Jan 23
2017

958: NASA oferece estágios para universitários portugueses

Imagem da estação internacional espacial
| REUTERS/TIM PEAKE

A candidatura para o programa de estágios termina no final deste mês

Faltam 10 dias para o fim das candidaturas ao programa que vai permitir a estudantes universitários portugueses estagiar na NASA. Os alunos que tiverem interesse em participar num estágio de curta duração na NASA têm até dia 30 de Janeiro para se inscreverem na página da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

Este programa foi anunciado em Abril do ano passado, aquando da visita do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, aos Estados Unidos.

A FCT lançou o concurso e vai financiar a bolsa de estágio, segundo a Lusa, enquanto a agência espacial norte-americana vai garantir o alojamento.

Apenas seis alunos poderão participar neste programa e para isso tê de cumprir os critérios de elegibilidade, que vão desde conhecimentos da língua inglesa a uma média de conclusão da licenciatura ou mestrado superior a 16.

As bolsas de estágio incluem um subsídio mensal de 1450 euros para os licenciados e de 1710 euros para os mestres, além do subsídio de viagem e de instalação, como mostra a página da FCT.

Diário de Notícias
21 DE JANEIRO DE 2017 | 00:49

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Jan 23
2017

957: China prepara missão à Lua para recolher amostras do solo

Imagem captada pela sonda Chang E-3 na superfície da Lua | Chinese Academy of Sciences / China National Space Administration

Chang E-5 tem lançamento previsto para Novembro e será a primeira do programa lunar chinês com regresso previsto à Terra

A China pretende lançar no final de Novembro uma nova sonda lunar, a Chang E-5, a primeira cuja missão é de ida e volta para a Terra, segundo informou a Corporação de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (CASC), citada pela imprensa oficial.

O objectivo desta missão não tripulada é recolher amostras do solo lunar, no que será mais um importante passo no programa da China para a Lua que inclui a possibilidade de instalação ali de uma base autónoma dentro de década e meia.

A Chang E-5 é composta por quatro módulos (de órbita, retorno, alunagem e ascensão), com um peso total de 8,2 toneladas e partirá desde o centro espacial Wenchang, situado na província insular de Hainan (sul do país).

A missão terá três fases: órbita em redor da lua, aterragem e regresso, e acontece quatro anos depois da última missão de uma sonda chinesa à Lua, e que deixou de funcionar em Agosto do ano passado.

Após recolher amostras, o módulo que aterrará na superfície lunar irá depositá-las numa cápsula que regressará à terra.

A Chang E-5 será a quarta missão lunar da China, que está a preparar uma quinta, para 2018, com o nome Chang E 4 e destinada ao lado oculto da Lua.

Rússia e Estados Unidos enviaram várias missões à lua desde a década de 1960, mas a última alunagem – antes da viagem da Chang E-3 – foi realizada em 1976, pela então União Soviética.
O programa de exploração lunar chinês Chang E, nome de uma deusa que segundo uma lenda do país vive na Lua, lançou os seus primeiros dois satélites terrestres em 2007 e 2010.

O programa espacial chinês iniciou-se há duas décadas e hoje dispõe de foguetões, taikonautas e uma estação espacial próprios, além de planos para a instalação de uma base autónoma na Lua.

Diário de Notícias
23 DE JANEIRO DE 2017 | 08:12
DN/Lusa

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Jan 04
2017

956: Sinais de uma galáxia distante. Descoberta origem de ondas de rádio misteriosas

Bill Saxton, NRAO/AUI/NSF; Hubble Legacy Archive, ESA, NASA

Várias teorias têm tentado explicar a origem destes sinais – desde vida extraterrestre à formação de buracos negros no espaço

Cientistas descobriram a origem de misteriosas ondas de rádio que têm sido registadas nos últimos anos. As Fast Radio Burst (FRB), como ficaram conhecidas estas frequências, foram detectadas pela primeira vez em 2007 e desde então foram registadas mais 17.

Agora, astrónomos acreditam que pelo menos um destes fenómenos – o FRB 21102 – venha de uma galáxia anã a 2,5 mil milhões de anos-luz de distância e com um décimo do diâmetro da Via Láctea, segundo um relatório publicado na revista Nature. Ao contrário de outras, a FRB 121102 repetiu-se várias vezes ao longo dos anos.

Nos últimos anos surgiram várias teorias que procuravam explicar a origem das FRB. Algumas afirmavam que as ondas são a prova de vida inteligente em outros planetas, outras que as ondas surgiam quando se formava um buraco negro.

“Não estou a exagerar quando digo que há mais teorias sobre o que isto poderia ser do que ondas registadas”, disse à BBC, Shami Chatterjee, da Universidade Cornell, Estados Unidos, e um dos autores do estudo.

New Scientist

Para descobrir a origem dos sinais, os cientistas usaram os 27 rádio telescópios que compõe o Very Large Array (VLA) e os 21 telescópios da rede europeia de Very Long Baseline Interferometry (VLBI), segundo o New Scientist. Estes sistemas permitiram localizar as FRB com 100 mil vezes mais precisão do que telescópios individuais.

No ano passado, os cientistas conseguiram captar um destes sinais em tempo real pela primeira vez. Após terem observado o espaço com o VLA durante seis meses, os cientistas descobriram a origem da FRB 121102.

Além disso, os investigadores encontraram também um contínuo e mais fraco sinal de rádio emitido a partir da mesma região. Esta onda de rádio deverá estar a menos de 100 anos-luz de distância da FRB 121102 e que está ligada ao fenómeno das FRB.

Diário de Notícias
04 DE JANEIRO DE 2017 | 21:24

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Jan 04
2017

955: Nova galáxia localizada a 359 milhões de anos luz da Terra

Uma galáxia chamada PGC 1000714 foi descoberta e, segundo os cientistas, parece pertencer a um grupo raro de que fazem parte apenas 0,1% das galáxias conhecidas.

Foto: DR/Ryan Beauchemin

Cientistas da Universidade do Minesota Duluth e do Museu de Ciências Naturais da Carolina do Norte deram uma primeira descrição desta galáxia com um núcleo elíptico bem definido rodeado de dois anéis circulares. “A galáxia parece pertencer a uma classe raramente observada, do tipo Hoag”, refere um comunicado citado pela agência Efe.

“Menos de 0,1% de todas as galáxias observadas são do tipo Hoag”, indicou a autora principal do estudo, Burcin Mutlu-Pakdil, do Instituto de Astrofísica da Universidade do Minesota. As galáxias do tipo Hoag têm um núcleo circular rodeado por um anel e sem nada visível que ligue ambas as partes, enquanto a maior parte das observadas são como a Via Láctea, de forma espiral.

Os investigadores recolheram imagens da galáxia que apenas se pode observar com facilidade desde o hemisfério Sul, com um grande telescópio nas montanhas do Chile. Essas imagens serviram para determinar a idade das duas principais partes da galáxia: o anel exterior e o corpo central. Mas também descobriram provas de um segundo anel interior em torno do corpo central, segundo o comunicado.

Embora os astrofísicos já tenham observado galáxias com um anel azul em torno de um corpo central vermelho, neste caso a característica especial é que parece existir um anel interior mais antigo e difuso, disse Patrick Treauthardt, do Museu de Ciências Naturais da Carolina do Norte.

Os anéis das galáxias com regiões de onde as estrelas se formaram a partir de gás e as diferentes cores dos discos internos e externos sugerem que a PGC 1000714 passou por dois períodos diferentes de formação.

Apesar de pelas imagens iniciais não ser possível saber quando se formaram os discos desta galáxia, os peritos consideram que o anel exterior pode ser resultado da incorporação de troços de uma galáxia anã próxima e rica em gás.

“Sempre que encontramos um objecto único ou estranho para estudar, desafia as nossas actuais teorias e hipóteses sobre como funciona o universo. Normalmente diz-nos que ainda temos muitas coisas para aprender”, acrescentou.

TSF
04 de JANEIRO de 2017 – 07:36

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Jan 01
2017

954: No interior da Terra corre um rio de ferro

ESA

Rio corre a 3000 quilómetros de profundidade

Cientistas descobriram que há um rio de ferro a correr no interior do planeta Terra, quase tão quente como a superfície do Sol, e que se tem movido cada vez mais depressa. Este rio está a 3000 quilómetros de profundidade, por baixo do Alasca, nos Estados Unidos, e da Sibéria, Ásia.

O ferro líquido foi detectado pela Agência Espacial Europeia, que lançou três satélites da missão Swarm para investigar o campo magnético terrestre. As conclusões das observações foram publicadas este mês num artigo da revista Nature Geoscience.

O rio de ferro líquido tem cerca de 420 quilómetros de largura e percorre quase metade da circunferência da Terra. As últimas medições revelaram que corre em direcção a oeste a uma velocidade entre 40 e 45 quilómetros por ano, ou seja, três vezes mais rápido do que no ano 2000, segundo a New Scientist.

ESA

“Isto pode não parecer muito na superfície da Terra, mas temos de nos lembrar que este é um metal líquido muito denso e que é necessária uma grande quantidade de energia para o mover”, explicou à BBC, Chris Finlay, do Instituto Nacional do Espaço da Universidade Técnica da Dinamarca.

“Este é provavelmente o movimento mais rápido que temos no interior da Terra”, continuou o cientista. “Sabemos mais sobre o Sol do que sobre o interior da Terra”.

Os investigadores querem agora perceber porque o rio tem corrido mais rápido e o papel desta movimentação na criação do campo magnético da Terra ainda está a ser analisado.

Para já, defendem que o rio cria correntes elétricas importantes para a manutenção deste escudo que protege o planeta da radiação cósmica do Sol e das partículas electricamente carregadas que esta estrela emite.

ESA

O campo magnético da Terra altera-se constantemente e um estudo mais aprofundado do rio de ferro líquido pode ajudar a perceber e prever o seu comportamento.

“Se conseguirmos perceber como funciona o campo magnético, podemos entender como muda conforme o tempo e se vai enfraquecer ou reverter-se e quando”, explicou Phil Livermore, o investigador da Universidade de Leeds que liderou o estudo.

Os investigadores acreditam que podemos estar prestes a assistir a uma inversão polar, causada pelo campo magnético, que transformaria o Pólo Norte no Pólo Sul e vice-versa. Este acontecimento ocorre em intervalos de centenas de milhares de anos.

Diário de Notícias
29 DE DEZEMBRO DE 2016 | 16:54
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Dez 23
2016

953: Megaestrutura alien? Qual é o mistério da estrela com brilho inexplicável?

IPAC/NASA

Novas teorias afastam hipótese de ‘megaestrutura alien’

Uma equipa de cientistas da universidade do Illinois, nos Estados Unidos, acredita ter encontrado uma explicação para as intrigantes flutuações do brilho da estrela KIC 8462852, que tinham originado a teoria de que existia uma megaestrutura extraterrestre a obscurecer o astro. Os investigadores sugerem que a variação pode ter causas internas e não externas.

Estas variações foram detectadas pelo telescópio Kepler, que tem como missão encontrar novos planetas, procurando por diferenças na luz das estrelas.

Quando um planeta passa à frente de uma estrela, a luz diminui, normalmente entre um a dois por cento, mas o que aconteceu com a KIC 8462852 foi bem diferente: a luz desta estrela chegou a enfraquecer 20%, o que lançou a discussão sobre que tipo de objeto (e de que tamanho) passou à frente deste astro.

“Nunca vimos nada como esta estrela. Foi muito estranho. Pensámos que seriam dados errados ou movimento da nave, mas confirmámos que estava tudo correto”, salientou na altura Tabetha Boyajian, da Universidade de Yale.

Os dados foram revelados há mais de um ano e desde então os cientistas procuram respostas, tendo havido até uma campanha de ‘crowdfunding’ para financiar o estudo desta estrela.

O Instituto SETI (a sigla inglesa para Search for Extraterrestrial Intelligence) levantou a hipótese desta estrela ser a casa de uma civilização avançada que construiu uma “esfera de Dyson”, uma estrutura que estaria a tapar a luz da estrela.

Agora, uma equipa de cientistas da universidade do Illinois oferece uma forma completamente diferente de olhar para o enigma da “estrela de Tabby”, o outro nome da KIC 8462852, em homenagem a Tabetha Boyajian. Os investigadores defendem que o ritmo e padrão das variações sugerem que são intrínsecas à própria estrela.

A estrela está localizada na constelação de Cisne, a 1,276 anos-luz da Terra e os dados mostram que existem eventos em que a luz desta estrela chega a enfraquecer 20% e outras flutuações mais pequenas.

“Há alguns sinais de ocultação, ou de enfraquecimento por influência de um corpo independente. O mais importante é a periodicidade. No caso da estrela de Tabby, os grandes e pequenos eventos não são periódicos – não ocorrem em intervalos regulares – e este é um dos principais mistérios”, diz Richard Weaver.

Assim a equipa analisou os dados do ponto de vista estatístico e encontrou um padrão matemático consistente com o “modelo de avalanche”, que pode indicar que a estrela está a passar por uma fase de transição. Ou seja, pode ser apenas uma estrela que é intensamente activa de forma que ainda não é bem compreendida.

Diário de Notícias
23 DE DEZEMBRO DE 2016 | 16:53
DN

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Dez 09
2016

952: John Glenn, pioneiro da corrida americana ao espaço

John Glenn antes da viagem no Friendship 7 | Nasa/Reuters

Em 1962 tornou-se o primeiro americano a entrar em órbita. Voltou ao espaço aos 77 anos, um recorde. Foi herói de guerra e senador.

John Glenn era o derradeiro sobrevivente de um grupo de astronautas, os Mercury Seven, escolhidos pela NASA para tripular os seus foguetões entre 1961 e 1963. Em 2017, celebraria 55 anos desde aquele 20 de fevereiro em que deu três voltas à órbita da Terra a bordo da cápsula Friendship 7 e se tornou o primeiro norte-americano a fazê-lo, um ano depois do cosmonauta russo Iuri Gagarin. Morreu ontem aos 95 anos, no hospital, no Ohio, o estado onde nasceu, cresceu e viveu, rodeado da família.

A notícia foi divulgada pelo governador do Estado, John Kasich, no Twitter, e confirmada pelo porta–voz da Faculdade de Administração Pública John Glenn, da Universidade de Ohio, que ajudou a fundar, e onde se guardam os papéis relacionados com a sua carreira espacial e o percurso político. Glenn foi senador durante 24 anos e em 1984 concorreu pelo lugar de candidato dos democratas à Casa Branca.

John Glenn e outros seis astronautas escolhidos para participar no programa espacial da NASA, entre 1961 e 1963. | Reuters

Consideravam-no a pessoa que tinha feito renascer o orgulho dos EUA numa época em que a União Soviética ganhava terreno na conquista do espaço. Barack Obama lembrou-o como herói nacional. “Quando John Glenn descolou de cabo Canaveral, em 1962, ele levantou os ânimos de uma nação”, disse o presidente dos Estados Unidos. John Kennedy estava então na Casa Branca.

John Glenn no carro com John Kennedy, depois da viagem pela órbita da Terra | Reuters

O presidente eleito, Donald Trump, usou o Twitter para lembrar a perda de um “grande pioneiro do ar e do espaço”. “Ele era um herói e inspirou gerações de futuros exploradores”, escreveu

Barack Obama condecorou John Glenn | Reuters

John Herschel Glenn Jr. nasceu em Cambridge a 18 de julho de 1921, filho de um canalizador e de uma professora, e cresceu em New Concord. Casou-se com a namorada do liceu, Annie Castor. Estiveram casados 73 anos. Tiveram dois filhos e dois netos.

Sentou-se no cockpit de um avião pela primeira vez aos 8 anos. Combateu na II Guerra Mundial e na Coreia. “Nunca me cansei de voar”, disse, em 2012, lamentando ter vendido o avião privado. Voltou ao espaço em 1997, aos 77 anos. Era o astronauta mais velho do mundo.

Diário de Notícias
09 DE DEZEMBRO DE 2016 | 00:17
Lina Santos

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Dez 07
2016

951: Smartphone UMI Super

UMI SUPER 4GB RAM 32GB ROM Touch ID 4000mAh Helio P10 MTK6755 2.0GHz Octa Core 5.5 Polegadas 2.5D Corning Gorilla Glass 3 Sharp FHD Tela Android 6.0 4G LTE Smartphone

Características

– 5.5 Polegadas 2.5D Corning Gorilla Glass 3 Sharp Tela, 1920*1080 Pixel
– Helio P10 MTK6755 2.0GHz Octa Core
– Aerospace-classe Unibody Alumínio
– Suporte Touch ID (Microarranjo 4ª Geração 3D Impressão Digital), Desbloquear em 0.1-0.3s, Multi-função
– 4GB RAM + 32GB ROM, Suporte TF Cartão até 256GB
– 13 MP Panasonic® Câmera Traseira com Dual flashlight + 5 MP Câmera Frontal
– OS Android 6.0
– Suporte 802.11 a/b/g/n 2.4GHz/5GHz, USB Type C, Bluetootn 4.1 etc.
– Suporte G-Sensor, Glonass, P-Sensor, L-Sensor, Acelerômetro, Bússola etc.
– Sony Bateria de 4000mAh, Suporte PE+ Carga Rápida 2.5A/1.67A(5V/7V/9V) 1.25A(12V)
– Dual SIM: Micro SIM + Micro SIM / TF Cartão (Outro Slot SIM Pode Ser Usado em Combinação com um Micro SIM Cartão ou um TF Cartão)
– Rede: GSM 850/900/1800/1900MHz, WCDMA 850/900/1900/2100MHz, FDD-LTE B1/B3/B7/B20, Suporte 2G & 3G & 4G LTE Network

Informações Gerais    
Marca
UMI
Sistema Operativo
Android 6.0
CPU
Octa Core
Modelo De CPU
MTK6755
Frequência De CPU
2.0GHz
Tipo De Produto
Android Telemóvel, 3G Smartphone, 4G Smartphone
Chamada De Vídeo De UMTS/3G
Não Suporta
Ecrã    
Tamanho Do Ecrã
5.5 Polegadas
Tipo Do Ecrã
Ecrã Capacitivo, Gorilla Glass III
Toque Multiponto
Multiponto
Resolução Do Ecrã
1920*1080
Memória    
RAM
4GB
ROM
32GB
Extensão Máxima De Armazenamento
256GB
Câmara    
Câmera Frontal
5 MP
Câmera Traseira
13 MP
Flash
Suporta
Foco Automático
Suporta
Função De Disparo Contínuo
Suporta
Gravação De Vídeo
Suporta
Rede    
WIFI
Suporta
GPS
Suporta, Interno GPS
Bluetooth
Bluetooth 4.1
Frequência De Rede
WCDMA 850/900/1900/2100MHz, FDD-LTE B1/B3/B7/B20, GSM 850/900/1800/1900MHz
Ficha Técnica    
Sensor De Gravidade
Suporta
Sensor De Distância
Suporta
Sensor De Luz
Suporta
NFC
Não Suporta
OTG
Suporta
Reprodução De Música
MP3/ACC/AAC+/WAV/AMR
Reprodução De Vídeo
MP4/3GP/MPEG-4,etc.
AP Wireless
Suporta
Loja De Google Play Interna
Suporta
Identificação De Impressões Digitais
Suporta
Lâmpada De Notificação
Suporta
Mais Detalhes    
Tipo De Cartão De Memória
Micro SD
SIM
Duplo SIM Dual Standby
Tipo De SIM Cartão
Dois Micro SIM Cartões
Capacidade Da Bateria (Typ.)
4000mAh
Tipo De Bateria
Não Destacável
Tomada Para Auscultadores
3.5mm
Cabo De Dados
USB Type-C
Acessórios
Cartão Agulha, Carregador, Cabo De Dados, Manual De Instruções
Idiomas
Inglês, Alemão, Espanhol, Italiano, Francês, Português, Russo, Tailandês, Árabe, Turco, Vietnamita, Malaio, Chinês (Simp), Chinês (trad), Etc.

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Dez 04
2016

950: Nave de carga desintegra-se a caminho da Estação Espacial

EPA/YURI KOCHETKOV

EPA/YURI KOCHETKOV

A maior parte dos fragmentos da nave foram consumidos na densa atmosfera sobre uma zona remota, montanhosa e sem população da República de Tyva, diz a Roscosmos

A agência espacial russa anunciou hoje que perdeu o contacto com uma nave de carga não tripulada que ia reabastecer a Estação Espacial Internacional, logo após ter sido lançada do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. A Roscosmos diz que a nave se desintegrou poucos minutos depois do lançamento.

“Perdemos o contacto 383 segundos após a descolagem do lançador Soyuz com a nave espacial de carga Progress MS-04”, anunciou a Roscosmos num comunicado, acrescentando que os especialistas estão a tentar perceber a origem do problema.

Vídeo tirado do Youtube dado que o DN nunca dá hipótese de partilhar.

“Segundo informação preliminar, a contingência ocorreu a uma altitude de 190 km sobre uma zona remota, montanhosa e sem população da República de Tyva. A maior parte dos fragmentos da nave foi consumida na densa atmosfera.”

A Progress MS-04, que transportava uma carga de cerca de 2,4 toneladas de água, alimentação, combustível e equipamento para a Estação Espacial Internacional (EEI) tinha chegada prevista para as 16:43 GMT de sábado (mesma hora em Lisboa).

Em Abril de 2015, a perda de uma nave Progress provocou uma profunda crise na indústria espacial russa, levando a Rússia a suspender todos os seus voos espaciais durante cerca de três meses.

A nave de carga perdeu o contacto com a Terra antes de se desintegrar na atmosfera. O falhanço, que os russos atribuíram a uma avaria no lançador Soyuz, obrigou um grupo de astronautas a passar mais um mês a bordo da estação de pesquisa espacial.

A actual equipa da EEI é constituída pelo francês Thomas Pesquet, os norte-americanos Peggy Whitson e Shane Kimbroughet, bem como os russos Oleg Novitski, Serguei Ryjikov e Andrei Borissenko.

Diário de Notícias
01 DE DEZEMBRO DE 2016 | 18:10
DN/Lusa

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Nov 16
2016

949: Plutão tem lá dentro um oceano gelado

dn16112016Dados da sonda New Horizons da NASA apontam para processos complexos na superfície e também no subsolo do pequeno planeta

Quando a nave New Horizons fez o seu sobrevoo histórico a Plutão, em 14 de Julho do ano passado, mostrou um novo rosto daquele pequeno mundo nos confins do sistema solar. Mas a mais icónica das imagens que a sonda da NASA enviou para a Terra foi um retrato onde está bem marcado, na sua superfície, um coração gigante. Dois estudos publicados na revista Nature esta quinta-feira mostram que aquele é um coração… de gelo. Sob essa geografia romântica, Plutão tem, ao que tudo indica, um oceano líquido.

Esta, dizem os cientistas, é a melhor explicação para as observações feitas pela New Horizons. E isso sugere também que outros astros da classe de Plutão naquela zona do sistema solar poderão ter também oceanos interiores.

A ideia de um oceano sob a superfície de Plutão não é nova. Em Março, quando foram publicados na Science os primeiros estudos sobre os dados enviados pela New Horizons, essa hipótese ficou no ar, bem como a da existência ali de fenómenos de criovulcanismo – há erupções, mas em vez de lava, brotam materiais gelados do subsolo.

Os estudos entretanto continuaram – os dados da sonda da NASA têm ainda muita informação para ser trabalhada ao longo os próximos anos – e agora a hipótese do oceano no interior de Plutão tornou-se concreta: ela é a melhor explicação para o que ali se observa à superfície e também no próprio comportamento de Plutão. E a localização do gigantesco coração naquela geografia do pequeno planeta é a chave que reforça a ideia de um mar gelado sob a superfície.

De acordo com os cientistas, um um dos lados do coração é uma imensa bacia côncava, a Planitia Sputnik, que foi gerada muito provavelmente pelo impacto de um outro astro. Mas nessa altura, aquele padrão geológico estava localizado mais para noroeste em relação à sua posição actual. A sua migração, explicam os investigadores, ficou a dever-se à quantidade imensa de gelo que ali se acumulou a certa altura. Foi esse processo que causou uma rotação no próprio planeta, gerando por sua vez tensões e rupturas na crosta do planeta-anão, com a emergência de mais materiais gelados, por causa da presença do tal oceano interior.

Segundo os cientistas, se a Planitia Sputnik ainda estiver a acumular gelos – que sobem à superfície, vindos do interior, há grandes probabilidades de Plutão voltar a sofrer uma rotação.

“Há duas formas de alterar a rotação de um planeta”, diz James Keane, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, o investigador principal da equipa que assina um dos dois estudos publicados na Nature. “O primeiro, e aquele que nos é mais familiar, é a ocorrência de uma alteração no eixo de rotação, na qual o planeta se reorienta em relação ao resto do sistema solar”, explica. “O segundo”, adianta o astrofísico, “é através de uma deriva polar, em que o eixo de rotação se mantém fixo face ao sistema solar, e é o próprio planeta roda”. Este segundo caso foi o de Plutão.

A outra equipa que publica na mesma revista um estudo sobre a questão, liderada pelo investigador Francis Nimmo, da Universidade da Califórnia Santa Cruz, apresenta resultados que indicam exactamente a mesma conclusão: a da existência de um oceano subterrâneo naquela zona do planeta. Só a sua massa e peso poderá explicar aquele processo de rotação observado, sublinha igualmente a segunda equipa.

Com esta confirmação, o retrato do mais distante pequeno planeta do sistema solar ganha uma nova definição. Resta saber que mais novidades ainda haverá à espera de serem reveladas nas observações da New Horizons.

Diário de Notícias
16 DE NOVEMBRO DE 2016 | 21:56
Filomena Naves

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