em Faro, Funchal será a próxima capital a ser visitada. Inscrições abertas.

Outras formações a decorrer em breve no IPF:

Lisboa

Workshop de Fotografia para Jovens (Lisboa)

De 03 de Setembro a 06 de Setembro | Horário laboral |

Workshop de Introdução à Fotografia (Lisboa)

De 18 de Setembro a 04 de Outubro | Horário laboral |

De 18 de Setembro a 04 de Outubro | Horário pós-laboral e fim-de-semana |

De 29 de Setembro a 17 de Novembro | Horário fim-de-semana |

Curso de Iniciação à Fotografia (Lisboa)

De 24 de Setembro a 05 de Novembro | Horário laboral |

De 26 de Setembro a 05 de Novembro | Horário pós-laboral e fim-de-semana

Curso de Fotografia Digital (Lisboa)

De 01 de Outubro a 06 de Novembro | Horário pós-laboral |

Workshop de Composição (Lisboa)

De 12 de Outubro a 09 de Novembro | Horário laboral |

De 12 de Outubro a 09 de Novembro | Horário pós-laboral |

Workshop de Adobe Lightroom (Lisboa)

De 13 de Outubro a 10 de Novembro | Horário fim-de-semana |

Porto

Workshop de Técnica Fotográfica I (Porto)

De 14 de Setembro a 29 de Setembro | Horário pós-laboral e fim-de-semana |

Workshop de Técnica Fotográfica II (Porto)

De 21 de Setembro a 13 de Outubro | Horário pós-laboral e fim-de-semana |

Workshop de Fotografia de Rua (Porto)

De 22 de Setembro a 06 de Outubro | Horário fim-de-semana |

Curso de Fotografia Digital (Porto)

De 28 de Setembro a 17 de Novembro | Horário pós-laboral e fim-de-semana

Curso de Iniciação à Fotografia (Porto)

De 15 de Outubro a 04 de Dezembro | Horário pós-laboral e fim-de-semana |

Workshop de Retrato (Porto)

De 19 de Outubro a 03 de Novembro | Horário pós-laboral e fim-de-semana |

177: 10 Consejos para fotografiar tu árbol de Navidad

Se van acercando las fechas más señaladas del año, el invierno está ya aquí y cada día hace más frío. Al aproximarse finales de diciembre, las calles de tu ciudad se llenan de luces y colores. Y también lo hace el interior de tu casa. Aún no es “oficialmente” Navidad hasta que no has colocado el árbol navideño. Decorarlo se ha convertido en un evento familiar donde todo el mundo quiere inmortalizarse delante de uno de los símbolos navideños por excelencia. Para conseguir unas fotos que dejen constancia de toda la magia que se viven estos días, aquí te dejamos algunos consejos para fotografiar un árbol de Navidad.

1. Si tienes la oportunidad, elimina la luz ambiental

Para hacer que las luces con las que están decoradas el árbol destaquen más necesitas tener muy poca luz ambiental. Si estás realizando la foto de noche puedes apagar las luces o bajar su intensidad. Y si es de día, intenta cubrir las ventanas o, en su defecto, utilizarlas como marco del árbol, haciendo que formen parte de la iluminación de la foto.

2. Utiliza un trípode

Al tener poca luz de ambiente, ya que el foco de atención de la foto es el árbol navideño, la velocidad de obturación que tendrás que usar en tu cámara serán velocidades bajas. Para evitar fotos movidas por el alto tiempo de exposición vas a necesitar montar tu cámara en un trípode.

3. Usa el modo manual

No tengas miedo de cambiar los parámetros de tu cámara. Cambia el ISO, el diafragma y, como ya hemos hablado, baja las velocidades de obturación. Existen muchas condiciones que pueden afectar al resultado de las fotos. Por ejemplo, si estás fotografiando de día o de noche, el tipo de cámara y de lente que estás usando. Y, el más importante, cuál es el efecto que pretendes conseguir.

Shot on cartons decorated with string and label on a wooden table under Christmas tree with cones

4. Utiliza el ISO en modo bajo

Cuánto más alto está el ISO de tu cámara, tendrás más posibilidades de hacer que aparezca el “efecto grano” en tu cámara. Evita este efecto usando los número de ISO más bajo que te permita tu cámara. De esta forma, conseguirás que al fotografiar un árbol de Navidad el resultado sea el más nítido posible.

5. Desenfoca el fondo

Este es uno de esos puntos donde podrás poner en práctica el uso manual de tu cámara. Necesitarás una buena apertura de diafragma para conseguir que el fondo de tu árbol de navidad está desenfocado. Asegúrate de que los colores del fondo contrastan con la forma del árbol y de que se integra de forma armónica con el motivo principal.

6. Evita los movimientos involuntarios

Instalar tu cámara en un trípode cuando estás usando largos tiempo de exposición puede no ser suficiente para evitar fotografías movidas. Asegúrate de que el resultado de tu fotografía será el adecuado usando un mando a distancia o trigger en tu cámara.

7. No tengas miedo de acercarte

Incluye fotografías más cercanas de detalles del árbol como una luz, motivo decorativo o rama. Introduce el elemento que necesitas para completar tu lado más creativo cuando fotografías un árbol de Navidad. Puedes también buscar tu propio reflejo en los elementos más brillantes ?

8. Innova con la luz al fotografiar un árbol de Navidad

Las luces que invaden la Navidad pueden ser motivo de inspiración para conseguir las mejores fotografías. Comprueba el efecto que tiene el uso de las luces del árbol para iluminar todo el conjunto. También puedes utilizar el foco de tu cámara para desenfocar estas luces, además de filtros creativos para conseguir el efecto estrella. Si quieres dar un paso más en el uso de accesorios creativos para fotografiar tu árbol.

9. Experimenta sin el uso del flash

Al usar el flash para fotografiar un árbol de Navidad harás que toda la foto salga iluminada de forma uniforme. De está forma las luces decorativas del árbol tendrán menos importancia. O incluso el resultado puede ser una foto demasiado iluminada. Las luces navideñas pueden dar mucho juego en tus fotografías.

10. Por supuesto, inmortaliza el árbol con tu familia y amigos

La Navidad se trata de compartir momentos con la familia y los amigos, no olvides dejar constancia de los mejores recuerdos incluyendo a tus personas cercanas en las fotos con el árbol. Seguro que pasaréis grandes momentos no solo realizando las fotografías sino recordando esos maravillosos momentos.

La Navidad es la época perfecta del año para realizar esas fotografías que son irrealizables durante otra época. Por ejemplo fotografiar un árbol de Navidad, las tonalidades de las luces decorativas o un belén tradicional. Es el único momento en el que podrás dejar constancia de la colorida y luminosa decoración que nos acompañan durante estos días. ¡Deja volar tu creatividad junto a tu árbol de Navidad!

Foto24

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169: Qué es la distancia hiperfocal y cómo calcularla

Una de las principales preocupaciones de todo fotógrafo cuando hace una fotografía, por ejemplo de paisaje, es que su imagen salga perfectamente nítida, desde el árbol o plantas que se encuentran en primer plano hasta las montañas y nubes del fondo. ¿Cómo conseguirlo? Aparte de tener en cuenta la profundidad de campo, en estos casos también entra en juego otro concepto: la distancia hiperfocal. ¿Sabes qué es y cómo se calcula? Sigue leyendo para descubrirlo.

Qué es la distancia hiperfocal

El concepto de distancia hiperfocal hace referencia a la distancia mínima a la que es posible enfocar – dado un diafragma y una longitud focal – para que todos los planos aparezcan totalmente nítidos: desde el sujeto sobre el que has hecho foco hasta el infinito. Es decir, es la distancia de enfoque a partir de la cual obtenemos mayor profundidad de campo.

Aunque la hiperfocal pueda parecer un concepto muy avanzado, en realidad resulta muy sencillo de poner en práctica. Encontrarás muy útil su empleo cuando quieras fotografiar una escena angular con una persona en primer plano, o un paisaje con algún elemento en el término principal (un árbol, una casa, una roca…), de manera que ambos términos aparezcan perfectamente enfocados.

Foto: Javier Bueno

Y es que, seguro que en más de una ocasión, cuando has querido fotografiar un paisaje lo que has hecho es enfocar al infinito. Pero al hacer eso, puede que lo que tienes en primer plano no haya salido todo lo nítido que debería. Por eso la solución es averiguar la distancia hiperfocal y enfocar a un objeto que esté a esa distancia: así te aseguras que todo sale nítido.

La profundidad de campo, un aspecto fundamental

Para poder dominar la distancia hiperfocal es imprescindible que conozcas los factores que influyen sobre la profundidad de campo:

  • Diafragma: a veces para garantizarte poder maximizar la profundidad de campo sin cerrar el diafragma al máximo es necesario usar la hiperfocal. Para ello, conviene conocer el “punto dulce” de nuestro objetivo, es decir, el número f donde el objetivo trabaja mejor y se consiguen los mejores resultados en cuanto a nitidez. En general, los objetivos proporcionan los peores resultados en sus extremos, en los puntos de máxima y mínima apertura. El punto dulce se encuentra en los diafragmas intermedios (f/8 o f/11), alrededor de uno o dos pasos de la apertura máxima. Por ejemplo, para un objetivo f/2.8 su punto dulce estará entre f/4 y f/8.
  • Longitud focal: a menor longitud focal, mayor profundidad de campo. Así, por ejemplo lograrás un fondo más desenfocado si empleas un 300mm que si usas un objetivo angular tipo 24mm.
  • Distancia de enfoque: cuanto mayor sea la distancia a la que te sitúes del sujeto sobre el que haces foco, mayor será a su vez la profundidad de campo. Si quieres saber la distancia exacta a la que te tienes que situar del punto donde vas a hacer foco, tendrás que recurrir a la distancia hiperfocal.
  • Tamaño del sensor: aunque es un factor sobre el que solo puedes influir cambiando de cámara, es determinante en este aspecto. Cuanto menor sea el tamaño del sensor, menor será también la profundidad de campo.

Foto: Sven Sven

Cómo calcular la distancia hiperfocal

La fórmula de la distancia hiperfocal es la siguiente: H = (F * F) / (f * d), donde F es la distancia focal del objetivo, f es la apertura del diafragma y d es el diámetro del círculo de confusión.

El círculo de confusión (CoC) define cuánto tiene que estar un punto fuera de foco para ser percibido por una persona con una capacidad visual normal. Si una persona percibe el círculo de confusión, esa parte de la imagen no tiene una nitidez aceptable. En fotografía, el círculo de confusión suele ser de 0,03 mm en sensores Full Frame y de 0,02 mm en sensores APS-C. De todas formas puedes investigar para averiguar cuál es el círculo de confusión exacto de tu cámara en esta página, así el resultado del cálculo de la distancia hiperfocal será mucho más preciso.

distancia-hiperfocal

Al analizar la fórmula, podemos sacar varias conclusiones a primera vista:

  • Cuanto mayor sea la distancia focal, mayor será la distancia hiperfocal. Es decir, mayor hiperfocal en teleobjetivos que en objetivos gran angular.
  • Cuanto menor sea el diafragma, mayor será la distancia hiperfocal.
  • Cuanto mayor sea el sensor, mayor será el círculo de confusión y, por lo tanto, mayor será la distancia hiperfocal.

Tablas de hiperfocales

Con la fórmula podemos crear nuestras propias tablas de hiperfocales y llevarlas encima, de esta manera nos ahorraremos tener que calcularlas sobre el terreno. Son la manera clásica de conocer la distancia hiperfocal, solo tienes que buscar el difragma que has seleccionado en la camara y la longitud focal. Una vez tengas esas dos coordenadas, crúzalas en la tabla y encontrarás el valor correspondiente.

Recuerda que las tablas para sensores de formato completo (Full Frame) y APS-C son diferentes, así que usa una u otra en función de tu cámara.

Así, por ejemplo, para una focal de 18mm y un diafragma f8 la distancia hiperfocal es de aproximadamente 2,15 metros. Eso quiere decir que, si quieres fotografiar un paisaje empleando esa combinacion de diafragma y objetivo y además quieres incluir un árbol en primer plano, para conseguir que todos los elementos desde el árbol hasta el horizonte estén perfectamente enfocados debes situarte a una distancia del árbol al menos igual (o superior) a 2,15 metros.

distancia-hiperfocal-tabla

Tabla de distancia hiperfocal para Full Frame

Apps para tu smartphone

Afortunadamente, con la llegada de los smartphones ya no es necesario que lleves la tabla de hiperfocales encima. Existen algunas aplicaciones que puedes utilizar en tu smartphone para calcularla de manera sencilla: DOF MASTER (para iPhone) y DOF CALCULATOR (para Android) son dos de ellas muy recomendables.

Marcas de enfoque

Antiguamente los objetivos manuales, que disponían de anillo de diafragmas, incorporaban a su vez las marcas de enfoque en el propio anillo de enfoque, con lo que al alinear el diafragma correspondiente con la marca de enfoque resultaba muy sencillo conocer la hiperfocal. Desafortunadamente, ahora los fabricantes ya no producen lentes con anillo de diafragmas y las marcas de enfoque de los objetivos pasan casi de un metro a infinito. Lo más recomendable es que recurras a las aplicaciones de tu smartphone para ayudarte a calcular la hiperfocal.

Como ves, calcular la distancia hiperfocal es muy fácil. Ahora solo falta que pongas en práctica este concepto y veas cómo la nitidez de tus fotos mejora considerablemente.

Foto destacada: Jordi Puig

Foto24

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168: Dia da Fotografia

Há dias para tudo. Dia 19 calha à Fotografia. Como não alinho muito nestes “dias especiais”, o que não quer dizer que não dê a conhecer a quem não sabe e celebre este Dia à sua maneira.

Boa imagens…!

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167: Seagull Angle Viewfinder

Já possuo este acessório há bastante tempo, mas não tive oportunidade para o mencionar neste Blogue, por isso cá vai…

O Seagull Angle Viewfinder é um acessório extremamente prático para captar imagens em ângulos mais difíceis de posição já que roda 360º. Mas vamos às imagens:

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161: Astrofotografia

Criei recentemente um novo Blogue destinado apenas a trabalhos relacionados com Astrofotografia, sendo as respectivas imagens ali publicadas e ficando este Blogue para a restante área fotográfica convencional.

O endereço do Blogue Astrofotografia é:

http://franciscogomes.eu/astrofotografia/

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160: Teleobjectiva Samyang 500mm f/6.3 para venda

Teleobjectiva Samyang 500mm catadióptrica f/6.3 – sem baioneta T2

Preço de venda: 155 €

Tenho para venda uma teleobjectiva Samyang 500mm catadióptrica f/6.3 quase nova, na embalagem original e acessórios e dentro da garantia + filtro UV 95mm Döhrr + parasol Samyang. Quem estiver interessado, contacte labphoto2017@gmail.com. Obg.

Distância Focal: 500mm
Abertura Máxima: f/6.3
Abertura Mínima: f/6.3
Ângulo de visão: 5º
Focagem: Manual
Distância mínima de focagem: 2m
Construção: 7 elementos / 7 grupos
Macro: 1:2,7
Baioneta T2
Compatível com câmaras DLSR com sensor APS-C ou Full-Frame.
Filtro UV Döhrr DHG 95mm (frontal)
Parasol Samyang PH-095S
Preço de custo ao público (OBJECTIVA) ) € 199,99
Preço de custo ao público (filtro UV 95mm) € 75,00
Preço de custo ao público (parasol Samyang) € 35,00

Nota: existem adaptadores T2 para as seguintes marcas:

Adaptador T2 para Canon AF
Adaptador T2 para Nikon
Adaptador T2 para Sony Nex
Adaptador T2 para Olympus 4/3
Adaptador T2 para Sony A y Minolta AF
Adaptador T2 para Samsung NX
Adaptador T2 para Micro 4/3
Adaptador T2 para Pentax

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148: Aprendendo fotografia: Abertura de diafragma

Si acabas de adentrarte en el maravilloso mundo de la fotografía y ya te has cansado de usar el modo automático de tu cámara, es fundamental que conozcas en profundidad el concepto “apertura de diafragma” porque es el valor que te permitirá crear fantásticos desenfoques en tu imagen o por el contrario te permitirá tener toda una escena enfocada. Además, también es el causante de que nuestra imagen esté correctamente iluminada en lugares oscuros y evita sobreexposiciones en lugares con intensidad lumínica.

Aprendiendo fotografía: Apertura de diafragma
Qué es la apertura de diafragma
La apertura de diafragma es un término esencial para conocer en profundidad tu cámara y lo que es más importante, fundamental para trabajar correctamente en el modo manual, porque nunca será igual una fotografía tomada en modo automático, que una hecha por ti desde cero en modo manual.

También es un elemento importante porque nos ayudará a mejorar drásticamente la calidad de nuestros trabajos. De ella dependen funciones tan fundamentales como la profundidad de campo o la exposición de la imagen. Es por ello que es importante conocer en profundidad cuál es su función y cómo aplicarla en cada momento.

Pero ¿qué es exactamente la apertura de diafragma? Pues bien, el diafragma es un elemento que se encuentra en todos los objetivos y que está constituido por unas placas con forma de aleta. Estás aletas se contraen o se estiran en forma de círculo. Su apertura variará en función de la cantidad de luz que queremos que llegue hasta el sensor de nuestra cámara. Por lo tanto, podemos decir que la apertura de diafragma es la encargada de regular la entrada de luz al sensor de nuestra cámara.

En cada escena tendremos que modificar la cantidad de luz que queremos que llegue al sensor, es decir, tendremos que modificar la apertura de diafragma, pero ¿por qué usar una apertura de diafragma mayor o inferior? Sencillamente, no es lo mismo trabajar con fotografías de estrellas, que estar en un escenario a plena luz del día. En el primer caso tendremos que usar aperturas de diafragma máximas para que llegue mayor cantidad de luz a nuestro sensor, y en el segundo caso tendremos que usar aperturas de diafragma intermedias o inferiores para que nuestra imagen no resulte sobreexpuesta.

Si quieres saber cómo obtener una buena exposición no puedes perderte nuestro post

Qué son los valores F
Aunque al principio parece un concepto confuso, una vez lo hayas entendido, no lo olvidarás nunca. Se representa la apertura de diafragma que estamos utilizando en cada toma mediante los números F. El número F hace referencia al tamaño de la apertura de la lente del objetivo.

La escala estándar de estos números F, los comprenden f/1, f/1.4, f/2, f/2.8, f/4, f/5.6, f/8, f/11, f/16 y f/22, aunque esta escala no es la misma en todos los objetivos, algunos cuentan con una numeración más avanzada de valores intermedios, como pueden ser f/3.5 o f/5. Estos pasos intermedios se han añadido para ofrecer mayor precisión.

Los valores F bajos, como por ejemplo f/1.4 o f/2 dejarán pasar mucha luz al equipo porque el diafragma está muy abierto, en este caso estaríamos usando aperturas de diafragma máximas. Mientras que los valores altos f/11 o f/22, dejarán pasar menor cantidad de luz y por lo tanto estaríamos usando aperturas de diafragma mínimas.

Cuando estés trabajando en interiores, en la oscuridad de la noche o en lugares con poca luminosidad, tendrás que usar aperturas de diafragma máximas y por lo tanto, valores bajos como f/2. Si por el contrario tu zona de trabajo consta de una gran intensidad lumínica, tendrás que usar aperturas de diafragma mínimas o intermedias, dependiendo de la escena, como podría ser f/11 o f/6.

Tú objetivo y la apertura de diafragma
Seguro que habrás oído hablar sobre los objetivos luminosos, son aquellos que permiten trabajar con aperturas de diafragma máximas y suelen ser de mayor calidad técnica porque permiten conseguir un alto grado de nitidez, además de conseguir resultados espectaculares incluso en interiores o en escenas nocturnas.

 

Si tienes un objetivo 18-55mm probablemente tenga grabada la numeración 3.5-5.6, esto indica que el diafragma máximo f/3.5 solo lo podrás usar en la distancia focal menor (18mm) y que en la mayor focal (55mm) la mayor apertura de diafragma será f/5.6.

Cuando se trata de un objetivo con distancia focal fija, solo se indica el valor máximo de diafragma con el que podrás trabajar que suele ser f/1.4, f/2.4 o f/2.8. Por regla general los objetivos con focal fija consiguen mejores fotos pero también se les conoce como objetivos rápidos o veloces, ya que, al poder abrir más el diafragma, en contraposición tendrás mayor margen en la velocidad de obturación.

Si quieres trabajar con una profundidad de campo muy baja porque le da un toque muy original a tu fotografía (aperturas de diafragma muy amplías), ten en cuenta que para nuestra cámara será más complicado enfocar correctamente. Para que el resultado sea óptimo, usa el Live view de tu cámara si tiene o amplía la fotografía una vez hecha, para hacerla de nuevo en caso de no haber quedado bien.

Si estamos trabajando a contraluz o en una escena con mucha intensidad lumínica, lo ideal es no abrir en exceso el diafragma, porque pueden aparecer reflejos, flares e incluso aberraciones cromáticas, que reduzcan considerablemente la calidad de nuestras fotografías. Otra forma de evitar este problema es añadir un parasol a tu equipo, son unos accesorios económicos, que mejoran la calidad de tus fotos y además protegen a la lente de agresiones externas, todo ventajas.

La mayoría de veces que estés trabajando con tu cámara, tendrás que usar el punto dulce de tu objetivo, porque al fin y al cabo, es el que mejores resultados ofrece en la mayoría de disciplinas fotográficas, siempre y cuando no estés buscando un efecto específico. Si quieres saber cuál es el punto dulce de tu objetivo, no te pierdas este post.

El triángulo de exposición

Para conseguir fotografías con una perfecta exposición hay una fórmula infalible y de la que seguramente habrás oído hablar. Se trata del triángulo de exposición, formado por la velocidad de obturación, la sensibilidad ISO y por último, la apertura de diafragma. De ahí que sea tan importante conocer en profundidad este último factor. Si controlas este último factor y sabes combinarlo con los otros dos, conseguir fotografías con calidad técnica será muy sencillo.

Si comprendes estos tres conceptos y los sabes aplicar en el momento de hacer la foto, notarás como tus fotografías mejoran, también podrás conseguir el efecto que deseas al instante.

Por ejemplo, si te gustaría conseguir una fotografía con una profundidad de campo baja, tendrás que usar una apertura de diafragma con un valor bajo como f/2. Otro ejemplo sería conseguir una buena fotografía en un interior mal iluminado, en lugar de aumentar el ISO, que provocaría ruido en nuestra imagen, usamos la apertura de diafragma máxima para que llegue más luz al sensor de nuestra cámara.

La profundidad de campo y la apertura de diafragma

La profundidad de campo es el plano de la imagen que está enfocado, pero para que ese grado de desenfoque sea mayor o menor hay que variar la apertura de diafragma. Si quieres saber más sobre el concepto de profundidad de campo debes echarle un vistazo a este post.

La apertura de diafragma tiene un efecto directo sobre la profundidad de campo. Dependiendo del valor que usemos, conseguir un mayor grado de desenfoque (usando aperturas de diafragma con valor f/1.8 o f/2) y por lo tanto una profundidad de campo baja, o una escena completamente nítida y con una profundidad de campo muy amplia.

La apertura de diafragma es uno de los componentes más importantes para conseguir una buena exposición, aunque los otros dos valores también sean importantes, el diafragma nos permite conseguir efectos increíbles en nuestras fotos. Una vez dominemos la apertura de diafragma no habrá fotografía que no podamos conseguir. Si conoces algún truco más para dominar la apertura de diafragma, ¡compártelo con nosotros!

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