215: Macros

 

Por incrível que possa parecer, em toda a minha vida de fotógrafo nunca me dediquei às macros. Ou porque não possuísse o equipamento próprio ou porque a área nunca me “chamou” a devida atenção embora admirasse trabalhos de macro-fotografia de vários profissionais do ramo.

Embora continue a não ter os equipamentos minimamente indispensáveis para a macro-fotografia, hoje (se calhar por causa da chuva e da tristeza que o tempo cinzentão acarreta), montei o mini-estúdio Caruba

e fui desenterrar tubos de extensão macro da Vöking (13, 21 e 31mm)

os anéis adaptadores Step-Down e Step-Up (para utilizar os diferentes ∅ de objectivas)

o LED Macro Ring Flash Light Amaran AHL-C60 Halo

a Gloxy High Definition Digital Wide Angle Converter W-58045 0.45x with Macro HD

o fole de extensão Quenox

o Voking ViewFinder Visor LCD VK-VF1

e a câmara Canon EOS 760D

Claro que fiz várias imagens mas como foi a primeira vez e serviu de teste a toda a “artilharia” acima mencionada, ficam apenas duas provas da sessão (penso que vou melhorar nas próximas):

grãos de sal marinho
grãos de sal marinho

Conjunto 3 Difusores para Flash Integrado – Branco/Azul/Amarelo

 

Dado que trabalho muito com flashes externos (directo e escravo) e poucas vezes com o flash integrado das Canon EOS 760D e 1300D dado que estes provocam sombras  que “estragam” o assunto, decidi adquirir, pelo seu baixo custo (€ 9,90), para efectuar testes se realmente estes difusores eliminam as sombras causadas pelo flash integrado das Canon (nos flashes externos que possuo, utilizo sempre difusores). Chegam amanhã e depois colocarei imagens com os resultados.

O conjunto de difusores da JJC são para todas as maquinas DSLR que possuem sapata para flash externo dado que é nessa sapata que o suporte dos difusores vai encaixar.

Inclui:

1x Difusor Branco;
1x Difusor Amarelo;
1x Difusor Azul;
1x Suporte para difusores

Actualização:

Chegados os difusores, coloca-se o branco no suporte, depois este na sapata da Canon e… o flash não abre! Depois de muitas voltas e reviravoltas, verifiquei que se o suporte entrar completamente na sapata do flash externo da câmara, faz com que nem o flash abra, nem dispare. Se recuar um pouco o suporte dos difusores, já abre o flash e dispara. Mas o problema é que o suporte é em plástico, não existe nenhuma peça metálica a fazer curto com a ligação da sapata da câmara… O problema é com este recuo do suporte, o conjunto não fica seguro e pode cair se existir um movimento mais brusco da câmara. Espero que amanhã o técnico da Niobo diga qual o resultado dos testes que ele fez na loja com este equipamento.

Actualização 31102018

Recebi a informação, acompanhada das imagens, para solucionar o problema mencionado acima e fica aqui a dica para quem tiver o mesmo problema com os difusores para flash integrado das DSLR.

Tem de efectuar-se um pequeno corte de 5mm (com um x-acto) na base do suporte (plástico) a fim deste não activar o switch que se encontra na sapata do flash externo e que é accionado sempre que qualquer acessório entra na sapata.

switch que desliga o flash integrado da câmara

E as imagens que o sr. Paulo da Niobo me enviou, foram estas:

É a isto que chamo eficiência, rapidez e competência, além da atenção devida aos Clientes, atitudes raras em algumas empresas.

 

205: Informação

 

O projecto inicial que pensava resultar, afinal não deu mesmo resultado, por isso, todos os trabalhos fotográficos sobre fotografia lunar, passaram e passarão a ser novamente publicados no Blogue Eclypse.

Manterei aqui os trabalhos entretanto efectuados mas a partir de hoje, as actualizações sobre fotografia lunar serão sempre efectuadas no Blogue Eclypse, mantendo este Blogue Laboratório Fotográfico para outros tipos de trabalhos fotográficos e informação relativa à área.

20/08/2018

 

A Lua de hoje – 19.Ago.2018

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 61.11% visível e está a crescer. Faltam 7 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 396.819.05 km
Idade da Lua: 8.44 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 61.11%

 

Hoje, utilizei a Nikon Coolpix B500 e a Canon 760D + teleobjectiva catadióptrica Samyang 500mm + conversor 2x Dörr que elevou a DF da Samyang para 1.000mm.

Dado que este último equipamento é bastante pesado (câmara+Grip com duas baterias+Samyang+conversor), o melhor tripé que tenho não é que não aguente (ainda dava para mais) mas acusa a falta de estabilização, dado que com uma DF de 1.000mm, basta um leve toque na câmara ou mesmo quando se pretende atingir o foco, a imagem treme por todos os lados, não permitindo uma focagem correcta.

Por isso a minha ideia, que se mantém, de um tripé azimutal que permite movimentos suaves no conjunto fotográfico, além de ficar montado num dovetail que provoca uma maior rigidez ao conjunto.

A imagem seguinte é demonstrativa da falta de estabilidade do tripé fotográfico, apesar de ser captada com um disparador remoto que não perturba o movimento:

Já o mesmo não acontece com a Nikon B500 porque, no mesmo tripé, a focagem é em modo auto, modo Scene Lua e com temporizador 2″, sendo que esta câmara é bastante leve.

See also Blogs Eclypse ans Spacenews

196: A Lua de hoje – 07.Ago.2018

 

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 21.63% visível e está a decrescer. Faltam 4 dias para a fase Lua Nova.

Distância da Lua à Terra: 367.694.47 km
Idade da Lua: 24.98 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Lua Nova
Visibilidade da Lua: 21.63%

Pelas 06:00am fui espreitar o céu, já com alguma claridade, e a Lua estava a aparecer por trás do penhasco, embora já com algumas nuvens à mistura.

Não cheguei a vê-la dado que fui preparar a câmara, o tripé e quando cheguei à porta da marquise, o céu estava completamente nublado. Isto em apenas 5 minutos!

Por isso, hoje não houve Lua…

 

192: Instituto Português de Fotografia

Newsletter Contacto

Agosto de 2018

Editorial

Num mês em que continuam abertas as inscrições para o Curso Profissional de Fotografia, o IPF prossegue com a iniciativa de levar a formação de iniciação a 9 capitais de distrito Portuguesas. Depois de termos estado em Viseu, seguiu-se Guarda e Évora onde, mais uma vez, tivemos uma sessão bem participada. Agradecemos a todos os que compareceram!

O IPF continua igualmente com o esforço em ser a “casa da fotografia” e uma referência na dinamização cultural desta área. Em Junho, tivemos o prazer de receber nas nossas instalações José Fernandes e Rui Cardoso. Cada um, à sua maneira, veio partilhar as suas experiências profissionais e outras.

As conferências “Anos Depois” e “À Conversa com” irão continuar durante os próximos meses. Uma excelente oportunidade para vir conhecer e interagir com quem vive a fotografia na prática.

José Fernandes, antigo formando do Curso Profissional de Fotografia

Destaques

Sugerimos uma selecção de conteúdos publicados no site, nas redes sociais e no blog do IPF:

·        O Respeito pelo Direito à Imagem da Pessoa Retratada: O Consentimento Tácito, um Caso Concreto [Contribuição de Mário Serra Pereira]

·        Anos Depois com José Fernandes

·        Entrevista a Francesco Giarusso: “A fotografia deixa-me mais livre”

·        Anos Depois com Rui Cardoso

·        5 Dicas para Utilizar o seu Flash Portátil

·        Apresentação do Livro de Patrícia Campos

Calendário de Formação IPF

O Curso Profissional de Fotografia 2018-2020 terá o seu início em Outubro e as inscrições continuam abertas. Para mais informações consulte a página do curso e entre em contacto!

O IPF irá estar, igualmente, no próximo dia 27 de Outubro no Funchal, com o Workshop Prático de Fotografia Depois de termos esgotado as inscrições para a sessão que irá decorrer em Faro, Funchal será a próxima capital a ser visitada. Inscrições abertas.

Outras formações a decorrer em breve no IPF:

Lisboa

Workshop de Fotografia para Jovens (Lisboa)

De 03 de Setembro a 06 de Setembro | Horário laboral |

Workshop de Introdução à Fotografia (Lisboa)

De 18 de Setembro a 04 de Outubro | Horário laboral |

De 18 de Setembro a 04 de Outubro | Horário pós-laboral e fim-de-semana |

De 29 de Setembro a 17 de Novembro | Horário fim-de-semana |

Curso de Iniciação à Fotografia (Lisboa)

De 24 de Setembro a 05 de Novembro | Horário laboral |

De 26 de Setembro a 05 de Novembro | Horário pós-laboral e fim-de-semana

Curso de Fotografia Digital (Lisboa)

De 01 de Outubro a 06 de Novembro | Horário pós-laboral |

Workshop de Composição (Lisboa)

De 12 de Outubro a 09 de Novembro | Horário laboral |

De 12 de Outubro a 09 de Novembro | Horário pós-laboral |

Workshop de Adobe Lightroom (Lisboa)

De 13 de Outubro a 10 de Novembro | Horário fim-de-semana |

Porto

Workshop de Técnica Fotográfica I (Porto)

De 14 de Setembro a 29 de Setembro | Horário pós-laboral e fim-de-semana |

Workshop de Técnica Fotográfica II (Porto)

De 21 de Setembro a 13 de Outubro | Horário pós-laboral e fim-de-semana |

Workshop de Fotografia de Rua (Porto)

De 22 de Setembro a 06 de Outubro | Horário fim-de-semana |

Curso de Fotografia Digital (Porto)

De 28 de Setembro a 17 de Novembro | Horário pós-laboral e fim-de-semana

Curso de Iniciação à Fotografia (Porto)

De 15 de Outubro a 04 de Dezembro | Horário pós-laboral e fim-de-semana |

Workshop de Retrato (Porto)

De 19 de Outubro a 03 de Novembro | Horário pós-laboral e fim-de-semana |

177: 10 Consejos para fotografiar tu árbol de Navidad

Se van acercando las fechas más señaladas del año, el invierno está ya aquí y cada día hace más frío. Al aproximarse finales de diciembre, las calles de tu ciudad se llenan de luces y colores. Y también lo hace el interior de tu casa. Aún no es “oficialmente” Navidad hasta que no has colocado el árbol navideño. Decorarlo se ha convertido en un evento familiar donde todo el mundo quiere inmortalizarse delante de uno de los símbolos navideños por excelencia. Para conseguir unas fotos que dejen constancia de toda la magia que se viven estos días, aquí te dejamos algunos consejos para fotografiar un árbol de Navidad.

1. Si tienes la oportunidad, elimina la luz ambiental

Para hacer que las luces con las que están decoradas el árbol destaquen más necesitas tener muy poca luz ambiental. Si estás realizando la foto de noche puedes apagar las luces o bajar su intensidad. Y si es de día, intenta cubrir las ventanas o, en su defecto, utilizarlas como marco del árbol, haciendo que formen parte de la iluminación de la foto.

2. Utiliza un trípode

Al tener poca luz de ambiente, ya que el foco de atención de la foto es el árbol navideño, la velocidad de obturación que tendrás que usar en tu cámara serán velocidades bajas. Para evitar fotos movidas por el alto tiempo de exposición vas a necesitar montar tu cámara en un trípode.

3. Usa el modo manual

No tengas miedo de cambiar los parámetros de tu cámara. Cambia el ISO, el diafragma y, como ya hemos hablado, baja las velocidades de obturación. Existen muchas condiciones que pueden afectar al resultado de las fotos. Por ejemplo, si estás fotografiando de día o de noche, el tipo de cámara y de lente que estás usando. Y, el más importante, cuál es el efecto que pretendes conseguir.

Shot on cartons decorated with string and label on a wooden table under Christmas tree with cones

4. Utiliza el ISO en modo bajo

Cuánto más alto está el ISO de tu cámara, tendrás más posibilidades de hacer que aparezca el “efecto grano” en tu cámara. Evita este efecto usando los número de ISO más bajo que te permita tu cámara. De esta forma, conseguirás que al fotografiar un árbol de Navidad el resultado sea el más nítido posible.

5. Desenfoca el fondo

Este es uno de esos puntos donde podrás poner en práctica el uso manual de tu cámara. Necesitarás una buena apertura de diafragma para conseguir que el fondo de tu árbol de navidad está desenfocado. Asegúrate de que los colores del fondo contrastan con la forma del árbol y de que se integra de forma armónica con el motivo principal.

6. Evita los movimientos involuntarios

Instalar tu cámara en un trípode cuando estás usando largos tiempo de exposición puede no ser suficiente para evitar fotografías movidas. Asegúrate de que el resultado de tu fotografía será el adecuado usando un mando a distancia o trigger en tu cámara.

7. No tengas miedo de acercarte

Incluye fotografías más cercanas de detalles del árbol como una luz, motivo decorativo o rama. Introduce el elemento que necesitas para completar tu lado más creativo cuando fotografías un árbol de Navidad. Puedes también buscar tu propio reflejo en los elementos más brillantes ?

8. Innova con la luz al fotografiar un árbol de Navidad

Las luces que invaden la Navidad pueden ser motivo de inspiración para conseguir las mejores fotografías. Comprueba el efecto que tiene el uso de las luces del árbol para iluminar todo el conjunto. También puedes utilizar el foco de tu cámara para desenfocar estas luces, además de filtros creativos para conseguir el efecto estrella. Si quieres dar un paso más en el uso de accesorios creativos para fotografiar tu árbol.

9. Experimenta sin el uso del flash

Al usar el flash para fotografiar un árbol de Navidad harás que toda la foto salga iluminada de forma uniforme. De está forma las luces decorativas del árbol tendrán menos importancia. O incluso el resultado puede ser una foto demasiado iluminada. Las luces navideñas pueden dar mucho juego en tus fotografías.

10. Por supuesto, inmortaliza el árbol con tu familia y amigos

La Navidad se trata de compartir momentos con la familia y los amigos, no olvides dejar constancia de los mejores recuerdos incluyendo a tus personas cercanas en las fotos con el árbol. Seguro que pasaréis grandes momentos no solo realizando las fotografías sino recordando esos maravillosos momentos.

La Navidad es la época perfecta del año para realizar esas fotografías que son irrealizables durante otra época. Por ejemplo fotografiar un árbol de Navidad, las tonalidades de las luces decorativas o un belén tradicional. Es el único momento en el que podrás dejar constancia de la colorida y luminosa decoración que nos acompañan durante estos días. ¡Deja volar tu creatividad junto a tu árbol de Navidad!

Foto24

[SlideDeck2 id=187]

[powr-hit-counter id=10cac030_1512299244098]

 

169: Qué es la distancia hiperfocal y cómo calcularla

Una de las principales preocupaciones de todo fotógrafo cuando hace una fotografía, por ejemplo de paisaje, es que su imagen salga perfectamente nítida, desde el árbol o plantas que se encuentran en primer plano hasta las montañas y nubes del fondo. ¿Cómo conseguirlo? Aparte de tener en cuenta la profundidad de campo, en estos casos también entra en juego otro concepto: la distancia hiperfocal. ¿Sabes qué es y cómo se calcula? Sigue leyendo para descubrirlo.

Qué es la distancia hiperfocal

El concepto de distancia hiperfocal hace referencia a la distancia mínima a la que es posible enfocar – dado un diafragma y una longitud focal – para que todos los planos aparezcan totalmente nítidos: desde el sujeto sobre el que has hecho foco hasta el infinito. Es decir, es la distancia de enfoque a partir de la cual obtenemos mayor profundidad de campo.

Aunque la hiperfocal pueda parecer un concepto muy avanzado, en realidad resulta muy sencillo de poner en práctica. Encontrarás muy útil su empleo cuando quieras fotografiar una escena angular con una persona en primer plano, o un paisaje con algún elemento en el término principal (un árbol, una casa, una roca…), de manera que ambos términos aparezcan perfectamente enfocados.

Foto: Javier Bueno

Y es que, seguro que en más de una ocasión, cuando has querido fotografiar un paisaje lo que has hecho es enfocar al infinito. Pero al hacer eso, puede que lo que tienes en primer plano no haya salido todo lo nítido que debería. Por eso la solución es averiguar la distancia hiperfocal y enfocar a un objeto que esté a esa distancia: así te aseguras que todo sale nítido.

La profundidad de campo, un aspecto fundamental

Para poder dominar la distancia hiperfocal es imprescindible que conozcas los factores que influyen sobre la profundidad de campo:

  • Diafragma: a veces para garantizarte poder maximizar la profundidad de campo sin cerrar el diafragma al máximo es necesario usar la hiperfocal. Para ello, conviene conocer el “punto dulce” de nuestro objetivo, es decir, el número f donde el objetivo trabaja mejor y se consiguen los mejores resultados en cuanto a nitidez. En general, los objetivos proporcionan los peores resultados en sus extremos, en los puntos de máxima y mínima apertura. El punto dulce se encuentra en los diafragmas intermedios (f/8 o f/11), alrededor de uno o dos pasos de la apertura máxima. Por ejemplo, para un objetivo f/2.8 su punto dulce estará entre f/4 y f/8.
  • Longitud focal: a menor longitud focal, mayor profundidad de campo. Así, por ejemplo lograrás un fondo más desenfocado si empleas un 300mm que si usas un objetivo angular tipo 24mm.
  • Distancia de enfoque: cuanto mayor sea la distancia a la que te sitúes del sujeto sobre el que haces foco, mayor será a su vez la profundidad de campo. Si quieres saber la distancia exacta a la que te tienes que situar del punto donde vas a hacer foco, tendrás que recurrir a la distancia hiperfocal.
  • Tamaño del sensor: aunque es un factor sobre el que solo puedes influir cambiando de cámara, es determinante en este aspecto. Cuanto menor sea el tamaño del sensor, menor será también la profundidad de campo.
Foto: Sven Sven

Cómo calcular la distancia hiperfocal

La fórmula de la distancia hiperfocal es la siguiente: H = (F * F) / (f * d), donde F es la distancia focal del objetivo, f es la apertura del diafragma y d es el diámetro del círculo de confusión.

El círculo de confusión (CoC) define cuánto tiene que estar un punto fuera de foco para ser percibido por una persona con una capacidad visual normal. Si una persona percibe el círculo de confusión, esa parte de la imagen no tiene una nitidez aceptable. En fotografía, el círculo de confusión suele ser de 0,03 mm en sensores Full Frame y de 0,02 mm en sensores APS-C. De todas formas puedes investigar para averiguar cuál es el círculo de confusión exacto de tu cámara en esta página, así el resultado del cálculo de la distancia hiperfocal será mucho más preciso.

distancia-hiperfocal

Al analizar la fórmula, podemos sacar varias conclusiones a primera vista:

  • Cuanto mayor sea la distancia focal, mayor será la distancia hiperfocal. Es decir, mayor hiperfocal en teleobjetivos que en objetivos gran angular.
  • Cuanto menor sea el diafragma, mayor será la distancia hiperfocal.
  • Cuanto mayor sea el sensor, mayor será el círculo de confusión y, por lo tanto, mayor será la distancia hiperfocal.

Tablas de hiperfocales

Con la fórmula podemos crear nuestras propias tablas de hiperfocales y llevarlas encima, de esta manera nos ahorraremos tener que calcularlas sobre el terreno. Son la manera clásica de conocer la distancia hiperfocal, solo tienes que buscar el difragma que has seleccionado en la camara y la longitud focal. Una vez tengas esas dos coordenadas, crúzalas en la tabla y encontrarás el valor correspondiente.

Recuerda que las tablas para sensores de formato completo (Full Frame) y APS-C son diferentes, así que usa una u otra en función de tu cámara.

Así, por ejemplo, para una focal de 18mm y un diafragma f8 la distancia hiperfocal es de aproximadamente 2,15 metros. Eso quiere decir que, si quieres fotografiar un paisaje empleando esa combinacion de diafragma y objetivo y además quieres incluir un árbol en primer plano, para conseguir que todos los elementos desde el árbol hasta el horizonte estén perfectamente enfocados debes situarte a una distancia del árbol al menos igual (o superior) a 2,15 metros.

distancia-hiperfocal-tabla

Tabla de distancia hiperfocal para Full Frame

Apps para tu smartphone

Afortunadamente, con la llegada de los smartphones ya no es necesario que lleves la tabla de hiperfocales encima. Existen algunas aplicaciones que puedes utilizar en tu smartphone para calcularla de manera sencilla: DOF MASTER (para iPhone) y DOF CALCULATOR (para Android) son dos de ellas muy recomendables.

Marcas de enfoque

Antiguamente los objetivos manuales, que disponían de anillo de diafragmas, incorporaban a su vez las marcas de enfoque en el propio anillo de enfoque, con lo que al alinear el diafragma correspondiente con la marca de enfoque resultaba muy sencillo conocer la hiperfocal. Desafortunadamente, ahora los fabricantes ya no producen lentes con anillo de diafragmas y las marcas de enfoque de los objetivos pasan casi de un metro a infinito. Lo más recomendable es que recurras a las aplicaciones de tu smartphone para ayudarte a calcular la hiperfocal.

Como ves, calcular la distancia hiperfocal es muy fácil. Ahora solo falta que pongas en práctica este concepto y veas cómo la nitidez de tus fotos mejora considerablemente.

Foto destacada: Jordi Puig

Foto24

[SlideDeck2 id=187]

[yasr_visitor_votes size=”medium”]

[powr-hit-counter id=6187799c_1503217177885]

 

168: Dia da Fotografia

Há dias para tudo. Dia 19 calha à Fotografia. Como não alinho muito nestes “dias especiais”, o que não quer dizer que não dê a conhecer a quem não sabe e celebre este Dia à sua maneira.

Boa imagens…!

[SlideDeck2 id=187]

[yasr_visitor_votes size=”medium”]

[powr-hit-counter id=8e60d682_1502999695315]