Out 10
2014

660: SETI@Home # Einstein@Home


 

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Ago 02
2014

615: Hora Mundial

PREVISÃO DO TEMPO

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Abr 26
2017

967: O planeta mais próximo do Sol está a morrer

Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory / Carnegie Institution of Washington / NASA

A sonda Messenger em órbita de Mercúrio

Geólogos da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, avaliaram o ritmo de arrefecimento de Mercúrio e o tempo que levou o planeta mais próximo do Sol a adquirir o tamanho que tem hoje – e concluíram que o pequeno planeta está a morrer.

O estudo, publicado na revista Geophysical Research Letters, revela que a sonda norte-americana MESSENGER (MErcury Surface, Space ENvironment, GEochemistry) encontrou na superfície de Mercúrio numerosas dobras, sinuosidades e fraturas, o que permite tirar conclusões sobre a actividade tectónica do planeta – pelo menos no passado.

Os primeiros dados sobre as alterações do tamanho de Mercúrio foram registados pela estação espacial Mariner 10.

As saliências e reentrâncias tectónicas na superfície do planeta, segundo os cientistas, podem ter surgido devido ao arrefecimento de Mercúrio. No entanto, apenas agora os geólogos conseguiram estimar o período e a velocidade desses processos.

Segundo os geólogos Kelsey Crane e Christian Klimczak, autores do estudo, a contracção global do planeta começou há mais de 3,85 mil milhões de anos. A redução do tamanho do planeta é agora pouco perceptível, mas mesmo assim o raio de Mercúrio diminuiu em mais de cinco quilómetros.

Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory / Carnegie Institution of Washington / NASA

A contração global de Mercúrio começou há mais de 3,85 mil milhões de anos

Os geólogos acreditam que Mercúrio começou a encolher após um bombardeamento de meteoritos, que durou cerca de 400 milhões de anos e terminou há 3,8 milhões de anos. O corpo celeste está ainda a modificar-se, mas a actividade tectónica praticamente parou e o campo magnético do planeta está cada vez mais fraco.

Mercúrio foi estudado em detalhe por duas sondas apenas até agora – a Mariner 10, entre 1973 e 1975, e a MESSENGER, entre 2011 e 2015. Em 2018, o Japão e a agência espacial  europeia ESA planeiam enviar uma terceira missão a Mercúrio, a BepiColombo, composta por duas sondas.

Os primeiros resultados da missão ainda vão demorar muitos anos a chegar à Terra. Mesmo que o lançamento seja realizado já em 2018, a BepiColombo apenas alcançará o planeta mais pequeno do sistema solar em 2025.

Zap aeiou
Por SN
25 Abril, 2017

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Abr 02
2017

966: Pedido de esclarecimento

Foram enviados hoje, dia 2 de Abril, três e-mails com destino ao Partido Socialista (partido do governo) e aos Partidos Comunista Português e Bloco de Esquerda (partidos apoiantes parlamentares do governo), sobre qual a posição destes três partidos, em ordem às descargas químicas (chemtrails) por aviões no céu de Portugal, sobre o País.

Em anexo, foram enviadas estas imagens, captadas ontem em Lisboa:

Veremos quais serão as respostas e quando serão enviadas (se é que vão responder)…

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Mar 11
2017

965: Sinais misteriosos podem mesmo ser prova de vida extraterrestre

Ilustração de como um raio energético de um planeta pode “empurrar” uma nave espacial
| M. Weiss/CfA

Cientistas colocam a hipótese séria de pulsos de energia detectados serem criados por uma avançada tecnologia alienígena

Cientistas de Harvard acreditam que misteriosos sinais de energia que têm chegado à Terra podem ser uma prova da existência de extraterrestres que não está a ser analisada correctamente. As Fast Radio Burst (FRB), como ficaram conhecidas estes “pulsos” energéticos, têm levantado várias questões e teorias dentro da comunidade científica desde que foram detectadas pela primeira vez, em 2007.

Avi Loeb, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, diz que estes sinais podem estar a ser criados por uma avançada tecnologia alienígena – como um transmissor tão potente que sirva de propulsor para naves espaciais.

Os cientistas colocam a hipótese das FRB serem originadas para impulsionar naves que utilizam as ondas de luz da mesma forma que os barcos à vela utilizam o vento para se moverem no oceano, segundo o Independent. Segundo os cálculos dos cientistas, a energia gerada é potente o suficiente para mover algo que pese milhões de toneladas.

“Isso é o suficiente para transportar passageiros vivos por distâncias intergalácticas”, disse Manasvi Linga, também de Harvard. Desde 2007, foram registadas pelo menos 17 FRB.

“As FRB são extremamente brilhantes dada a sua pouca duração e origem a grandes distâncias e nós ainda não identificámos com confiança uma possível fonte natural”, disse Loeb. “Vale a pena considerar e investigar uma origem artificial”.

Num artigo que será publicado na revista científica Astrophysical Journal Letters, mas que já foi disponibilizado na internet pela biblioteca da Universidade Cornell, os professores Avi Loeb e Manasvi Lingam defendem que as FRB podem ter sido mal interpretadas até agora.

Os dois cientistas acreditam que com o equipamento certo conseguiriam descobrir mais sobre este fenómeno.

Caso se confirme tratar-se de sinais de seres extraterrestres, tratar-se-á de uma civilização muito mais avançada do que a nossa. Os cientistas estimam que um emissor capaz de gerar os sinais que estamos a captar ocuparia uma área duas vezes maior do que a superfície da Terra – para conseguir captar energia solar suficiente para tão potentes impulsos. Além disso, a máquina precisaria de ser arrefecida, com muita água, para não derreter.

Loeb explica que estas teorias precisam de ser aprofundadas e garante que, para tal, não importa se ele acredita ou não em extraterrestre.

“Ciência não é uma questão de crença, é uma questão de prova”, disse o professor. “Decidir o que está provavelmente à frente do tempo limita as possibilidades. Vale a pena colocar as ideias cá fora e deixar os dados serem os juízes”.

Um vídeo feito por uma equipa internacional explica como as FRB são captadas.

Diário de Notícias
10 DE MARÇO DE 2017
19:19

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Mar 08
2017

964: Astrónomos detectaram o oxigénio mais antigo do Universo

Uma equipa internacional de astrónomos detectou a mais antiga emissão de oxigénio no Universo, a partir da observação de uma galáxia distante com concentrações abundantes de poeira cósmica, revelou esta quarta-feira o Observatório Europeu do Sul (OES).

A poeira cósmica (pequenas partículas de matéria formadas a partir da morte de gerações de estrelas mais antigas) é a base para a constituição de novas estrelas, dos planetas e das moléculas complexas, incluindo das que dão origem à vida. Actualmente abundante, a poeira interestelar era, no entanto, escassa nos primórdios do Universo, antes de as primeiras gerações de estrelas morrerem.

A equipa de astrónomos, liderada por Nicolas Laporte, da University College London, no Reino Unido, usou o maior radiotelescópio do mundo, o ALMA, e observou a emissão de oxigénio ionizado pela galáxia “A2744_YD4”.

Para os investigadores, trata-se da detecção mais distante, logo mais antiga, de oxigénio no Universo, de acordo com um comunicado do OES, organização astronómica da qual Portugal faz parte e que gere o ALMA.

A “A2744_YD4” é a galáxia mais distante e jovem captada pelo ALMA, quando o Universo tinha 600 milhões de anos e as primeiras estrelas e galáxias estavam a formar-se.

Segundo o grupo de astrónomos, a detecção de muita poeira interestelar na “A2744_YD4” indicia que supernovas (explosões de estrelas moribundas) mais antigas “devem ter contaminado esta galáxia”.

Para os cientistas, a observação de poeira cósmica no Universo primitivo fornece nova informação sobre o momento em que ocorreram as primeiras explosões estelares e as estrelas quentes, as brilhantes, tiraram o Universo das trevas.

A determinação do tempo da ‘aurora cósmica’ é vista como um ‘Santo Graal’ para a astronomia moderna e pode ser procurada indirectamente através do estudo da poeira interestelar (composta essencialmente por silício, carbono e alumínio) mais antigo.

As observações da “A2744_YD4” com o ALMA foram possíveis porque a galáxia está por detrás do aglomerado de galáxias “Abell 2744”, que actuou como um ‘telescópio cósmico gigante’, ampliando a “A2744_YD4”, um fenómeno chamado lente gravitacional (formada devido a uma distorção no espaço-tempo, causada por um corpo de grande massa entre uma estrela e um observador).

Os astrónomos estimam que a galáxia “A2744_YD4” tenha uma quantidade de poeira cósmica equivalente a seis mil milhões de massas solares e uma massa estelar de dois mil milhões de massas solares.

A equipa descobriu que estão a formar-se estrelas na galáxia a uma média de 20 massas solares por ano (na Via Láctea, a média é de uma massa solar por ano), o que pode explicar por que a poeira cósmica se formou tão rapidamente na “A2744_YD4”.

Aeiou.pt
Por Lusa
8 Março, 2017

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Fev 22
2017

Descobertas sete “Terras” num sistema solar distante

A maioria destes novos mundos serão rochosos e pelos menos três deverão ter oceanos de água líquida e, quem sabe, talvez vida

A descoberta é anunciada como sensacional: são sete “Terras” duma vez, em torno de uma única estrela, todas com as dimensões aproximadas do original – o nosso próprio mundo -, e tudo indica que a maioria desses exoplanetas é de natureza rochosa (como o original), e três pelo menos terão oceanos de água líquida na superfície. Ou seja, têm as condições certas para a possibilidade de lá existir vida.

Neste momento é impossível dizer se haverá vida nalgum destes novos mundos, que estão na órbita de uma estrela chamada Trappist-1 (o nome é o do telescópio do ESO, instalado no Chile, que permitiu fazer a descoberta), a cerca de 40 anos-luz de distância daqui. Mas para os cientistas, a descoberta deste verdadeiro jackpot planetário vem também confirmar uma coisa essencial: os planetas idênticos à Terra serão a regra, e não a excepção, na órbita das estrelas da Via Láctea. E a vida, provavelmente, também.

A descoberta, que a NASA está hoje a anunciar em conferência de imprensa, e que é publicada amanhã na revista Nature, foi feita por uma equipa internacional de cientistas, coordenada por Michaël Gillon, do Instituto de Astrofísica e de Geofísica da Universidade de Liège, na Bélgica. O grupo, que inclui também a investigadora portuguesa Catarina Fernandes, utilizou as observações de uma série de telescópios para identificar esta nova mão-cheia de “Terras” e as estudar com o maior detalhe possível.

Integrada no grupo de Michaël Gillon, na Universidade de Liège, Catarina Fernandes, participou nas observações para determinar o período orbital de um destes sete novos exoplanetas. Para a cientista portuguesa, trata-se de uma descoberta importante. “Esta é a primeira vez que se detecta um sistema solar com tão grande número de planetas semelhantes às Terra, tanto em tamanho e na temperatura, e pelo menos três deles podem ter água na sua superfície”, afirmou ao DN, em entrevista telefónica.

Além do Trappist, e do Very Large Telescope (VLT) do Observatório Europeu do Sul ( ESO), a equipa utilizou mais um outro telescópio terrestre, o Liverpool Telescope, e ainda o telescópio espacial Spitzer, da NASA.Daí, a conferência de imprensa da agência espacial americana. Ao seu habitual jeito, a NASA acaba por ter aqui também uma oportunidade de marcar pontos a seu próprio favor, e das ciências do espaço, nesta nova era Trump, em que os cientistas dos Estados Unidos se mostram preocupados com o futuro.

A estrela Trappist 1 (foi a primeira descoberta com aquele telescópio) não é uma estrela como Sol. É mais fria e tem uma luminosidade cerca de mil vezes mais fraca e a temperatura no seu núcleo é apenas a suficiente para que funcione como uma estrela, convertendo no seu processo de fusão o hidrogénio em hélio. As estrelas como esta são as chamadas anãs-vermelhas e são de longe as mais numerosas na Via Láctea: são cerca de 80% de todas as estrelas. E esse é outro motivo porque esta é uma descoberta sensacional: um sistema solar em torno de uma anã-vermelha, com sete planetas como a Terra, que são outros tantos mundos onde a vida é uma possibilidade real, aponta para que as Terras serão muito mais numerosas na Via Láctea e no Universo, do que alguma vez se sonhou.

Diário de Notícias
22 DE FEVEREIRO DE 2017 | 18:01
Filomena Naves

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Fev 22
2017

962: UMI Super

Ontem, recebi via FOTA, a actualização para o Android Nougat 7.0.1. Finalmente, já que a que veio com a máquina era o Marshmallow 6.0.

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Fev 08
2017

961: Descoberta ponte de estrelas que liga as nuvens de Magalhães

Astronomia

Robert Gendler-NASA

Descoberta foi feita com base no rastreio de estrelas feito pelo satélite Gaia, da agência espacial europeia.

Uma equipa internacional de astrónomos detectou que as Nuvens de Magalhães, as duas maiores galáxias “satélite” da Via Láctea, estão ligadas por uma “ponte” de estrelas, divulgou hoje a universidade britânica de Cambridge, que coordenou a investigação.

Os resultados da descoberta, publicados na revista científica Monthly Notices, da Royal Astronomical Society, baseiam-se no rastreio de estrelas que está a ser feito pelo satélite Gaia, da agência espacial europeia ESA.

As Nuvens de Magalhães são as maiores e mais brilhantes galáxias anãs em redor da Via Láctea, galáxia onde se situa a Terra. Os cientistas admitem que a “ponte” de estrelas poderá ajudar a clarificar a história da interacção entre as Nuvens e a Via Láctea.

Uma “corrente” ou “ponte” de estrelas forma-se quando uma galáxia anã ou um aglomerado de estrelas começa a sentir a força de maré (efeito gravitacional) do corpo em torno do qual orbita.

A equipa de astrónomos crê que a “ponte” é formada, em grande parte, por estrelas que foram “removidas” da Pequena Nuvem de Magalhães, localizada a 200.000 anos-luz da Terra, pela Grande Nuvem de Magalhães, que está a 160 mil anos-luz.

No restante, é constituída por estrelas da Grande Nuvem de Magalhães que foram “puxadas” da galáxia por uma outra, a Via Láctea.

O estudo sugere que muitas das estrelas na “ponte”, mas também o gás hidrogénio, foram “extraídas” da Pequena Nuvem de Magalhães há 200 milhões de anos, quando as duas galáxias anãs passaram relativamente próximo uma da outra.

O satélite Gaia “escrutina” repetidamente o céu, medindo as posições, e as suas variações ao longo do tempo, de estrelas, galáxias distantes, pequenos corpos do Sistema Solar e exoplanetas (planetas fora do Sistema Solar).

Portugal faz parte do consórcio internacional de investigadores e engenheiros que tem a seu cargo o processamento de dados recolhidos pelo satélite e a publicação de diferentes catálogos.

Lançada em Dezembro de 2013, a missão Gaia pretende criar o maior e mais preciso catálogo de posições, distâncias, movimentos, velocidades, temperaturas, luminosidades e idades de um por cento do total de estrelas da Via Láctea, segundo o Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que têm investigadores no consórcio.

Diário de Notícias
08 DE FEVEREIRO DE 2017 | 00:57
DN/Lusa

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Jan 27
2017

960: NASA vai a asteróide que vale mais do que todo o dinheiro do mundo

Espaço

O Psyche é essencialmente composto por metais – incluindo ouro e platina

A NASA vai enviar em 2023 uma missão não tripulada ao asteróide Psyche, um astro que, caso estivesse no mercado, poderia ser avaliado em 10 mil milhões de triliões de dólares (este número é escrito com um 10 seguido de 24 zeros). Isto porque o asteróide Psyche é quase todo feito de metal. Na sua composição pode encontrar-se ferro, níquel e até possivelmente ouro, platina e cobalto.

O Psyche tem cerca de 210 quilómetros de diâmetro e localiza-se na cintura de asteróides do sistema solar. Os cientistas acreditam que o Psyche possa ser o núcleo de um planeta que se terá desfragmentado ao longo de mil milhões de anos devido a colisões violentas.

“Esta é uma oportunidade de explorar um novo tipo de mundo – não de rochas ou gelo, mas sim de metal”, disse a principal investigadora da missão Psyche, Lindy Elkins-Tanton, num comunicado da NASA. “O Psyche é o único astro deste tipo no sistema solar e esta é a única maneira dos humanos alguma vez visitarem o núcleo [de um planeta]”.

Elkins-Tanton garante que o objectivo da missão não é económico, até porque A NASA não tem a tecnologia para trazer o asteróide para mais perto da Terra, disse a investigadora numa entrevista ao jornal Global News.

“Mesmo que conseguíssemos agarrar um pedaço de metal e trazê-lo para cá…o que faríamos com ele? Íamos escondê-lo e controlar os recursos do planeta – como os diamantes são controlados pelas empresas – para proteger os mercados?”, perguntou Elkins-Tanton. “E se o trouxéssemos e decidíssemos resolver os problemas dos recursos de metais da humanidade para sempre? Isso seria especulação”, continua.

Além disso, é de destacar que a riqueza total do planeta Terra foi avaliada em cerca de 73 milhares de biliões de dólares em 2015, segundo o Huffignton Post. Isto significa que nem todo o dinheiro do mundo poderia pagar pelo Psyche.

A missão não tripulada, que também tem o nome de Psyche, deverá partir da Terra em 2023 e chegar ao astro em 2030.

“É este o objectivo das missões – ir a locais onde nunca fomos de forma corajosa para realizarmos descobertas científicas inovadoras”, disse no mesmo comunicado Thomas Zurbuchen, co-administrador das missões científicas da NASA em Washington.

Diário de Notícias
26 DE JANEIRO DE 2017 | 18:46

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Jan 26
2017

959: REMAX S2 Sweatproof Wireless Bluetooth 4.1 Sports Earphone

Mandei vir de Espanha estes auriculares BT mas ainda não consegui pô-los a funcionar. O emparelhamento está feito, mas ao pretender ouvir o Rádio FM, o smartphone pede para ligar os auriculares (com fio). Já solicitei instruções e estou à espera da informação.

Bluetooth Earphones Remax S2

Specification

General Brand: REMAX
Model: S2
Wearing type: In-Ear
Function: Multi connection function,Song Switching,Voice control,Bluetooth
Product Details Connectivity : Wireless
Application: Sport
Sound channel: Two-channel (stereo)
Frequency response: 20~20KHz
Microphone frequency: -41 ± dB
Input Power: 10mW
Talk time: 6 – 8 hours
Music Time: 4 -6 hours
Standby time: 160 hours
Extended Function Bluetooth: Yes
Bluetooth version: V4.1
Bluetooth distance: W/O obstacles 10m
Dimension and Weight Product weight: 0.015 kg
Package weight: 0.220 kg
Package size (L x W x H): 18.000 x 10.500 x 4.500 cm / 7.087 x 4.134 x 1.772 inches
Package Contents Package Contents: 1 x REMAX S2 Wireless Bluetooth 4.1 Magnet Sport Headsets, 1 x English User Manual, 1 x Storage Bag, 1 x USB Cable, 2 x Pairs of Ear Buds with Different Size, 2 x Pairs of Ear Hooks with Different Size

 

Preço: € 18,30

ACTUALIZAÇÃO: A resposta da empresa foi esta:

“Es probable que tenga que tener unos auriculares conectados al terminal para que hagan de antena y funcione la radio. “

Não aconselho a compra. Ou bem que o BT comunica com o smartphone ou bem que sempre tenho de andar com auriculares com fio pendurados para o BT funcionar… Assim, continua a não ser nada prático e pior ainda, o som está a um nível muito inferior ao dos auriculares do equipamento. E experimentei três modelos de auriculares (Doogee, Voix e Samsung) qualquer deles com som superior a estes.

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Jan 23
2017

958: NASA oferece estágios para universitários portugueses

Imagem da estação internacional espacial
| REUTERS/TIM PEAKE

A candidatura para o programa de estágios termina no final deste mês

Faltam 10 dias para o fim das candidaturas ao programa que vai permitir a estudantes universitários portugueses estagiar na NASA. Os alunos que tiverem interesse em participar num estágio de curta duração na NASA têm até dia 30 de Janeiro para se inscreverem na página da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

Este programa foi anunciado em Abril do ano passado, aquando da visita do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, aos Estados Unidos.

A FCT lançou o concurso e vai financiar a bolsa de estágio, segundo a Lusa, enquanto a agência espacial norte-americana vai garantir o alojamento.

Apenas seis alunos poderão participar neste programa e para isso tê de cumprir os critérios de elegibilidade, que vão desde conhecimentos da língua inglesa a uma média de conclusão da licenciatura ou mestrado superior a 16.

As bolsas de estágio incluem um subsídio mensal de 1450 euros para os licenciados e de 1710 euros para os mestres, além do subsídio de viagem e de instalação, como mostra a página da FCT.

Diário de Notícias
21 DE JANEIRO DE 2017 | 00:49

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