Jun 22
2017

970: O tempo



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Out 10
2014

660: SETI@Home # Einstein@Home


 

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Ago 02
2014

615: Hora Mundial

PREVISÃO DO TEMPO

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Set 01
2017

973: Asteróide com mais de 4 quilómetros de diâmetro passa hoje pela Terra

© ESA Asteróide com mais de 4 quilómetros de diâmetro passa hoje pela Terra

É hoje que se dará a passagem do Florence, asteróide com mais de quatro quilómetros de diâmetro que passará a uma distância de sete milhões de quilómetros da Terra, cerca de 18 vezes a distância até à Lua, nota o Mirror.

A passagem do Florence pela Terra representa para a NASA uma oportunidade de testar tecnologia de rastreamento, tecnologia esta que será com certeza útil para observar e estudar outros corpos celestes em movimento no espaço. A passagem será por volta das 13h, pelo que astrónomos amadores e entusiastas do espaços também poderão tentar poderão tentar observar o Florence.

De notar que a última passagem do Florence pelas imediações do nosso planeta foi em 1890 e, tendo em conta que uma nova chance só deve surgir em 2500, é compreensível que esta seja uma passagem a ser alvo de grande expectativa.

MSN notícias
Miguel Patinha Dias
01/09/2017

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Ago 30
2017

Asteróide de 4,35 km de diâmetro vai passar “perto” da Terra

Florence’ vai passar sexta-feira a cerca de sete milhões de quilómetros, sendo o maior objecto a passar tão perto da Terra desde que a NASA começou a seguir os asteróides, nos anos noventa.

O asteroide Florence, cujo diâmetro médio é de 4,35 quilómetros e é considerado “potencialmente perigoso” por causa da sua órbita e do seu tamanho, passará a cerca de sete milhões de quilómetros da Terra na sexta-feira.

O Florence, batizado em homenagem à enfermeira Florence Nightingale, foi descoberto em março de 1981 pelo astrónomo norte-americano Schelte Bus, a partir do Observatório Siding Spring, na Austrália. Será o maior objeto a passar tão perto da Terra desde que a agência espacial norte-americana (NASA) começou a seguir estes eventos, na década de 1990.

“Apesar de muitos asteróides conhecidos já terem passado mais perto da Terra do que o Florence, estima-se que todos eles fossem mais pequenos”, disse o director do Centro para o Estudo dos Objectos Próximos da Terra da NASA, Paul Chodas, citado num comunicado..

No início deste ano, um asteróide de três metros passou a uma altitude de apenas 14 mil quilómetros – há satélites geostacionários mais afastados da Terra – sendo detectado apenas seis horas antes. O Florence será mais visível que o 2014 JO25, que tinha um diâmetro de 650 metros, e que passou a 1,8 milhões de quilómetros do nosso planeta. Será visível com recurso a pequenos telescópios ao longo de várias noites, atravessando as constelações de Piscis Austrinus, Capricornus, Aquarius e Delphinus.

O “encontro” de 2017 é o mais próximo do Florence desde 1890, devendo regressar antes de Outubro 2024, mas esta sexta-feira será o mais próximo que estará até depois do ano de 2500.

Diário de Notícias
30 DE AGOSTO DE 2017
09:52
DN

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Jul 28
2017

971: Afinal somos todos migrantes extragaláticos

Astrofísicos norte-americanos descobriram que, ao contrário do que pensávamos, cerca de metade da matéria da Via Láctea pode ter vindo de outras galáxias distantes – ou seja, cada um de nós pode ser composto, em grande parte, de matéria extragalática.

Usando simulações de supercomputadores, uma equipa de astrofísicos da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, descobriu que, ao contrário do que antes se pensava, as galáxias adquirem matéria através de transferência intergaláctica.

Segundo mostraram as simulações realizadas pelos autores do estudo, publicado esta quarta-feira na Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, as explosões de supernovas expulsam quantidades abundantes de gás das galáxias, e esses átomos podem ser transportados de uma para outra através de poderosos ventos galácticos.

A transferência inter-galáctica é um fenómeno recentemente identificado, fundamental para entender como as galáxias evoluem. “Dado quanta matéria pode ter vindo de outras galáxias, poderíamos nos considerar viajantes espaciais ou imigrantes extragalácticos”, disse Daniel Anglés-Alcázar, um dos autores do estudo.

As galáxias encontram-se normalmente muito distantes umas das outras, pelo que embora os ventos galácticos se propaguem a velocidades de várias centenas de quilómetros por segundo, o processo de transferência ocorre ao longo de milhares de milhões de anos.

Os investigadores realizaram simulações numéricas sofisticadas, que produziram modelos 3D realistas de galáxias, para seguir as suas formações logo após o Big Bang – e até ao presente.

Estes algoritmos de última geração analisaram uma enorme quantidade de dados e definiram os contornos do mecanismo que as galáxias usaram para adquirir matéria a partir do universo.

Segundo os autores do estudo, que usou o equivalente a vários milhões de horas de computação contínua, “os dados que obtivemos mudam completamente a nossa compreensão da forma como as galáxias se formam”.

“O que esse novo mecanismo implica é que até metade dos átomos que nos rodeiam – inclusivamente no nosso sistema solar, na Terra e em cada um de nós – não vem da nossa própria galáxia, mas vem de outras galáxias, a distâncias de até um milhão de anos-luz”, diz Claude-André Faucher-Giguère, outro autor do estudo.

Ao rastrear em detalhes os complexos fluxos de matéria nas simulações, a equipa descobriu que o gás flui das galáxias menores para as maiores, como a Via Láctea, onde forma estrelas. Esta transferência através de ventos galácticos pode representar até 50% da matéria nas galáxias maiores.

“Nas nossas simulações, conseguimos traçar as origens das estrelas em galáxias do tipo da Via Láctea e determinar se elas são formadas de matéria endémica à própria galáxia ou de gás previamente contido em outra galáxia”, explicou Anglés- Alcázar.

“As nossas origens são muito menos locais do que pensávamos anteriormente. Este estudo dá-nos a sensação de que as coisas à nossa volta estão todas ligadas a objectos distantes no céu”, completou Faucher-Giguère.

As descobertas abrem uma nova linha de pesquisa na compreensão da formação de galáxias. A equipa planeia agora colaborar com astrónomos observacionais para testar as previsões da sua simulação.

ZAP // HypeScience / Phus.org
28/07/2017

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Jun 13
2017

969: Vídeo mostra a Terra no futuro (e é aterrador)

Ninguém pode dizer com certeza o que é que o futuro nos vai trazer, mas um vídeo recentemente publicado no YouTube resume todas as previsões apoiadas pela ciência e mostra como será, provavelmente, a Terra nos próximos mil milhões de anos.

É muito improvável que alguém esteja por perto para ver a maioria destas mudanças acontecer, mas, mesmo assim, o vídeo é surpreendente e mostra um mundo onde um super-continente reina supremo, onde o Monte Everest já não é a mais alta montanha do planeta e onde o sol é muito mais quente.

Uma das previsões mais interessantes é a ideia de que, daqui a dois milhões de anos, os seres humanos, habitando em diferentes planetas, terão evoluído para espécies completamente diferentes que talvez nem sequer se conheçam umas às outras. Por outras palavras, vamos transformar-nos em extraterrestres.

Pode soar um pouco exagerado, mas quando se pensa quanto a Terra mudou, desde que os antepassados humanos evoluíram pela primeira vez em África, não é assim tão maluco quanto isso.

Durante a vida da nossa espécie, já vimos a ponte terrestre de Bering que ligava a Ásia à América do Norte desaparecer e os humanos andarem na Lua.

Assim, ficam de seguida os momentos mais marcantes do que ainda está por vir…

Ano 10.000

Esqueça o bug do milénio! No ano 10.000, os nossos aparelhos informáticos serão confrontados com o bug muito real dos 10.000 anos. Neste momento, todos os nossos softwares entram no ano com quatro casas decimais, assim, quando atingirmos o ano 10 mil, a tecnologia não será capaz de codificar datas.

Se as tendências actuais da globalização continuarem, todos os traços genéticos humanos, como a pele e a cor do cabelo, serão distribuídos uniformemente em todo o mundo. Deixará de haver variação humana associada à região.

Ano 50.000

Toda a linguagem moderna deixará de ser reconhecível no ano 20.000, e por volta de 50.000, o planeta também começará a ficar diferente – as Cataratas do Niagara, por exemplo, terão uma erosão total num lago gigante.

A Terra também entrará noutro período glacial, independentemente das actuais tendências do aquecimento global.

Ano 100.000

Todas as estrelas e constelações visíveis da Terra serão completamente diferentes. Se chegarmos a Marte, podemos ter o planeta transformado numa “segunda Terra”.

Ano 500.000

Provavelmente, a Terra será atingida por um asteróide de 1 km de diâmetro, a menos que, de alguma forma, o consigamos evitar de forma artificial.

Ano 1 milhão

A Terra deverá experimentar até ao ano 1 milhão uma erupção super-vulcânica grande o suficiente para espalhar 3.200 km3 de cinzas para a atmosfera – semelhante à super-erupção de Toba que quase eliminou a humanidade há cerca de 75 mil anos.

A nossa estrela vizinha – Betelgeuseexplodirá numa supernova que será totalmente visível da Terra, mesmo durante o dia.

Ano 2 milhões

Se os humanos tiverem colonizado vários planetas, nesta altura, é provável que tenham evoluído para várias espécies diferentes, adaptadas ao seu próprio habitat. E podem não estar cientes das outras espécies humanas.

O Grand Canyon terá corroído num vale ainda maior.

Ano 50 milhões

África entrará em colisão com a Eurásia e fechará o Mar Mediterrâneo, gerando uma nova cordilheira de montanhas que poderá produzir uma montanha mais alta do que o Monte Everest.

Ano 250 milhões

Todos os continentes da Terra se terão fundido novamente, num super-continente.

Anos 500 a 600 milhões

Uma explosão mortal de raios gama ocorrerá dentro de 6.500 anos-luz da Terra, provocando uma extinção em massa.

A luminosidade crescente do Sol irá parar os movimentos das placas tectónicas e os níveis de Co2 na atmosfera cairão dramaticamente. A fotossíntese C3 já não será possível e 99% da vida vegetal actual na Terra morrerá.

Ano 800 milhões

Os níveis de dióxido de carbono continuarão a cair até ao ponto em que a fotossíntese C4 deixará de ser possível. O oxigénio e o ozono desaparecerão da superfície da Terra, impossibilitando qualquer tipo de vida complexa.

Ano mil milhões

A luminosidade do sol vai ser 10% mais forte do que hoje em dia. A temperatura da Terra aumentará para 47 graus centígrados, em média, o que transformará a atmosfera numa estufa que fará evaporar os nossos oceanos. Poderão existir bolsas de água líquida perto dos pólos e estes serão os últimos lugares da Terra capazes de conter vida.

É claro que já houve muitas surpresas em toda a história da Terra e, sem dúvida, há muitas surpresas ainda por vir. Isto é apenas uma amostra animadora, em alguns aspectos, e bastante assustadora, noutros, do que os próximos biliões de anos podem trazer.

Por HS –
13 Junho, 2017

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Mai 04
2017

968: Há um sistema solar semelhante ao nosso a apenas 10 anos-luz da Terra

Ilustração dos detritos em torno da estrela Epsilon Eridani NASA / SOFIA / Lynette Cook

O Observatório Estratosférico da NASA para Astronomia Infravermelha (SOFIA), concluiu recentemente um estudo detalhado de um sistema planetário próximo que é notavelmente semelhante ao nosso sistema solar.

Localizado no hemisfério sul da constelação Eridanus, “apenas” a 10,5 anos-luz de distância da Terra, este novo sistema solar organiza-se em torno da estrela Epsilon Eridani, que está a ser descrita como uma versão mais jovem do sol.

“Esta estrela hospeda um sistema planetário que está actualmente a passar pelos mesmo processos cataclísmicos que aconteceram com o nosso sistema solar no início da sua existência”, explicou o cientista Massimo Marengo, um dos autores do estudo publicado no Astronomical Journal.

Estudos anteriores indicam que a estrela Epsilon Eridani tem um disco de detritos – o nome que os astrónomos dão ao material que ainda está em órbita após a construção planetária ter terminado.

Os detritos podem assumir a forma de gás e poeira, bem como pequenos corpos rochosos e gelados. Podem estar concentrados em cintos de detritos, semelhante ao cinturão de asteróides do sistema solar e ao cinturão de Kuiper – a região para lá de Neptuno, onde residem centenas de milhares de objetos rochosos.

Com as novas imagens do SOFIA, Kate Su da Universidade do Arizona e sua equipa foram capazes de distinguir entre dois modelos teóricos da localização de detritos quentes, como poeira e gás. Estes modelos foram baseados em dados anteriores obtidos com o telescópio espacial Spitzer da NASA.

Segundo os cientistas, os detritos estão localizado em dois anéis estreitos, que correspondem respetivamente às posições do cinturão de asteróides e à órbita de Úrano no nosso sistema solar.

Além disso, medições cuidadas do movimento de Epsilon Eridani indicam que um planeta com quase a mesma massa como Júpiter circunda a estrela a uma distância comparável à distância de Júpiter do Sol.

ZAP //
04.05.2017

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Abr 26
2017

967: O planeta mais próximo do Sol está a morrer

Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory / Carnegie Institution of Washington / NASA

A sonda Messenger em órbita de Mercúrio

Geólogos da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, avaliaram o ritmo de arrefecimento de Mercúrio e o tempo que levou o planeta mais próximo do Sol a adquirir o tamanho que tem hoje – e concluíram que o pequeno planeta está a morrer.

O estudo, publicado na revista Geophysical Research Letters, revela que a sonda norte-americana MESSENGER (MErcury Surface, Space ENvironment, GEochemistry) encontrou na superfície de Mercúrio numerosas dobras, sinuosidades e fraturas, o que permite tirar conclusões sobre a actividade tectónica do planeta – pelo menos no passado.

Os primeiros dados sobre as alterações do tamanho de Mercúrio foram registados pela estação espacial Mariner 10.

As saliências e reentrâncias tectónicas na superfície do planeta, segundo os cientistas, podem ter surgido devido ao arrefecimento de Mercúrio. No entanto, apenas agora os geólogos conseguiram estimar o período e a velocidade desses processos.

Segundo os geólogos Kelsey Crane e Christian Klimczak, autores do estudo, a contracção global do planeta começou há mais de 3,85 mil milhões de anos. A redução do tamanho do planeta é agora pouco perceptível, mas mesmo assim o raio de Mercúrio diminuiu em mais de cinco quilómetros.

Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory / Carnegie Institution of Washington / NASA

A contração global de Mercúrio começou há mais de 3,85 mil milhões de anos

Os geólogos acreditam que Mercúrio começou a encolher após um bombardeamento de meteoritos, que durou cerca de 400 milhões de anos e terminou há 3,8 milhões de anos. O corpo celeste está ainda a modificar-se, mas a actividade tectónica praticamente parou e o campo magnético do planeta está cada vez mais fraco.

Mercúrio foi estudado em detalhe por duas sondas apenas até agora – a Mariner 10, entre 1973 e 1975, e a MESSENGER, entre 2011 e 2015. Em 2018, o Japão e a agência espacial  europeia ESA planeiam enviar uma terceira missão a Mercúrio, a BepiColombo, composta por duas sondas.

Os primeiros resultados da missão ainda vão demorar muitos anos a chegar à Terra. Mesmo que o lançamento seja realizado já em 2018, a BepiColombo apenas alcançará o planeta mais pequeno do sistema solar em 2025.

Zap aeiou
Por SN
25 Abril, 2017

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Abr 02
2017

966: Pedido de esclarecimento

Foram enviados hoje, dia 2 de Abril, três e-mails com destino ao Partido Socialista (partido do governo) e aos Partidos Comunista Português e Bloco de Esquerda (partidos apoiantes parlamentares do governo), sobre qual a posição destes três partidos, em ordem às descargas químicas (chemtrails) por aviões no céu de Portugal, sobre o País.

Em anexo, foram enviadas estas imagens, captadas ontem em Lisboa:

Veremos quais serão as respostas e quando serão enviadas (se é que vão responder)…

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Mar 11
2017

965: Sinais misteriosos podem mesmo ser prova de vida extraterrestre

Ilustração de como um raio energético de um planeta pode “empurrar” uma nave espacial
| M. Weiss/CfA

Cientistas colocam a hipótese séria de pulsos de energia detectados serem criados por uma avançada tecnologia alienígena

Cientistas de Harvard acreditam que misteriosos sinais de energia que têm chegado à Terra podem ser uma prova da existência de extraterrestres que não está a ser analisada correctamente. As Fast Radio Burst (FRB), como ficaram conhecidas estes “pulsos” energéticos, têm levantado várias questões e teorias dentro da comunidade científica desde que foram detectadas pela primeira vez, em 2007.

Avi Loeb, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, diz que estes sinais podem estar a ser criados por uma avançada tecnologia alienígena – como um transmissor tão potente que sirva de propulsor para naves espaciais.

Os cientistas colocam a hipótese das FRB serem originadas para impulsionar naves que utilizam as ondas de luz da mesma forma que os barcos à vela utilizam o vento para se moverem no oceano, segundo o Independent. Segundo os cálculos dos cientistas, a energia gerada é potente o suficiente para mover algo que pese milhões de toneladas.

“Isso é o suficiente para transportar passageiros vivos por distâncias intergalácticas”, disse Manasvi Linga, também de Harvard. Desde 2007, foram registadas pelo menos 17 FRB.

“As FRB são extremamente brilhantes dada a sua pouca duração e origem a grandes distâncias e nós ainda não identificámos com confiança uma possível fonte natural”, disse Loeb. “Vale a pena considerar e investigar uma origem artificial”.

Num artigo que será publicado na revista científica Astrophysical Journal Letters, mas que já foi disponibilizado na internet pela biblioteca da Universidade Cornell, os professores Avi Loeb e Manasvi Lingam defendem que as FRB podem ter sido mal interpretadas até agora.

Os dois cientistas acreditam que com o equipamento certo conseguiriam descobrir mais sobre este fenómeno.

Caso se confirme tratar-se de sinais de seres extraterrestres, tratar-se-á de uma civilização muito mais avançada do que a nossa. Os cientistas estimam que um emissor capaz de gerar os sinais que estamos a captar ocuparia uma área duas vezes maior do que a superfície da Terra – para conseguir captar energia solar suficiente para tão potentes impulsos. Além disso, a máquina precisaria de ser arrefecida, com muita água, para não derreter.

Loeb explica que estas teorias precisam de ser aprofundadas e garante que, para tal, não importa se ele acredita ou não em extraterrestre.

“Ciência não é uma questão de crença, é uma questão de prova”, disse o professor. “Decidir o que está provavelmente à frente do tempo limita as possibilidades. Vale a pena colocar as ideias cá fora e deixar os dados serem os juízes”.

Um vídeo feito por uma equipa internacional explica como as FRB são captadas.

Diário de Notícias
10 DE MARÇO DE 2017
19:19

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Mar 08
2017

964: Astrónomos detectaram o oxigénio mais antigo do Universo

Uma equipa internacional de astrónomos detectou a mais antiga emissão de oxigénio no Universo, a partir da observação de uma galáxia distante com concentrações abundantes de poeira cósmica, revelou esta quarta-feira o Observatório Europeu do Sul (OES).

A poeira cósmica (pequenas partículas de matéria formadas a partir da morte de gerações de estrelas mais antigas) é a base para a constituição de novas estrelas, dos planetas e das moléculas complexas, incluindo das que dão origem à vida. Actualmente abundante, a poeira interestelar era, no entanto, escassa nos primórdios do Universo, antes de as primeiras gerações de estrelas morrerem.

A equipa de astrónomos, liderada por Nicolas Laporte, da University College London, no Reino Unido, usou o maior radiotelescópio do mundo, o ALMA, e observou a emissão de oxigénio ionizado pela galáxia “A2744_YD4”.

Para os investigadores, trata-se da detecção mais distante, logo mais antiga, de oxigénio no Universo, de acordo com um comunicado do OES, organização astronómica da qual Portugal faz parte e que gere o ALMA.

A “A2744_YD4” é a galáxia mais distante e jovem captada pelo ALMA, quando o Universo tinha 600 milhões de anos e as primeiras estrelas e galáxias estavam a formar-se.

Segundo o grupo de astrónomos, a detecção de muita poeira interestelar na “A2744_YD4” indicia que supernovas (explosões de estrelas moribundas) mais antigas “devem ter contaminado esta galáxia”.

Para os cientistas, a observação de poeira cósmica no Universo primitivo fornece nova informação sobre o momento em que ocorreram as primeiras explosões estelares e as estrelas quentes, as brilhantes, tiraram o Universo das trevas.

A determinação do tempo da ‘aurora cósmica’ é vista como um ‘Santo Graal’ para a astronomia moderna e pode ser procurada indirectamente através do estudo da poeira interestelar (composta essencialmente por silício, carbono e alumínio) mais antigo.

As observações da “A2744_YD4” com o ALMA foram possíveis porque a galáxia está por detrás do aglomerado de galáxias “Abell 2744”, que actuou como um ‘telescópio cósmico gigante’, ampliando a “A2744_YD4”, um fenómeno chamado lente gravitacional (formada devido a uma distorção no espaço-tempo, causada por um corpo de grande massa entre uma estrela e um observador).

Os astrónomos estimam que a galáxia “A2744_YD4” tenha uma quantidade de poeira cósmica equivalente a seis mil milhões de massas solares e uma massa estelar de dois mil milhões de massas solares.

A equipa descobriu que estão a formar-se estrelas na galáxia a uma média de 20 massas solares por ano (na Via Láctea, a média é de uma massa solar por ano), o que pode explicar por que a poeira cósmica se formou tão rapidamente na “A2744_YD4”.

Aeiou.pt
Por Lusa
8 Março, 2017

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